A CERA VAI AGARRAR-TE AO TELEVISOR! 10/11/2009
Posted by ©palavrasdesever in palavrasdesever arroba hotmail ponto com.add a comment
O filme “A Casa de Cera” é considerado a nível mundial até hoje o melhor filme de terror. Tem como realizador Jorge Sampaio e inclui actores também bastante conhecidos como Brad Pitt, Fátima Lopes e Diana Chaves.
O filme conta a história de um grupo de amigos qe vão acampar, o que já é habitual neste tipo de situações com jovens, para fugirem de debaixo das asas dos pais durante algum tempo. Este grupo gosta de aventuras perigosas, indo mesmo em busca delas. A determinada altura encontram uma casa abandonada e querem investigá-la. Passa então a ser arrepiante e assustador para quem está a assistir e o cenário ajuda ao pânico. Os jovens não se apercebem qe não devem entrar em muitos conflitos, coisas da idade! Acabam por se meter em sarilhos e vêm a descobrir que toda a casa está cheia de esculturas feitas de cera. Tudo e todos são cera. Só que o mais surpreendente é que dentro de todas elas estão pessoas mortas.
Quem serão os loucos psicopatas que andarão a fazer tudo isto? Vejam “Casa de Cera” e vão ficar agarrados ao televisor, pela cera ou por…? Quem sabe!
Mónica Marques, 9ºC, Nº16, 20 de Outubro de 2009
Nota:
Esta crítica contém dados deliberadamente falsos.
“Esmiúça os Sufrágios” 10/11/2009
Posted by ©palavrasdesever in 9ºA, Ano lectivo 2009/2010.add a comment


O programa de televisão de que eu mais gosto muito é “Gato Fedorento, Esmiúça os Sufrágios”, protagonizado por Ricardo Araújo Pereira como apresentador e com repórteres como Miguel Góis e outros mais. Este programa consiste em entrevistar altas figuras políticas, fazendo-lhes perguntas que algumas vezes são um pouco pessoais.
Eu gosto muito deste programa, visto que é acessível a várias classes etárias e utilizam uma linguagem que qualquer pessoa entende. Para além disso, o “Esmiúça os Sugrágios” é livre, dado que os humoristas fazem perguntas um pouco desagradáveis a pessoas do governo e da política portuguesa sem sofrerem represálias. Ainda por cima, o programa é cómico. Tem ainda outro aspecto bom que é o horário televisivo ser coincidente com as horas a que as pessoas se encontram nas suas habitações.
É um programa que é recomendado a qualquer pessoa.
Daniel Silva Matos, Nº7, 9ºA
Como surgiu a utilização humana do fogo? 09/11/2009
Posted by ©palavrasdesever in 9ºB, Ano lectivo 2009/2010.add a comment
Há muitos anos, antes do nascimento de Jesus Cristo e da evolução do Homem, estavam numa floresta um bando de Austrolopitecos a tentar matar uma matilha de lobos com pedras até que aconteceu uma coisa incrível. Um dos Austrolopitecos, chamado Alacaminoloko, lançou uma pedra com muita intensidade contra uma rocha, reparou numa coisa vermelha que se soltou no momento do impacto, ficou curioso e voltou a fazer isso várias vezes, enquanto os restantes Austrolopitecos eram mortos pelos lobos. Quando os lobos repararam naquela chama, fugiram.
E foi assim que o Austrolopiteco descobriu o fogo e passou o conhecimento aos outros.
Lenda inventada pelo Rafael Coutinho, 9ºB
A Cátia e o futuro 06/10/2009
Posted by ©palavrasdesever in 9ºB, Ano lectivo 2009/2010.3 comments
Como será que eu sou? O que será que quero ser? Sou uma pessoa calma, amiga dos amigos, simpática, contudo a minha maior paixão são as crianças.
Um dia gostava de trabalhar com bebés e dar-lhes todo o amor que tenho para oferecer, brincar com eles e dizer-lhes o quanto os amo e o quanto me fazem felizes. Todavia, não vou trabalhar para ter realizar este sonho, porque é um emprego que nos dias de hoje não tem muita colocação. Por isso decidi que queria ser pediatra, é um curso que tem saídas profissionais e consigo ajudar aqueles de que mais gosto, as crianças.
Vou tentar e esforçar-me para que o meu sonho se torne realidade!
Cátia Coutinho, 9ºB
NO ALTO DA SERRA… 14/07/2009
Posted by fatimapoirier in 9ºD, palavrasdesever arroba hotmail ponto com.add a comment
No alto da serra, coberta por uma fina camada de neve primaveril, à luz do nascer do sol, escondida pelos altos e robustos sobreiros e pelos canastros do século XIX, encontra-se uma vasta eira de granito. Quando se sobe ao topo e se senta junto a um dos seus sobreiros, cujos ramos estão cobertos de folhas, como que se nos convidassem a um abraço aconchegador, ouvem-se as canções e os poemas sonoros que as andorinhas cantam para as suas crias e ouve-se a neve a derreter e a escorrer por entre as fendas na rocha abertas pelas enormes raízes dos sobreiros. Mas eis que no alto céu surge uma nuvem bem intencionada que deixa cair a macia e fresca neve que, por mais intensa que seja, nos toca como algodão, nos acaricia e nos dá uma sensação de liberdade. Mas então, um pé em falso e lá se vai pela eira abaixo até aos campos verdes onde a neve cai e desaparece como raios de sol numa manhã de Inverno cortados repentinamente por uma nuvem escura, que sensação! Nada acontece por acaso e é então que um pequeno e peludo esquilo vem até nós, esfrega o focinho na nossa cara e salta para cima do nosso colo como que se a dizer que quer ser nosso amigo…
Texto elaborado por Jorge Lopes, nº 12 do 9ºD
AUTO DA BARCA DO INFERNO DO SÉCULO XXI – Cena IV 14/07/2009
Posted by fatimapoirier in 9ºD.add a comment

Chega um dirigente desportivo à barca do Inferno, com um apito dourado debaixo da língua, acompanhado por um árbitro e com um saco de dinheiro e diz:
Dirigente: Bom dia, isto é a barca do inferno?
Diabo: Seja bem aparecido, meu grande amigo!
Dirigente: (para o companheiro do Diabo) E você, quem é? É algum corrupto?
Companheiro do Diabo: Não, sou o cangalheiro.
Diabo: Seu caminho bem certo está. Chegou em boa hora!
