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Resmungona 18/12/2014

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Quem olha para mim vê logoMafalda

Como eu sou resmungona

Deviam passar a chamar-me

Mariana, a refilona

 

Quero tudo à minha maneira

Nada me pode faltar

Tenho pena daqueles

Que têm de me aturar!

Mariana Marques, n.º15, 8ºD

OS AVÓS – Comentário crítico 18/12/2014

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Comentário crítico à afirmação seguinte:

“Os avós são referências essenciais na nossa vida, tanto na infância como na idade adulta; da convivência com eles retiramos ensinamentos que não se aprendem nos livros e que transmitimos de geração em geração.”

Concordo com a afirmação pois os avós são importantes para o nosso desenvolvimento físico e psicológico.

Os avós ensinam-nos a fazer coisas, tarefas práticas, por exemplo os meus avós maternos avós3_300x169ensinaram-me a tratar dos animais e a minha avó ensinou-me a fazer um bolo quando eu tinha 10 anos. Outro ensinamento da minha avó é que a aguardente faz bem a tudo.

Além disso, os meus avós maternos sempre estiveram muito próximos. Apesar de morarmos a cerca de 8kms, vêm de autocarro às quartas-feiras para ajudar a minha família nos trabalhos agrícolas. Nesses dias, fazem as refeições connosco.

Em suma, a afirmação é certeira, porque os avós ajudam toda a família, sendo elementos fundamentais para manter a coesão familiar e faltará decerto muita coisa no dia em que eles já não estiverem entre nós.

 Jorge Martins, n.º 11, 8.ºD

Síntese do texto “Perturbações do sono” 18/12/2014

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sono-leveEste texto (pg. 102-103) fala-nos das perturbações do sono e o grupo de alunos que o escreveu concluiu que o sono é fundamental á vida.

O texto refere que o ser humano passa um terço da sua vida a dormir e apesar de se pensar que o organismo está parado, o cérebro durante o sono continua activo.

O sono é fundamental á vida e tem a função de reabilitar o corpo, mas se o ser humano não dormir o suficiente pode ter problemas de memória, na capacidade física e também perde a capacidade de desenvolver cálculos matemáticos.

Referem os autores deste texto que cerca de 40 milhões de Americanos têm perturbações e podem vir a ter doenças cronicas a longo prazo. Outros 20 milhões têm problemas de sono ocasionalmente.

 

Francisco Machado, n.º7, 8ºD

Página de diário 18/12/2014

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Paradela do Vouga, Quarta-feira, 1 de outubro de 2069

Querido diário,

Resolvi comprar-te porque quando vou ao Pingo Doce, não vou lá só para ver as coisas nas autobiografiaprateleiras; também te dei o nome de David. Eu sou um jovem alto e um pouco magro, tenho 13 anos e gosto de raparigas simpáticas, bonitas e o resto não te vou dizer.

Hoje acaba o ano letivo; espero passar de ano porque para o ano já posso sair da escola. Eu acho que só vou ter uma negativa, mas os professores é que sabem a nota que me vão dar.

 

Adeus, até amanhã

Francisco

Francisco Machado, n.º7, 8ºD

Página de diário 18/12/2014

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Sever do Vouga, 12 de maio de 2014

Olá,

Um diário nunca foi nada que ambicionasse fazer, mas, visto que mo ofereceram, posso experimentar fazer isto.

Sou o Eduardo, um nome inspirado no Edu duma novela que a minha irmã adorava. Sou uma pessoa normal com uma família perfeitamente normal e moro numa casa super-normal.diário

Vou chamar-te Vincent pois acho um nome bastante interessante para uma pessoa que só ouve e não fala.

Basicamente, hoje estou mais feliz do que nunca, pois encontrei alguém com quem desabafar em alturas difíceis o que, hoje em dia, não é muito fácil, pois tudo aquilo em que penso pode vir a ser adivinhado por uma máquina qualquer que eventualmente venha a ser inventada. Tudo se resume à vontade do Homem de avançar e fazer novas descobertas (muitas delas perigosas).

Adeus… Até um dia destes,

                Eduardo

                                                                    Eduardo Veiga | Nº6 | 8ºD

OS MEUS AVÓS 18/12/2014

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Comentário crítico à afirmação seguinte:

“Os avós são referências essenciais na nossa vida, tanto na infância como na idade adulta; da convivência com eles retiramos ensinamentos que não se aprendem nos livros e que transmitimos de geração em geração.”

Concordo com a afirmação porque os avós são essenciais para a vida dos seus filhos e dos seus netos, Avós2ensinam-nos coisas sérias mas também brincam connosco.

Os avós ensinam aos netos muitas coisas, por exemplo, no meu caso estes familiares ensinaram-me que a vida não é sempre feita de felicidade.

Estes grandes amigos também tomam conta dos netos, por exemplo, os meus avós e eu vivemos muito tempo da nossa vida juntos.

Os avós cuidam e educam os seus netos e os seus filhos.

 

Duarte Ladeira, nº5, 8ºD

OS MEUS AVÓS 18/12/2014

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Comentário crítico à seguinte afirmação:

“Os avós são referências essenciais na nossa vida, tanto na infância como na idade adulta; da convivência com eles retiramos ensinamentos que não se aprendem nos livros e que transmitimos de geração em geração.”

Eu concordo com a afirmação feita sobre os avós porque eles ensinam coisas que nos poderão ser úteisavos4 para a nossa vida.

Os meus avós são os mais velhos da família e hoje em dia dão-nos mais carinho do que deram aos filhos porque sentem que não foi o suficiente.

Quando eu era pequeno a minha avó ficava a cuidar de mim e lembro-me de uma vez, quando tinha 3 anos, em que fui picado por uma abelha; chorei muito, mas depois fiquei bem.

