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Comentário crítico sobre os avós 26/11/2014

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Concordo com a afirmação, pois os avós ensinam-nos coisas, dão-nos conselhos que passam de Avós2geração em geração.

De facto, os meus avós maternos, pois infelizmente os meus avós paternos faleceram antes de eu nascer, deram-me ensinamentos importantes, os quais eu nunca esquecerei, por exemplo contavam-me histórias das quais eu tirava uma lição de vida.

A segunda razão pela qual concordo com a afirmação é que eu tenho uma ligação muito forte com eles e sem os avós a minha vida e a minha forma de pensar não eram as mesmas, pois eles são essenciais para a nossa vida, tanto na infância como na vida adulta, por exemplo, eles dão-me conselhos e mostram-me maneiras diferentes de pensar no meu dia-a-dia.

 

Beatriz Marques, 8.ºD, n.º 1

 

“Parte de mim” – comentário crítico sobre os avós 26/11/2014

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AvósEu concordo com a afirmação, pois os meus avós ensinaram-me parte do que eu sei agora, se não fossem eles eu não sei o que seria de mim.

Os meus avós ensinaram-me o essencial para viver, como por exemplo o cultivo de vegetais. Lembro-me perfeitamente, pois todos os anos eu e a minha irmã vamos ajudar os meus avós nas terras, a cultivar batatas, alfaces, cenouras, couves…

Os meus avós também me dão muito carinho, o que me deixa muito contente e eu retribuo-lhes, ajudando-os em tudo o que precisam e eles também me ajudam.

E é por tudo o que eles me dão e me ensinam, que quando eu estiver no lugar deles vou fazer o mesmo, dar para também receber.

Carolina Barbosa Soares, 8ºA nº4

Autobiografia imaginária 24/11/2014

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O meu nome é Jorlinda Alberta, mais conhecida por Tininha. Tenho 39 anos, sou coveira de profissão eBiografia_menina toco guitarra nos tempos livres. Acho-me feia, magra, tenho nariz de batata, a boca torta e os olhos grandes.

Vou falar um pouco sobre a minha vida, até ao momento presente. Três anos depois de nascer, entrei no jardim de infância. Aos 6 anos comecei a escola primária e as aulas de guitarra. Por volta dos 10 anos, entrei para o colégio (5º ano), aprendi a falar Inglês, coisa que sonhava aprender desde pequena. Aos 18 anos acabei o 12º ano. Estudei em Paris dos 18 aos 29 anos.           Como estava farta de estar longe da minha família, regressei a Portugal. Mal cheguei, arranjei emprego como coveira. Num dos meus dias de trabalho (cerca de um ano depois), estava a abrir o buraco de uma campa, como habitualmente, e uma cabeça de esqueleto saiu do buraco tão rapidamente que nem tive tempo para me desviar. Levei com a cabeça na boca, e este é o motivo de eu ter a boca torta.

Agora que passaram dez anos depois de começar neste meu emprego, já sou profissional em abrir campos. Como já referi, dou concertos nos tempos livres e considero-me boa cantora e boa guitarrista.

 

Raquel Neves, n.º19, 8ºA

À MINHA MANEIRA 19/11/2014

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Para te divertiresalegre

Vem ter comigo,

Para sorrires

Com um amigo.

 

Jogadora da bola

Aqui estou eu,

Mas quando me salta a “tampola”

Defendo tudo o que é meu.

 

Por vezes cusca e faladora,

Mas sempre pronta a ajudar

Quando quero sou super trabalhadora

Mas também dá tempo para teclar.

 

Às vezes desastrada,

Mas sempre feliz

Às vezes atrapalhada,

Mas pouca coisa me deixa infeliz.

 

Daniela Henriques, nº2, 8ºD

SOU CRIATIVO 19/11/2014

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ideiaDesde tenra idade

Comecei a desenhar

O campo ou a cidade

Paisagens para pintar

 

Toco piano e falo francês

Mas prefiro o inglês

Na escola aprendo a resposta

Para os meus muitos porquês

 

Gabriel Nogueira nº8 8ºD

FALADORA 19/11/2014

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faladoraFalo, falo

Sem nunca hesitar

Preciso de ajuda

Alguém me faça parar

 

Sou uma faladora

Muito irrequieta

Quando faço alguma coisa

Nunca passo discreta

 

Gosto de falar

Não me tentem mudar

Porque aquilo que faço é tagarelar.

 

Mariana Pereira Nº14 8ºD

Teimosa ou caprichosa… 17/11/2014

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Sou uma pessoa teimosa,menina

e talvez por isso

às vezes me apelidam

de caprichosa…

 

Mas esta teimosia

se por vezes é defeito

outras há em que é

uma mais-valia!…

Beatriz Marques, 8.ºD, n.º 1

Sou feliz 17/11/2014

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smileEu sou feliz

É assim que eu sou

Não importa o que os outros dizem

Porque eu sou assim, feliz!