Dirigente: E os árbitros que eu comprei não me vão valer a salvação? E os bolsos que eu enchi não me valerão de nada aqui? Nesta barca não vou entrar, nem que o meu dinheiro eu tenha de empregar.
Joane: Olha quem é ele! Que vieste aqui fazer?
Dirigente: Os árbitros que comprei, para o meu clube poder ganhar, valer-me-ão de algo?
Anjo: Ora lá, corrupção nunca entrará nesta barca!
Visto que a sua sorte não está no céu, o Dirigente Desportivo dirige-se novamente à barca do Inferno.
Dirigente: Venha daí a passadeira vermelha, para eu subir a essa barca infernal.
Chega um jogador de futebol com um frasco de gel, uma bola de futebol de ouro, dirige-se à barca do Anjo e diz:
Cr7: Eh lá, juntaram-se todos para me ver?
Joane: Não, estamos aqui todos para te ver.
Diabo: E essa bola de ouro, roubaste-a?
Cr7: Não, ganhei-a com o meu esforço e com o meu suor.
Joane: Eu logo via, cheirava aqui a chulé!
Cr7: E esta bola de ouro de nada me valerá?
Diabo: Ganhaste essa bola à custa dos outros jogadores.
Cr7: Oh pai da vida! Venha daí esse Ferrari para eu entrar nessa barca infernal!
(Trabalho elaborado pelos alunos do 9ºD: Luís Ferreira, nº 13, Marco Almeida, nº14 e Raquel Almeida, nº 17)
AUTO DA BARCA DO INFERNO DO SÉCULO XXI – Cena III 14/07/2009
Posted by fatimapoirier in 9ºD.add a comment

Depois de ter chegado ao cais a personagem dirige-se à barca do Diabo. Traz consigo um barrete, peças roubadas e uma arma.
Diabo: Olha quem é ele! Seja bem aparecido!
Ladrão: De onde é que tu me conheces para falares assim comigo?
Diabo: Muito conhecido foste em terra pelos teus feitos.
Ladrão: Na tua barca não entrarei. Nem me conheces e já falas assim comigo!
Diabo: Podes fugir, mas não vais conseguir, porque virás e na minha barca embarcarás.
O ladrão vira as costas ao Diabo e dirige-se à barca do Anjo.
Ladrão: Oh da Barca! Está aí alguém?
Anjo: Depois do que fizeste em terra, ainda tens coragem de te dirigires à minha barca?
Ladrão: Não fiz nada que muitos outros, tão desesperados quanto eu, não tenham feito.
Anjo: Isso não é desculpa para roubares aos outros, só para não teres de trabalhar.
O ladrão, ao ouvir as palavras do Anjo, não disse mais nada e dirigiu-se para a barca do Diabo, consciente de que não tinha mais nada a fazer.
Diabo: Eu disse que voltarias e, quando falo, raramente me engano!
Ladrão: Já que não tenho mais nada a fazer e o meu destino é mesmo a condenação, entrarei na barca deste parvalhão.
(Trabalho elaborado pelas alunas do 9ºD: Ana Mendes, nº 1, e Ana Bastos, nº 2)
AUTO DA BARCA DO INFERNO DO SÉCULO XXI – Cena II 14/07/2009
Posted by fatimapoirier in 9ºD.add a comment

Entra um pedófilo com um computador portátil, distraído a ver um filme pornográfico, o Diabo interrompe-o:
DIABO: Então? Que é que tu estás a ver? Vira p’ra cá isso!
PEDÓFILO: Oh! Chega p’ra lá! Olha lá, p’ra onde é a viagem?
DIABO: Lamento dizer-te, mas não é para a Casa Pia!
PEDÓFILO: Então? Para onde é que vai isto?
DIABO: Vai p’ra onde vão os santinhos como tu!
PEDÓFILO: Como eu? Ah claro, eu sou aquela coisa!
DIABO: És, és! Anda lá mas é para aqui e não te demores, que estou com pressa!
PEDÓFILO: Não, tu estás a enganar-me! Eu vou dar uma voltinha para ver se encontro outra barca que me leve para o paraíso.
Dirige-se à barca da Glória.
PEDÓFILO: Ei! Ó da barca! Anda cá! Levas-me aí na tua barca?
ANJO: “Ei”, “Oh”, “ouve lá”! Mas tu sabes com quem estás a falar?
Joane intromete-se, dizendo:
JOANE: Ah, seu porco! Badalhoco! Eu sei bem o que é que tu andaste a fazer!
PEDÓFILO: Tá mas é calado, ó parvo! E tu? Levas-me ou quê?
ANJO: Tu não es digno de entrar nesta barca divinal e sabes porquê. Vai pois para aquela porque ainda deve haver espaço para ti.
JOANE: Eh! Xô! Sai daqui! Vai-te embora! Seu merdeiro! Seu caga fora do penico! Andaste a fazer mal às meninas que eu sei!
PEDÓFILO: Mas eu não fiz por mal, eu não me conseguia controlar! Além disso, só estava a prepará-las para a vida!
ANJO: Não vale a pena falares mais! Nesta barca não entras! Quer queiras, quer não, aquela barca infernal é o teu destino e tu assim o traçaste!
Quando o pedófilo já se tinha conformado com a sua sentença e se ia para dirigir à barca do inferno é interrompido por Joane.
JOANE: Ei! Olha! Tu vê lá! Se o Diabo não te deixar entrar com o portátil, podes deixá-lo comigo que eu guardo-to!
O pedófilo ignora o parvo e dirige-se à barca do Inferno.
DIABO: É! Anda cá! Eu sabia que tu irias voltar… Anda cá…
(Trabalho elaborado pelos alunos do 9ºD: Catarina Pereira, nº 6; Davide Silva, nº 8; Ricardo Almeida, nº 18 e Sandra Santos nº 20)
AUTO DA BARCA DO INFERNO DO SÉCULO XXI – Cena I 14/07/2009
Posted by fatimapoirier in 9ºD.add a comment
Vem uma bruxa carregada com poções mágicas e uma varinha. Chega à barca do inferno.
Bruxa: Bom dia, meu caro amigo.
Diabo: Há muito que a esperava.
Bruxa: Porquê? Que quer de mim?!
Diabo: O teu destino está traçado, o que fizeste em vida, irás sofrer no inferno.
Bruxa: Inferno?! Passei uma vida a ajudar pessoas e agora vou ser condenada?
Diabo: Sim, porque tu não usaste as poções para beneficiar as pessoas, antes pelo contrário!