Com o meu avô aprendi a jogar às damas e ele levava-me à música, mas infelizmente ele morreu. Se fosse agora, antes de ter perdido o meu avô tinha-lhe dado mais valor e tinha passado mais tempo com ele.

Devemos gostar dos nossos avós e saber respeitá-los porque em qualquer momento podemos ficar sem eles.

 

Nuno Gonçalo Gomes Dias nº17 8ºD

OS AVÓS 18/12/2014

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Comentáio crítico à seguinte afirmação:

“Os avós são referências essenciais na nossa vida, tanto na infância como na idade adulta; da convivência com eles retiramos ensinamentos que não se aprendem nos livros e que transmitimos de geração em geração.”

Eu concordo com a afirmação, pois os avós ensinam-nos coisas que só os mais antigos sabem.avós3_300x169

Uma das razões é porque eles pensam que não deram amor suficiente aos filhos e então tentam dar o máximo de valor e carinho aos netos.

Outra razão é que os avós são as pessoas da nossa vida que nos ensinam mais coisas como respeitar, aprender e saber viver.

Os avós adoram-nos porque muitos deles dizem que nós (os netos) somos a razão de eles viverem e isso é uma prova de amor muito importante.

Resumindo, os avós são espetaculares e se não fossem eles a nossa vida seria mais triste, desanimada e sem piada.

Daniel Henriques, n.º2, 8ºD

Síntese do texto “Perturbações do sono” 04/12/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Oficina de escrita : elaboração de uma síntese (do texto “Perturbações do Sono”- págs. 102 e 103)

Planificação do texto:

  • Introdução:
    • “Perturbações do sono”;
    • Trabalho realizado por grupo da Escola Secundária José Gomes Ferreira;
    • Consultado em 2013;
    • Vantagens e desvantagens do sono;
    • O sono é importante;
  • Desenvolvimento:
    • Função do sono + atividade;
    • Benefícios do sono;
    • Consequências da falta de sono;
    • EUA;
  • Conclusão:
    • Doenças provocadas pela privação do sono;

Síntese

No texto “Perturbações do sono”, realizado na Escola Secundária José Gomes Ferreira, consultado em 2013, fala-se das vantagens e desvantagens do mesmo e de como este é importante.

O sono serve para regenerar o corpo e é essencial para o funcionamento do sistema nervoso. Supostamente, enquanto dormimos o nosso corpo parece inativo, mas na verdade o cérebro permanece totalmente atento. Por outro lado, se não descansarmos, ficamos sonolentos, temos problemas de concentração e esgotamos a energia dos neurónio, por exemplo, nos EUA 40 milhões de pessoas têm perturbações causadas pela falta de sono.

Para concluir, algumas dessas doenças são: a apneia do sono, a síndrome das “pernas inquietas” e a narcolepsia, sendo esta última rara.

Palavras: 115.

João Bastos

Nº14

8ºC

Oficina de escrita (comentário) 03/12/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Proposta de trabalho:

“Os avós são referências essenciais na nossa vida, tanto na infância como na idade adulta; da convivência com eles retiramos ensinamentos que não se aprendem nos livros e que transmitimos de geração em geração.”

Sublinhado– ideias-chave.

Planificação do comentário:

  • Introdução: Concordo com a afirmação;
  • Desenvolvimento: Argumento 1 – “referências essenciais”;

                           Exemplo 1 – Tratam bem as pessoas, animais e plantas;

                          Argumento 2 – “ensinamentos (…) não se aprendem nos livros”;

                          Exemplo 2 – cultura tradicional (contos populares com lições de moral);

  • Conclusão: Articulador adequado: “Por tudo isto”; reforço por outras palavras, da ideia defendida.

Escrita do comentário:

Eu concordo com a afirmação segundo a qual os avós são importantes, pois acho que constituem referências essenciais e dão-nos lições de vida extremamente importantes.

Relativamente ao primeiro aspeto, os meus avós são pessoas marcantes para mim, porque são muito simpáticos, educados com os outros e muito gentis com as plantas e animais. Também me transmitem ensinamentos que não estão escritos em lado nenhum, através de contos tradicionais que trazem consigo quase sempre uma lição de moral.

Por tudo isto, reafirmo que os avós são muito importantes e indispensáveis à minha vida.

Palavras – 93;

João Bastos

Nº14

8ºC

Serão os avós importantes? 03/12/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Eu concordo com a afirmação segundo a qual os avós são importantes, pois tenho exemplos disso na minha família.

Lembro-me de,quando eu era pequena, os meus pais muitas vezes contarem um problema ao meu avô. Ele dizia-lhes o que faria no lugar deles e concluía o seu conselho assim: “ se fosse eu fazia isto, mas agora vocês é que sabem” e, na maior parte das vezes, os meus pais seguiam o conselho do meu avô.

Também me lembro do meu outro avô, pai do meu padrasto, contar histórias de como é que a vida era antigamente e de como era trabalhar com o seu pai. Eu penso que a vida antigamente era muito difícil e que as crianças não deveriam começar a trabalhar tão cedo.

Para concluir, eu penso que uns conselhos de pessoas experientes fazem bem e também que as histórias da infância dos nossos avós servem para darmos valor ao que temos agora.

 

Clarieny Pereira, 8.ºC

O momento 03/12/2014

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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O momento que senti,
A vida que vivi,
Nada contém a razão 
De eu estar aqui.
Mas sei que vamos estar
No nosso coração
O mundo que gira 
  À nossa volta
Tem a felicidade
Que nunca mais se esgota.
E agora está na hora 
Da vida nos dizer
Qual é o real momento
De viver.

 
                                     Clara Dias, 5ºD

O amor de avós e netos – comentário crítico 28/11/2014

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
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Eu concordo com a afirmação porque os meus avós são muito importantes na minha vida e para o meu avósnetosfuturo.

