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Os corvos-marinhos 16/10/2014

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Os corvos-marinhos são aves migratórias originárias dos países do Norte da Europa e que durante o inverno se deslocam para regiões mais temperadas. Em Portugal podemos observar estas aves na região de Coimbra.

Estes animais têm um aspeto sinistro. Alguns povos acreditam que eles são portadores do mal. A sua aparência é considerada primitiva pois exibem pescoços longos, penas pretas, as suas patas apresentam membranas interdigitais que lhes permitem deslocar-se na água com grande facilidade e destreza.

Esta espécie de corvos alimenta-se de peixe em grande quantidade. Por vezes, a presença destes animais em determinadas regiões provoca a diminuição das reservas piscícolas, facto que põe em risco a alimentação humana, a sobrevivência de algumas espécies e de atividades económicas como a pesca e a aquacultura.

Os corvos-marinhos nidificam em zonas mais amenas a aí se mantêm até atingirem a maturidade, momento em que regressam aos países nórdicos de onde são originários. Contudo, assim que o inverno se anuncia, partem para Sul em busca de um clima mais favorável e de alimento em abundância.

Os corvos-marinhos são uma espécie que apresenta características fascinantes. Merecem, assim, ser protegidos e respeitados, mas a sua proliferação deve ser controlada a fim de não pôr em risco a existência de outras espécies ou de atividades humanas.

Texto produzido coletivamente pela turma D do 7.º Ano

A minha autobiografia 03/10/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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            Hoje vou fazer a minha autobiografia. É bom recordar a minha infância, porque a vivi muito intensamente, pois sabia que não ia ter mais nenhuma.

         Não posso falar de quando era bebé, não me lembro. Mas posso falar da minha infância, brincava muito com os meus amigos às brincadeiras do antigamente, naqueles campos enormes, no meio do milho a ouvir os passarinhos cantar naquelas árvores baixas e largas com o Sol a bater-me nos olhos porque passava por entre os ramos das árvores.

             De todos, houve um dia que me marcou mais que os outros, aquele em que fui para casa dos meus tios no Alentejo. Estava com o cão a brincar na parte de trás da casa, quando o meu primo me molhou com a mangueira. O mais interessante foi quando eu, para me secar, me pendurei na corda da roupa e lá adormeci até a corda não aguentar mais e eu cair no chão.

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        Passando à frente para não se tornar muito aborrecido, vou agora falar da minha “quase fase adulta”, era assim que eu lhe chamava quando era jovem. Passava os dias inteiros a escrever cartas à rapariga que eu tanto admirava e ela toda contente respondia-me, pensando que eu era um daqueles rapazes como os “charlôs”, assim todos cavalheiros. Era tão ingénua, a rapariga!

       Numa viagem de finalistas fomos escalar uma montanha qualquer cujo nome nem me apetece procurar agora. Só sei que quando lá chegámos, tirámos todos uma foto com os capacetes para ir escalar e não sei o que fizeram, mas a minha foto ficou diferente das outras. Eu estava com um capacete cor-de-rosa (a cor que eu mais detesto!) e a minha cara estava toda torta. Até parece, a minha carinha é tão perfeita!

Figura 2

                  Para não cansar mais os que estão a ler a minha autobiografia vou acabar, falando da minha fase adulta, a fase em que se constrói, na minha opinião, a parte mais bonita da vida. Quando encontrei o amor da minha vida, casei-me logo com essa linda e amável mulher – é óbvio, não a queria perder. Aquilo de que mais gostei foi a parte da lua-de-mel, nunca imaginei que fosse tão especial. Fomos a vários sítios mas, é claro, maravilhámo-nos com a cidade do amor, Paris. Visitámos a Torre Eiffel, comemos nos melhores restaurantes e… não vos vou contar dos passeios à beira-rio, que foram tantos!

           Agora estou velho, em casa com a mulher. Enfim sozinhos, na nossa pequena e antiga casa. Espero que tenham gostado da história da minha vida. ADEUS!

  Ana Beatriz da Silva Dias, n.º2, 8ºC

A biografia imaginária do Fábio 03/10/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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               Fábio tem 27 anos e é estudante na Suíça.

              Na sua infância, frequentou a escola do Calvário, em Sever do Vouga. Fábio era um rapaz com insuficiência renal, por isso os seus colegas gozavam com ele. Numa tarde de verão, foi brincar com os seus amigos, estes pegaram nele e penduraram-no com molas, no estendal da roupa- tal como na figura 1.

Foto 1

Figura 1

                Aos catorze anos, ou seja, na sua adolescência, aderiu ao “facebook”, mas por azar os seus colegas atacaram-no novamente, desta vez modificaram-lhe a foto de perfil- igual à da figura 2.

Figura 2

Figura 2

                Quando fez dezoito anos, foi para França trabalhar com o seu pai, na apanha da maçã. Enquanto esteve lá, aos fins de semana ia dar umas voltas. A última “viagem” que fez foi a Paris, para ver a Torre Eiffel- figura 3.

Figura 3

                E aos 24 imigrou para Genéve – Suíça, para poder estudar economia.

Texto escrito por Renato Rodrigues, do 8.ºC.

Eu e o açúcar 03/10/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Açúcar branco ou amarelo,

Açúcar puro da cana,

Por ser assim tão belo

Só ele sabe quem o ama.