 

Estou na boa e na paz

Tudo fixe para um rapaz

Gosto de estudar

Mas também de me divertir

Portanto eu sei que sou capaz!

Daniel Henriques     Nº2     8ºD

O MUNDO 17/11/2014

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Como a água límpida da nascente,mundo

O nosso mundo tão belo era.

Por vezes como uma estrela cadente,

Sim era essa a nossa terra!

 

Agora é de um azul pouco claro,

Meio desbotado.

Por vezes nem o vemos,

Com a poluição que aqui fazemos.

 

Se ao menos houvesse uma solução,

Um meio de revolução,

Contra os meios de comunicação,

Que fazem esta poluição.

 

O nosso mundo podia,

Ser tão belo como era.

Até podia recuar,

Uma Era, outra Era.

 

O mar outrora gigante,

Com aquele grande encanto

Que embalava com amor,

E aquele doce canto.

 

 

Tudo isso acabou e findou,

Sem dar volta o tempo atrás

Não podemos recuar

Àquele mundo de alegria e paz.

 

Mariana Pereira Nº14 8ºD

Biografia imaginária do Raul 14/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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Raul era um miúdo irrequieto. Asneiras era com ele. Pregava partidas a todos mas não gostava de levar o troco.

5622366326_14af3796d2_b-640x513Um dia foi apanhado por uns colegas que lhe pregaram uma partida, penduraram-no numa corda com molas. Raul ficou furioso, mas admitiu os seus maus comportamentos.

Já com mais idade, Raul aprendeu a andar de “skate” e era raro cair, fazia longos percursos e até corridas com os amigos, só que o gosto de pregar partidas não tinha desaparecido. Um dia, ao tentar enganar Paulo, colega dele nas corridas de “skates” , foi ele que se espalhou e esmurrou a cara toda.

Mais um castigo para tentar corrigir o seu comportamento.

Hoje, Raul tornou-se um aventureiro, corre o mundo todo e nem a Torre Eiffel, em Paris lhe escapou.

Bruno Matos, 8.ºB

Ee e a família 14/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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Sou amigo do meu amigo,

Sou um jovem sonhador,

Abraça a vida comigo,

Ó família, meu amor.

 

Pai, mãe e irmão,

Amigos em quem podemos confiar,

A família é uma mansão,

Que não pode desmoronar.

 

Bruno Matos, 8.ºB

O caso mais estranho de Sever do Vouga 14/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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              Certa noite, João e Manuel decidiram ir passear ao parque da sua aldeia, Sever do Vouga. Depois de jogarem computador, foram jantar e saíram de casa. Estavam a chegar ao parque e o João disse:

            -Vamos jogar ás escondidas quando chegarmos, Manuel.

           -Sim, pode ser.

           Chegaram ao parque e começaram a jogar às escondidas. O parque era elegante, bem iluminado, com lagos.

           Subitamente, João sentiu que o chão começou a tremer, parecia um terramoto, era como se estivessem dentro da máquina de lavar. Começaram a surgir árvores do chão, elas traziam motosserras, machados, tinham folhas queimadas. João começou a correr mas elas apanharam-no e ele viu que também tinham apanhado o Manuel. Os dois elaboraram um plano e tentaram apanhar um dos machados das árvores,  mas foram muitas as tentativas falhadas. Decidiram atrair uma árvore para o pé deles mas não lhe conseguiram tirar o machado. As árvores ameaçaram-nos de morte.

         Por fim, conseguiram roubar um machado e começaram a lutar contra as árvores, cortaram-nas ramo a ramo e queimaram-nas para que nunca mais voltassem à vida. Depois disso, foram para casa descansar da aventura que tiveram.

 

António Bastos, 8.ºC

(inspirado no conto de Mário de Carvalho “O Tombo da Lua”)

A rebeldia (aplicação da técnica do comentário) 14/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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           A rebeldia é sinónimo de querer fazer as coisas segundo a sua própria vontade e geralmente está associada a uma reação agressiva. Os jovens tendem a reagir contra os conselhos dos pais e da sociedade como um todo, quando o que querem é apenas chamar atenção.

           Eles só querem chamar a atenção de todas as pessoas e não aceitam os conselhos dos familiares e amigos. [Na canção “Dona Laura”, de Miguel Araújo] a Laurinha diz que não tinha medo de ninguém, mas ela fuma e namora as escondidas, como diz na música.Dizia-se que a filha ia ser como a mãe, um olho na novela outro na janela, ia ser uma Dona Laura como ela, como podemos ver na estrofe sete. A mãe da Laurinha lembrava-se dos seus tempos de quando era jovem, tal como diz na estrofe seis.