Eu acho que existem coisas que só nós e os nossos avós sentimos e não se podem sentir nos livros. Eu lembro-me que, quando era pequena, ia com os meus avós de trator para a terra ajudá-los a apanhar erva, a dar comida às cabras e a tirar-lhes o leite.

Por outro lado, eu acho que os livros ensinam-nos coisas novas, mas não nos ensinam tudo e há coisas que só podemos aprender com os nossos avós. Posso dar um exemplo do que me aconteceu com os meus avós: eu lembro-me de quando a minha avó me ensinou a fazer pão e de quando o meu avô me ensinou a apanhar milho.

E por fim quero reforçar a minha opinião com a seguinte razão: eu acho que nós devemos amar os nossos avós com toda a nossa força e é graças a eles que sei tudo o que sei agora. Para mim, os meus avós são como uns segundos pais e amigos e, principalmente, o meu mundo. Acho que não aguentarei quando eles partirem, mas todos nós sabemos que há sempre uma vez para tudo. Amo-os, estarão para sempre no meu coração.

 

Cláudia Ribeiro Nº7 8ºA

VERÃO 28/11/2014

Posted by prof_mjoao in 8ºD.
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verãoTenho tantas saudades do verão

Tenho tantas saudades do mar

Da brisa fresca matinal

Que corria a refrescar

 

Na areia podia brincar

E trabalhar “pró” bronze

Durante o dia olhar para o mar

E à tarde ir passear

Nuno Gonçalo Gomes Dias n°17 8°D

O diário imaginário da Camila 27/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Olá , querido diário ,                                                            25/11/2014

                  Estou agora em casa, hoje o que me apetecia mesmo era ir dar uma grande volta ao mundo mas, vá, ganhar o euromilhões também dava jeito .
                 Hoje o sábado vai ser igual aos outros, tomar o pequeno-almoço, ir ao café e estar com os amigos, que emoção… faço sempre a mesma coisa, todos os sábados. Mas o dia de hoje, ao acordar, parecia ir ser diferente, parecia que ia ter sorte, sentia-me bem.
               Ontem joguei no euromilhões e agora tenho que esperar que dê na televisão para ver os números, não é que eu acredite que vá ganhar, mas não custa tentar.  Já são 19:00h, já vai começar a passar na televisão … e os números são … 12 … 60 … 80 … 40 … e as estrelas 1 … 2 … 3 … 4 …
            O QUÊ ? GANHEI, DIÁRIO! EU GANHEI ! SINTO-ME TÃO BEM ! Amanhã tenho que ir levantar o meu dinheiro. Oh, e se eu o perco? Ou se alguém me rouba? E que vou fazer com o dinheiro? Ajuda-me! Dar a quem mais precisa ? Arranjar a casa? Não sei.
                                                                                                  26/11/2014
        É hoje que vou buscar o dinheiro, vou dar um bocado aos pobres, esta decidido! Ah, e vou comprar uma capinha para ti, também mereces.
           Até logo.

Camila Maia, 8.ºC

Comentário: a importância dos avós 27/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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     Na minha opinião, a frase, que anuncia que os avós são referências essências nas nossas vidas, tanto na infância como na idade adulta está correta.

      Os avós ensinam-nos muitas lições de vida: a melhor idade para estudar, que devemos pensar nas brincadeiras e nas saídas à noite.  Por exemplo: “agora pensa nos estudos e depois é que vais para a borga”, está sempre a dizer a minha avó! Outra coisa que os meus avós dizem é para eu, quando tiver filhos e netos, lhes dar a mesma educação que estou a receber agora.

      Em síntese, os avós são membros importantes da família, porque sem eles não sabíamos “metade” daquilo que sabemos hoje.

Ana Beatriz da Silva Dias Nº2 8ºC

Comentário sobre a canção “Dona Laura” 27/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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            Eu concordo com esta afirmação, pois resume muito bem os assuntos referidos na letra da canção de Miguel Araújo.

           A canção fala de Laurinha, uma jovem menina que tem certos comportamentos rebeldes, como por exemplo namorar e fumar. É bem visível que estes comportamentos são fruto da idade e que têm tendência a desaparecer quando se chega à idade adulta. Os jovens têm por hábito criticar o comportamento dos pais, achando que um dia serão melhores do que eles.

          No entanto, não é isso que acontece, pois como a canção refere, também a mãe de Laurinha já fora como ela, o que nos leva a acreditar que Laurinha irá tornar-se igual à mãe.

          Concluindo, penso que seguimos os exemplos que temos e que, por isso, é normal ficarmos parecidos com os nossos pais, assim, acredito que Laurinha acabará com “um olho na novela e outro na panela”, como a sua mãe.

Ana Francisca, 8.ºC

A aventura da Sara 27/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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         Era uma vez, uma rapariga chamada Sara que se atrasou para ir para a escola e perdeu o autocarro. Quando Sara reparou nas horas, viu que já estava na hora da sua aula! Sem saber o que fazer, desatou a correr até à escola.

        Quando a professora estava para fazer a chamada, os restantes colegas de turma de Sara viram que ela não estava dentro da sala e admiraram-se porque ela era sempre a primeira a entrar. Enquanto Sara  ia correndo, ia pensando na justificação que ia dar á professora.

       Chegando à escola, Sara subiu as escadas, nem numa só vez olhou para trás e caiu. Quando caiu tentou-se levantar mas não conseguiu, então gritou a pedir ajuda até que apareceu uma auxiliar e a levou para dentro da escola. Sentou-a numa cadeira e viu que Sara tinha um golpe no joelho e que estava a ficar muito inchado. A auxiliar foi imediatamente buscar um pano para tentar parar o sangue, mas sem sucesso, o sangue não parava!

          Por fim chamaram a ambulância e Sara foi levada para o hospital. Limparam-lhe a ferida, desinfetaram-na e fizeram-lhe o curativo. Por fim, Sara veio para casa e aprendeu que não se devia atrasar mais.