Bruxa: Faço tudo o que quiseres, mas não me condenes!
Diabo: Não me vou deixar influenciar.
Bruxa: Já vi que não queres nada. Vou tentar a minha sorte com o Anjo.
A Bruxa dirige-se a barca do anjo.
Bruxa: Bom dia, meu fiel amigo.
Anjo: Fiel amigo?! Se vens com intenção de que eu te deixe entrar na minha barca, estás muito enganada!
Bruxa: Então, porquê? Não te fiz mal nenhum!
Anjo: A mim não fizeste, mas arruinaste a vida de muita gente, de gente inocente.
Bruxa: (Arrependida) Apenas fiz o que achei melhor para a humanidade!
Anjo: Achaste mal! Na minha barca não entras. Se queres embarcar, vai com o diabo.
Bruxa: Desisto.
A Bruxa vai pela última vez à barca do diabo.
Diabo: Voltaste?! Eu avisei-te.
Bruxa: Parece que estou condenada a sofrer… deixa-me mas é entrar!
Diabo: Entra, entra e serás bem recebida nesta linda barca!
(Trabalho elaborado pelas alunas do 9ºD: Andreia Amaral, nº 4, Cláudia Dias, nº 7 e Rita Sousa, nº 19)
Guerra 23/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in palavrasdesever arroba hotmail ponto com.add a comment
Era uma gritaria!
Era uma borboleta sem asas!
Era uma assustadora melodia!
Pensava-se na nostalgia do passado,
Mas lutava-se duramente
na esperança de voltar a ver,
a ver os vultos
que morreram injustamente!
Liliana Bastos, 8ºB
Cadáver esquisito # 2 22/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in palavrasdesever arroba hotmail ponto com.add a comment
O que é um sol soante?
É um cão com pêlo branco.
O que é um céu limpo?
É uma mosca a voar.
O que é um pinheiro com pinhas?
É um cão lindo.
O que é um cemitério silencioso?
É um gato a voar.
O que é um gato a boiar?
É um jornal sem letras.
O que é um burro a ser inteligente?
É uma catástrofe a dominar a Terra.
O que é um aquecedor ligado?
É um Romeu sem Julieta.
O que é uma casota feia?
É uma casota feia.
O que é um porta – lápis aberto?
É uma sanita suja.
O que é um coração partido?
É um palhaço voador.
Poema colectivo dos alunos do 8ºB
Ambiente 22/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.add a comment
O ambiente é uma fonte vida
muito importante
é uma luz
que deve ser protegida.
Daniel Matos, nº7 , 8ºA
Música… 22/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.add a comment

Escrevi a palavra música
e senti uma breve melodia no ar
calma e serena
ao mesmo tempo violenta e inofensiva.
Daniel Matos, 8ºA
Fome… 16/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009, palavrasdesever arroba hotmail ponto com.1 comment so far
Tanta fome, tanta pobreza
Que assombra este mundo…
Parecem fantasmas, aparecendo nos sonhos
Os rios já não choram
Para nos dar de beber
O trigo não abunda
Para nos alimentar…
Tudo parece desaparecer.
Até nós… um dia!
Joana Veiga, 8ºA
Mistérios da escrita #4 12/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºB, Ano lectivo 2008/2009.1 comment so far
Escrevi a palava música
da música
nasceu um cantor
Trabalhou nas letras
perto do mar
com tanta tristeza
pôs-se a chorar
Letícia, 8ºB
Citação 12/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in palavrasdesever arroba hotmail ponto com.add a comment
Homem, ninguém sondou teus negros paroxismos,
Ó mar, ninguém conhece os teus fundos abismos;
Os segredos guardais, avaros, receosos!
Charles Baudelaire
Citação escolhida pela Letícia, do 8ºB, e retirada de um poema encontrado AQUI.
Mãe 12/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºB, Ano lectivo 2008/2009.add a comment
Mãe é um abrigo
Mãe é paciência
Mãe é amar
Mãe é sofrimento
8ºB, Poema colectivo
Mistérios da escrita #3 12/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºB, Ano lectivo 2008/2009.2 comments
Escrevi a palavra mar
e um navio vi chegar,
tu vinhas ali só para me salvar.
Neste mundo de papel
só tu estavas ali
tinhas uma rosa na mão
que dizias ser para mim.
Quando à areia chegaste
Nem uma palavra proferimos
olhamos um para o outro
e sorrimos com alegria.
O que sentimos nasceu
e uma folha de papel já não nos separa.
Cátia Coutinho, 8ºB
(inspirada no poema “Mistérios da escrita”, de Álvaro Magalhães)
Música… 12/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.2 comments
Escrevi a palavra música
E logo uma orquestra surgiu
Naquela imensidão de papel.
As notas soltaram-se
Formando graciosas sinfonias,
Como as pétalas de uma rosa
Brotando de tanta alegria…
Suaves hinos de amor
Se ouviram naquele dia…
Buscando a felicidade
E a magia que nos guia.
© Joana Veiga, 8ºA
O Diário de Anne Frank (versão definitiva) © 04/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºB, Ano lectivo 2008/2009, palavrasdesever arroba hotmail ponto com.add a comment

O autor:
Anneliese Frank nasceu a 12/06/1929, em Frankfurt-am-Main. Foi uma adolescente judia obrigada a viver escondida dos nazis durante o Holocausto, num Anexo Secreto. Durante o período em que habitou neste refúgio foi redigindo um diário, divulgado em 1947 que foi sofrendo, mais tarde, alterações. Morreu em Bergen-Belsen no ano 1945.
Bibliografia do autor:
Contos do Esconderijo
Resumo da obra:
Este diário, de nome Kitty, mostra-nos o modo de viver, as tristezas, a alegria e muitas outras emoções da família Frank e van Dan, judeus, fechados num esconderijo devido às perseguições de Hitler.
Nos primeiros dias, Anne, ainda em liberdade, ama existir. Contudo, depois da ida para o anexo onde se iria esconder, nota-se a sua angústia e melancolia por quase não poder sair à rua nem ver a “luz do dia”.
Ao longo dos dias confidencia-nos a paixão amorosa por Peter, companheiro de casa.
Em Agosto de 1944 terminou o seu diário dado que foi levada pelos nazis, juntamente com as outras pessoas da habitação.
Esta obra é um bom testemunho da vida e do sofrimento de uma adolescente.