          Eu concordo com Miguel Araújo, pois a Laura diz que não tem medo de ninguém e tem medo dos pais, pois fuma e namora às escondidas.

Bruno Matos, 8.ºB

A minha entrevista 11/11/2014

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Imagem de El Salvador

Imagem de San Salvador, capital de El Salvador

Conheci o Gerardo há um ano, quando foi apresentado à paróquia na Missa Dominical. O Padre Alberto, visivelmente feliz, informou os paroquianos de que tínhamos entre nós um jovem seminarista natural de El Salvador e que se encontrava já há alguns anos no Seminário do Porto. Gerardo iria ficar em Sever do Vouga pelo menos um ano. Curiosa, resolvi saber mais sobre a sua infância, o seu percurso e, sobretudo, o porquê da sua escolha.

Gerardo, pode falar-me um pouco sobre o seu país e a sua infância?

O meu país é um país pequeno, cheio de turismo mas, também, cheio de cristianismo. No entanto, existe violência como em todos os países da América Latina, onde os jovens se perdem na violência, no álcool e nas drogas. Felizmente, tive uma infância feliz e normal, cresci com os meus padrinhos num matrimónio católico e foi esta família que me transmitiu a fé. Então, entrei na Igreja e fiz parte de um grupo onde me formei espiritualmente até sentir o chamamento e entrar no seminário em 2008.

O seu percurso académico foi feito no seu país?

O meu percurso académico foi feito no meu país até ao secundário.

O seu desejo foi sempre ser seminarista ou quis ter outra profissão?

Não, muito pelo contrário, o meu desejo foi sempre ter outra profissão.

Ser seminarista foi a sua escolha. Pode explicar-me como sentiu esse chamamento e por que resolveu segui-lo?

Ser seminarista não foi uma escolha mas sim uma vontade de Deus. Senti esse chamamento num encontro a nível Centro Americano, onde ouvi uma pregação sobre o evangelho que falava que Deus iria fazer dos discípulos pescadores de Homens.

Quais as dificuldades que sente relativamente à sua escolha?

As maiores dificuldades são os estudos, uma vez que acho a Teologia muito difícil. Também é complicado gerir as saudades da família e dos amigos.

Tem alguma passagem ou acontecimento que ache pertinente contar?

A experiência que estou a ter em Sever do Vouga é um acontecimento que me ajuda na minha preparação para o presbiterado, porque é praticamente um estágio.

Pensa vir a ser ordenado padre?

Os seminaristas não são obrigados, mas se um dia isso se proporcionar, estou completamente disponível.

Obrigada por ter aceitado colaborar comigo para a realização deste trabalho. Estou certa de que ficamos a saber mais sobre esta profissão que considero tão interessante.

Feliciana Martins Bastos

N.º 6, 7.ºD

Adora a Natureza 08/11/2014

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
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Gosto tanto da Natureza,images

sobre ela tudo se diz,

a chover ou a fazer sol,

estou sempre feliz.

 

 

Carolina Pires, n.º5, 8ºA

A Fuga da Escola 08/11/2014

Posted by prof_mjoao in 8ºD.
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Num dia lindo de sol a Raquel e o Diogo chegaram à escola e ficaram a saber que os professores tinham faltado e não havia aulas,0_rivoli_25_mar só que não podiam sair da escola.

Então, foram passear pela escola para ver se arranjavam alguma maneira de sair dali para fora sem ninguém dar por nada.

O Diogo começou a correr e gritou:

- Raquel, acho que encontrei uma saída.

Ela subiu as escadas a correr e nem uma só vez olhou para trás e disse muito contente:

- Muito bem, Diogo, agora podemos sair da escola sem ninguém dar conta.

Olharam um para o outro muito contentes e com um grande sorriso na cara.

A saída não tinha porteiros nem ninguém que os impedisse de irem embora. Então, pegaram nas suas mochilas carregadinhas de livros e foram muito contentes para suas casas.

 

Pedro Costa, N.º 18, 8ºD

Biografia imaginária de Maria dos Santos 08/11/2014

Posted by prof_mjoao in 8ºD.
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Chamava-se Maria dos Santos, tinha 33 anos, era uma das cabeleireiras mais famosas do mundo, era vaidosa, muito rebelde e Biografia_meninamuito sociável.

Nasceu no dia dois de março de 1995. Aos 3 anos disse à mãe que queria ir para uma academia de música, para aprender a tocar guitarra clássica e mãe fez-lhe a vontade. Aos 4 anos já era uma das melhores guitarristas da sua idade.

