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Um dia cultural 10/04/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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0_rivoli_25_mar

                 No dia 25 de março, pelas 8 e 25  da manhã, os alunos do 6º ano de escolaridade, da Escola Básica e Secundária de Sever do Vouga efetuaram uma visita de estudo à cidade do Porto.

                Após aproximadamente uma hora e meia de viagem de autocarro, chegaram ao destino previsto. Tomaram um pequeno lanche, tiraram algumas fotos para recordação do momento e entraram no teatro Rivoli, para assistirem à peça de teatro “Ulisses”. Em seguida foram para o parque de Serralves almoçar. Nesse agradável parque visitaram um museu de arte contemporânea, onde observaram e alargaram os seus conhecimentos sobre Mira Schendel e os “12 contemporâneos” (uma exposição temporária de vários jovens artistas).

                Esta visita agradou a todos os alunos e professores que nela participaram. Por volta das 17 e 30 chegaram novamente a Sever do Vouga, cansados mas com vontade de repetir este tipo de experiências.

 

Ana Eduardo Rodrigues, nº2, 6ºG

 

 

 

 

Retrato do Cavaleiro da Dinamarca 06/04/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºB.
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CavaleiroO Cavaleiro da Dinamarca é alguém honesto e corajoso, que cumpre as suas promessas e que, em termos físicos, não deixa nada a desejar.

É um homem alto e robusto, de cabelo preto e olhos verdes reluzentes. Tem feições finas e não possui barba. É musculado e tem pés estranhamente grandes. É muito bem-parecido. Geralmente, usa trajes confortáveis e adaptados ao trabalho que tem pela frente.

Psicologicamente, é o que muitos descrevem como uma boa pessoa. É honesto, de confiança, corajoso, religioso e um fiel seguidor de tradições. Vive num local bastante remoto, mas é amigo de todos aqueles com quem convive. É um homem de família, preocupado com a segurança dos seus entes queridos.

O Cavaleiro não tem uma profissão definida, simplesmente faz o que pode para ajudar a sua pequena comunidade. O seu estatuto financeiro não é muito elevado, mas é um homem trabalhador e ganha o suficiente para sustentar a sua família.

Em suma, o Cavaleiro é alguém bem-parecido mas generoso e humilde.

 

Francisca Amaral, nº12, 7ºB

Oficina de definição criativa de palavras – Conto Ladino, de Miguel Torga 06/04/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºB.
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ilhaPerdido na Ilha

Querida mãe,

Sei que deves estar preocupada comigo pois não mando correspondência há três anos e catorze dias.

Lembras-te do meu sonho de ir à China de canoa? Pois bem, decidi concretizá-lo mas, infelizmente, despistei-me nos primeiros cem metros de viagem e fui parar a uma ilha deserta, mais precisamente uma durásia.

Lá construí uma casa perto de um pejo. Todos os dias, no começo do serôdio, ia para o lago relaxar após um dia trabalhoso nas terras. Muitas vezes, fiquei com dores de costas à custa do esforço que fazia com o painço.

Desculpa mais uma vez por não te ter contactado, pois não havia rede no meu tefe-tefe nesta ilha deserta.

No final fui salvo por uns americanos que me localizaram por satélite.

Adeus, tenho que ir pois a minha aula de ballet vai começar.

Beijinhos do teu filho

Ernesto

Legenda:

  • Painço-foice;
  • Durásia- terra de hipopótamos;
  • Pejo- local perto de um lago;
  • Tefe-tefe-telefone;
  • Serôdio-fim da tarde;

Trabalho realizado por Catarina Pereira e Eva Coutinho do 7º B

Autobiografia do futuro 06/04/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºA.
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O meu nome é Gonçalo mas às vezes tratam-me por David. Nasci de cesariana, em Aveiro, a 25 de Outubro de 2001. Agora autobiografiatenho 30 anos e sou alegre e simpático.

Tive uma boa escolaridade, estudei até ao 12º ano. No 6º ano recebi uma medalha de mérito. Com 15 anos tive três namoradas mas fiquei só com uma.

Em 2017 entrei para uma escola de futebol do Barcelona. Quando cheguei, adorei o que vi e fui para lá viver com os meus pais e com a minha namorada.

Tornei-me um guarda-redes de futebol profissional e em 2020 fui consagrado com o título de melhor guarda-redes do mundo.

Mais tarde, já em 2028, casei-me. Passado um ano fui pai de dois filhos gémeos.

Agora, continuo a ter uma vida feliz e os meus filhos daqui a três anos vão para a escola primária. Ainda jogo futebol, mas não tão bem como jogava há dez anos.

 

Gonçalo Costa, Nº5, 7ºA

Vantagens e desvantagens de ter um irmão 02/04/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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           Olá! Hoje venho dizer-te como é ter um irmão, mas se tens um, lê o texto na mesma porque deu algum trabalho a fazer!

            Se não tens um irmão, então estás a ler o artigo certo, pois eu vou-te contar como é ter uma pessoa “chata” em casa. As vantagens são que ele pode ajudar-te a fazer os trabalhos de casa e podes jogar um jogo no computador ou numa consola acompanhado, mas, como já te disse, também há desvantagens, por exemplo: quando a tua roupa não está seca a única solução é usar a roupa do teu irmão mais velho e ainda há aqueles irmãos que são teimosos (como todos os irmãos do mundo) que adoram todos os jogos e que querem sempre um novo, por isso é que passam a vida a pedinchar. Já te contei algumas consequências de ter um irmão, de tal modo que, antes de pedires um no Natal, pensa bem.

            Se tens um irmão, no que diz respeito a vantagens e desvantagens, tu já sabes o que tenho a dizer, portanto, não vale a pena afirmar mais nada a não ser “BOA SORTE!”.

            Como vocês já sabem como é ter um irmão podemos concluir que é algo que tem um lado bom mas também tem um lado mau. E como a maioria vence (o lado mau), nós só temos que rezar para não ter mais pestes a viver connosco.

Rita Portela, 6.ºG

A Tesoura escreve ao Tesouro 19/03/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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14 de fevereiro de 2005, em Sever do Vouga

 Minha querida Tesoura:

    Como hoje é o dia dos namorados, eu resolvi escrever-te uma declaração de amor.

    Recordas-te daquele dia bonito em que nós nos conhecemos? Nesse dia, fiquei logo apaixonado por ti e esse amor ainda continua.  Hoje é o nosso dia e por isso queria que tu viesses ao restaurante ” Papa tudo”, porque vou fazer-te uma surpresa. Aparece lá por volta das 20:00 horas, vem mais bonita e renho a certeza de que tu vais gostar da minha surpresa.

     E tu, vais dar-me alguma prenda? Eu estou a brincar, amor. O teu amor é a melhor prenda que me podias dar.

    Ah!!! Já me esquecia de te dizer que me fazes feliz e  que és linda como o sol a brilhar, meu amor. Espero que o nosso amor continue sempre,  por isso faço-te esta pergunta: queres casar comigo?                                                

                             

                                      Com amor e beijinhos,

         Tesouro 

Ana Carolina Silva, 6.ºG

Retrato do Renato Sila 19/03/2014

Posted by prof_helena in 7ºD, Ano letivo 2013/2014.
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O rapaz da canção “Baile da paróquia” chama-se Renato Sila, tem vinte anos e vive no Porto.

O Renato é magro, mas não é muito popular. Mede 1 metro e 73. O seu rosto é oval e tem o cabelo castanho com poupa, os seus olhos são de um azul-pálido e suas pestanas são grandes, o seu nariz é curto e a boca é grande. Ele veste-se bem quando quer ir a festas, mas no dia a dia usa roupas velhas e gastas.

Contudo, o Renato é trabalhador quando se trata de música, mas é muito machista e convencido, é também brincalhão e leva tudo a sério. Gosta de dançar shake e sobretudo slow com as raparigas.