As melhores citações:
*” (…), fez barulho suficiente para acordar um morto.” (Página 90)
Saboreei esta afirmação, pois fez-se ouvir, dentro de mim, o hediondo ruído, mencionado, todavia o turbulento som era alto mas leve, suave e encantador. Ao contrário do que a oração sugere eu acho que se um defunto acordasse ficaria bem-humorado.
*”O sangue gela-me nas veias (…)” (Página 420)
Esta expressão marcou-me porque se observa, bastante, a aflição de Anne, o que comprova o seu amor por Peter (contexto da frase). É, ainda, uma citação poética que nos faz pensar, dado que pode sugerir surpresa, felicidade, angústia, etc, para além de, na minha opinião, ser um pouco romântica.
O meu comentário:
Recomendo este livro porque é uma obra que nos faz reflectir sobre se quando proferimos: “Tenho fome”, “Não posso fazer o que quero”, temos razão dado que, em comparação com a vida de Anne, estes lamentos não são verdade.
A parte de que mais gostei foi das aventuras nocturnas no anexo e das conversas amorosas entre Peter e a autora, pois comprovam o amor entre eles e o tempo que se leva a conquistar o coração de outrem.
Na minha opinião, o texto devia ser acompanhado por imagens como as da capa do livro.
Por todos os factores mencionados ao longo desta ficha de leitura acho que o diário merece a popularidade e o valor que tem.
Fontes consultadas:
Frank, Anne, Diário de Anne Frank, Maio de 2006, Livros do Brasil.
Trabalho realizado por:
© Liliana Bastos 8ºB
Plágio 03/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºC, Ano lectivo 2008/2009.add a comment
E se aquele pôr do sol fosse eu?
Se eu desaparecesse assim?
A minha vida, e tudo o que sucedeu…
Eu não passaria de uma flor de jardim
E na verdade, posso não ser o pôr do sol
Mas os momentos são mais fugazes que isso
E o tempo algo extremamente impreciso
Eu, eu sou apenas uma folha ao vento
Vendo mil pôr do sois
Aproveitanto cada escasso raio, cada momento
Mas não consigo ter a segurança da manhã
Não me fio em Deus, sou como que pagã
E miro o pôr do sol, temendo a noite
E agradecendo a sorte
De um ultimo raio de luz
Daquele doce brilho, que tanto me aquece
Essa luz que me esquece
Mas que tanto me seduz…
Poema entregue por um aluno como se fosse seu quando, na verdade, foi escrito por Fallen Angel, nesta página: http://simplespoemas.blogs.sapo.pt/12082.html#comentarios
Infelizmente, a Internet tem destas coisas desagradáveis: pessoas que nunca seriam capazes de roubar um pacote de bolachas numa loja sentem-se subitamente à vontade, a coberto do anonimato, para roubar as ideias e as frases dos outros. Ora, isto é tão ou mais grave do que roubar bolachas, pois desse modo se engana a pessoa a quem se roubaram as ideias, bem como todas as pessoas que vão ler o que roubámos.
Para além disso, facilmente se é apanhado nesta desonestidade, podendo até o autor do furto ser alvo de procedimento criminal. Um final sem honra nem glória que, decididamente, não compensa.
Mistérios da escrita #3 02/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in palavrasdesever arroba hotmail ponto com.add a comment
Sol
Desenhei um sol
Ele começou a brilhar
Quando olhei para o ar
era a minha mãe
a chamar!
Fábio Alves nº9 8ºC
Sonhar 02/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in palavrasdesever arroba hotmail ponto com.add a comment
Quando começo a dormir
dizem que começo a sonhar
Eu digo que começo a viver
pois posso fazer tudo – até amar!
Fábio Alves, nº9, 8ºC
Cadáver esquisito 01/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºC, Ano lectivo 2008/2009.add a comment
O que é uma cobra luminosa?
É um sapato preto.
O que é um macaco a comer?
É uma janela aberta.
O que é um carro vermelho?
É um tijolo rachado.
O que é uma mochila verde?
É um homem voador.
O que é um relógio grande?
É uma cadeira partida.
Quem é o Hulk?
É uma rapariga a escrever.
O que é um caderno preto?
É uma cadeira gira.
O que é uma pessoa amável?
É um boi morto.
O que é um rolo saboroso?
É um pássaro no Inverno.
O que é um livro de História?
É um jogo de futebol com onze jogadores, uma bola e um treinador.
Poema colectivo do 8ºC
Sonhar é… 01/06/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºC, Ano lectivo 2008/2009.1 comment so far
Sonhar é imaginar,
Imaginar o que não temos,
Mas queremos.
Sonhar é fantasiar,
Fantasiar o passado, presente e futuro.
Fantasiar o mundo real com o ficcional.
Sonhar é viver,
Viver na felicidade,
Viver o amor,
Nesta idade.
Mónica Marques, 8ºC, Nº15
Amar é… 29/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºB, Ano lectivo 2008/2009.2 comments
…borboletas na barriga
…sonhar
…uma facada no coração
…uma espécie de magia
…uma dor de cabeça
Amar é ser amado.
Poema colectivo do 8º B
Mistérios da escrita #2 29/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºB, Ano lectivo 2008/2009.add a comment
Escrevi a palavra Sol
E logo se fez de dia,
A lua fugiu.
Era um Sol igual aos outros:
Amarelo, brilhante
Que não se podia encarar
Para não ferir o olhar.
E assim se fez noite,
A lua voltou,
E Sol desapareceu no céu.
Beatriz Coutinho, 8ºB, nº7
Mistérios da escrita #1 29/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºB, Ano lectivo 2008/2009.1 comment so far
Escrevi a palavra música:
Um piano nasceu
Numa folha branca de papel.
O piano,
Com as suas sete oitavas,
Tocou a melodia mais bela e solitária!
Tocou tanto e tão forte
Que as suas teclas diminuiram, diminuiram…
No fim só restava uma folha branca de papel.
Adriana Silva, 8ºB, nº1
(inspirada no poema “Mistérios da escrita”, de Álvaro Magalhães)
O futuro é 25/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºB, Ano lectivo 2008/2009.add a comment
uma página de um livro com um destino incerto
um olhar de liberdade
uma mão cheia de esperanças
Adriana Silva, 8ºB, nº1
Sonhar é 25/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºB, Ano lectivo 2008/2009, palavrasdesever arroba hotmail ponto com.add a comment
Sonhar é viajar no tempo.
Sonhar é viver fora da realidade.
Sonhar é pagar o preço de não pensar.
Sonhar é igual a acreditar.