Aos 18 anos teve o seu primeiro namorado; no dia vinte e seis de outubro de 2013 o seu namorado levou-a a Paris para visitar a Torre Eiffel e ficaram por lá 1 mês e duas semanas. Ao regressarem a Portugal, o avião caiu e ela e o seu namorado morreram; no dia 28 de outubro de 2013 foi o enterro dos dois.

 

Mário Bastos, Nº 16, 8ºD

Biografia imaginária de Marie Bardot 08/11/2014

Posted by prof_mjoao in 8ºD.
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Marie Bardot nasceu no seio de uma família da classe média em pleno centro de Paris. Lunática desde pequena, fez análises a Biografiafolhas de oliveira com apenas três anos. Bonita e estilosa, iluminou o mundo da música quando começou a tocar guitarra no Conservatório Parisiense. Filha de um médico e de uma modelo inglesa, hoje tem 78 anos.

Marie veio para o Porto estudar, refugiada da pressão. Fez alguns cálculos nos cafés mais importantes como o Majestic e o “Piolho” e comprou as suas enciclopédias famosas na Lello, deixando assim um legado na história de compradores da livraria.

Depois de várias sessões fotográficas, já em Paris, decide seguir o mundo da moda, desfilando os seus vestidos na Moda Paris.

Passados longos anos de vida na passerelle, regressa à Química em 1991, recebendo o Nobel da Química em 1999 pela descoberta de células unicelulares complexas. Em 2001 é galardoada com o prémio Marie Curie, em Paris e foi, inclusivamente, reconhecida pela Universidade de Oxford.

Hoje em dia vive feliz com o ex-marido da Duquesa de Alba, no Porto.

 

Eduardo Veiga, Nº6 , 8ºD

A generosidade da cigarra 06/11/2014

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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          No sábado passado, de manhã cedo, a formiga e a cigarra encontraram-se no parque da Piolhosa. O parque era tão grande como um elefante e tinha muitas árvores, que pareciam falar. O parque é famosíssimo e por isso é que a formiga e a cigarra estavam lá, a formiga a acumular alimentos e a cigarra a dançar e a cantar.

         Subitamente, a cigarra começou a aproximar-se e a aborrecer a formiga, cantando e dançando:

          – Lá lá, lá lá lá lá, lá lá lá lá lá, lá lá, lá lá lá lá …!  

          – Para de cantar! Deixa-me em paz! Deixa-me encontrar comida! – disse a formiga muito incomodada.

          – Não paro, não me obrigas a parar! – afirmou a cigarra.

          De repente, aproximou-se uma grande tempestade que acabou por inundar a casa  da formiga e por lhe estragar toda a comida

         Por fim, a tempestade parou, a formiga estava tão deprimida por não ter comida nenhuma.

- Não te preocupes, eu ajudo-te a recolher mais comida. – disse a cigarra.

        Passadas umas horas já tinham comida suficiente para o inverno todo, graças a trabalharem em conjunto, pois na necessidade, prova-se a amizade.   

 

Renato Ribeiro, 5.ºD

 

O meu sonho 06/11/2014

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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            Num sábado de manhã, estava um sol brilhante e maravilhoso, quando decidi verificar o meu quarto para ver se se encontrava tudo bem. Nele tenho uma televisão grande, uma cama cor de rosa, um guarda-fatos vermelho e brilhante, uma secretária com um computador pequeno e uma sapateira muito pequena para pôr os sapatos.

            Estava a descer as escadas para ir comer quando, de repente, ouvi a minha cama a falar para o armário como se fossem duas pessoas. Quando entrei, ainda vi a sapateira calçada com os meus sapatos a dançar com a minha secretária! Fiquei espantada, sem saber o que fazer nem dizer.

            Passados uns segundos, a minha mãe chamou-me e eu acordei, apercebendo-me de que tudo não passara de um grande sonho.

Lexi Santos, 5.ºD

 

A felicidade do João (biografia imaginária) 06/11/2014

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            Era uma vez um meninocom 5 anos  chamado João que queria brincar. Então foi à rua ver se encontrava alguns meninos com quem o pudesse fazer. Ao longe, o João avistou quatro meninos que jogavam à bola e lá foi ele pedir para jogar com eles. Os meninos, ao ouvirem aquele pedido, riram-se e para o João aprender a não se meter com os mais velhos penduraram-no com molas no fio da roupa.

            O tempo foi passando e, com as notas excelentes na escola, resolveu ir para a faculdade com 19 anos. Para não se sentir inferior às outras pessoas foi praxado e uma tarefa que ele tinha que fazer era tirar uma fotografia com um capacete cor-de-rosa e com a cara desfocada.

            Como o João estava farto de ser humilhado, decidiu começar do zero e mudou-se para Paris onde admirou a torre Eiffel e encontrou o seu verdadeiro amor. Dois anos depois casou-se, um ano depois  tiveram uma filha e viveram felizes para sempre em família.