O Renato é baterista numa banda que poucas pessoas conhecem. Ele não é popular por causa de se “armar” em machista e de, por vezes, ser medroso e ter sangue-frio.

Na minha opinião, o Renato mostra-se valente, mas no fundo tem muito medo, contudo é convencido por achar que é muito famoso como baterista.

 

Clarieny Pereira, 7.ºD

A autobiografia de Mestre Finezas 26/02/2014

Posted by prof_helena in 7ºD, Ano letivo 2013/2014.
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Sou eu, Mestre Finezas, e vou fazer a minha autobiografia.

Não quero falar da minha infância e juventude, foram ambas muito duras para mim. Em adulto, fui um grande artista. Representava no teatro, tinha uma barbearia onde todos vinham para cortar o cabelo ou a barba e tocava violino. Todos me adoravam, quem me dera que os tempos não tivessem mudado! Foram os momentos mais marcantes da minha vida.

Entretanto, fui envelhecendo. Passaram-se 45 anos e os tempos foram mudando. Agora há mais barbearias nesta vila, cheias de luzinhas e ninguém vem à minha. Todos se esqueceram de mim, exceto uma pessoa, o Carlinhos. Vem cá desde pequeno.

Eu, agora, só toco piano e corto o cabelo e a barba a poucas pessoas. A minha vida já não é o que era, estou muito velho e ninguém me reconhece. Aos 99 anos, sinto que a morte se está a aproximar de mim e sei que vou morrer infeliz…não tenho amigos e estou isolado de todos. O meu desejo agora é morrer o mais depressa possível, não quero sofrer.

 

Ana Beatriz da Silva Dias, Nº2, 7ºD

26/02/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Alcochete, 28 de Julho de 2650

Queridos netinhos:

 Quando estiverem a ler isto já devo estar morto. Apesar dos medicamentos que inventei para não morrer, não me consigo aguentar muito mais.

O vosso avô quer-vos deixar uma mensagem antes de morrer. Por favor, fiquem para a história de Alcochete e acabem com a fumarada e os maus cheiros. Plantem árvores, acabem com as inúmeras indústrias. Façam isso por mim, está bem?

Eu tentei acabar com isto tudo, vendendo sabonetes com muitos aromas, mas não consegui, no entanto convosco não se passará o mesmo. Não quero que caiam no mesmo erro, por isso nunca desistam! O avô vai ficar muito orgulhoso de vocês, tenho toda a certeza da minha vida, que já não é muita!

Deitem abaixo esses prédios, indústrias e essas modernices todas. Eu vou estar lá em cima a apoiar-vos sempre, em todas as horas, todos os minutos e todos os segundos de todos os dias.

Cuidem bem do vosso pai e da vossa mãe. Eu sei que conseguem, porque são da minha família!

Adeus para sempre e não se esqueçam!

Beijinhos,

 

Avô Roquete!!!

 

Trabalho realizado pela Ana Eduardo Rodrigues, 6ºG, Nº2,

inspirada no conto “Séc. XXVII, Cidade de Alacochete”, de Luísa Ducla Soares

 

 

 

Um coro de sucesso 26/02/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Em meados de 2005, iniciou-se o Coro Infantil da Universidade de Lisboa. Foi fundado pela maestrina Erica Mandillo, pois adorava música e queria passar esse amor às crianças.

As aulas decorriam aos domingos da 11 as 13 horas, em Cascais. O coro tinha oito membros com idades compreendidas entre os 8 e os 16. Erica propunha às crianças que, para além de cantarem também dançassem, marcassem ritmos e se mexessem pela sala toda. As crianças demonstravam muito interesse.

Os alunos do coro adoram as aulas, apesar de a maestrina ser muito exigente mas igualmente simpática.

 Martinha Matos, 6.ºG

(Texto produzido em oficina de escrita.)

Eu, com trinta anos 26/02/2014

Posted by prof_helena in 7ºC, Ano letivo 2013/2014.
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Uau! Nem parece que sou o simpático, alto e perspicaz Hugo Hadden, já com trinta anos!

Nestes trinta anos aconteceram coisas magníficas como o nascimento do meu filho, no dia 21 de abril, e o facto de os meus colegas de escola serem “youtubers” famosos com mais de dois milhões de inscritos nos canais deles.

Depois do 12º ano, fui para a Universidade de Coimbra onde tirei o curso de Engenharia Aeronáutica. Mas segui os passos do meu pai e agora sou engenheiro mecânico, estando a trabalhar num barco chamado “Titanic não irá falhar”, pois a minha função é ver se os trabalhadores utilizam os parafusos certos!

 

Em suma, estou a viver maravilhosamente com o meu emprego, a minha casa e, sobretudo, a minha família fantástica.

Hugo Amador Hadden, nº12, 7ºC

Carta de amor de um cigarro a uma cigarra 26/02/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Lisboa, 13 de Janeiro de 1935

 

 Minha querida Cigarrinha,

Eu amo-te loucamente. Aceitas namorar comigo?

É que não consigo viver sem fazer amor contigo, tu fumas o meu fumo e eu fumo o teu, vamos dançar para a anite vamos divertirmo-nos muito e fazer muito amor. E depois disto, vamos de lua-de-mel para o Havai.

Tu és bonita, bondosa e elegante.Vamos ter muitos filhos… dois meninos e duas meninas, vamos fazer casa, amarmo-nos loucamente, a tua beleza e a tua elegância não conseguem igualar a tua bondade. Vamos ensinar os nossos filhos a não esconderem nada sobre o amor, a não mentirem sobre nada e também a saberem namorar com toda a gente. Eles, os nossos filhos vão ter de ser bons alunos.

 ASS: Cigarro

Salvador Borges, 6.ºG

inspirado no poema “Coisas de Amor”, de Manuel António Pina

 

O retrato – música “Baile da Paróquia” 26/02/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºA.
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O retrato de Franciscobaile

 

Chama-se Francisco Astrudes, tem 39 anos e vive em Paredes de Coura.

Ele é bonito, alto e magro. Tem um rosto róseo, cabelo curto e castanho, olhos azuis como o mar, nariz curto, boca pequena e veste-se bem.

Para ir para a festa, veste o seu blusão negro, as suas calças americanas justas e as suas botas alentejanas.

É muito bom dançarino, parece o Mickael Jackson e sabe cozinhar bem. É muito agressivo e não gosta de limpar a casa, mas é corajoso e curioso. Gosta de conduzir a sua lambreta, de ouvir rock and rol e de dançar. Trabalha como baterista e arrumador de bicicletas.

Embora seja um pouco agressivo, tem muitos amigos.

No fundo, no fundo ele é generoso e simpático.

 

Débora Gradim, n.º2, 7ºA

Oficina de definição criativa de palavras 26/02/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºA.
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Bolo de serôdio

Ingredientes:bolo2

- 100g de costelo

-4 serôdios

-200g de torresmos

-1/2 chávena de sebo

-2 colheres de sopa de pejo

Preparação:

1. Corta-se a casca aos serôdios, colocamo-los numa panela junto com o sebo e levamos a cozer durante 15 minutos.

2. Trituram-se os torresmos, juntamos o pejo e depositamos numa bacia.

3. Grelha-se o costelo com manteiga porqueiro, durante 3 minutos.

4. Retira-se a panela da cozedura, juntamos o preparado ao costelo grelhado e pomos numa forma de bolos.

5. Depois de já estar tudo na forma, distribuímos por cima os torresmos e o pejo.

6. Leva-se ao forno durante 1 hora. Depois desenformamos, cortamos o bolo e servimos.

Débora Gradim, n.º2, 7ºA

Costelo – rabo de porco

Serôdio – limão podre

Torresmo – caracóis suculentos

Sebo – gordura dos pássaros

Pejo – dejetos de avestruz

Autobiografia do futuro 26/02/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºA.
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Hoje acordei com vontade de pensar na minha vida e em como seria o meu futuro. Chamo-me Lucas Outeiro Inácio, tenho 30 anos, nasci no dia 22 de janeiro de 2001, no mecânicohospital de Aveiro. Sou uma pessoa alegre e feliz.