 

Hugo Vaz, nº12, 8ºB                               18/11/2014

Quadra de amor 27/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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Por dentro estou sofrendo,

Sabendo que te perdi

Por fora estou vivendo

Fingindo que te esqueci.

 

Hugo Vaz, nº12 8ºB

Uma aventura muito estranha 27/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Eu, a minha avó e a sua filha, planeamos ir tomar banhos de sol, na praia, perto do rio Vouga.

Enquanto eu estava a mergulhar, a minha avó e a minha tia liam um livro de Mário de Carvalho.

-Este livro é interessante, porém um pouco confuso.-disseram elas.

Subitamente, reparámos que a temperatura baixara. Deparámo-nos com uma brutal mudança de estado de tempo. De repente o sol começou a derreter com o frio. Já anoitecia, por isso dirigimo-nos para nossa casa.

Nessa noite, senti-me obrigado a saber o que se tinha passado, até que tive uma ideia.

-Se fizermos uma enorme fogueira, conseguiremos solidificar o sol e voltar a ter o nosso momento na praia, ao sol.

Por fim, consegui acender a maior fogueira de sempre e o sol voltou a regenerar-se, o que fez com que o frio recuasse para de onde veio, deixando-nos o calor e a fresca brisa de verão.

Renato Rodrigues 8.ºC

Síntese do texto “Perturbações do sono” 27/11/2014

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         No texto “Perturbações do sono”, produzido pelo grupo da Escola Secundária José Gomes Ferreira, no ano de 2013, aborda-se a importância do sono, considerando-o fundamental.

O sono ajuda-nos a reabilitar o corpo, após muito trabalho e é preciso para o bom desenvolvimento do sistema nervoso.

Quando não se dorme o tempo necessário, ficamos sonolentos, com falta de concentração e de memória. Se a privação do sono permanecer, haverá alucinações e instabilidade emocional, por isso o sono é indispensável á vida.

Se não dormimos, sofreremos de muitas doenças, como o sabem  40 milhões de americanos.

A apneia do sono, a narcolepsia e a roncopatia, são exemplos de doenças causadas pela falta de sono.

Renato Rodrigues, 8.ºC

Comentário crítico sobre os avós 26/11/2014

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Concordo com a afirmação, pois os avós ensinam-nos coisas, dão-nos conselhos que passam de Avós2geração em geração.

De facto, os meus avós maternos, pois infelizmente os meus avós paternos faleceram antes de eu nascer, deram-me ensinamentos importantes, os quais eu nunca esquecerei, por exemplo contavam-me histórias das quais eu tirava uma lição de vida.

A segunda razão pela qual concordo com a afirmação é que eu tenho uma ligação muito forte com eles e sem os avós a minha vida e a minha forma de pensar não eram as mesmas, pois eles são essenciais para a nossa vida, tanto na infância como na vida adulta, por exemplo, eles dão-me conselhos e mostram-me maneiras diferentes de pensar no meu dia-a-dia.

 

Beatriz Marques, 8.ºD, n.º 1

 

“Parte de mim” – comentário crítico sobre os avós 26/11/2014

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AvósEu concordo com a afirmação, pois os meus avós ensinaram-me parte do que eu sei agora, se não fossem eles eu não sei o que seria de mim.

Os meus avós ensinaram-me o essencial para viver, como por exemplo o cultivo de vegetais. Lembro-me perfeitamente, pois todos os anos eu e a minha irmã vamos ajudar os meus avós nas terras, a cultivar batatas, alfaces, cenouras, couves…

Os meus avós também me dão muito carinho, o que me deixa muito contente e eu retribuo-lhes, ajudando-os em tudo o que precisam e eles também me ajudam.

E é por tudo o que eles me dão e me ensinam, que quando eu estiver no lugar deles vou fazer o mesmo, dar para também receber.

Carolina Barbosa Soares, 8ºA nº4

Autobiografia imaginária 24/11/2014

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O meu nome é Jorlinda Alberta, mais conhecida por Tininha. Tenho 39 anos, sou coveira de profissão eBiografia_menina toco guitarra nos tempos livres. Acho-me feia, magra, tenho nariz de batata, a boca torta e os olhos grandes.

Vou falar um pouco sobre a minha vida, até ao momento presente. Três anos depois de nascer, entrei no jardim de infância. Aos 6 anos comecei a escola primária e as aulas de guitarra. Por volta dos 10 anos, entrei para o colégio (5º ano), aprendi a falar Inglês, coisa que sonhava aprender desde pequena. Aos 18 anos acabei o 12º ano. Estudei em Paris dos 18 aos 29 anos.           Como estava farta de estar longe da minha família, regressei a Portugal. Mal cheguei, arranjei emprego como coveira. Num dos meus dias de trabalho (cerca de um ano depois), estava a abrir o buraco de uma campa, como habitualmente, e uma cabeça de esqueleto saiu do buraco tão rapidamente que nem tive tempo para me desviar. Levei com a cabeça na boca, e este é o motivo de eu ter a boca torta.

Agora que passaram dez anos depois de começar neste meu emprego, já sou profissional em abrir campos. Como já referi, dou concertos nos tempos livres e considero-me boa cantora e boa guitarrista.

 

Raquel Neves, n.º19, 8ºA

À MINHA MANEIRA 19/11/2014

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Para te divertiresalegre

Vem ter comigo,

Para sorrires

Com um amigo.

 

Jogadora da bola

Aqui estou eu,

Mas quando me salta a “tampola”

Defendo tudo o que é meu.

 

Por vezes cusca e faladora,

Mas sempre pronta a ajudar

Quando quero sou super trabalhadora

Mas também dá tempo para teclar.

 

Às vezes desastrada,

Mas sempre feliz

Às vezes atrapalhada,

Mas pouca coisa me deixa infeliz.