Ana Rita Duarte, 8.ºC

Sou divertida 06/11/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015, palavrasdesever.
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A vila não sorri

mas eu vivo na avenida,

nestas coisas de sorrir

sou divertida!

 

Não me chamem para a vila,

Não me ponham triste,

a alegria está aí

e eu quero divertir-me.

 

Débora Gradim, 8.ºC

Os meus novos amigos 06/11/2014

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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                No fim de semana passado, estava eu a dormir, quando de repente comecei a ouvir vozes.

                –  Quem é que está a falar?- disse eu, assustadíssimo – Quem está aí?

                 – Somos nós! – responderam todos os objetos ao mesmo tempo.

                – Quem são vocês? Porque me assustaram?- perguntei eu.

                – Nós somos os teus companheiros de quarto – respondeu a cama – e vamo-nos apresentar: a almofada, o sofá, o armário, os livros, a mesinha de cabeceira e o quadro. Como vês, gostamos de ti, apesar de chegares só à noite.

                – Tudo isto é tão estranho! Como conseguem falar comigo? Os objecos não falam, não são como as pessoas. – disse eu.

               – Eu gosto muito de ti, Renato. – disse a cama.

             – Obrigado! – afirmei eu –Vamos brincar até ao anoitecer!

             – Ok – disse a cama.

             Foi assim que acabou a minha pequena aventura.

 

Renato Ribeiro, 5.ºD

 

O livro 06/11/2014

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O Filipe adora ler

A sua banda desenhada

Faz tudo para aprender

Para ter uma linguagem adequada.

 

Ler é fixe

Porque nos faz imaginar,

É fácil sonhar

E ainda mais brincar.

 

Luís Filipe Oliveira, N.º 16, 5.ºD

A nova história da cigarra e da formiga 06/11/2014

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No sábado passado, no Parque da Piolhosa, um parque belo onde todas as pessoas (grandes e pequenas) convivem umas com as outras, encontrava-se uma cigarra que adorava cantar, ao contrário da formiga que, por sua vez, amava trabalhar.

Nesse dia, a cigarra irritou a sua vizinha formiga:

- Para de cantar! -disse a formiga.

-Não!

-Sim!

-Não!

De repente, apareceu uma tempestade.

-Vamos para minha casa! Desculpa.- disse a cigarra.

-Eu desculpo-te .

E assim ficaram amigas para sempre.

 

Luciana Rodrigues, 5.ºD

 

Os corvos-marinhos 16/10/2014

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Os corvos-marinhos são aves migratórias originárias dos países do Norte da Europa e que durante o inverno se deslocam para regiões mais temperadas. Em Portugal podemos observar estas aves na região de Coimbra.

Estes animais têm um aspeto sinistro. Alguns povos acreditam que eles são portadores do mal. A sua aparência é considerada primitiva pois exibem pescoços longos, penas pretas, as suas patas apresentam membranas interdigitais que lhes permitem deslocar-se na água com grande facilidade e destreza.

Esta espécie de corvos alimenta-se de peixe em grande quantidade. Por vezes, a presença destes animais em determinadas regiões provoca a diminuição das reservas piscícolas, facto que põe em risco a alimentação humana, a sobrevivência de algumas espécies e de atividades económicas como a pesca e a aquacultura.

Os corvos-marinhos nidificam em zonas mais amenas a aí se mantêm até atingirem a maturidade, momento em que regressam aos países nórdicos de onde são originários. Contudo, assim que o inverno se anuncia, partem para Sul em busca de um clima mais favorável e de alimento em abundância.

Os corvos-marinhos são uma espécie que apresenta características fascinantes. Merecem, assim, ser protegidos e respeitados, mas a sua proliferação deve ser controlada a fim de não pôr em risco a existência de outras espécies ou de atividades humanas.

Texto produzido coletivamente pela turma D do 7.º Ano

A minha autobiografia 03/10/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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            Hoje vou fazer a minha autobiografia. É bom recordar a minha infância, porque a vivi muito intensamente, pois sabia que não ia ter mais nenhuma.

         Não posso falar de quando era bebé, não me lembro. Mas posso falar da minha infância, brincava muito com os meus amigos às brincadeiras do antigamente, naqueles campos enormes, no meio do milho a ouvir os passarinhos cantar naquelas árvores baixas e largas com o Sol a bater-me nos olhos porque passava por entre os ramos das árvores.

             De todos, houve um dia que me marcou mais que os outros, aquele em que fui para casa dos meus tios no Alentejo. Estava com o cão a brincar na parte de trás da casa, quando o meu primo me molhou com a mangueira. O mais interessante foi quando eu, para me secar, me pendurei na corda da roupa e lá adormeci até a corda não aguentar mais e eu cair no chão.