8ºB, poema colectivo
Carta à Mãe 24/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.4 comments
Mãe, abraça-me…
A tua falta faz-me sofrer,
Tu completas-me,
És a minha razão de viver.
Quando choro, tu consolas-me
Quando tenho dificuldades, tu apoias-me
Quando tenho frio, tu aqueces-me
Quando preciso desabafar, tu conversas
Quando erro, tu ensinas-me.
Tu és o riacho que mata a minha sede,
O pomar que dá árvores de fruto,
És a flor mais bela do jardim,
És amiga até ao fim.
És-me tudo.
Joana Veiga, 8ºA
Reescrita do poema «Aquela nuvem» de José Gomes Ferreira. 22/05/2009
Posted by fatimapoirier in 7ºB.add a comment
O Amor Perdido
Aquela nuvem
Parece o mundo que sempre sonhei…
Ah! Seu pudesse alcançá-lo, pensei!
Aquela?
Mas já não é o que tanto sonhara,
É a flor do teu coração que se despedaçara.
Não faz mal.
Quero recuperá-la, aquela flor que tanto amara.
Aquela?
Mas já não é a flor da tua alma, não é o que tinha amado
É uma borboleta que leva a minha para outro lado…
Aquela minha alma que não tinha terminado.
Não faz mal.
Quero montá-la, sonhar para sempre,
Para um dia conseguir recuperar o amor
Que tanto amei secretamente.
(Elaborado por: Carolina Silva, nº 6, 7ºB)
Poeta 21/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.2 comments
Ser poeta é pintar com palavras,
É escrever com os sentimentos,
É ver o mundo de outra forma.
Ser poeta é ser um acontecimento.
Paula Rodrigues, nº19, 8ºA
O poder da pontuação 18/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in palavrasdesever arroba hotmail ponto com.1 comment so far
Pontua o seguinte texto e descobre a quem enviará o poeta esta declaração de amor: a Lia, a Soledade ou a Iria? Ou a nenhuma?
(Autoria atribuída a António Feliciano de Castilho)
O Poder da Vírgula 18/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in palavrasdesever arroba hotmail ponto com.1 comment so far
Uma vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.
Não espere.
Ela pode fazer desaparecer o seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.
Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
E vilões.
Esse, Senhor juiz, é corrupto.
Esse senhor juiz é corrupto.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.
Texto encontrado pelo Davide Cruz (8º A, nº 8 ) em http://terrear.blogspot.com/2009/04/o-poder-da-virgula.html
Modificação do final do texto dramático “Como um Raio de Sol”, de Érico Veríssimo 18/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.Tags: Teatro
add a comment
O pai – “O príncipe Edevaldo tomou as mãos…”
(Batem bruscamente à porta.)
A filha – Quem será? Nunca recebemos visitas.
(O Pai dirige-se à porta e abre-a repentinamente. Vê o Homem Triste.)
O pai (sussurrando) – Que faz aqui?
O homem triste – Não consigo.
O pai – Não consegue o quê?
O homem triste – Cumprir o que prometi.
O pai – Tem de conseguir. É para seu bem.
A filha – Quem está aí?
O pai (dirigindo-se para a filha) – É o carteiro, eu já vou continuar a nossa história.
O homem triste – É ela?
O pai (baixando ainda mais a voz) – Ouça, eu tenho muito respeito por si, mas por tudo o que é mais sagrado, vá embora.
O homem triste (espreitando pela porta) – Ela é linda. A voz dela é mais doce do que a de mil rouxinóis afinados.
O pai – Vá embora, eu não lhe volto a pedir.
(O Homem Triste entra na sala e dirige-se à Filha.)
O homem triste (embevecido) – Tu és tão bonita.
A filha (assustada) – Quem és tu?
O homem triste – Sou o rapaz que te mira todos os dias, quando estás á janela.
A filha – Quando estou à janela?!
O homem triste – Sim, quando estás rodeada daquelas rosas que á tua beira perdem toda a beleza. Tu já deves ter reparado em mim.
A filha (triste) – Nunca.
O homem triste – Nunca?! Todos os dias olhas fixamente na minha direcção.
A filha – Quem me dera ver-te.
O homem triste – Estás a ver-me agora…
O pai (interrompendo bruscamente) – Ela nunca te viu e não é agora que vai ver.
O homem triste (admirado) – Como assim?!
A filha (com voz sumida) – Eu sou cega…
(O homem triste olha para o Pai e começa a chorar.)
O pai – Eu disse que era melhor afastar-se.
O homem triste (enxugando as lágrimas) – Não é por isso que eu vou deixar de amar a sua filha.
O pai – Não?!
A filha – Você ama-me?
O homem triste – Amo! Amo e vou sempre amar-te! (dirigindo-se ao Pai) Eu peço permissão para me aproximar da sua filha.
O pai – Se ela quiser…
A filha (extasiada) – Quero!
(O homem triste pegou na mão da moça e beijou-a na face.)
Paula Rodrigues, nº 19, 8ºA
As Palavras 18/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.Tags: Os nossos versos.
1 comment so far
As palavras emitidas pela sociedade,
são sons que vão sendo aprimorados,
ferem e curam,
desalentam e confortam,
podem ser calorosas,
ou frias e vagas.
Luís Freitas, 8ºA, Nº 14
“Vais Ter de Beijar Muitos Sapos Até Encontrares o Teu Príncipe”, de Tyne O’Connel 13/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009, palavrasdesever arroba hotmail ponto com.add a comment

Sobre o Autor
Bibliografia: Finalmente Encontrei o Meu Príncipe.
Sobre a Obra
Resumo:
Calypso Kelly é uma rapariga de Los Angeles que frequenta o colégio interno feminino, Saint Augustine, em Inglaterra, porque os seus pais queriam que ela tivesse a melhor educação possível. Ela só tinha uma amiga chamada Star que andava com ela no décimo ano.
Todos os trimestres, as raparigas partilhavam quartos. No décimo ano, os quartos eram partilhados por três raparigas. Naquele trimestre, Calypso teria de ficar com Star e Georgina, que era uma pessoa bastante popular.
Num campeonato de esgrima contra com o colégio de Eades, Calypso teve de competir com o príncipe Freddie. Ela ganhou e foi convidada para uma festa em Eades.
No dia da festa Calypso e Freddie beijaram-se. A notícia chegou à imprensa e Freddie zangou-se com Calypso. Esta conheceu um rapaz chamado Billy que, tal como Freddie arrebatou o coração de Calypso, que ficou apaixonada por ambos.