 

Daniela Henriques, nº2, 8ºD

SOU CRIATIVO 19/11/2014

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ideiaDesde tenra idade

Comecei a desenhar

O campo ou a cidade

Paisagens para pintar

 

Toco piano e falo francês

Mas prefiro o inglês

Na escola aprendo a resposta

Para os meus muitos porquês

 

Gabriel Nogueira nº8 8ºD

FALADORA 19/11/2014

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faladoraFalo, falo

Sem nunca hesitar

Preciso de ajuda

Alguém me faça parar

 

Sou uma faladora

Muito irrequieta

Quando faço alguma coisa

Nunca passo discreta

 

Gosto de falar

Não me tentem mudar

Porque aquilo que faço é tagarelar.

 

Mariana Pereira Nº14 8ºD

Teimosa ou caprichosa… 17/11/2014

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Sou uma pessoa teimosa,menina

e talvez por isso

às vezes me apelidam

de caprichosa…

 

Mas esta teimosia

se por vezes é defeito

outras há em que é

uma mais-valia!…

Beatriz Marques, 8.ºD, n.º 1

Sou feliz 17/11/2014

Posted by prof_mjoao in 8ºD.
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smileEu sou feliz

É assim que eu sou

Não importa o que os outros dizem

Porque eu sou assim, feliz!

 

Estou na boa e na paz

Tudo fixe para um rapaz

Gosto de estudar

Mas também de me divertir

Portanto eu sei que sou capaz!

Daniel Henriques     Nº2     8ºD

O MUNDO 17/11/2014

Posted by prof_mjoao in 8ºD.
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Como a água límpida da nascente,mundo

O nosso mundo tão belo era.

Por vezes como uma estrela cadente,

Sim era essa a nossa terra!

 

Agora é de um azul pouco claro,

Meio desbotado.

Por vezes nem o vemos,

Com a poluição que aqui fazemos.

 

Se ao menos houvesse uma solução,

Um meio de revolução,

Contra os meios de comunicação,

Que fazem esta poluição.

 

O nosso mundo podia,

Ser tão belo como era.

Até podia recuar,

Uma Era, outra Era.

 

O mar outrora gigante,

Com aquele grande encanto

Que embalava com amor,

E aquele doce canto.

 

 

Tudo isso acabou e findou,

Sem dar volta o tempo atrás

Não podemos recuar

Àquele mundo de alegria e paz.

 

Mariana Pereira Nº14 8ºD

Biografia imaginária do Raul 14/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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Raul era um miúdo irrequieto. Asneiras era com ele. Pregava partidas a todos mas não gostava de levar o troco.

5622366326_14af3796d2_b-640x513Um dia foi apanhado por uns colegas que lhe pregaram uma partida, penduraram-no numa corda com molas. Raul ficou furioso, mas admitiu os seus maus comportamentos.

Já com mais idade, Raul aprendeu a andar de “skate” e era raro cair, fazia longos percursos e até corridas com os amigos, só que o gosto de pregar partidas não tinha desaparecido. Um dia, ao tentar enganar Paulo, colega dele nas corridas de “skates” , foi ele que se espalhou e esmurrou a cara toda.

Mais um castigo para tentar corrigir o seu comportamento.

Hoje, Raul tornou-se um aventureiro, corre o mundo todo e nem a Torre Eiffel, em Paris lhe escapou.

Bruno Matos, 8.ºB

Eu e a família 14/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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Sou amigo do meu amigo,

Sou um jovem sonhador,

Abraça a vida comigo,

Ó família, meu amor.

 

Pai, mãe e irmão,

Amigos em quem podemos confiar,

A família é uma mansão,

Que não pode desmoronar.

Bruno Matos, 8.ºB

O caso mais estranho de Sever do Vouga 14/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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              Certa noite, João e Manuel decidiram ir passear ao parque da sua aldeia, Sever do Vouga. Depois de jogarem computador, foram jantar e saíram de casa. Estavam a chegar ao parque e o João disse:

            -Vamos jogar ás escondidas quando chegarmos, Manuel.

           -Sim, pode ser.

           Chegaram ao parque e começaram a jogar às escondidas. O parque era elegante, bem iluminado, com lagos.

           Subitamente, João sentiu que o chão começou a tremer, parecia um terramoto, era como se estivessem dentro da máquina de lavar. Começaram a surgir árvores do chão, elas traziam motosserras, machados, tinham folhas queimadas. João começou a correr mas elas apanharam-no e ele viu que também tinham apanhado o Manuel. Os dois elaboraram um plano e tentaram apanhar um dos machados das árvores,  mas foram muitas as tentativas falhadas. Decidiram atrair uma árvore para o pé deles mas não lhe conseguiram tirar o machado. As árvores ameaçaram-nos de morte.

         Por fim, conseguiram roubar um machado e começaram a lutar contra as árvores, cortaram-nas ramo a ramo e queimaram-nas para que nunca mais voltassem à vida. Depois disso, foram para casa descansar da aventura que tiveram.

 

António Bastos, 8.ºC

(inspirado no conto de Mário de Carvalho “O Tombo da Lua”)

A rebeldia (aplicação da técnica do comentário) 14/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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           A rebeldia é sinónimo de querer fazer as coisas segundo a sua própria vontade e geralmente está associada a uma reação agressiva. Os jovens tendem a reagir contra os conselhos dos pais e da sociedade como um todo, quando o que querem é apenas chamar atenção.

           Eles só querem chamar a atenção de todas as pessoas e não aceitam os conselhos dos familiares e amigos. [Na canção “Dona Laura”, de Miguel Araújo] a Laurinha diz que não tinha medo de ninguém, mas ela fuma e namora as escondidas, como diz na música.Dizia-se que a filha ia ser como a mãe, um olho na novela outro na janela, ia ser uma Dona Laura como ela, como podemos ver na estrofe sete. A mãe da Laurinha lembrava-se dos seus tempos de quando era jovem, tal como diz na estrofe seis.