 

De manhã ou ao deitar,

Açúcar que não te vejo,

Onde foste tu acampar?

Vem acabar com o meu desejo.

 

Açúcar doce amargurado

Que me matas devagarinho,

A minha alma chama por ti

Mas o meu corpo nem um pouquinho.

 

Ana Beatriz da Silva Dias, n.º2, 8ºC

 

Sou divertida 03/10/2014

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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A vila não sorri

mas eu vivo na avenida,

nestas coisas de sorrir

sou divertida!

 

Não me chamem para a vila,

Não me ponham triste,

a alegria está aí

e eu quero divertir-me!

 

Débora Gradim, 8.ºC

A minha bicicleta 26/09/2014

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Numa linda manhã,

Estava a andar de bicicleta,

De repente dei um trambolhão

E bati com o nariz no chão!

Coitada da minha bicicleta,

Caiu no rio Nabão

E eu quase que ia para o caixão…

 

Poema escrito pelo Renato Ribeiro, do 5.ºD

 

Ah, Mariana! 26/09/2014

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Ah, Mariana,    

Sua gaiata magana,

És Maria e és Ana,

Simplesmente Mariana.

Ah Marianita,

Pessoazinha bonita

Em jeito de menininha

Que já sabes tudo

Das coisas do mundo

A tua bicicleta

Só tem dois pedais

Mas se montas nela

Não tem dois tem mais!

Pedalas em pé

Dá mais rapidez

A tua bicicleta

É o que tu vês

Ah Mariana, Mariana

Única e sem mana,

És Maria e és Ana,

Simplesmente Mariana.

Escrito pela Mariana Rebelo, com ajuda da sua querida mãe.

O gato que se apaixonou por uma coruja 01/07/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Clica na imagem para leres esta história.

Clica na imagem para leres esta história, inspirada nas estimulantes ilustrações que o Storybird disponibiliza.

Dinis Henriques e Laura Pereira, 6.ºG

O Gato Cientista 01/07/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Clica na imagem para leres a história.

Clica na imagem para leres a história.

Carolina Silva e Jorge Correia, 6.ºG

Bolhinhas, Babau e o seu irmão 01/07/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Bolhinhas

Para leres esta história, clica na imagem.

Esta é a história criada pelo Hugo, pelo Eduardo e pela Inês, do 6.ºG, inspirados em belas imagens do Storybird.

O Gato Ladrão 01/07/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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E o que terão o Salvador e a Mariana escrito, inspirados nas belíssimas ilustrações do Stprybird?

Para o saberes, clica na imagem.

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O amor e a moda 01/07/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Clica na imagem para poderes ler esta história e ver as suas belas ilustrações.

Ana Eduardo Rodrigues e Martinha Matos, 6.ºG

Os teus olhos e o teu cabelo 27/06/2014

Posted by prof_helena in 7ºD, Ano letivo 2013/2014.
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Os teus olhos e o teu cabelo

São como o bronze da tua pele

A tua roupa e o teu cheiro

É a sabonete de mel

 

No autocarro de manhã

Não vejo a hora de entrar

Para te fazer o convite

De na praia juntos passear

 

A brisa do mar a bater

E o teu vestido azul a voar

Confunde-se com o azul do céu

E o azul do mar

 

Este sol maravilhoso

Temos de aproveitar

Aceitas vir comigo amanhã

De novo à praia passear?

 

Alexandra da Graça Correia, nº1 ,  7ºD

Gatozel e os pretendentes 22/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Consulta a história aqui: http://storybird.com/books/gatozel-e-os-pretendentes/?token=2a88gcpgfh

Este texto fala sobre uma gata que estava a pensar em arranjar um namorado e pediu às suas amigas para a ajudarem a escolher o candidato certo.

Marta Andreia Macedo e Marta Martins Macedo, 6.ºG

Albertina e Tobias 22/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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albertina E tobias

Podes ler esta bela história, escrita pela Ana Silva e pela Beatriz Portela, do 6.ºG, com base nas ilustrações do programa Storybird, clicando na imagem.

Mala Babada 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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“Malle Babe”, de Franz Hals

No ano de 1500, vivia num esgoto uma bruxa com o nome de Malle Babbe à qual nós vamos chamar “Mala Babada”.

           “Mala Babada” tinha o rosto cheio de rugas, o seu nariz era empinado e os seus dentes mal labados. Do cabelo só lhe restava a franja, porque quando chorava em vez de saírem lágrimas caía- lhe o cabelo. Usavam uma touca de plástico para ninguém lhe ver a careca.

           Além disso, nesse mesmo esgoto habitava também uma coruja que não tinha nome. Era pequena e linda ao contrário da sua dona, também muito cantora mas o seu problema era ser burra, porque em vez de fazer o som das corujas, miava.

          Ao lado de “Mala Babada” havia um objecto de plástico, esse era um penico, onde a bruxa fazia as suas necessidades.

           Por isso concluímos que ela é muito feia.

 

 Marta Macedo, nº 13, 6º G

A Raquel 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Vou falar da Raquel.

A Raquel cheira a mel

É parecida com a Rapunzel.

Gosta muito de pastel,

Faz origami com papel.

Come sempre o farnel,

Gosta muito do seu anel,

Quem lho deu foi o Miguel.

Ela tem um perfume Channel.

E é assim que é a menina Raquel.