Lembro-me muito bem, há muitos anos, quando andava na escola, que frequentei até ao ensino secundário (12ºano), que quando cheguei ao 9ºano tirei um curso de automecânico, em 2016, na Escola Profissional de Carvalhais.

Eu vivo com os meus pais, mas infelizmente os meus avós morreram há alguns anos e os meus irmãos não encontraram trabalho em Portugal e, por isso, estão no estrangeiro. Sempre quis ser um mecânico de automóveis e, neste momento, sou um bom mecânico e comecei a trabalhar em 2020 numa oficina da minha terra.

A minha vida corre bem e espero que, daqui para a frente, continue tal como está, mas também a evoluir para ser um bom homem e feliz.

                                                                                                   Lucas Inácio nº11 7ºA

Baile da Paróquia – texto de opinião 26/02/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºB.
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“Baile da paróquia” é uma música dos anos 90 composta por Rui Veloso e Carlos Tê. O ritmo é mexido e a letra divertida.O Retrato do Rapaz (música Baile da Paróquia de Rui Veloso)

O rapaz de quem fala a música foi atrevido e achava que era o maior, já que pensava que os outros o admirariam por ser baterista, vestir-se na moda e ser decidido e machista com as raparigas, mas levou uma tareia e ficou “feito num oito”.

Na minha opinião, o texto é criativo e conseguimos imaginar a situação. Apesar de ser uma música já antiga, recomendo-a.

 

André Vaz, nº1, 7ºB

Oficina de definição criativa de palavras 26/02/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºB.
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Zoo de Lisboa – anúncio publicitáriozoo

Venha conhecer o Zoo de Lisboa, que é um autêntico costelo1 que se situa na melhor parte da Durásia2.

Neste Zoo poderá ver uma rara e bonita espécie de Ladino3 entre outros animais.

Nos dias 20, 21 e 22 de março vamos ter um espetáculo de tefe-tefe4, uma nova espécie de felino que agora pode ver neste Zoo.

Durante a manhã do dia 21 poderá ver a Seródia5, uma espécie rara de cobra que só se encontra em África.

No dia 22 vai poder desfrutar de um piquenique com a sua família no nosso fantástico jardim de Lérias6.

Traga a sua família, divirta-se e acima de tudo desfrute do que temos para lhe oferecer!

Cláudia Ribeiro, nº6 e Cristiana Pinho, nº8, 7ºB

Legenda:

1- Local histórico

2- Cidade

3- Espécie de pardal

4- Espécie de felino

5- Espécie de cobra

6- Flores

 

Autobiografia do futuro 26/02/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºB.
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Hoje apeteceu-me fazer uma autobiografia sobre a minha vida até ao momento presente. Começo por dizer que me chamo Carolina Pinho Pires, nasci no dia 13 de Dezembroautobiografia de 2001, em Aveiro, e que neste momento tenho 30 anos. Sempre fui simpática com as pessoas, amiga e muito divertida.

Durante a minha adolescência revelei as minhas capacidades enquanto estudante para conseguir o que queria: ser farmacêutica, objetivo que neste momento já alcancei. Em 2020, fui para a Universidade de Lisboa tirar o meu curso e, passados uns anos, construi uma família. Casei-me em 2028 e, neste momento, tenho dois filhos, a Iara e o Martim.

Para terminar só queria dizer que estou muito satisfeita com a minha vida, que me está a correr muito bem, e espero que continue assim durante muitos anos.

 

Carolina Pires, nº4, 7ºB

Autobiografia de Mestre Finezas 26/02/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºB.
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Nasci no dia 20 de fevereiro de 1932, numa pobre e velha casa na Rua das Flores. Minha mãe, Teresa Proença, e meu pai, António Finezas, eram pobres por isso nunca Imagem15tive um berço de ouro.

Por volta de 1942, tinha eu 10 anos, o meu pai morreu na guerra. Foi um momento difícil, especialmente para a minha mãe, que não trabalhava e estava doente. Passados três anos, ela morreu com cancro.

Por essa altura, tinha eu 13 anos e não tinha mais família. Fiquei sozinho, por vezes as senhoras da aldeia iam lá a casa, mas não se preocupavam de verdade, era só para parecer bem.

No ano seguinte, perdi tudo. Houve um incêndio e a minha casa ardeu. Consegui salvar alguns bens, incluindo o mais importante, o violino do meu pai, que era muito importante para mim.

Tinha eu 14 anos quando comecei a tocar na rua. Ganhava algumas moedas que davam para comprar meio pão para me alimentar.

No ano de 1950, numa tarde de maio, eu estava a tocar e tudo mudou. Um prestigiado músico reconheceu o meu talento para tocar e levou-me para um lar de acolhimento onde tive as melhores condições de vida. Tudo era um luxo e o melhor era que tinha aulas de violino.

Depois de violino, fiz sucesso no teatro. Era o mais conhecido lá da zona e toda a gente me adorava.

Com dinheiro que fiz, abri uma barbearia, um sonho partilhado com o meu pai.

Passados 30 anos, já no século XXI, ninguém me reconhece, sou apenas um velho lá da aldeia que tem a mulher doente como tantos outros. Só o Carlinhos, um jovem sem sucesso na vida, me percebe. Já não tenho clientes, pois a barbearia é antiga demais e as pessoas gostam de modernices.

Hoje, sozinho e abandonado, só tenho duas companhias, o Carlinhos e o meu violino. É neles que me seguro nesta difícil vida. Sei que mais cedo ou mais tarde tudo vai acabar, mas até lá espero conviver com as pessoas de quem gosto e oferecer-lhes o que tenho de melhor, o som do meu violino.

 

Cristiana Pinho, nº8, 7ªB

Carta de Cesário Verde a Fernando Pessoa 05/02/2014

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Cesário Verde fernando-pessoa[1]

Aveiro, 13 de janeiro de 2014

Meu caro amigo Fernando Pessoa,

Não tendo outra forma de entrar em contacto consigo, decidi redigir esta carta com o propósito de exprimir certos factos sobre si.

Começo por lhe dizer que sou um grande admirador seu e das suas obras. Apesar de se demonstrar um pouco tímido e de ter uma vida social limitada, admiro a sua escrita, a sua imaginação e a forma como tem encarado a vida. Talvez seja assim muito por influência da educação tradicional inglesa que teve e também do seu interesse pela filosofia, religião, sociologia e literatura, o que o tornou ao longo da sua vida uma pessoa bastante dotada, principalmente no que toca à escrita. Escreve realmente muitíssimo bem.

Realmente, não teve uma vida muito facilitada, entre viver em casa de familiares ou em quartos alugados, a sua paixão pela literatura foi sempre mais forte que as dificuldades da vida. Dou-lhe os meus parabéns por isso.

Aproveito também para lhe dizer que admiro a forma como tem vindo a encarar o seu sucesso, apesar de tudo tenho verificado que tem-se mantido afastado das luzes da ribalta, mas o mais importante é que continua com as suas funções e que toda a gente o respeita, tanto como intelectual como o magnífico poeta que é.

Permita-me também expor a minha opinião acerca das suas obras. Apesar de serem todas bastante interessantes, destaco a Mensagem. É um livro realmente fantástico, gostei imenso de o ler e recomendo-o a toda a gente. E o Prémio Antero de Quental que lhe foi atribuído foi efetivamente merecido. Pessoalmente apreciei bastante a forma como abordou o glorioso passado do nosso país e também a maneira como retratou os tão importantes Descobrimentos, que abriram novos mundos ao Mundo. Aliás, concordo plenamente consigo quando refere que o país tem de se regenerar, ou seja, deve realmente tornar-se grandioso como foi no passado, sendo por isso importante valorizar a nossa cultura e nação.