          Eu concordo com Miguel Araújo, pois a Laura diz que não tem medo de ninguém e tem medo dos pais, pois fuma e namora às escondidas.

Bruno Matos, 8.ºB

A minha entrevista 11/11/2014

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Imagem de El Salvador

Imagem de San Salvador, capital de El Salvador

Conheci o Gerardo há um ano, quando foi apresentado à paróquia na Missa Dominical. O Padre Alberto, visivelmente feliz, informou os paroquianos de que tínhamos entre nós um jovem seminarista natural de El Salvador e que se encontrava já há alguns anos no Seminário do Porto. Gerardo iria ficar em Sever do Vouga pelo menos um ano. Curiosa, resolvi saber mais sobre a sua infância, o seu percurso e, sobretudo, o porquê da sua escolha.

Gerardo, pode falar-me um pouco sobre o seu país e a sua infância?

O meu país é um país pequeno, cheio de turismo mas, também, cheio de cristianismo. No entanto, existe violência como em todos os países da América Latina, onde os jovens se perdem na violência, no álcool e nas drogas. Felizmente, tive uma infância feliz e normal, cresci com os meus padrinhos num matrimónio católico e foi esta família que me transmitiu a fé. Então, entrei na Igreja e fiz parte de um grupo onde me formei espiritualmente até sentir o chamamento e entrar no seminário em 2008.

O seu percurso académico foi feito no seu país?

O meu percurso académico foi feito no meu país até ao secundário.

O seu desejo foi sempre ser seminarista ou quis ter outra profissão?

Não, muito pelo contrário, o meu desejo foi sempre ter outra profissão.

Ser seminarista foi a sua escolha. Pode explicar-me como sentiu esse chamamento e por que resolveu segui-lo?

Ser seminarista não foi uma escolha mas sim uma vontade de Deus. Senti esse chamamento num encontro a nível Centro Americano, onde ouvi uma pregação sobre o evangelho que falava que Deus iria fazer dos discípulos pescadores de Homens.

Quais as dificuldades que sente relativamente à sua escolha?

As maiores dificuldades são os estudos, uma vez que acho a Teologia muito difícil. Também é complicado gerir as saudades da família e dos amigos.

Tem alguma passagem ou acontecimento que ache pertinente contar?

A experiência que estou a ter em Sever do Vouga é um acontecimento que me ajuda na minha preparação para o presbiterado, porque é praticamente um estágio.

Pensa vir a ser ordenado padre?

Os seminaristas não são obrigados, mas se um dia isso se proporcionar, estou completamente disponível.

Obrigada por ter aceitado colaborar comigo para a realização deste trabalho. Estou certa de que ficamos a saber mais sobre esta profissão que considero tão interessante.

Feliciana Martins Bastos

N.º 6, 7.ºD

Adora a Natureza 08/11/2014

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Gosto tanto da Natureza,images

sobre ela tudo se diz,

a chover ou a fazer sol,

estou sempre feliz.

 

 

Carolina Pires, n.º5, 8ºA

A Fuga da Escola 08/11/2014

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Num dia lindo de sol a Raquel e o Diogo chegaram à escola e ficaram a saber que os professores tinham faltado e não havia aulas,0_rivoli_25_mar só que não podiam sair da escola.

Então, foram passear pela escola para ver se arranjavam alguma maneira de sair dali para fora sem ninguém dar por nada.

O Diogo começou a correr e gritou:

- Raquel, acho que encontrei uma saída.

Ela subiu as escadas a correr e nem uma só vez olhou para trás e disse muito contente:

- Muito bem, Diogo, agora podemos sair da escola sem ninguém dar conta.

Olharam um para o outro muito contentes e com um grande sorriso na cara.

A saída não tinha porteiros nem ninguém que os impedisse de irem embora. Então, pegaram nas suas mochilas carregadinhas de livros e foram muito contentes para suas casas.

 

Pedro Costa, N.º 18, 8ºD

Biografia imaginária de Maria dos Santos 08/11/2014

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Chamava-se Maria dos Santos, tinha 33 anos, era uma das cabeleireiras mais famosas do mundo, era vaidosa, muito rebelde e Biografia_meninamuito sociável.

Nasceu no dia dois de março de 1995. Aos 3 anos disse à mãe que queria ir para uma academia de música, para aprender a tocar guitarra clássica e mãe fez-lhe a vontade. Aos 4 anos já era uma das melhores guitarristas da sua idade.

Aos 18 anos teve o seu primeiro namorado; no dia vinte e seis de outubro de 2013 o seu namorado levou-a a Paris para visitar a Torre Eiffel e ficaram por lá 1 mês e duas semanas. Ao regressarem a Portugal, o avião caiu e ela e o seu namorado morreram; no dia 28 de outubro de 2013 foi o enterro dos dois.

 

Mário Bastos, Nº 16, 8ºD

Biografia imaginária de Marie Bardot 08/11/2014

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Marie Bardot nasceu no seio de uma família da classe média em pleno centro de Paris. Lunática desde pequena, fez análises a Biografiafolhas de oliveira com apenas três anos. Bonita e estilosa, iluminou o mundo da música quando começou a tocar guitarra no Conservatório Parisiense. Filha de um médico e de uma modelo inglesa, hoje tem 78 anos.

Marie veio para o Porto estudar, refugiada da pressão. Fez alguns cálculos nos cafés mais importantes como o Majestic e o “Piolho” e comprou as suas enciclopédias famosas na Lello, deixando assim um legado na história de compradores da livraria.

Depois de várias sessões fotográficas, já em Paris, decide seguir o mundo da moda, desfilando os seus vestidos na Moda Paris.