 

Rita Marques, 6.ºG

 

O Salvador 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Este é o Salvador,

Ele anda sempre com uma grande dor,

Ele é tenor,

Mas também é um grande jogador.

 

Tem um grande buzinador,

Foi caçador no tempo do calçador.

Ele tinha um computador

Chamado Leonor.

 

Ele era amador,

E um grande cantor.

Andava sempre da mesma cor,

Sempre com rigor,

Por isso é que ele é o Salvador.

 

Inês Duarte, 6.ºG

A Ana 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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A Ana

Foi ter com a Juliana

a comer uma banana.

Apareceu lá um Banana,

que lhe roubou a banana.

 

Ela foi de carripana,

para a cabana.

Foi comer uma cana,

com a Mariana.

 

A Juliana

era a melhor amiga da Ana

agora é a Mariana.

 

Carolina Silva, 6.ºG

 

Poema em “-or” – ou a magia do AMOR :) 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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A Leonor

foi ao senhor doutor

porque tinha uma dor.

 

Para que ela se sentisse melhor

dei-lhe uma flor.

A Leonor

já não tinha tanta dor.

 

Então, foi andar de trator,

com uma flor.

 

O seu amor,

Salvador,

deu-lhe uma flor.

 

A Leonor,

ficou sem nenhuma dor.

 

Beatriz Portela, nº4, 6ºG.

Receita para o bolo “Ser bom amigo” 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Ingredientes (para ser amigo de 20 a 25 pessoas)

      42 canecas de música

      20 chávenas de açúcar

      2l de magia

      4 ovos meigos

      15 chávenas de queridíce

      3 canecas de carinho

      1 caneca de conselhos

      40 sapatos de bondade q.b. ( tamanho 40)

      chávena de margarida amorosa

 

Preparação:

Ligue o forno a 500ºC.

Junte o açúcar com os ovos e bata muito bem, para a magia ficar bem doce.

Quando estiver uma pasta suave e branquinha adicione margarina e continue a bater, se a massa ficar suave, branquinha e brilhante está bem feito.

Coloque a pasta numa taça misturando as chávenas de queridíce, as canecas de carinho, música e conselhos. Bata a massa até ficar fofa.

Já quase no final desta receita adicione 40 sapatos de bondade q.b. para ficar ótimo.

Coloque na forma e ponha no forno entre 40 a 50 minutos.

Se no final deste tempo tiver um bolo grande, fofo e brilhante está pronto.

Por fim, decore como lhe apetecer e quem comer este bolo passa a ser um amigo de sonho.

 

Martinha Matos, 6.ºG

Poema em “-or” 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Vamos para o calor

É o poema do Salvador.

 

Leonor é o seu amor,

Tem um odor a flor,

Salvador e Leonor

vão andar de trator

Leonor ganha uma dor.

 

Salvador é cantor e jogador

Leonor irrita Salvador com o aspirador.

 

Mariana Soares, 6.ºG

Receita de um planeta de chocolate 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Ingredientes:

            – 9361 g de fermento para bolos;

            – 3 L de água;

            -10 ovos;

            – 1,5 Kg de açúcar;

            – 1 L de óleo;

            – 631 g de farinha;

            -250 g de manteiga margarina.

 Preparação:

            Ligue o forno a 150º.

            Bata as claras dos ovos. Junte as gemas. Misture, juntamente, com o óleo e a farinha. Bata na batedeira o chocolate em pó e o açúcar com os ingredientes ditos, anteriormente.

            No liquidificador junte tudo com a água e com a manteiga.

            Ponha na forma com o fermento e leve o bolo para o forno. Daqui a 30 minutos, tem o seu planeta bonito e doce! Mas, digo-lhe que se vai assustar porque não vai conseguir tirá-lo inteiro do forno, pois ele vai encher a sua casa toda!

   Beatriz Portela, nº4, 6ºG.

Diário do Zé das Moscas 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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                                                                           Alentejo, 24 de julho de 1998

       Querido diário,

Hoje ando muito irritado!!! Tenho um monte de zumbidos que me andam a preocupar e que vão e voltam vezes sem conta!

Tudo isto começou quando eu estava a descansar à sombra da minha bananeira e de repente ouvi uns zumbidos. Perguntei-me a mim mesmo o que seria aquilo, mas não encontrei nenhuma resposta. Fui para casa e coloquei o meu boné na cabeça. Não é que passados cinco minutos o zumbido voltou?! Fui-me deitar para dormir, a ver se aqueles zumbidos eram da minha imaginação. Dormi durante uma hora e quando acordei lá estavam de novo os zumbidos a irritar-me!

Será que devo ir ao médico??? Ando tão aflito com esta situação!

Está decidido! Amanhã vou ao médico!!!

Até amanhã!

                                                                                Zé das Moscas.

Carta do Avô Roquete aos seus netos, em Alcochete 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Cidade de Alcochete, século XXVII
Meus caros netos,
            A cidade onde vocês moram foi onde eu nasci e vivi. No meu tempo, a cidade era feia, arrogante, mal cheirosa e escura, sabem o porquê? Pois, lá só havia fábricas aos milhares assim como prédios e a natureza era de plástico.
           Por isso, agora vou contar-vos mais ou menos a minha história. Eu vendia sabonetes, porque como já sabem, a cidade cheirava mal. Com o passar do tempo fiquei rico e comprei um foguetão, um
prédio e construí várias fábricas.
          Por causa de ter mandado construir e de ter comprado tudo aquilo, as pessoas começaram a usar máscaras e os animais também. Eu, do meu cadeirão, já não via a televisão.Então, fui com o foguetão para outro país melhor. Mas passados três anos esse país estava já igual ou outro.
         Portanto, não cometam o mesmo erro que eu!
 