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        Passando à frente para não se tornar muito aborrecido, vou agora falar da minha “quase fase adulta”, era assim que eu lhe chamava quando era jovem. Passava os dias inteiros a escrever cartas à rapariga que eu tanto admirava e ela toda contente respondia-me, pensando que eu era um daqueles rapazes como os “charlôs”, assim todos cavalheiros. Era tão ingénua, a rapariga!

       Numa viagem de finalistas fomos escalar uma montanha qualquer cujo nome nem me apetece procurar agora. Só sei que quando lá chegámos, tirámos todos uma foto com os capacetes para ir escalar e não sei o que fizeram, mas a minha foto ficou diferente das outras. Eu estava com um capacete cor-de-rosa (a cor que eu mais detesto!) e a minha cara estava toda torta. Até parece, a minha carinha é tão perfeita!

Figura 2

                  Para não cansar mais os que estão a ler a minha autobiografia vou acabar, falando da minha fase adulta, a fase em que se constrói, na minha opinião, a parte mais bonita da vida. Quando encontrei o amor da minha vida, casei-me logo com essa linda e amável mulher – é óbvio, não a queria perder. Aquilo de que mais gostei foi a parte da lua-de-mel, nunca imaginei que fosse tão especial. Fomos a vários sítios mas, é claro, maravilhámo-nos com a cidade do amor, Paris. Visitámos a Torre Eiffel, comemos nos melhores restaurantes e… não vos vou contar dos passeios à beira-rio, que foram tantos!

           Agora estou velho, em casa com a mulher. Enfim sozinhos, na nossa pequena e antiga casa. Espero que tenham gostado da história da minha vida. ADEUS!

  Ana Beatriz da Silva Dias, n.º2, 8ºC

A biografia imaginária do Fábio 03/10/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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               Fábio tem 27 anos e é estudante na Suíça.

              Na sua infância, frequentou a escola do Calvário, em Sever do Vouga. Fábio era um rapaz com insuficiência renal, por isso os seus colegas gozavam com ele. Numa tarde de verão, foi brincar com os seus amigos, estes pegaram nele e penduraram-no com molas, no estendal da roupa- tal como na figura 1.

Foto 1

Figura 1

                Aos catorze anos, ou seja, na sua adolescência, aderiu ao “facebook”, mas por azar os seus colegas atacaram-no novamente, desta vez modificaram-lhe a foto de perfil- igual à da figura 2.

Figura 2

Figura 2

                Quando fez dezoito anos, foi para França trabalhar com o seu pai, na apanha da maçã. Enquanto esteve lá, aos fins de semana ia dar umas voltas. A última “viagem” que fez foi a Paris, para ver a Torre Eiffel- figura 3.

Figura 3

                E aos 24 imigrou para Genéve – Suíça, para poder estudar economia.

Texto escrito por Renato Rodrigues, do 8.ºC.

Eu e o açúcar 03/10/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Açúcar branco ou amarelo,

Açúcar puro da cana,

Por ser assim tão belo

Só ele sabe quem o ama.

 

De manhã ou ao deitar,

Açúcar que não te vejo,

Onde foste tu acampar?

Vem acabar com o meu desejo.

 

Açúcar doce amargurado

Que me matas devagarinho,

A minha alma chama por ti

Mas o meu corpo nem um pouquinho.

 

Ana Beatriz da Silva Dias, n.º2, 8ºC

 

Sou divertida 03/10/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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A vila não sorri

mas eu vivo na avenida,

nestas coisas de sorrir

sou divertida!

 

Não me chamem para a vila,

Não me ponham triste,

a alegria está aí

e eu quero divertir-me!

 

Débora Gradim, 8.ºC

A minha bicicleta 26/09/2014

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Numa linda manhã,

Estava a andar de bicicleta,

De repente dei um trambolhão

E bati com o nariz no chão!

Coitada da minha bicicleta,

Caiu no rio Nabão

E eu quase que ia para o caixão…

 

Poema escrito pelo Renato Ribeiro, do 5.ºD

 

Ah, Mariana! 26/09/2014

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Ah, Mariana,    

Sua gaiata magana,

És Maria e és Ana,

Simplesmente Mariana.

Ah Marianita,

Pessoazinha bonita

Em jeito de menininha

Que já sabes tudo

Das coisas do mundo

A tua bicicleta

Só tem dois pedais

Mas se montas nela

Não tem dois tem mais!

Pedalas em pé

Dá mais rapidez

A tua bicicleta

É o que tu vês

Ah Mariana, Mariana

Única e sem mana,

És Maria e és Ana,

Simplesmente Mariana.

Escrito pela Mariana Rebelo, com ajuda da sua querida mãe.

O gato que se apaixonou por uma coruja 01/07/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Clica na imagem para leres esta história.