Citações:
- “Foi então que percebi que tinha acabado de ultrapassar o meu motivo de maior vergonha e que ali estávamos todas, ainda de mãos nas mãos, e que a lua ainda estava cheia e que as estrelas riscavam o céu, e que ainda que ele me abandonasse, tudo ficaria bem.” (página 178 – 8º parágrafo)
Eu escolhi esta citação porque foi quando Calypso percebeu que as suas amigas eram amigas de verdade.
Comentário Pessoal:
Achei o livro muito entusiasmante e divertido, devido a todas as peripécias de Calypso, Star e Georgina. As partes em que se falava de esgrima eram complicadas, visto que desconhecia algum vocabulário relacionado com esse desporto.
Paula Rodrigues, nº19, 8ºA
A Vida é Assim, Carlota – Gemma Lienas 08/05/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.add a comment

Biografia do autor
Gemma Lienas nasceu em Barcelona , em 1951. Viveu cinco anos em Estrasburgo, mas depois voltou novamente para Barcelona onde se integrou em grupos de apoiantes para a igualdade das mulheres. Actualmente, trabalha na rádio, na imprensa escrita e dá aulas na Universidade de Barcelona e na casa Elizalde. (Fonte: http://essmo-becre.blogs.sapo.pt/tag/gemma+lienas )
Outras obras da autora
O Diário Vermelho de Carlota
O Diário Vermelho de Flanagan
Resumo da história
Carlota tem catorze anos e acaba de entrar na adolescência, uma das piores fases da sua vida. Parece que tudo lhe acontece, as férias matrimoniais dos pais, o amigo de quem gosta está em coma, a menarca, o seu primeiro beijo…No entanto, depois das inúmeras visitas ao Ramón, que se encontra no hospital, descobre que este, afinal, não é o seu grande amor. Isto, porque numa manhã em que a sua turma foi ao cinema, Carlota não teve outra opção senão sentar-se ao lado de Jorge. O seu cheiro, o seu olhar, o roçar das mãos de ambos, fez com que Carlota nunca mais se esquecesse daquele dia e daquele momento.
No seu aniversário, antes de sair de casa, sentiu-se estranha, foi à casa de banho e tinha-lhe aparecido a primeira menstruação. Depois das aulas era a festa de anos. Quando dançava com Jorge…o primeiro beijo…que jamais irá esquecer.
Citações preferidas
“ Por isso, naquela tarde de Domingo regressava a minha casa com o coração apertado, como todos os dias desde que o Ramón tinha tido o acidente de mota que o havia deixado com a cabeça gravemente atingida e a vida tão frágil como a chama de uma vela”. Pág.7/8
Escolhi esta citação porque traduz de uma forma clara o estado em que ficou Ramón após o acidente.”Frágil como a chama de uma vela” que num simples sopro fica sem vida, pois também ele num ápice se poderia “apagar”.
“ Naquele momento, aconchegada na minha cama, pensei que, apesar de haver alturas em que achava que o meu mundo se estava a partir aos bocados, outras, pelo contrário, parecia-me que um mundo novo e diferente começava a nascer à minha volta. ” Pág.152
Este último parágrafo fez-me reflectir sobre a minha própria vida. Ela é constituída por bons e maus momentos, se há alturas em que as nuvens da vida parecem escurecer o meu dia-a-dia, no mesmo instante uma brisa suave as dissipa tornando-se num radioso dia.
Comentário pessoal:
Bom,…confesso que hesitei em tirar este livro da estante para ler, mas sem margem para dúvida este livro acabou por se tornar num dos meus predilectos. Tudo desde a ilustração da capa, ao enredo da história, às personagens, me parece genial. É com certeza uma tarefa difícil descrever esta narração. Aconselho a sua leitura, pois só assim podem confirmar que é um livro excepcional.
Joana Raquel Martins Veiga, 8ºA, nº13
Gato Fedorento e Advérbios de Modo … 28/04/2009
Posted by ©palavrasdesever in palavrasdesever arroba hotmail ponto com.1 comment so far
À procura dum lugar sossegado! 11/04/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºC, Ano lectivo 2008/2009.Tags: descrição
1 comment so far
É melhor fugir!
Entrei numa feira e o que mais me apetecia era vir embora. Simplesmente detesto feiras e aquela era muito maçadora.
As entradas eram de acesso livre. Ao fundo, à direita e à esquerda viam-se feirantes a gritar, a gritar, tanta confusão, tanto ruído, até buzinas se ouviam (provavelmente devido ao trânsito). Era horrível, insuportável. Sentia-se uma mistura de olfactos: perfumes das pessoas que iam passando, cheiro a frango assado, odor de alguns animais que estavam à venda… Eu ia sempre junto aos meus pais e tinha vontade de sair daquele sítio.
Aquela feira era um inferno! Era aborrecida, desinteressante, cansativa, era mil vezes pior do que estar dentro duma sala de aula. Não existia sossego, parecia que as pessoas eram moscas e andavam sempre a zumbir dum lado para o outro.
Mónica Marques, 8ºC
O meu lugar preferido 07/04/2009
Posted by fatimapoirier in 9ºD.add a comment
Quando eu era mais pequena, gostava de me esconder lá, pois eu lá no fundo sabia que nenhum dos meus amigos me encontraria atrás da casa abandonada, por cima da pedra, e ali ficava eu até ouvir: “Já podes aparecer! Desisto de te procurar!” ou “Sónia, aparece!”
Gostava de ir para lá por gostar, era o único sítio em que eu conseguia ver com nitidez, o horizonte. Gostava de ver o para lá da nossa pequena aldeia… Era como se não conhecesse mais nada e aquelas luzes que tanto brilhavam lá no fundo ao entardecer da noite me chamassem para ir mais longe. Muitas vezes, sentia vontade de abandonar tudo e ir em busca de novos sítios para me esconder, mas quando jogávamos às escondidas e saíamos todos em direcções diferentes, era para lá que eu ia, para junto da casa em pedra, já sem janelas e portas, com o telhado a cair, para cima da pedra que a distinguia de todas as outras casas, uma pedra no jardim, quem é que se lembraria de meter uma pedra no jardim! O jardim ficava nas traseiras da casa e para ir para lá tínhamos que atravessar o interior da casa até chegar lá. As plantas e flores que em tempos existiram naquela casa agora eram ervas daninhas e silvas. Só havia uma trepadeira que marcava presença e que durante a Primavera se enchia de flores amarelas.