Quanto a mim, como sabe, apesar de ter tido uma origem humilde e de dedicar algum do meu tempo a trabalhar no comércio, tenho vindo a escrever bastantes poesias. Contudo, a tristeza pela morte do meu pai e da minha irmã continua demasiado presente na minha vida, tem sido verdadeiramente duro para mim superar estas perdas. No entanto, penso que todo o mal me serviu de inspiração pois escrevi um belo poema, o “Nós”. Apesar disso, continuo igualmente a retratar temas como o campo e a cidade, utilizando sempre uma forma de expressão bastante natural que me caracteriza muito bem.

Definitivamente tanto as suas obras como as minhas são muito boas, pelo menos é assim que eu as encaro. No entanto, admito que talvez as suas tenham mais importância do que as minhas, principalmente porque são obras com muito impacto na sociedade e no país. Por isso, quero demonstrar-lhe a minha sincera admiração e respeito por si e pelo seu trabalho.

Sem mais assunto por agora, deixo-lhe os meus cumprimentos.

O seu estimado amigo,

Cesário Verde.

Texto elaborado por João Sousa, 12.º C

Oficina de definição criativa de palavras – página de um diário 05/02/2014

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Hoje acordei às 7:00h da manhã para ir à aula de culinária.diário

Quando lá cheguei, o meu professor ensinou-me a fazer a sobremesa mais requintada do mundo, a “folestria”.

Logo de seguida, fui à aula de história. Estávamos a dar a matéria sobre os dinossauros e o professor apresentou-nos uma nova espécie destes animais, o “ladino”.

Ao domingo, às 9:00h, vou sempre à missa agradecer ao “santanário” César a sorte de estar vivo.

De seguida, vou trabalhar na minha loja o “Encoirado”, que vende couro.

À noite vou a um bar, pois ao domingo um “repelão” canta lá as melhores músicas rap que já ouvi. De seguida vou dormir.

 

Legenda

“Folestria”- Aletria com folhas exóticas;

“Ladino”- Dinossauro que tem lã;

“Santanário ”-Santo com 100 anos;

“Encoirado”- Loja que vende couro;

“Repelão”- Matulão que canta rap.

Renato Rodrigues, nº15, e César Ferreira, nº1, 7ºA

Autobiografia do meu futuro 05/02/2014

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Hoje acordei e reparei que o tempo passou rapidamente, pois foram bons tempos…escribir-autobiografia

Chamo-me Renato Rodrigues, tenho 30 anos e nasci a 12 de fevereiro no hospital de Aveiro. Sou alegre, feliz, solidário, impaciente, simpático e trabalhador.

Em 2007 entrei para a escola do Calvário em Sever do Vouga até ao 4º ano; depois, até ao 12º ano, frequentei a escola básica e secundária de Sever do Vouga.

Em 2009, a minha tia faleceu com várias doenças e nessa altura vivi com os meus avós na casa do Areal em Rocas do Vouga. Em 2027 casei e tive 2 filhos, o Guilherme e a Carolina.

A minha vida é agitada, porque ser actor, cantor e compositor é só dar autógrafos e fama.

Fazendo um balanço da minha vida, o que mais me marcou foi o meu casamento, pois realmente assumi um compromisso real, e as minhas profissões, por representarem tudo o que queria ser quando era miúdo.

Renato Rodrigues, nº 15, 7ºA

Oficina de definição criativa de palavras 05/02/2014

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De: Professor Ambrósio                                        29-01-2014aula

Para: Mãe do Tozé

 

Venho por este meio informar que o Tozé chegou a meio da aula de Português.

Com ele trazia um pedaço de torresmo1 que começou a atirar para os colegas e para o professor.

Na sua mochila também trazia um pisco ferido2.

A meio da aula, pegou num tefe-tefe3 e não parava de telefonar para muitas pessoas, por isso decidi mandá-lo para a Biblioteca da Escola.

Na aula seguinte, que era Educação Física, o professor Justino fez-me uma queixa dizendo que ele tinha ido para a aula de pejo4.

Por fim, para pedir desculpa, deu uma folestria5 a todos os professores.

Com os melhores cumprimentos

Prof.Ambrósio

Legenda:

1-    Coirato esturrado

2-    Pássaro ferido

3-    Telefone antigo

4-    Robe

5-    Flor da cor da aletria

Pedro Costa, nº 14 e Ruben Moreira, nº 18, 7ºA

Autobiografia do futuro – “A minha vida aos 30 anos” 05/02/2014

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autobiografia

Hoje, quando acordei, senti-me muito entusiasmado para fazer um balanço da minha vida até ao momento. Chamo-me Rui Martins, tenho 30 anos, nasci a 17 de Outubro de 2001 no hospital de Aveiro. Sou uma pessoa muito preguiçosa, alegre e distraída.

Relativamente à minha vida académica, quando entrei para o primeiro ano tinha 6 anos e andava na escola do Couto de Esteves. Vim para a escola de Sever do Vouga até aos 18 anos. Com o 12º ano feito, fui para a Universidade de Arquitetura em Lisboa.

Na minha vida pessoal, mudou tudo quando soube que ia ser pai. O meu primeiro filho chama-se Danny, nasceu em 31 de Março de 2029. Nesse dia, a minha vida mudou imenso, tinha de dar atenção ao meu filho e mudar-lhe as fraldas. Passados dois anos, veio uma menina que se chama Carolina. Sou casado, infelizmente neste preciso momento a minha mulher não está cá, mas a trabalhar fora; ela é linda e alegre. Tenho um bom carro e uma boa casa, com piscina e um campo de futebol e sou dono de uma empresa de construção civil na Alemanha.

Neste momento estou feliz com a vida que levo.

 

Rui Martins, nº20, 7ºB

Memória 31/01/2014

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Era eu pequena, com 2 ou 3 anos, se não me falha a memória, quando recebi o meu boneco favorito. Dei-lhe o nome de Kaká e como infelizmente sou filha única ele era como a minha companhia. Levava-o para todo o lado que fosse, rompia-lhe a roupa de tanta vez que o arrastava pelo chão, arrancava-lhe os seus cabelos cor de laranja e pintava-lhe as sardas com marcadores. Tenho de admitir que ele sofreu muito nas minhas mãos.

Certo dia, no inverno, se não me engano, num dia em que pouco chovia, fui com a minha avó às terras, e, como ela dizia, “fomos apanhar comida para as quichinhas”.

Nesse dia, como sempre, levei o meu companheiro comigo mas deixei-o cair na estrada, e não sei como, naquele momento não reparei.

Quando cheguei a casa, a minha mãe chegou também e entregou-me o Kaká, que encontrara quando regressava do trabalho. Devo ter ficado muito feliz, pois da minha reação não me recordo.

Vivi muitos momentos com ele, que a minha memória não me permite relembrar, até que o meu amigo teve um final trágico, quando o afoguei no tanque da minha avó e se acabou por estragar.

 

 

                                                                    Vânia Pereira, nº15, 8ºG

Memória 31/01/2014

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Foi há dez anos atrás, num verão bastante quente, em casa da nossa avó. Existia um tanque no quintal e todos os anos, no verão, os três primos iam para lá. O meu primo Francisco, com seis anos de idade, passava as tardes a brincar na rua com o vizinho Rúben, de Lisboa, e eu e a minha irmã, com quatro anos de idade, a brincar às princesas com a vizinha Bruna.      