Com amor,
Avô Roquete
(Carta escrita por Ana Carolina Silva, 6.ºG)

Os jovens e a arte 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Os alunos do 6ªano da Escola Básica e Secundária de Sever do Vouga, acompanhados de alguns professores, foram em visita de estudo ao Porto, no passado dia 25 de março.
            Logo que chegámos ao Porto, fomos ao teatro Rivoli assistir à peça “Ulisses”. Foi muito interessante porque os atores adaptaram o texto à atual época.
             No fim do teatro, fomos para a Fundação de Serralves e fizemos um piquenique à hora de almoço. De tarde, fomos visitar o museu de Serralves onde admiramos algumas obras de arte em exposição. Os alunos gostaram porque foi a primeira vez que puderam contactar com a pintura ao vivo.
             Esta visita foi proposta pelos professores do 6ºano, porque se inseria na matéria a estudar nas aulas. Viagens como esta deviam repetir- se!

Marta Martins e Macedo, 6ºG, nº14

Um céu para construir 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Ingredientes:

-Uma parte de céu (1000 metros quadados);

-nuvens q. b.;

-7000 Kg de paz;

-10000 Kg de sonhos;

-1 raio de luz intenso;

-amor q. b.;

-diversão (100 chávenas de chá);

-estrelas q. b.

Preparação:

Escolha uma parte de céu sem ocupação. Vá aos registos civís da sua parte de céu e preencha os documentos necessários.

Adicione as nuvens que desejar numa tigela. Bata as nuvens muito bem e depois adicione os 7000 Kg de paz. De seguida acrescente os sonhos, o amor e a diversão. Misture tudo muito bem e leve ao seu céu.

Deite a mistura toda numa das estrelas e lance-a no espaço. Coloque as outras estrelas no local onde desejar e o raio de luz no centro do seu mini-paraíso.

Dica: Pode levar, no máximo10 pessoas para o seus 1000metros quadrados de sonhos.

 

Ana Eduardo Rodrigues, Nº2, 6ºG

As melhores férias da minha vida 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Coimbra, dia 22 de abril de 2014

Querida amiga,

            Estás boa? Eu escrevo-te para saber como estás e para te contar as férias mais fabulosas que tive na minha infância.

            Os meus pais, os meus tios, os meus irmãos, as minhas primas e eu fomos passar férias à Torreira, que fica na costa Norte do distrito de Aveiro. É uma praia com um grande areal, com muito espaço para caminharmos, corrermos e passear, onde os carros não podem circular. Acredita que foram quinze dias fantásticos!

            Como o tempo esteve sempre agradável, conseguimos ir à praia todos os dias. Lá, fazíamos formas na areia, buracos para nos enterrarmos, jogávamos às raquetes e à bola. E o melhor de tudo era quando íamos para a água do mar com os nossos pais. Eu e a minha prima mais velha tínhamos autorização para irmos um pouco mais para dentro do mar. Claro, com adultos! Mesmo assim, apanhávamos alguns pirolitos. Que aflição! Mas tudo não passava de um estudo divertido.

            Ao final do dia voltávamos para a casa alugada, tomávamos banho, jantávamos e a seguir ou íamos comer um crepe de chocolate ou no caso de estarmos cansados íamos dormir.

            Gostaste da história?

            Foi de facto muito bom ter estado este tempo com as pessoas que mais gosto.

            Espero ter mais aventuras como esta para tas poder contar.

 

Beijinhos,

da tua melhor amiga.

Beatriz Portela

(Nº4, 6ºG)

Teodósio Figueiredo 11/06/2014

Posted by prof_helena in 7ºC, Ano letivo 2013/2014.
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    O Teodósio é um rapaz feio. Tem 20 anos e vive no Porto.

         É muito alto e gordo, com uma cara rugosa, olhos grandes e sem pestanas, nariz batatudo e boca pequenina, o cabelo frisado e ruivo, parece um desenho animado. Ainda por cima, gosta de se vestir com calças justas e casaco de cabedal.

          Ele acha que tem boa figura e que é bom rapaz, mas a verdade é que é vaidoso e fraco. Dança mal e gosta de música pimba.

        Trabalha nas obras e diz que é engenheiro civil, eu pessoalmente digo que ele é trolha e dos católicos, porque sempre que passa uma molher ele diz “Ai, meu Deus” .

        Concluindo, já não lhe bastava ser vaidoso, o pobre do Teodósio era feio e achava que era um bom partido para as raparigas.

 

Retrato escrito por Hugo Hadden, 7.ºC

Uma aventura com a “Maria Popota” 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Certo dia, em meados do mês de dezembro de 1944, estávamos nós sentadas num banco de jardim, em Varsóvia, a ler um livro de Fernando Pessoa. Nesse dia, o céu estava azulado; a vegetação era amarelada, seca, e com aquele vento todo as folhas estavam caídas no chão; além disso, o candeeiro e os prédios eram cinzentos.

Entretanto uma menina baixa e gorduchinha chegou com uma caixa enfeitada e parou defronte a nós. Pensávamos que ela era a menina da empresa “ O Pombo Correio”, que entrega encomendas.