Assim era o meu lugar preferido em pequena.
(Elaborado por: Sónia Silva, nº 22, 9ºD)
A Maldição do Relógio, de John Bellairs 06/04/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºC, Ano lectivo 2008/2009.Tags: Ficha de Leitura
2 comments

Outros livros deste autor:
ST.Fidgeta e outras Paródias e Rosto da Frost.
Sobre a obra:
Lewis vai viver com o seu tio Jonathan, depois de ter ficado órfão de pai e mãe. A casa do tio é uma daquelas casas em que Lewis sempre sonhou viver, com muitos corredores, escadas e quartos, com lareiras de mármore, passagens secretas e uma torre no alto, ou seja, uma verdadeira mansão.
Lewis depressa se apercebe de que o tio e a Sra. Zimmermann, vizinha do lado e grande amiga de seu tio, afinal são feiticeiros.
Muito mais tarde, o tio de Lewis revela-lhe porque é que há um relógio em cada divisão da casa. A razão é para abafar o tiquetaque imparável de um relógio escondido algures numa parede da casa dos falecidos anteriores proprietários da casa, Isaac Izard e Selena Izard, feiticeiros muito maldosos.
Quando Lewis arranja um amigo na escola em New Zeebedee, este ensina-o a jogar basebol e o Lewis quer agradecer-lhe. Como forma de agradecimento Lewis lê um livro de magia que diz como ressuscitar um morto. No dia das Bruxas à noite Lewis e o amigo fazem o feitiço no cemitério e ressuscitam a Sra. Selena Izard. Apartir dessa noite começam a acontecer coisas estranhas em casa do seu tio.
Até que um dia Lewis, o tio e a Sra. Zimmermann decidem partir a parede onde está o relógio e encontram-no e nesse mesmo instante aparece a Sra. Selena que quer fazer o feitiço com o relógio, fazendo o Mundo acabar. Mas Lewis consegue partir o relógio e o feitiço não é realizado e a Sra.Selena nunca mais ressuscitará.
Citações a recordar:
“-O meu pai não me daria autorização para jogar a dinheiro.“(pág.17)
Escolhi esta citação, porque achei que apesar de o pai de Lewis ter falecido ele continuava a respeitá-lo.
”-Agora não, Gordo! Estou a meio de um jogo.” (pág.103)
Eu escolhi esta citação, poque não achei bem o modo como o amigo de Lewis o tratou. Se Tarby fosse mesmo amigo de Lewis não o tratava assim.
Opinião sobre a obra:
Eu gostei muito de ler o livro, porque eu gosto de livros que criam “suspense”, acção e também magia e este livro tinha tudo isto.
As partes de que eu mais gostei foi onde existiu magia e a parte de que não gostei foi quando o amigo de Lewis troçou dele.
Márcia Costa, 8ºC, Nº13
Uma tarde na feira 03/04/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.Tags: descrição
2 comments
Numa tarde de Verão, viajei até ao mundo das compras. Era uma feira bastante grande com um enorme engarrafamento de pessoas prestes a comprar tudo o que aí havia.Comecei por ver uma tenda que estava à minha direita. Era colorida e brilhante. Tinha roupa, malas, calçado, acessórios, maquilhagem e outras tantas coisas. Ao lado dessa barraca existia uma loja de animais. Todos eles eram lindos, fofinhos, peludos, tinham mil e um tons acastanhados, pretos, brancos e cinzentos. Ao fundo dessa loja estava um senhor. Alto, barbudo, gordo… assim o poderia caracterizar. O tamanho da sua barba fazia lembrar um ninho de ratos. Junto ao senhor estava uma grande cadeira de madeira que fazia lembrar uma árvore moldada com essa forma.
Gostei bastante daquele Universo, pois sempre gostei muito de compras e de feiras. Adoro ver os instrumentos e roupas feitas pelos artesãos.
Maria Miguel, 8ºA
A vida 24/03/2009
Posted by ©palavrasdesever in palavrasdesever arroba hotmail ponto com.add a comment
A vida é como as cortinas, tem altos e baixos e, por vezes, é pintada de azul, às bolinhas, às riscas, encarnada e cinzenta.
Vagueia com o vento, passeia com as folhas, vive com o sol e com a noite.
Naufraga no imenso silêncio, vendo tempestades e raios de luz dispersos, com cujo amor nos salvam das mágoas e das quedas.
É sempre uma amiga falsa que nos apunhala pelas costas, sempre na sorrateira da felicidade.
Quando tudo está nas nuvens ela trai-nos e leva-nos a seguir outros caminhos ou infelizes para sempre.
É como um livro que se desfolha.
Demora séculos a falecer, quando as pessoas estão no fundo das lágrimas que a vida provocou.
Contudo, VIVE A VIDA!
Liliana Bastos, 8ºB
Biografia de Rosalina Junqueira 16/03/2009
Posted by ©palavrasdesever in 9ºD, Ano lectivo 2008/2009.add a comment

Vivo e sempre vivi na Praça de São Bernardo, aqui mesmo em Sever do Vouga. Vivi continuamente com os meus pais e com mais dois irmãos. A minha família é humilde, via a minha mãe contar os escudos para poder pagar as contas na mercearia, nem um escudo a mais nem um escudo a menos. O meu pai é empregado numa sapataria, mas o que ganha é pouco por isso a minha mãe ajuda com algum dinheiro extra que ganha a fazer cortinas e arranjos em vestidos.
Nunca fui à escola, tudo o que sei aprendi com a minha vizinha que era uma grande senhora, para quem eu mais tarde viria a trabalhar como criada, esta senhora era a Senhora Silva, a mãe de Petrúquio.
Os anos foram passando e eu fui envelhecendo, nunca me casei por ser um pouco desajeitada e também por não ser muito bonita, nem muito magra. Na casa dos Senhores Silva, enquanto eles eram vivos, nunca faltou nada, principalmente comida. Depois dos Senhores Silva terem falecido a casa nunca mais foi a mesma, Petrúquio só quer saber de festas e de raparigas bonitas, gastou toda a fortuna assim.
Quando Petrúquio e a Grúmia (uma criada que tem a mania que manda em todos) viajam para casa de algum amigo de Petrúquio, aproveito para meter a conversa em dia e assim saber o que se passa na casa alheia… E é assim que vou passando os meus dias… aqui e ali, na coscuvilhice.