Os dias eram longos e os jogos na rua e os matraquilhos na garagem entretinham os cinco meninos. O entusiasmo de sujar a roupa uns aos outros com óleo era enorme, mas ao chegar a casa ouvia: “Vitória, o óleo não sai da roupa, esta peça já vai para o lixo.” A partir daqui os dias em casa da avó eram passados no tanque ou a correr pelo meio das terras de milho…

A nossa avó trabalhava nas terras e um dia deixou um senhor a tomar conta dos cinco meninos. Como estava calor, ela pediu uma taça de barro, cheia de água gelada. Ia a Salomé pelo quintal abaixo quando o Francisco aparece e diz: “Nem penses que me vais mandar com essa água fria.” E a minha irmã respondeu: “ Não Kiko, a água é para a avó.” O Francisco retorquiu: “ Não é nada.”. E, de repente, ele atira uma bola de futebol para a Salomé, ela não segura a taça e pronto… A taça partiu e ela abriu o pé.

O senhor continuou sentado no antigo sofá da garagem e o meu primo foi ligar à minha mãe. E disse: “Madrinha, olha, a Salomé precisa de levar pontos, mas não é nada de grave, não te preocupes.”. Os berros da minha irmã eram ouvidos em todas a casa… Depois disto, a Salomé foi para o hospital, onde todos os médicos a apertavam, ventoinhas ligadas por toda a parte e linhas e agulhas em todo o lado. E então, com o último grito da minha irmã ainda a ecoar na minha cabeça, acaba esta memória. 

Vitória Pinho Nº 16 8ºG

Memória 31/01/2014

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Foi em setembro de 2010 o meu primeiro dia na escola dos grandes, como toda a gente da escola primária chamava. Faziam a escola parecer horrível e assustadora, difícil e exigente.

Naquele dia estava com medo mas também estava muito empolgada por conhecer os meus novos amigos e professores. Quando entrei por um portão grande com umas coisas esquisitas de cada lado que apitavam e faziam aparecer fotos num ecrâ, acho que era a coisa mais fascinante que tinha visto.

Fui para uma sala com a minha mãe onde conheci o meu diretor de turma que, segundo o que diziam, era o senhor que tratava dos nossos problemas. Estava contente e ansiava por cohecer a rapariga que iria ficar ao meu lado nas aulas.Quando todos nós chegámos o professor começou por se apresentar e falar de coisas importantes como o material que deveríamos levar para as aulas e que nunca nos deveríamos esquecer, os professores que nos iam ensinar a desenhar e a pintar, (coisa que eu não percebia, pois já todos nós desenhávamos e pintávamos na primária), dos professores que nos iam ensinar a fazer contas e a aprender coisas sobre a natureza, a vida humana e a língua portuguesa.

Depois de conhecermos o nosso horário e todas as coisas importantes que para nós gente criança e de brincadeira eram coisas para adultos, todos dissemos o nosso nome, a idade que tínhamos e o instrumento que iríamos aprender a tocar. Conheci a rapariga que ficava ao meu lado nas aulas e fiz outras amizades com gente nova, alegre e, claro, faladora.

Este dia ficou-me na memória, não da cabeça mas do coração, bem fechadinho como o dia em que me tornei mais crescida.

 

 

 

 

Ana Raimundo

8ºG     nº2

Autobiografia 31/01/2014

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Um dia nasci

Por isso este poema estou a escrever

Para contar o que vivi

E que um dia tenciono reler.

 

Aprendi a fazer sons e a falar

E mais tarde a caminhar

Para com o papá e a mamã

Eu poder brincar.

 

Fui para o jardim de infância

Onde aprendi a desenhar e pintar

Foi onde muitas pessoas conheci

Que de mim já não se devem lembrar.

 

Depois chegou a escola primária

Onde aprendi a ler e a escrever

E da minha primeira professora

Eu nunca me vou esquecer.

 

A escola primária terminou

E de alguns colegas me despedi

Entrei num novo mundo

Onde muitas vezes me perdi.

 

Conheci novas pessoas,

Novos estilos, novas maneiras de pensar

Pessoas más, outras boas

Que para sempre quero recordar.

 

Inscrevi-me na Jobra

Onde violino aprendi a tocar

Comecei com dó, ré, mi, fá, sol

E agora quase tudo sei tocar.

 

E agora aqui estou eu

No 8º ano de escolaridade

A escrever este poema

Com 13 anos de idade.

 

 

 

                                                                                                                      Vânia Pereira, nº15, 8ºG

Autobiografia 31/01/2014

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No dia em que eu nasci, imagino que os meus pais e a minha irmã estivessem felizes.

Claro que, eu não me lembro do dia, mas pelo que me disseram, o meu pai estava a ler o jornal enquanto eu vinha ao mundo.

A minha irmã estava muito contente, mas isso só durou um certo tempo, como eu noto agora.

A minha primeira palavra foi papá e depois, quando já falava moderadamente, a minha irmã decidiu me queria ensinar a falar. Não correu muito bem e ela acabou por ficar de castigo.

No primeiro dia de jardim de infância eu chorei muito porque tinha saudades da minha mãe e do meu pai. A minha irmã andava na mesma escola que eu e foi isso que me acalmou naquele dia. Eu achava o jardim de infância muito chato porque tínhamos de acordar cedo para brincar e aprender a distinguir a direita da esquerda, o que era muito confuso. Não vale a pena dizer que cheguei ao 1º ano sem as distinguir.

Entrei para a primária com cinco anos e aprendi a escrever, contar e não falar nas aulas, coisa que hoje ainda não domino totalmente.

No dia em que fiz sete anos aprendi a distinguir a esquerda da direita, rachando um osso do braço esquerdo.

Mas a primária não foi só coisas más. Tínhamos intervalos de trinta minutos, ou uma hora, e brincávamos muito.

Quando a professora dizia aleluia toda a gente dizia aleluia, o que provocava muitos risos. A minha professora da primária foi muito boa para mim e eu gostava muito dela.

Quando vim para a escola básica e secundária de Sever do Vouga sentia-me como se fosse uma gota pequenina no meio de um oceano. Quer dizer, quando andamos no 5º e 6º ano, não temos propriamente muita fama nem muitos amigos na escola. Mais uma vez tinha a minha irmã a partilhar o mesmo lugar de ensino comigo mas desta vez isso não me acalmava porque sempre que eu passava por ela, ela estava rodeada de amigos e dizia-me:

“-Ó Ana, o que é que tás a fazer? Pareces um homem a andar”.

E eu ficava cheia de vergonha.

Não há muito a dizer sobre o tempo na escola em Sever, tirando o facto de ter conhecido várias pessoas incríveis que com o tempo se tornaram minhas amigas, pessoas essas que agora estão a ouvir o texto da minha vida.

Ana Bastos, 8º G

Autobiografia 31/01/2014

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A minha infância, alegre e feliz, foi passada com brincadeiras de rua, de escola, com bolos de lama e uma árvore que os meus amigos e eu cuidávamos. Fazíamos hotéis para bichos de conta, piscinas para joaninhas e banho turco para formigas. Cantávamos, dançávamos, corríamos.

            Quando chegava da escola, cheia de lama, a primeira coisa que a minha mãe dizia era: “Meu Deus!!”. Tinha uma infância cheia de fantasia, até que cesci. Aos quatro anos, depois de tanto chatear a minha mãe a pedir-lhe para aprender música, ela e o meu pai levaram-me a um conservatório para escolher um instrumento. Passei por muitas salas onde solfejavam e cantávam num coro, muito afinadinhos e em escadinha.Toquei muitos instrumentos mas escolhi o mais perfeito de todos – o violino, o instrumento pelo qual me apaixonei desde que coloquei o meu dedo na corda.

            Aprendi a ler e a escrever aos seis anos quando entrei para o 1º ano. Aos dez anos, quando entrei para o 5º ano, fui para uma turma onde toda a gente tocava um instrumento. Divertíamo-nos no conservatório nas tardes de quarta, a rir e a contar segredos que não deveríamos revelar.

            Cresci mais uma vez e mudei, mudei para melhor, mudei para ser melhor, e hoje tenho amigos para os bons e maus momentos que sei que não me vão abandonar. O mesmo digo da música, a minha confidente, em que me refugio, nas montanhas e rios que vejo ao tocar, a música, a sua melodia e o seu ritmo magnético que me puxa e não me vai deixar de puxar.