Clica na imagem para leres esta história, inspirada nas estimulantes ilustrações que o Storybird disponibiliza.

Dinis Henriques e Laura Pereira, 6.ºG

O Gato Cientista 01/07/2014

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Clica na imagem para leres a história.

Clica na imagem para leres a história.

Carolina Silva e Jorge Correia, 6.ºG

Bolhinhas, Babau e o seu irmão 01/07/2014

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Bolhinhas

Para leres esta história, clica na imagem.

Esta é a história criada pelo Hugo, pelo Eduardo e pela Inês, do 6.ºG, inspirados em belas imagens do Storybird.

O Gato Ladrão 01/07/2014

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E o que terão o Salvador e a Mariana escrito, inspirados nas belíssimas ilustrações do Stprybird?

Para o saberes, clica na imagem.

gato_ladrao

 

O amor e a moda 01/07/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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amor_moda

Clica na imagem para poderes ler esta história e ver as suas belas ilustrações.

Ana Eduardo Rodrigues e Martinha Matos, 6.ºG

Os teus olhos e o teu cabelo 27/06/2014

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Os teus olhos e o teu cabelo

São como o bronze da tua pele

A tua roupa e o teu cheiro

É a sabonete de mel

 

No autocarro de manhã

Não vejo a hora de entrar

Para te fazer o convite

De na praia juntos passear

 

A brisa do mar a bater

E o teu vestido azul a voar

Confunde-se com o azul do céu

E o azul do mar

 

Este sol maravilhoso

Temos de aproveitar

Aceitas vir comigo amanhã

De novo à praia passear?

 

Alexandra da Graça Correia, nº1 ,  7ºD

Gatozel e os pretendentes 22/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Consulta a história aqui: http://storybird.com/books/gatozel-e-os-pretendentes/?token=2a88gcpgfh

Este texto fala sobre uma gata que estava a pensar em arranjar um namorado e pediu às suas amigas para a ajudarem a escolher o candidato certo.

Marta Andreia Macedo e Marta Martins Macedo, 6.ºG

Albertina e Tobias 22/06/2014

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albertina E tobias

Podes ler esta bela história, escrita pela Ana Silva e pela Beatriz Portela, do 6.ºG, com base nas ilustrações do programa Storybird, clicando na imagem.

Mala Babada 11/06/2014

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“Malle Babe”, de Franz Hals

No ano de 1500, vivia num esgoto uma bruxa com o nome de Malle Babbe à qual nós vamos chamar “Mala Babada”.

           “Mala Babada” tinha o rosto cheio de rugas, o seu nariz era empinado e os seus dentes mal labados. Do cabelo só lhe restava a franja, porque quando chorava em vez de saírem lágrimas caía- lhe o cabelo. Usavam uma touca de plástico para ninguém lhe ver a careca.

           Além disso, nesse mesmo esgoto habitava também uma coruja que não tinha nome. Era pequena e linda ao contrário da sua dona, também muito cantora mas o seu problema era ser burra, porque em vez de fazer o som das corujas, miava.

          Ao lado de “Mala Babada” havia um objecto de plástico, esse era um penico, onde a bruxa fazia as suas necessidades.

           Por isso concluímos que ela é muito feia.

 

 Marta Macedo, nº 13, 6º G

A Raquel 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Vou falar da Raquel.

A Raquel cheira a mel

É parecida com a Rapunzel.

Gosta muito de pastel,

Faz origami com papel.

Come sempre o farnel,

Gosta muito do seu anel,

Quem lho deu foi o Miguel.

Ela tem um perfume Channel.

E é assim que é a menina Raquel.

 

Rita Marques, 6.ºG

 

O Salvador 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Este é o Salvador,

Ele anda sempre com uma grande dor,

Ele é tenor,

Mas também é um grande jogador.

 

Tem um grande buzinador,

Foi caçador no tempo do calçador.

Ele tinha um computador

Chamado Leonor.

 

Ele era amador,

E um grande cantor.

Andava sempre da mesma cor,

Sempre com rigor,

Por isso é que ele é o Salvador.

 

Inês Duarte, 6.ºG

A Ana 11/06/2014

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A Ana

Foi ter com a Juliana

a comer uma banana.

Apareceu lá um Banana,

que lhe roubou a banana.

 

Ela foi de carripana,

para a cabana.

Foi comer uma cana,

com a Mariana.

 

A Juliana

era a melhor amiga da Ana

agora é a Mariana.

 

Carolina Silva, 6.ºG

 

Poema em “-or” – ou a magia do AMOR :) 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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A Leonor

foi ao senhor doutor

porque tinha uma dor.

 

Para que ela se sentisse melhor

dei-lhe uma flor.

A Leonor

já não tinha tanta dor.

 

Então, foi andar de trator,

com uma flor.