Passados uns minutos um rapaz chegou. Ele apresentava um casaco com borda de pelo, umas calças cinzentas e uma boina castanha :

- Desculpa o atraso, tive que fugir despercebido.

- Está bem! Não te preocupes, Alex! – respondeu ela.- Mas tu não te lembras do que combinámos?

- Maria Popota, eu trouxe o teu presente! Está aqui!- o menino deu-lhe um beijo.

Nós ouvimos a conversa deles e não é que descobrimos que a menina é a que fazia de “Maria Popota” na televisão? Pelo que ouvimos e vimos a caixa enfeitada era na verdade, um presente, para o menino com o nome de Alex.

Quando nós estávamos a ir embora, a “Maria Popota”,veio ter connosco e perguntou-nos se queríamos atuar com ela naquele fim-de-semana á noite.

 Marta Macedo, nº 13, 6º G

O coro e a maestrina 11/06/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Na Amadora em 2005, a associação de pais da escola do Calvário começou a falar em criar um coro infantil. Um mês mais tarde contrataram uma maestrina, Érica Mandillo, e essa deu o nome  ao grupo de Coro Infantil da Universidade de Lisboa.

            Assim que Érica começou a dar aulas, os seus alunos demonstraram muito interesse pelas atividades propostas. Os ensaios decorriam aos sábados das 9:00h às 11:00h. Passados cinco anos o coro era já frequentado por 40 alunos.

            A professora não só os punha a cantar, como também a dançar. Começaram a preparar um espetáculo que apresentaram no dia 26 de Agosto de 2010.

            Chegou o grande dia, o dia do espectáculo. A plateia estava cheia e só se ouviam bater palmas.

 Marta Macedo nº 13 6º G

(artigo ficcionado)

Poesia 09/06/2014

Posted by prof_zita in palavrasdesever.
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Amo-te ♥

 

Amo-te.

Palavra tão forte e complicada,

tantas vezes mal usada

ou até mesmo desperdiçada.

 

Amo-te.

Como noite e madrugada

como ave que voa

e como peixe que nada.

 

Amo-te.

A ti que não me amas

e a ti que finges amar,

a ti que não queres saber

e a ti que não o sabes dizer.

 

Amo-te.

Porque no final,

quando o sol deixar de brilhar

e os pássaros deixarem de cantar

tudo o que valeu a pena

foi AMAR.

Ana Matos, 8ºG

Poesia 09/06/2014

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Amar

 

Amar é esperar

Amar é acreditar

Amar é saber.

Sei bem

o que é amar

mas só posso desejar.

 

LEANDRO, 8ª E

Poesia 09/06/2014

Posted by prof_zita in palavrasdesever.
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Poema sobre o amor

 

O amor simplesmente nasce,

Simplesmente acontece.

 

Não tem jeito,

Não tem hora,

Não tem pressa.

 

Amor é a resposta a todos os porquês,

Amor não morre, não foge…

Cresce dia após dia,

Mês após mês.

 

O amor não se revela,

Não se sabe revelar!

Simplesmente ele existe

Para quem sabe amar.

 

 

 

Daniela Anjos, 8ºE

 

Poesia 09/06/2014

Posted by prof_zita in palavrasdesever.
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O meu amor não tem fim

É como um carro de corrida

Eu não estou em mim

Com este amor eterno para a vida.

 

Meu amor, meu amor

Será que tu existes ou és minha imaginação

O meu coração é uma máquina a vapor

Movido a alegria e emoção.

 

És a mulher mais bonita de Portugal

O teu coração está cheio de paixão

És uma mulher fenomenal

Ainda me lembro quando te vi a 1º vez na serra do Marvão.

 

Lembro-me nas noites de verão

Quando tu me davas o teu calor

E também do suor da tua mão

Nas noites cheias de amor.

 

 

Namorar contigo é um pecado mortal

És a bussola da minha vida

O meu astrolábio celestial.

 

O tempo não parou de passar

E eu só pensava no teu carinho

Fiquei a chorar

Mas depois voltaste e deste-me um miminho.

 

Fábio Martins, 8ºE

Crónica 09/06/2014

Posted by prof_zita in palavrasdesever.
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Os miúdos de hoje

É verdade, só tenho 14 anos. Mas a verdade é que parece-me que já tenho 50!

As coisas evoluem a um ritmo alucinante, e o meu cérebro não tem capacidade de resposta para certas evoluções.

Hoje em dia, os miúdos não passam de putos mimados a quem os papas dão e fazem tudo.

No meu tempo, e não sou assim tão velha quanto isso, não havia estas porcariazinhas de tablets, psp’s, telemóveis ou computadores como hoje existem (em demasiada quantidade).

Agora só vemos crianças com meia dúzia de anos, se tanto, sempre a mexer nesses objetos como se fosse uma coisa de que necessitam para a vida tal e qual o oxigénio. Deixa-me extremamente irritada quando vou a algum lugar público e lá estão eles, desligados completamente da vida social.

Há uns dez anos atrás os miúdos não sabiam o que era isso, éramos, digamos, uns analfabetos da tecnologia.

Bem as coisas mudaram e eu, sinceramente, sinto-me um pouco antiquada! Interrogo-me se também não ficarei com esse vício, um dia talvez, ou os meus filhos, sobrinhos, netos também ficarão. Gostava de poder ter uma resposta concreta mas não tenho, por isso termino aqui e espero profundamente que as coias mudem e que não viremos todos pessoas anti-sociais por causa destas novas tecnologias.