 

Ana Raimundo

8ºG     nº2

Autobiografia 31/01/2014

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Quando era pequena era muito feliz. Ainda não sabia, e estava longe de imaginar, que viriam a existir objetos como o Magalhães, o Iphone ou até mesmo o Ipad. Passava a vida a pentear e a vestir bonecas, a jogar às escondidas ou às apanhadas. Ainda me lembro de pequenos grandes mistérios como o bicho papão, a fada dos dentes ou o Pai Natal! Bons tempos que me faziam ficar com um sorriso de orelha a orelha.

Passei essa fase do mundo inexistente ao entrar para a escola primária aos seis anos, deixei de ser uma menina inocente para ser uma miudinha um pouco crescida que estava a aprender a ler, a escrever e a fazer contas. Não sonhava sequer que no futuro viria a aprender também contas com letras! No quarto ano, no fim da primária, já era considerada uma boa aluna e uma menina exemplar, algo de que me orgulho imenso.  

Aos dez anos entrei para o segundo ciclo, deixando para trás o doce sabor de ser criancinha. Foi bom! Conheci novos amigos, que ainda hoje me aturam, cresci um pouco em todos os aspectos e aprendi o que é realmente aquilo a que chamam de “estudar” e “trabalhar”. Conheci finalmente o Camões, o Salazar, a Amália ou o Saramago, que antes julgava eu serem simples pessoas faladas no telejornal à hora do jantar.

Depois passei a querer conhecer-me melhor do que tudo o resto, comecei a crescer física e psicologicamente, fiquei “grande”! Chama-se a isto da descoberta do eu, adolescência, ou pelo menos é o que dizem.

Percebo agora o porquê de toda a gente da minha família me dizer:

 “- Como estás grande, ainda noutro dia nasceste!”. Dizem isto apertando as bochechas ou despenteando o cabelo, percebo-o agora porque cresci e deram-me a responsabilidade de tomar conta dos mais pequenos. Evito fazer cenas como as bochechas e assim, pois não quero ser a prima chata!

Ainda não tenho coisas para contar como o casamento, os filhos, os netos, ou o livro que tanto anseio escrever traduzido para mais de vinte línguas, mas para catorze anos de vida também não há muito para contar. Por isso termino aqui, espero contudo que daqui a uns anos volte a reescrever este texto, com certeza com mais momentos.   

Daniela Anjos, 8º E

Poema à Língua Portuguesa 31/01/2014

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Língua Portuguesa

Meu orgulho com fervor

Minha língua materna

Em todo o seu esplendor.

 

Algo que não consigo perder

É esta minha paixão

Pela Língua Portuguesa

Que admiro com todo o meu coração.

 

Sempre fez parte de mim

A minha Língua Portuguesa

Mesmo com todos os erros que lhe dão

Jamais perderá a sua beleza.

 

                        Vânia Pereira, nº15, 8ºG

Poema à Língua Portuguesa 31/01/2014

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Mas que língua maravilhosa

A língua do nosso português

Onde fazemos um verso ou uma prosa

Que nunca será digna da boca do chinês.

 

O mandarim e o inglês

São línguas mundiais

Mas nada se compara ao nosso português

Com palavras fenomenais.

 

Fábio Tavares Martins

                            *Nº6  8ºE            

Bolo de palavras – receita 30/01/2014

Posted by prof_helena in 7ºD, Ano letivo 2013/2014.
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Ingredientes:

500g de folestria

200g de ladino

300g de encoirado

600g de repelão

50g de lambão

4 ovos

200g açúcar

200g farinha

 

Modo de preparação:

Misturam-se os ovos com a folestria e o ladino e põe-se no frigorífico durante 3 minutos.

Numa tigela à parte, deitam-se o açúcar, a farinha, o encoirado e o repelão, mexe-se muito bem e coloca-se no frigorífico 4 minutos.

Retiram-se as duas tigelas do frigorífico e  mistura-se o conteúdo, leva-se ao forno numa forma untada com manteiga e farinha, durante 30 minutos.

No final, tira-se o bolo da forma e decora-se a gosto com o lambão.

Serve-se como sobremesa aos amigos!

BOM APETITE!!!

 

Alexandra da Graça Correia, Nº1

Maurício da Silva Miranda Nº17

7ºD

Que palavras são estas? 30/01/2014

Posted by prof_helena in 7ºD, Ano letivo 2013/2014.
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Vamos falar do pejo

que é como se estivéssemos no Tejo.

 

Nesse distrito há um presidente

que é um grande lambão,

ficou sem um dente

porque só come pão.

 

Continuando pela meda

o diminutivo de alameda,

encontrei a minha tia

a trabalhar na Folestria.

 

Estou tão esfomeado

e também despenteado.

Vou comer um torresmo

para continuar o mesmo.


António           nº5          7ºD

Ana Beatriz     nº2         7ºD

(Oficina de escrita criativa com vocabulário do conto “Ladino”, de Miguel Torga)

Como serei aos trinta anos? 30/01/2014

Posted by prof_helena in 7ºC, Ano letivo 2013/2014.
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Olá, colegas, eu sou o André Filipe Tavares Ventura, tenho 30 anos, gosto de trabalhar, sou médico cirurgião plástico, logo estou habituado a lidar com pessoas formais, pelo que agora sou identificado como uma pessoa formal. Depois que saí da universidade tive de tomar algumas decisões que iriam definir o meu futuro, logo tornei-me mais determinado.

A minha mulher veio abrir-me uma parte do meu coração que estava fechada há muito tempo, tornando-me mais romântico. Neste momento sou casado tenho um filho e uma filha, os quais amo muito, amo a minha mulher como nunca amei ninguém, o que é bom sinal.

Já acabei o meu período escolar: a universidade e o mestrado, o qual me ajudou imenso a arranjar um bom emprego, como já referi anteriormente sou médico cirurgião plástico, mas para alcançar este emprego no final das aulas tinha de trabalhar num restaurante para ganhar dinheiro para ajudar os meus pais a pagar a universidade e o mestrado.

As datas que me marcaram mais foram o momento em que conheci a mulher, tinha eu 22 anos; o meu casamento, aos 25 anos; e o nascimento dos meus filhos, aos 26 anos.

Até ao momento acho que a minha vida me correu bem, embora tinha tido altos e baixos.

André Ventura, 7.º C

Autobiografia imaginária 30/01/2014

Posted by prof_helena in 7ºC.
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         Olá, eu sou a Mónica Fernandes Correia, tenho 30 anos. Acordo e vejo-me ao espelho: tenho um cabelo belo, a minha cara é suave, os meus olhos brilham ao ver o sol pela manhã e sou elegante.
        Eu conheci pessoas novas na faculdade, acabei o meu curso, tirei a carta e conduzo o carro novo que a minha mãe me deu. Sou feliz,engraçada, tenho namorado e vivo com a minha mãe e o meu namorado.
        Tenho uma profissão fabulosa e vou de férias com o meu namorado a Paris e a Londres ver as paisagens lindíssimas. Vamos ficar num hotel de luxo a viver enquanto estou lá, por isso como veem estou muito bem na vida. Ah, e vou casar-me brevemente, quando tiver 31 anos.

Mónica Correia, 7.º C

A taranguana 30/01/2014

Posted by prof_helena in 7ºD, Ano letivo 2013/2014.
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  +

A taranguana é muito difícil de distinguir da guatana. O seu peso e entre 15 kg a 20 kg. São os menores animais que existem. A taranguana-macho pesa entre os 40kg a 50kg.

 As taranguana vivem em casais. As fêmeas encarregam-se de fazer a casa, de a limpar e de alimentar os seus filhos. O pai encarrega-se de marcar o território. Os filhos aborrecem os seus pais, de desarrumam e deitam a “casa abaixo”.