 

O seu amor,

Salvador,

deu-lhe uma flor.

 

A Leonor,

ficou sem nenhuma dor.

 

Beatriz Portela, nº4, 6ºG.

Receita para o bolo “Ser bom amigo” 11/06/2014

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Ingredientes (para ser amigo de 20 a 25 pessoas)

      42 canecas de música

      20 chávenas de açúcar

      2l de magia

      4 ovos meigos

      15 chávenas de queridíce

      3 canecas de carinho

      1 caneca de conselhos

      40 sapatos de bondade q.b. ( tamanho 40)

      chávena de margarida amorosa

 

Preparação:

Ligue o forno a 500ºC.

Junte o açúcar com os ovos e bata muito bem, para a magia ficar bem doce.

Quando estiver uma pasta suave e branquinha adicione margarina e continue a bater, se a massa ficar suave, branquinha e brilhante está bem feito.

Coloque a pasta numa taça misturando as chávenas de queridíce, as canecas de carinho, música e conselhos. Bata a massa até ficar fofa.

Já quase no final desta receita adicione 40 sapatos de bondade q.b. para ficar ótimo.

Coloque na forma e ponha no forno entre 40 a 50 minutos.

Se no final deste tempo tiver um bolo grande, fofo e brilhante está pronto.

Por fim, decore como lhe apetecer e quem comer este bolo passa a ser um amigo de sonho.

 

Martinha Matos, 6.ºG

Poema em “-or” 11/06/2014

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Vamos para o calor

É o poema do Salvador.

 

Leonor é o seu amor,

Tem um odor a flor,

Salvador e Leonor

vão andar de trator

Leonor ganha uma dor.

 

Salvador é cantor e jogador

Leonor irrita Salvador com o aspirador.

 

Mariana Soares, 6.ºG

Receita de um planeta de chocolate 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Ingredientes:

            – 9361 g de fermento para bolos;

            – 3 L de água;

            -10 ovos;

            – 1,5 Kg de açúcar;

            – 1 L de óleo;

            – 631 g de farinha;

            -250 g de manteiga margarina.

 Preparação:

            Ligue o forno a 150º.

            Bata as claras dos ovos. Junte as gemas. Misture, juntamente, com o óleo e a farinha. Bata na batedeira o chocolate em pó e o açúcar com os ingredientes ditos, anteriormente.

            No liquidificador junte tudo com a água e com a manteiga.

            Ponha na forma com o fermento e leve o bolo para o forno. Daqui a 30 minutos, tem o seu planeta bonito e doce! Mas, digo-lhe que se vai assustar porque não vai conseguir tirá-lo inteiro do forno, pois ele vai encher a sua casa toda!

   Beatriz Portela, nº4, 6ºG.

Diário do Zé das Moscas 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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                                                                           Alentejo, 24 de julho de 1998

       Querido diário,

Hoje ando muito irritado!!! Tenho um monte de zumbidos que me andam a preocupar e que vão e voltam vezes sem conta!

Tudo isto começou quando eu estava a descansar à sombra da minha bananeira e de repente ouvi uns zumbidos. Perguntei-me a mim mesmo o que seria aquilo, mas não encontrei nenhuma resposta. Fui para casa e coloquei o meu boné na cabeça. Não é que passados cinco minutos o zumbido voltou?! Fui-me deitar para dormir, a ver se aqueles zumbidos eram da minha imaginação. Dormi durante uma hora e quando acordei lá estavam de novo os zumbidos a irritar-me!

Será que devo ir ao médico??? Ando tão aflito com esta situação!

Está decidido! Amanhã vou ao médico!!!

Até amanhã!

                                                                                Zé das Moscas.

Carta do Avô Roquete aos seus netos, em Alcochete 11/06/2014

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Cidade de Alcochete, século XXVII
Meus caros netos,
            A cidade onde vocês moram foi onde eu nasci e vivi. No meu tempo, a cidade era feia, arrogante, mal cheirosa e escura, sabem o porquê? Pois, lá só havia fábricas aos milhares assim como prédios e a natureza era de plástico.
           Por isso, agora vou contar-vos mais ou menos a minha história. Eu vendia sabonetes, porque como já sabem, a cidade cheirava mal. Com o passar do tempo fiquei rico e comprei um foguetão, um
prédio e construí várias fábricas.
          Por causa de ter mandado construir e de ter comprado tudo aquilo, as pessoas começaram a usar máscaras e os animais também. Eu, do meu cadeirão, já não via a televisão.Então, fui com o foguetão para outro país melhor. Mas passados três anos esse país estava já igual ou outro.
         Portanto, não cometam o mesmo erro que eu!
 
Com amor,
Avô Roquete
(Carta escrita por Ana Carolina Silva, 6.ºG)
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