 

Daniela Anjos, 8ºE

Um dia cultural 10/04/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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0_rivoli_25_mar

                 No dia 25 de março, pelas 8 e 25  da manhã, os alunos do 6º ano de escolaridade, da Escola Básica e Secundária de Sever do Vouga efetuaram uma visita de estudo à cidade do Porto.

                Após aproximadamente uma hora e meia de viagem de autocarro, chegaram ao destino previsto. Tomaram um pequeno lanche, tiraram algumas fotos para recordação do momento e entraram no teatro Rivoli, para assistirem à peça de teatro “Ulisses”. Em seguida foram para o parque de Serralves almoçar. Nesse agradável parque visitaram um museu de arte contemporânea, onde observaram e alargaram os seus conhecimentos sobre Mira Schendel e os “12 contemporâneos” (uma exposição temporária de vários jovens artistas).

                Esta visita agradou a todos os alunos e professores que nela participaram. Por volta das 17 e 30 chegaram novamente a Sever do Vouga, cansados mas com vontade de repetir este tipo de experiências.

 

Ana Eduardo Rodrigues, nº2, 6ºG

 

 

 

 

Retrato do Cavaleiro da Dinamarca 06/04/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºB.
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CavaleiroO Cavaleiro da Dinamarca é alguém honesto e corajoso, que cumpre as suas promessas e que, em termos físicos, não deixa nada a desejar.

É um homem alto e robusto, de cabelo preto e olhos verdes reluzentes. Tem feições finas e não possui barba. É musculado e tem pés estranhamente grandes. É muito bem-parecido. Geralmente, usa trajes confortáveis e adaptados ao trabalho que tem pela frente.

Psicologicamente, é o que muitos descrevem como uma boa pessoa. É honesto, de confiança, corajoso, religioso e um fiel seguidor de tradições. Vive num local bastante remoto, mas é amigo de todos aqueles com quem convive. É um homem de família, preocupado com a segurança dos seus entes queridos.

O Cavaleiro não tem uma profissão definida, simplesmente faz o que pode para ajudar a sua pequena comunidade. O seu estatuto financeiro não é muito elevado, mas é um homem trabalhador e ganha o suficiente para sustentar a sua família.

Em suma, o Cavaleiro é alguém bem-parecido mas generoso e humilde.

 

Francisca Amaral, nº12, 7ºB

Oficina de definição criativa de palavras – Conto Ladino, de Miguel Torga 06/04/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºB.
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ilhaPerdido na Ilha

Querida mãe,

Sei que deves estar preocupada comigo pois não mando correspondência há três anos e catorze dias.

Lembras-te do meu sonho de ir à China de canoa? Pois bem, decidi concretizá-lo mas, infelizmente, despistei-me nos primeiros cem metros de viagem e fui parar a uma ilha deserta, mais precisamente uma durásia.

Lá construí uma casa perto de um pejo. Todos os dias, no começo do serôdio, ia para o lago relaxar após um dia trabalhoso nas terras. Muitas vezes, fiquei com dores de costas à custa do esforço que fazia com o painço.

Desculpa mais uma vez por não te ter contactado, pois não havia rede no meu tefe-tefe nesta ilha deserta.

No final fui salvo por uns americanos que me localizaram por satélite.

Adeus, tenho que ir pois a minha aula de ballet vai começar.

Beijinhos do teu filho

Ernesto

Legenda:

  • Painço-foice;
  • Durásia- terra de hipopótamos;
  • Pejo- local perto de um lago;
  • Tefe-tefe-telefone;
  • Serôdio-fim da tarde;

Trabalho realizado por Catarina Pereira e Eva Coutinho do 7º B

Autobiografia do futuro 06/04/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºA.
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O meu nome é Gonçalo mas às vezes tratam-me por David. Nasci de cesariana, em Aveiro, a 25 de Outubro de 2001. Agora autobiografiatenho 30 anos e sou alegre e simpático.

Tive uma boa escolaridade, estudei até ao 12º ano. No 6º ano recebi uma medalha de mérito. Com 15 anos tive três namoradas mas fiquei só com uma.

Em 2017 entrei para uma escola de futebol do Barcelona. Quando cheguei, adorei o que vi e fui para lá viver com os meus pais e com a minha namorada.

Tornei-me um guarda-redes de futebol profissional e em 2020 fui consagrado com o título de melhor guarda-redes do mundo.

Mais tarde, já em 2028, casei-me. Passado um ano fui pai de dois filhos gémeos.

Agora, continuo a ter uma vida feliz e os meus filhos daqui a três anos vão para a escola primária. Ainda jogo futebol, mas não tão bem como jogava há dez anos.

 

Gonçalo Costa, Nº5, 7ºA

Vantagens e desvantagens de ter um irmão 02/04/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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           Olá! Hoje venho dizer-te como é ter um irmão, mas se tens um, lê o texto na mesma porque deu algum trabalho a fazer!