 Alimentam-se de vegetais e numerosos doces. Para sobreviver têm de comer cerca da 1kg por dia, mas as fêmeas são diferentes, como têm muitos filhos têm de comer um a dois quilos de alimentos por dia. Devido aos doces são muito gordos. Têm ainda patas de javali, cascos de cavalo, cabeça de periquito e corpo de camaleão.

  Estes animais reproduzem-se mês a mês e têm em média  cinco filhos, infelizmente morrem quase todos mas sobra sempre um.

 Ana Rita, 7.ºD

Vem conhecer a natureza, lê este texto! 30/01/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Certo dia de verão, de manhãzinha, em 1999, decidi ir conhecer melhor a natureza, por isso fui a caminhar para uma floresta.

Quando lá cheguei vi árvores que pareciam monstros! Estive a observar uma que era um bocadinho esquisita, porque tinha uma parte verde, mas não era a cor da árvore. Olhei e vi na árvore um esquilo gordinho e lindo. Eu disse-lhe:

 - Olá!

Ele também mo disse, pois sentia-se só, estava sozinho e não tinha amigos. Como eu estava com medo, com um amigo assim ao pé de mim já me sentia mais corajosa.

Caminhámos e encontrámos um passarito, mas com as asas partidas, portanto estava a sofrer. Então eu fui desinfetar-lhe as feridas e ele ficou muito melhor, parecia um pássaro normal e passou a ser meu amigo, também.

Estávamos com fome, logo fomos todos almoçar a um restaurante numa das enormes árvores. O almoço era delicioso: minhocas estufadas para o pássaro, para o esquilo nozes salteadas e para mim lasanha… tudo o que era boa comida!

Assim conheci a natureza, pois não sabia que nela podia fazer amigos. Fui embora e levei-os comigo para casa, já não me conseguia separar deles. A minha mãe aceitou que eu ficasse com eles, portanto senti-me feliz.

Venham conhecer a floresta!

Adoro a natureza!

 Beatriz Portela, 6ºG.

 

O que é ter um irmão 30/01/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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      Ter um irmão tem um significado importante, porque é mais uma pessoa que Deus nos deu.
      Eu acho bom nós termos irmãos, porque nos fazem companhia e são nossos amigos. Sem dúvida que eles também são irritantes quando querem. Como é óbvio eu gosto muito dos meus irmãos, só que às vezes fico capaz de lhes dar um estalo, mas é melhor não, porque eles têm a mão pesada.
      É ótimo ter um irmão e eu GOSTO MUITO DOS MEUS IRMÃOS.
 
Ana Carolina Silva, 6.º G

Biografia de Fernando Pessoa 18/01/2014

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por Marta Graça e Rodrigo Pinho (n.º 9 e n.º 12)

12.º C

fernando-pessoa-heteronimos-costa-pinheiro-oleo-sobre-tela-1978[1]

Pessoa e os heterónimos. Obra de Costa Pinheiro (1978)

Filho de Joaquim de Seabra Pessoa e de Maria Madalena Pinheiro Nogueira, Fernando António Nogueira de Seabra Pessoa, conhecido como Fernando Pessoa, nasce a 13 de junho de 1888 e morre a 30 de novembro de 1935 (47 anos). A sua última morada é, hoje, conhecida como «Casa de Fernando Pessoa» e localiza-se na Rua Coelho da Rocha, n.º 16 (Lisboa).

Pessoa, aos 5 e 6 anos, respetivamente, vê o pai e o irmão morrerem com o diagnóstico de tuberculose. Em 1895, (aos 7 anos), a mãe casa-se com João Miguel Rosa, cônsul português em Durban (África do Sul) e, deste modo, muda-se com a sua mãe para o continente africano. Lá é educado em escolas inglesas, assumindo a língua maternalmente, o que explica que com a sua redação de inglês enquadrada na prova de admissão à Universidade ganhe o Prémio Rainha Vitória, em 1903.

Em agosto de 1905 (17 anos), regressa a Portugal, onde passa a viver com a avó. Acredita-se que vive uma crise de identidade e dividindo entre a língua inglesa e portuguesa, tendo em conta os seus textos maioritariamente escritos em língua inglesa. Pouco depois da sua chegada a Portugal, matricula-se no curso de Filosofia, na atual Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, desistindo do curso pouco depois. Abre, então, uma tipografia de nome «Empreza Ibis – Typographica e Editora – Oficinas a Vapor», projeto que acaba por fracassar.

Pessoa trabalha, então, como correspondente estrangeiro em escritórios comerciais, uma espécie de tradutor, não obstante a sua vocação para a escrita. Trabalha, ainda, na área da publicidade, sendo um dos seus slogans bastante conhecidos, o da Coca-Cola, «Primeiro estranha-se, depois entranha-se». Projeta, ainda, um plano de desenvolvimento para a Costa do Estoril e inventa o carreto fixo para a máquina de escrever.

Publica, em 1912, na revista «Águia», o seu primeiro artigo de crítica literária (onde se encontra presente um esboço de Ricardo Reis, um dos seus heterónimos, sendo que, mais tarde surge Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Bernardo Soares). Dirigida por Pessoa e seu colega de universidade e amigo Mário de Sá-Carneiro, surge «Orpheu» uma revista literária que gerou controvérsia e da qual apenas foram publicados dois números. Pouco tempo depois, Mário de Sá-Carneiro suicida-se. Pessoa colabora, mais tarde, com a revista «Presença».

Frequenta locais como o café «A Brasileira», no Largo do Chiado, onde, hoje, se encontra a sua estátua. Visita bastas vezes o café «Martinho da Arcada», antes conhecido como «Café Arcada», onde toma o seu último café na companhia de Almada Negreiros.

Na casa dos trinta anos conhece Ofélia, uma jovem de 19 anos por quem se apaixona. Começa o namoro, ao fim de cerca de nove meses rompe; retomando-o mais tarde, mas nunca se casam, Fernando Pessoa não acredita no casamento.

Contam-se entre as obras mais importantes «O livro do desassossego» e «Mensagem», este último publicado em 1934, um ano antes de sua morte e, por este motivo, o único livro publicado em vida na língua portuguesa. Com o decorrer dos anos, Fernando Pessoa começa a entrar numa das fases mais enigmáticas da sua vida/carreira, o decadentismo, onde, na pele de Álvaro de Campos, escreve com a esperança e alegria de um insano e absurdo náufrago perdido há quatro anos numa ilha deserta. Lisboa era, nesta altura, a ilha de Pessoa, por «ela» divagava e sobre «ela» escrevia, (lembrar: «Lisbon revisited»). O decadentismo expresso nas palavras de Pessoa revelava-se ainda mais no seu íntimo, levando-o a terminar a relação com Ofélia.

Entre todos os sintomas decadentistas de Fernando Pessoa, surge algo que o inquieta: segundo os seus estudos de astrologia, tudo indica que a sua morte terá mês marcado para maio de 1935. Contudo, a 29 de novembro de 1935, é-lhe diagnosticada uma cólica hepática, falecendo no dia seguinte, não completando por 3 anos, meio século de existência.

Anos vividos com palavras de um significado avassalador, sobre vários temas. Escreve uma última frase em inglês, na cama do hospital, que revela a sua honestidade e concordância com o destino: «I do not know what tomorrow will bring».

“Saudade”, de Cazuza 15/01/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG.
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 Saudade
É uma palavra 
Saudade
Só existe na língua portuguesa
Saudade do que nunca vai voltar
 
E dos amigos que se foram
Eu hoje estou com saudade
Na noite quente e no calor
Que sobe do asfalto
Saudade quente
Saudade da roda de cerveja
Dos amigos da madruga e
Saudade de nadar no mar
E um dia ter sido mais puro 
Saudade da primeira namorada
E namorado também
Saudade, principalmente
Da irresponsabilidade 
Saudade, meus amigos 

Daqui a pouco vou estar com vocês.