E foi numa dessas conversas com os outros criados lá de casa que fiquei a saber que Petrúquio andava à procura de uma noiva rica e, como sou crida nesta casa já há muito tempo, resolvi ir ao casamento misturada com os outros convidados, ninguém vai dar por mim. Com o que aprendi com a minha mãe vou fazer um vestido, para não parecer mal perante os outros convidados… Vou agir como aqueles que vinham cá a casa: a rir-se de tudo e de nada, falar com clareza e sobre os mais variados assuntos… e não me posso esquecer de usar palavras caras… afinal é o casamento do meu patrão e não o perco por nada… Depois, se me disfarçar bem, ninguém vai notar que é a Rosalina Junqueira, a criada, mas sim uma Rosalina Junqueira da alta sociedade…
Ah! E não me posso esquecer de levar uma bolsa para trazer alguns docinhos da festa… acho que tenho uma bolsa que guardei da Senhora Silva e que serve para isto… e não dá muito nas vistas. E como é um casamento e é para ter um bom aspecto vou levar uns sapatos de salto alto para parecer mais alta e quem sabe se não encontro um noivo rico… para depois casar e viver à grande e à francesa.
Sónia Silva, nº 22, 9ºD
Nota:
Esta é a biografia da personagem que a Sónia vai interpretar na peça A Fera Amansada, que estreará no início do terceiro período.
A imagem é um quadro do fabuloso pintor Johannes Vermeer.
Férias da Páscoa 16/03/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.add a comment
As Férias da Páscoa são abundantemente divertidas,
pois a família está toda reunida,
e porque são tradições muito antigas
as pessoas encontram-se intensamente unidas.
Daniel Silva Matos
Nº7, 8ºA
Biografia de Lucêncio 11/03/2009
Posted by ©palavrasdesever in 9ºD, Ano lectivo 2008/2009, palavrasdesever arroba hotmail ponto com.add a comment
Ainda a preto e branco a televisão era vista quando nasceu Lucêncio Alfiere, filho de pai italiano e mãe açoreana. Com este novo membro da família decidem mudar-se para Portugal, onde tinham amigos e conhecidos, aproveitando para “fugir” à já stressante monotomia da cidade de Pompeia, em Itália (coitada, se as previsões se concretizam lá vai ela desta para melhor outra vez!).
Lucêncio tem uma infância quase normal, mas não totalmente pois aos 8 anos de idade é-lhe diagnosticada uma doença que o apanha desprevenido, a «parvoendicite». Uma doença pouco comum entre luso-italianos que se caracteriza pela perda de noção espacial temporária levando a que o doente fique “tapadinho” de todo e que tenha comportamentos um tanto parvos e demasiado infantis. A família vê-se obrigada a habituar-se à ideia da hora da parvoice, o que não tarda a levar a que, ao completar 11 anos de idade, Lucêncio seja abandonado pelos pais num orfanato em Pompeia, longe de casa para evitar que a doença se alastrasse até eles, apesar de não ser contagiosa.
O pobre rapaz viveu no orfanato até aos 19 anos, até que um casal de idosos a precisar de quem lhes fizesse companhia e os ajudasse nas tarefas diárias o adoptou. Inscreve-se então numa escola local para terminar o ensino obrigatório. Conclui os estudos dois anos mais tarde e mais uma vez é deixado pela família, desta vez adoptiva. Aluga um pequeno quarto e começa a trabalhar. Ganha a lotaria e tem um ataque de tal maneira profundo que teve de ser amarrado pelos vizinhos durante 4 dias a uma cadeira e fechado no seu quarto, pois a parvoíce era tal, que nem os cães que passavam na rua se atreviam a ficar perto de Lucêncio. O que interessava ao homem era que já tinha 50 mil milhões de liras e uns trocos no bolso (para quem não sabe, equivale a pouco mais de 25 milhões de euros). Compra uma mansão em Florença, outra em Roma, outra em Atenas, 2 na Sicília e contrata num total 112 empregados, dos quais, Trânia, que costuma acompanhá-lo para quase todo o lado.
Um dia ouve dizer que em Pisa vivem muitas mulheres bonitas, solteiras e à procura de pretendentes. Como Lucêncio ainda não está comprometido, parte de imediato para lá. E assim chega aos nossos dias, em que já não se surpreende com as descobertas de novas doenças, já não é abandonado pela família, mas regozija-se com as nossas aulas de teatro e, acima de tudo, tem a capacidade e a esperança de que um dia também nós possamos ser grandes actores!
Jorge Lopes, 9ºD, Oficina de Teatro
Nota:
Esta é a biografia imaginária do personagem que o Jorge vai interpretar na adaptação da peça A Fera Amansada, de William Shakespeare.
Gandhi Mahtma 01/03/2009
Posted by fatimapoirier in 9ºC.3 comments
Chamava-se Gandhi Mahtma, era um grande homem. Nasceu para ajudar os outros. Começou o seu percurso quando foi vítima de racismo, por ser de outro país e por estar bem posicionado na vida. Gandhi era advogado, estava a ir para a Índia em trabalho, e por lá ficou.
Existem homens com uma estrutura forte e por dentro não são nada. Já Gandhi era magrinho e baixo, mas por dentro estava cheio de coragem, força de vontade. Para muitos, um herói. A sua esposa ajudava-o nos seus problemas. Foi preso muitas vezes, só porque lutou pelos direitos dos outros. Muitas foram as pessoas que se arrependeram, na presença de Gandhi Mahtma. Na maior parte das vezes conseguia o que queria através de protestos, pequenos actos e até greves de fome. Com algumas dessas greves ia ficando tão doente que, às vezes, parecia que ia morrer.
Já muito velhinho Mahtma sofreu com a morte da mulher. Num dia de festa, estavam muitas pessoas eufóricas, só por lhe tocar. Alguém se aproximou disfarçadamente, no meio da multidão, e deu-lhe um tiro mortal.
Na morte uma grande perda, em vida um grande exemplo.
Texto elaborado por Mariana Magalhães, nº 13, 9ºC
Beleza Natural 25/02/2009
Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.3 comments
Estou a ver uma paisagem cheia de cores variadas e acastanhadas que me sussurram aos ouvidos: “É a chegada do Outono.”
Centrada, confiante e apelativa, a árvore, onde as curvas sobressaem, a sensualidade rejuvenesce e os ramos longos suplicam um abraço.
Ao colo desta, quase escondido pelo encanto do parque, está um homem algemado a um livro, os seus olhos estão a ser sugados.
Chama-se beleza natural!