Passados longos anos de vida na passerelle, regressa à Química em 1991, recebendo o Nobel da Química em 1999 pela descoberta de células unicelulares complexas. Em 2001 é galardoada com o prémio Marie Curie, em Paris e foi, inclusivamente, reconhecida pela Universidade de Oxford.

Hoje em dia vive feliz com o ex-marido da Duquesa de Alba, no Porto.

 

Eduardo Veiga, Nº6 , 8ºD

A generosidade da cigarra 06/11/2014

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          No sábado passado, de manhã cedo, a formiga e a cigarra encontraram-se no parque da Piolhosa. O parque era tão grande como um elefante e tinha muitas árvores, que pareciam falar. O parque é famosíssimo e por isso é que a formiga e a cigarra estavam lá, a formiga a acumular alimentos e a cigarra a dançar e a cantar.

         Subitamente, a cigarra começou a aproximar-se e a aborrecer a formiga, cantando e dançando:

          – Lá lá, lá lá lá lá, lá lá lá lá lá, lá lá, lá lá lá lá …!  

          – Para de cantar! Deixa-me em paz! Deixa-me encontrar comida! – disse a formiga muito incomodada.

          – Não paro, não me obrigas a parar! – afirmou a cigarra.

          De repente, aproximou-se uma grande tempestade que acabou por inundar a casa  da formiga e por lhe estragar toda a comida

         Por fim, a tempestade parou, a formiga estava tão deprimida por não ter comida nenhuma.

- Não te preocupes, eu ajudo-te a recolher mais comida. – disse a cigarra.

        Passadas umas horas já tinham comida suficiente para o inverno todo, graças a trabalharem em conjunto, pois na necessidade, prova-se a amizade.   

 

Renato Ribeiro, 5.ºD

 

O meu sonho 06/11/2014

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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            Num sábado de manhã, estava um sol brilhante e maravilhoso, quando decidi verificar o meu quarto para ver se se encontrava tudo bem. Nele tenho uma televisão grande, uma cama cor de rosa, um guarda-fatos vermelho e brilhante, uma secretária com um computador pequeno e uma sapateira muito pequena para pôr os sapatos.

            Estava a descer as escadas para ir comer quando, de repente, ouvi a minha cama a falar para o armário como se fossem duas pessoas. Quando entrei, ainda vi a sapateira calçada com os meus sapatos a dançar com a minha secretária! Fiquei espantada, sem saber o que fazer nem dizer.

            Passados uns segundos, a minha mãe chamou-me e eu acordei, apercebendo-me de que tudo não passara de um grande sonho.

Lexi Santos, 5.ºD

 

A felicidade do João (biografia imaginária) 06/11/2014

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            Era uma vez um meninocom 5 anos  chamado João que queria brincar. Então foi à rua ver se encontrava alguns meninos com quem o pudesse fazer. Ao longe, o João avistou quatro meninos que jogavam à bola e lá foi ele pedir para jogar com eles. Os meninos, ao ouvirem aquele pedido, riram-se e para o João aprender a não se meter com os mais velhos penduraram-no com molas no fio da roupa.

            O tempo foi passando e, com as notas excelentes na escola, resolveu ir para a faculdade com 19 anos. Para não se sentir inferior às outras pessoas foi praxado e uma tarefa que ele tinha que fazer era tirar uma fotografia com um capacete cor-de-rosa e com a cara desfocada.

            Como o João estava farto de ser humilhado, decidiu começar do zero e mudou-se para Paris onde admirou a torre Eiffel e encontrou o seu verdadeiro amor. Dois anos depois casou-se, um ano depois  tiveram uma filha e viveram felizes para sempre em família.

Ana Rita Duarte, 8.ºC

Sou divertida 06/11/2014

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A vila não sorri

mas eu vivo na avenida,

nestas coisas de sorrir

sou divertida!

 

Não me chamem para a vila,

Não me ponham triste,

a alegria está aí

e eu quero divertir-me.

 

Débora Gradim, 8.ºC

Os meus novos amigos 06/11/2014

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                No fim de semana passado, estava eu a dormir, quando de repente comecei a ouvir vozes.

                –  Quem é que está a falar?- disse eu, assustadíssimo – Quem está aí?

                 – Somos nós! – responderam todos os objetos ao mesmo tempo.

                – Quem são vocês? Porque me assustaram?- perguntei eu.

                – Nós somos os teus companheiros de quarto – respondeu a cama – e vamo-nos apresentar: a almofada, o sofá, o armário, os livros, a mesinha de cabeceira e o quadro. Como vês, gostamos de ti, apesar de chegares só à noite.

                – Tudo isto é tão estranho! Como conseguem falar comigo? Os objecos não falam, não são como as pessoas. – disse eu.

               – Eu gosto muito de ti, Renato. – disse a cama.

             – Obrigado! – afirmei eu –Vamos brincar até ao anoitecer!

             – Ok – disse a cama.

             Foi assim que acabou a minha pequena aventura.

 

Renato Ribeiro, 5.ºD

 

O livro 06/11/2014

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O Filipe adora ler

A sua banda desenhada

Faz tudo para aprender

Para ter uma linguagem adequada.

 

Ler é fixe

Porque nos faz imaginar,

É fácil sonhar

E ainda mais brincar.

 

Luís Filipe Oliveira, N.º 16, 5.ºD

A nova história da cigarra e da formiga 06/11/2014

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No sábado passado, no Parque da Piolhosa, um parque belo onde todas as pessoas (grandes e pequenas) convivem umas com as outras, encontrava-se uma cigarra que adorava cantar, ao contrário da formiga que, por sua vez, amava trabalhar.

Nesse dia, a cigarra irritou a sua vizinha formiga:

- Para de cantar! -disse a formiga.

-Não!

-Sim!

-Não!

De repente, apareceu uma tempestade.

-Vamos para minha casa! Desculpa.- disse a cigarra.