Recolhido por:

* Ana Carolina Silva, 6.ºG

*André Ventura, 7.ºC

Língua Portuguesa 15/01/2014

Posted by prof_helena in 7ºC.
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Última flor do Lácio, inculta e bela, 
És, a um tempo, esplendor e sepultura: 
Ouro nativo, que na ganga impura 
A bruta mina entre os cascalhos vela 

Amo-te assim, desconhecida e obscura 
Tuba de algo clangor, lira singela, 
Que tens o trom e o silvo da procela, 
E o arrolo da saudade e da ternura! 

Amo o teu viço agreste e o teu aroma 
De virgens selvas e de oceano largo! 
Amo-te, ó rude e doloroso idioma, 

Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”, 
E em que Camões chorou, no exílio amargo, 
O gênio sem ventura e o amor sem brilho! 

Olavo Bilac

Recolhido por Bruno Matos, 7.ºc

Poema sobre a língua portuguesa 15/01/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG.
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 Quando nasci ..a poesia descrevera-me.
Pela emoção do momento,sem saber falar e gesticular
Me vi descrito no amor
No tocar da Harpa…No cantar dos pássaros
No vôo do condor
No perfume da flor.

Via a métrica dos versos em cada expressão da palavra.
Ao formatar as estrofes… chorava.
Substanciei cada nome :Mãe..amor..carinho,emoção.
Com os artigos ..descrevi a célula..a concepção da vida com explosão.

Com o verbo deitei e rolei:Crescer..,viver…ajudar…crer..a…
Amar.
Com as conjunções tive modos
Não desanimei…Vaguei…

A procura do real conquistei as conjunções.Contudo a medida que fui….
encontrei a indagação:Por que nascer?Para onde ir?Por que morrer?
Era ferina.
A preposição me diz :Até logo bobinho.
Caminhei mais um pouco….e quem vejo! o advérbio:Senti a emoção
Do tempo.
Todas as sensações da vida:Que bom! Oh! Pois é! Que tal!
Jamais imaginei que ao dobrar a esquina encontrasse a interjeição.
Ai o mundo desabou em meus pés .Tanta dor! É…questão de tempo…Claro!Tantos neologismos!..isto passa…. .é chique!

A procura de um dicionário olha quem encontro!O Adjetivo
Que fulminante perguntou? por que perseguir os pilares da gramática
com ares de moral? Deveria combater os Hot dogs etc… e tal .Acabei mal.
ACORDEI ..MAS PERCEBI… QUE O POETA MORRE
Mas a língua portuguesa tranformada em versos
É
UMA BELA EXPRESSÃO IMORTAL.

Fonte(s): Rubens Oliveira, in http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110526145519AALIHI8

Recolhido por: Beatriz Portela                            Data: 01/01/2014       Nº: 4.      Turma: 6º G  

 

Carta ao Pai Natal 15/01/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG.
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Sever do Vouga, 17 de dezembro de 2013

Querido Pai Natal:

Sei que não me portei muito bem este ano, mas eu também preciso de uma lembrancinha, para não ficar triste.
Este ano queria apenas que fizesses com que os professores dêem a mim e aos meus amigos boas notas, como quatros e cincos. Todavia, não necessitas de “chatear” o s’tor de Educação Física, porque eu já sei que ele não dá cinco a ninguém.
Como eu sei que tu és boa pessoa, tenho a certeza de que vais conseguir fazer o que te peço, usando a tua magia.
E como é que estão as tuas renas e os teus elfos? Tens muitas prendas para entregar na noite do dia 24 de dezembro? É que eu queria que tu viesses a minha casa comer umas bolachinhas que vou fazer.
Fica bem e um grande abraço,

Rita Marques, 6.ºG

2013 no nosso blogue foi assim! 03/01/2014

Posted by prof_helena in Ano letivo 2012/2013, Ano letivo 2013/2014.
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A sala misteriosa do Barba Azul 18/12/2013

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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“Pegou na chavezinha e, com as mãos a tremer, abriu a porta da sala”. Então, Benedita empurrou a porta devagarinho. Entrou e ficou admirada com o espaço, porque era escuro, pouco luminoso e feio; havia mobília rica, chão estragado, aranhas grandes, com patas peludas e verdes, bem como morcegos grandes e cor-de-laranja.

Benedita percorreu a sala e deu de caras com um armário que se estava a mexer, portanto ela pensou: “Este quarto parece uma casa assombrada”. Apesar disso, Benedita abriu a porta do armário e apareceram as ex-mulheres do Barba Azul! Benedita tentou soltá-las, mas não conseguia, porque as correntes que as prendiam eram feitas de osso muito forte. Ora, lembrou-se então que no jardim havia um cão, chamou-o e ele roeu as correntes.

Quando o barba Azul voltou do sua viagem de negócios, foi à salinha para ver se estava tudo em ordem e viu a sua mulher com as ex-mulheres. Ficou tão furioso que partiu tudo. A mulher disse-lhe para se ir embora e nunca mais voltar. E foi o que ele fez, porque não tinha outra alternativa com receio do cão, dos morcegos e das aranhas.

No final ficaram todos bem e felizes, exceto, evidentemente, o Barba Azul.

Ana Lucas, 6.ºG

(continuação do texto narrativo estudado na aula)

 

Animais Malucos – o liaguão 18/12/2013

Posted by prof_helena in 7ºD, Ano letivo 2013/2014.
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O Liaguão não é muito conhecido, pois vive em minicasas nos subúrbios. O Liaguão é facilmente reconhecido, pois é cor-de-rosa com pintas amarelas e tem uma juba branca. Este animal tem a forma de um leão mas possui o tamanho de uma iguana. O seu peso varia entre os 8.5Kg e os 10.2Kg.

Tem um período de vida muito curta (três semanas, uma semana de adolescência, uma semana de adulto e  uma semana de velho.

O passatempo favorito do Liaguão-macho é coçar a cabeça enquanto comenta basebol e come batatas fritas; o passatempo favorito do Liaguão-fêmea é falar da vida da vizinha, enquanto come chocolate, e queixar-se de que está gorda.

Este é o Liaguão, muito parecido com os humanos. Não percam a próxima edição de “Animais Malucos” porque eu também não.

Márcio Santos, 7.º D

 

 

 

Uma aventura na cascata 17/12/2013

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Na vila onde eu morava, havia um colégio só de raparigas, eu frequentava esse colégio e era maltratada por todas as raparigas, porque eu era feia como a noite.

Numaa aula de Português, nós todas tivemos de fazer um texto em que participávamos. Eu vivi uma aventura extraordinária numa Cascata!

- Carla!- chamei eu

- Já vou, esperem um bocadinho.

- Tu queres vir treinar connosco as danças?- perguntou a Margarida.

- Sim, mas vamos treinar para a Cascata, está-me a apetecer tanto ir para lá…

-Para a Cascata?- dissemos em coro.

A Carla explicou porquê, nós percebemos o que ela quis dizer, então lá fomos todas para a Cascata.  Nós dançámos e as pessoas que nos viram gostaram, aplaudiram e deixaram dinheiro num chapéu. Esse dinheiro foi para construir uma escola de dança profissional.

Ana Carolina, 6.ºG

Aveiro 17/12/2013

Posted by prof_helena in 7ºD, Ano letivo 2013/2014.
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          Eu vou falar de Aveiro, – porque é eu eu vou falar desta cidade? Eu escolhi Aveiro, porque  tem muitas diversões e sítios para ver, tem shopping para comer e comprar coisas. Podemos andar de moliceiro da ria de Aveiro e ver as paisagens.

          Agora vou  falar do estádio do Beira-Mar, podem ir lá visitar e ver o Beira-Mar a jogar. Em seguida vou falar da feira de Março, tem muitas diversões para a família. A sobremesa tradicional são os ovos moles.

            Por isso em vez de estarem no sofá e no computador, podem visitar Aveiro.

 

Inês Gonçalves, 7.ºD

 

 

 

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