            Se não tens um irmão, então estás a ler o artigo certo, pois eu vou-te contar como é ter uma pessoa “chata” em casa. As vantagens são que ele pode ajudar-te a fazer os trabalhos de casa e podes jogar um jogo no computador ou numa consola acompanhado, mas, como já te disse, também há desvantagens, por exemplo: quando a tua roupa não está seca a única solução é usar a roupa do teu irmão mais velho e ainda há aqueles irmãos que são teimosos (como todos os irmãos do mundo) que adoram todos os jogos e que querem sempre um novo, por isso é que passam a vida a pedinchar. Já te contei algumas consequências de ter um irmão, de tal modo que, antes de pedires um no Natal, pensa bem.

            Se tens um irmão, no que diz respeito a vantagens e desvantagens, tu já sabes o que tenho a dizer, portanto, não vale a pena afirmar mais nada a não ser “BOA SORTE!”.

            Como vocês já sabem como é ter um irmão podemos concluir que é algo que tem um lado bom mas também tem um lado mau. E como a maioria vence (o lado mau), nós só temos que rezar para não ter mais pestes a viver connosco.

Rita Portela, 6.ºG

A Tesoura escreve ao Tesouro 19/03/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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14 de fevereiro de 2005, em Sever do Vouga

 Minha querida Tesoura:

    Como hoje é o dia dos namorados, eu resolvi escrever-te uma declaração de amor.

    Recordas-te daquele dia bonito em que nós nos conhecemos? Nesse dia, fiquei logo apaixonado por ti e esse amor ainda continua.  Hoje é o nosso dia e por isso queria que tu viesses ao restaurante ” Papa tudo”, porque vou fazer-te uma surpresa. Aparece lá por volta das 20:00 horas, vem mais bonita e renho a certeza de que tu vais gostar da minha surpresa.

     E tu, vais dar-me alguma prenda? Eu estou a brincar, amor. O teu amor é a melhor prenda que me podias dar.

    Ah!!! Já me esquecia de te dizer que me fazes feliz e  que és linda como o sol a brilhar, meu amor. Espero que o nosso amor continue sempre,  por isso faço-te esta pergunta: queres casar comigo?                                                

                             

                                      Com amor e beijinhos,

         Tesouro 

Ana Carolina Silva, 6.ºG

Retrato do Renato Sila 19/03/2014

Posted by prof_helena in 7ºD, Ano letivo 2013/2014.
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O rapaz da canção “Baile da paróquia” chama-se Renato Sila, tem vinte anos e vive no Porto.

O Renato é magro, mas não é muito popular. Mede 1 metro e 73. O seu rosto é oval e tem o cabelo castanho com poupa, os seus olhos são de um azul-pálido e suas pestanas são grandes, o seu nariz é curto e a boca é grande. Ele veste-se bem quando quer ir a festas, mas no dia a dia usa roupas velhas e gastas.

Contudo, o Renato é trabalhador quando se trata de música, mas é muito machista e convencido, é também brincalhão e leva tudo a sério. Gosta de dançar shake e sobretudo slow com as raparigas.

O Renato é baterista numa banda que poucas pessoas conhecem. Ele não é popular por causa de se “armar” em machista e de, por vezes, ser medroso e ter sangue-frio.

Na minha opinião, o Renato mostra-se valente, mas no fundo tem muito medo, contudo é convencido por achar que é muito famoso como baterista.

 

Clarieny Pereira, 7.ºD

A autobiografia de Mestre Finezas 26/02/2014

Posted by prof_helena in 7ºD, Ano letivo 2013/2014.
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Sou eu, Mestre Finezas, e vou fazer a minha autobiografia.

Não quero falar da minha infância e juventude, foram ambas muito duras para mim. Em adulto, fui um grande artista. Representava no teatro, tinha uma barbearia onde todos vinham para cortar o cabelo ou a barba e tocava violino. Todos me adoravam, quem me dera que os tempos não tivessem mudado! Foram os momentos mais marcantes da minha vida.

Entretanto, fui envelhecendo. Passaram-se 45 anos e os tempos foram mudando. Agora há mais barbearias nesta vila, cheias de luzinhas e ninguém vem à minha. Todos se esqueceram de mim, exceto uma pessoa, o Carlinhos. Vem cá desde pequeno.

Eu, agora, só toco piano e corto o cabelo e a barba a poucas pessoas. A minha vida já não é o que era, estou muito velho e ninguém me reconhece. Aos 99 anos, sinto que a morte se está a aproximar de mim e sei que vou morrer infeliz…não tenho amigos e estou isolado de todos. O meu desejo agora é morrer o mais depressa possível, não quero sofrer.

 

Ana Beatriz da Silva Dias, Nº2, 7ºD

26/02/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Alcochete, 28 de Julho de 2650

Queridos netinhos:

 Quando estiverem a ler isto já devo estar morto. Apesar dos medicamentos que inventei para não morrer, não me consigo aguentar muito mais.

O vosso avô quer-vos deixar uma mensagem antes de morrer. Por favor, fiquem para a história de Alcochete e acabem com a fumarada e os maus cheiros. Plantem árvores, acabem com as inúmeras indústrias. Façam isso por mim, está bem?

Eu tentei acabar com isto tudo, vendendo sabonetes com muitos aromas, mas não consegui, no entanto convosco não se passará o mesmo. Não quero que caiam no mesmo erro, por isso nunca desistam! O avô vai ficar muito orgulhoso de vocês, tenho toda a certeza da minha vida, que já não é muita!

Deitem abaixo esses prédios, indústrias e essas modernices todas. Eu vou estar lá em cima a apoiar-vos sempre, em todas as horas, todos os minutos e todos os segundos de todos os dias.