-Eu desculpo-te .

E assim ficaram amigas para sempre.

 

Luciana Rodrigues, 5.ºD

 

Os corvos-marinhos 16/10/2014

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Os corvos-marinhos são aves migratórias originárias dos países do Norte da Europa e que durante o inverno se deslocam para regiões mais temperadas. Em Portugal podemos observar estas aves na região de Coimbra.

Estes animais têm um aspeto sinistro. Alguns povos acreditam que eles são portadores do mal. A sua aparência é considerada primitiva pois exibem pescoços longos, penas pretas, as suas patas apresentam membranas interdigitais que lhes permitem deslocar-se na água com grande facilidade e destreza.

Esta espécie de corvos alimenta-se de peixe em grande quantidade. Por vezes, a presença destes animais em determinadas regiões provoca a diminuição das reservas piscícolas, facto que põe em risco a alimentação humana, a sobrevivência de algumas espécies e de atividades económicas como a pesca e a aquacultura.

Os corvos-marinhos nidificam em zonas mais amenas a aí se mantêm até atingirem a maturidade, momento em que regressam aos países nórdicos de onde são originários. Contudo, assim que o inverno se anuncia, partem para Sul em busca de um clima mais favorável e de alimento em abundância.

Os corvos-marinhos são uma espécie que apresenta características fascinantes. Merecem, assim, ser protegidos e respeitados, mas a sua proliferação deve ser controlada a fim de não pôr em risco a existência de outras espécies ou de atividades humanas.

Texto produzido coletivamente pela turma D do 7.º Ano

A minha autobiografia 03/10/2014

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            Hoje vou fazer a minha autobiografia. É bom recordar a minha infância, porque a vivi muito intensamente, pois sabia que não ia ter mais nenhuma.

         Não posso falar de quando era bebé, não me lembro. Mas posso falar da minha infância, brincava muito com os meus amigos às brincadeiras do antigamente, naqueles campos enormes, no meio do milho a ouvir os passarinhos cantar naquelas árvores baixas e largas com o Sol a bater-me nos olhos porque passava por entre os ramos das árvores.

             De todos, houve um dia que me marcou mais que os outros, aquele em que fui para casa dos meus tios no Alentejo. Estava com o cão a brincar na parte de trás da casa, quando o meu primo me molhou com a mangueira. O mais interessante foi quando eu, para me secar, me pendurei na corda da roupa e lá adormeci até a corda não aguentar mais e eu cair no chão.

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        Passando à frente para não se tornar muito aborrecido, vou agora falar da minha “quase fase adulta”, era assim que eu lhe chamava quando era jovem. Passava os dias inteiros a escrever cartas à rapariga que eu tanto admirava e ela toda contente respondia-me, pensando que eu era um daqueles rapazes como os “charlôs”, assim todos cavalheiros. Era tão ingénua, a rapariga!

       Numa viagem de finalistas fomos escalar uma montanha qualquer cujo nome nem me apetece procurar agora. Só sei que quando lá chegámos, tirámos todos uma foto com os capacetes para ir escalar e não sei o que fizeram, mas a minha foto ficou diferente das outras. Eu estava com um capacete cor-de-rosa (a cor que eu mais detesto!) e a minha cara estava toda torta. Até parece, a minha carinha é tão perfeita!

Figura 2

                  Para não cansar mais os que estão a ler a minha autobiografia vou acabar, falando da minha fase adulta, a fase em que se constrói, na minha opinião, a parte mais bonita da vida. Quando encontrei o amor da minha vida, casei-me logo com essa linda e amável mulher – é óbvio, não a queria perder. Aquilo de que mais gostei foi a parte da lua-de-mel, nunca imaginei que fosse tão especial. Fomos a vários sítios mas, é claro, maravilhámo-nos com a cidade do amor, Paris. Visitámos a Torre Eiffel, comemos nos melhores restaurantes e… não vos vou contar dos passeios à beira-rio, que foram tantos!

           Agora estou velho, em casa com a mulher. Enfim sozinhos, na nossa pequena e antiga casa. Espero que tenham gostado da história da minha vida. ADEUS!

  Ana Beatriz da Silva Dias, n.º2, 8ºC

A biografia imaginária do Fábio 03/10/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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               Fábio tem 27 anos e é estudante na Suíça.

              Na sua infância, frequentou a escola do Calvário, em Sever do Vouga. Fábio era um rapaz com insuficiência renal, por isso os seus colegas gozavam com ele. Numa tarde de verão, foi brincar com os seus amigos, estes pegaram nele e penduraram-no com molas, no estendal da roupa- tal como na figura 1.

Foto 1

Figura 1

                Aos catorze anos, ou seja, na sua adolescência, aderiu ao “facebook”, mas por azar os seus colegas atacaram-no novamente, desta vez modificaram-lhe a foto de perfil- igual à da figura 2.

Figura 2

Figura 2

                Quando fez dezoito anos, foi para França trabalhar com o seu pai, na apanha da maçã. Enquanto esteve lá, aos fins de semana ia dar umas voltas. A última “viagem” que fez foi a Paris, para ver a Torre Eiffel- figura 3.

Figura 3

                E aos 24 imigrou para Genéve – Suíça, para poder estudar economia.

Texto escrito por Renato Rodrigues, do 8.ºC.

Eu e o açúcar 03/10/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Açúcar branco ou amarelo,

Açúcar puro da cana,

Por ser assim tão belo

Só ele sabe quem o ama.

 

De manhã ou ao deitar,

Açúcar que não te vejo,

Onde foste tu acampar?

Vem acabar com o meu desejo.

 

Açúcar doce amargurado

Que me matas devagarinho,

A minha alma chama por ti

Mas o meu corpo nem um pouquinho.

 

Ana Beatriz da Silva Dias, n.º2, 8ºC

 

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