Cuidem bem do vosso pai e da vossa mãe. Eu sei que conseguem, porque são da minha família!

Adeus para sempre e não se esqueçam!

Beijinhos,

 

Avô Roquete!!!

 

Trabalho realizado pela Ana Eduardo Rodrigues, 6ºG, Nº2,

inspirada no conto “Séc. XXVII, Cidade de Alacochete”, de Luísa Ducla Soares

 

 

 

Um coro de sucesso 26/02/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Em meados de 2005, iniciou-se o Coro Infantil da Universidade de Lisboa. Foi fundado pela maestrina Erica Mandillo, pois adorava música e queria passar esse amor às crianças.

As aulas decorriam aos domingos da 11 as 13 horas, em Cascais. O coro tinha oito membros com idades compreendidas entre os 8 e os 16. Erica propunha às crianças que, para além de cantarem também dançassem, marcassem ritmos e se mexessem pela sala toda. As crianças demonstravam muito interesse.

Os alunos do coro adoram as aulas, apesar de a maestrina ser muito exigente mas igualmente simpática.

 Martinha Matos, 6.ºG

(Texto produzido em oficina de escrita.)

Eu, com trinta anos 26/02/2014

Posted by prof_helena in 7ºC, Ano letivo 2013/2014.
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Uau! Nem parece que sou o simpático, alto e perspicaz Hugo Hadden, já com trinta anos!

Nestes trinta anos aconteceram coisas magníficas como o nascimento do meu filho, no dia 21 de abril, e o facto de os meus colegas de escola serem “youtubers” famosos com mais de dois milhões de inscritos nos canais deles.

Depois do 12º ano, fui para a Universidade de Coimbra onde tirei o curso de Engenharia Aeronáutica. Mas segui os passos do meu pai e agora sou engenheiro mecânico, estando a trabalhar num barco chamado “Titanic não irá falhar”, pois a minha função é ver se os trabalhadores utilizam os parafusos certos!

 

Em suma, estou a viver maravilhosamente com o meu emprego, a minha casa e, sobretudo, a minha família fantástica.

Hugo Amador Hadden, nº12, 7ºC

Carta de amor de um cigarro a uma cigarra 26/02/2014

Posted by prof_helena in 6.ºG, Ano letivo 2013/2014.
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Lisboa, 13 de Janeiro de 1935

 

 Minha querida Cigarrinha,

Eu amo-te loucamente. Aceitas namorar comigo?

É que não consigo viver sem fazer amor contigo, tu fumas o meu fumo e eu fumo o teu, vamos dançar para a anite vamos divertirmo-nos muito e fazer muito amor. E depois disto, vamos de lua-de-mel para o Havai.

Tu és bonita, bondosa e elegante.Vamos ter muitos filhos… dois meninos e duas meninas, vamos fazer casa, amarmo-nos loucamente, a tua beleza e a tua elegância não conseguem igualar a tua bondade. Vamos ensinar os nossos filhos a não esconderem nada sobre o amor, a não mentirem sobre nada e também a saberem namorar com toda a gente. Eles, os nossos filhos vão ter de ser bons alunos.

 ASS: Cigarro

Salvador Borges, 6.ºG

inspirado no poema “Coisas de Amor”, de Manuel António Pina

 

O retrato – música “Baile da Paróquia” 26/02/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºA.
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O retrato de Franciscobaile

 

Chama-se Francisco Astrudes, tem 39 anos e vive em Paredes de Coura.

Ele é bonito, alto e magro. Tem um rosto róseo, cabelo curto e castanho, olhos azuis como o mar, nariz curto, boca pequena e veste-se bem.

Para ir para a festa, veste o seu blusão negro, as suas calças americanas justas e as suas botas alentejanas.

É muito bom dançarino, parece o Mickael Jackson e sabe cozinhar bem. É muito agressivo e não gosta de limpar a casa, mas é corajoso e curioso. Gosta de conduzir a sua lambreta, de ouvir rock and rol e de dançar. Trabalha como baterista e arrumador de bicicletas.

Embora seja um pouco agressivo, tem muitos amigos.

No fundo, no fundo ele é generoso e simpático.

 

Débora Gradim, n.º2, 7ºA

Oficina de definição criativa de palavras 26/02/2014

Posted by prof_mjoao in 7ºA.
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Bolo de serôdio

Ingredientes:bolo2

- 100g de costelo

-4 serôdios

-200g de torresmos

-1/2 chávena de sebo

-2 colheres de sopa de pejo

Preparação:

1. Corta-se a casca aos serôdios, colocamo-los numa panela junto com o sebo e levamos a cozer durante 15 minutos.

2. Trituram-se os torresmos, juntamos o pejo e depositamos numa bacia.

3. Grelha-se o costelo com manteiga porqueiro, durante 3 minutos.

4. Retira-se a panela da cozedura, juntamos o preparado ao costelo grelhado e pomos numa forma de bolos.

5. Depois de já estar tudo na forma, distribuímos por cima os torresmos e o pejo.

6. Leva-se ao forno durante 1 hora. Depois desenformamos, cortamos o bolo e servimos.

Débora Gradim, n.º2, 7ºA

Costelo – rabo de porco

Serôdio – limão podre

Torresmo – caracóis suculentos

Sebo – gordura dos pássaros

Pejo – dejetos de avestruz

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