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Poesia 23/05/2016

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O FOGO

O fogo é incandescente,

ele aquece corações

e também os arrefece.

 

O fogo aconchega

famílias e nos incêndios

destrói-as matando animais,

florestas e pessoas.

 

Há quem compare o fogo a amor

mas muitas vezes é o terror

é medo.

 

O fogo é chama viva da vida

Ele é calor, é um

sol dentro de casa porque nos aquece

e nos enche de inspiração

para muitas vezes nos chamar à razão.

 

Francisca Oliveira, 7ºC

Poesia 23/05/2016

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MÃE

Mãe, não há palavras

para a descrever

é uma pessoa que ajuda

os filhos a viver

e vê-os crescer.

 

Ela é uma porta aberta

a quem podemos sempre recorrer

e tem sempre a resposta certa

para nos ajudar a compreender.

 

Ela é um dom da vida

que nos faz maiores

e quando crescemos

nunca a compreendemos.

 

Hoje é mãe, amanhã é avó

ela adora quando os netos a chamam vovó.

 

A mãe tanto é agora o sol

como é um tornado

só é assim porque os

filhos lhe tiram a paciência

mas isso resolve-se com convivência.

 

Mãe, sol da minha vida,

ajuda-me em todos os meus desafios e

compreende-me sempre.

 

Francisca Oliveira, 7º C

 

Poesia 23/05/2016

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Confiança

É coisa que demora a construir,

É uma palavra que é como uma lei,

não se pode obstruir!

 

Nunca deve acabar,

é uma coisa muito fácil de estragar,

Até o amor verdadeiro baseia-se em amizade

e no mais importante – a confiança!

 

Dizem que se deve confiar em si mesmo,

mas se confiarmos em alguém sentimo-nos livres de segredos.

 

Confiança faz parte da nossa vida,

e jamais dela deve ser removida!

 

 

Angelina Holovko, 7º E

Poesia 23/05/2016

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Fotografia

Fotografias são memórias exprimidas por fotos

Memórias que ficam para sempre

Mesmo quando não as tens na mente

 

Fotografias, para mim é um modo de ver a vida,

Ao vê-las é como passar esse momento de novo

Sem pagar nenhuma dívida

E para todo o povo

 

Não é só algo num papel

Mas sim um momento que pode ter sido único

Como receber um anel

Ou até a fazer o farnel.

Rafaela, 7ºC

Poesia 23/05/2016

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Amor Num Roseiral

As pétalas de uma rosa

São como os teus lábios nos meus

E as suas folhas verdes

Doces abraços teus.

 

Os botões que há no jardim

Crescem como o nosso amor

E o teu sorriso quente

Ilumina todo o esplendor.

 

Antes caminhava sozinha

Só eu e a espuma do mar

Agora juntos iremos

O horizonte alcançar.

 

Dantes via lindas estrelas

Ao admirar a luz do luar

Mas nem mesmo uma cadente

O nosso amor conseguirá ofuscar.

 

Escuto as tuas palavras

Sinto o teu profundo olhar

Estamos num jardim de rosas

E eu para sempre vou-te amar.

 

Bárbara Esteves e Siciliani de Oliveira 7ºD Nº4

 

Poesia 23/05/2016

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OCEANO

Entre cores perpétuas

Que requintam o mar

As algas flutuam

Como os raios no mar.

 

Por entre o relevo do oceano

Reconhece-se o passado

Marcado por navegadores

E descobrimentos, no mar salgado.

 

Piratas são os verdadeiros

Homens do mar,

Que morrem ao encontro de um tesouro

E deixam histórias por acabar.

 

À superfície da água

Apenas vemos o seu brilhar,

Não o que por trás escondem

As sombras do mar.

 

Algas, peixes e corais,

São alguns dos habitantes

Que envelhecem e renovam

Os seus encantos fascinantes.

 

Maria Rita, 7ºE

Poesia 17/05/2016

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Felicidade

Ser feliz é viver e sonhar
Sem ter limites e sem atrás voltar.

Ser feliz é viver com o que se tem
Sem invejar ninguém

Poucas pessoas são felizes
Muitas o querem ser
Outras tentam
Tentam até morrer!

Ser feliz não é tarefa fácil
Como já o puderam ver
Mas algumas pessoas
Nunca o vão entender.

Gonçalo Lemos, nº 15, 7º E

Continuação de um texto narrativo 13/10/2015

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A scene from The Boy In The Striped Pyjamas.

 

Nessa noite, Bruno, depois de falar com a mãe, dirigiu-se ao escritório do pai para o abordar sobre o mesmo assunto.

Quando chegou ao escritório, Bruno não viu o seu pai, um homem alto, forte, rude e persistente.

Ele sabia que ia ser difícil convencê-lo a não se mudarem, mas ia tentar.

Quando o seu pai chegou perguntou-lhe:

-O que fazes aqui, filho?

-Preciso de falar contigo. – Respondeu Bruno.

-Diz filho.

-Eu não quero mudar de casa, aqui está a nossa família, as nossas memórias e os meus amigos!

-Mas filho, é o meu trabalho que está em causa, se não nos mudarmos eu não posso trabalhar e não ganho dinheiro para sustentar esta família.

Nesse momento a mãe de Bruno entrou e disse:

-O teu pai tem razão, é ele que sustenta esta casa, se não nos mudarmos não temos dinheiro, e vais ver que não vai ser assim tão mau. Conhecerás pessoas novas e irás aprender coisas novas também.

-E quanto tempo vamos lá estar?- Perguntou Bruno.

-Ainda não sabemos se é temporário ou se é definitivo. -Respondeu a mãe

Está bem, mas antes de irmos embora quero despedir-me dos meus amigos e familiares.

-Tomaste a decisão certa. – Disseram os pais, felizes.

Daniel Fernandes Henriques, n.º3, 9ºD

Nunca te esquecerei, por Ana Rita Duarte (8.º C) 29/06/2015

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"Querer" - Pablo Neruda

Não sei o que fazer

Não sei onde estar

Mas tenho a certeza

Que é aqui que quero estar.

 

Não sei o que dizer

Não sei o que pensar

Mas de algo tenho a certeza:

É contigo que quero ficar.

 

Mesmo que o tempo nos separe

Nunca me esqueço de ti

Dos maus e bons momentos

Que sofri por ti.

 

Não sei se faço bem

Não sei se faço mal

Mas uma coisa eu sei

É que quero ficar aqui.

 

Mesmo que isso demore

Uma eternidade

Sempre procurarei por ti

Até a infinidade

Texto poético 02/06/2015

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A Vida

A vida tem várias fases
Existem as boas, existem as más
Mas a confusa é a pior.

Não sabemos o que fazer,
Sentimentos são questionados
E às vezes mal interpretados

Por vezes temos de parar
E pôr a cabeça a pensar.

Sei que não é fácil,
Mas há decisões a tomar.

Autora: Lara Martins 9ºG

Texto motivado pela leitura de Sexta-Feira ou a Vida Selvagem, de Michel Tournier 21/04/2015

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Sexta-Feira

Porquê ficar?

 

Robinson teve a oportunidade que tanto desejava: poder sair daquela ilha, voltar para casa, para a sua família. No entanto não o fez. Robinson não abandonou o local que criara, que era fruto do seu trabalho. Mas porquê? Porque é que ele decidiu ficar?

Pois… Robinson decidiu ficar na ilha porque lhe era fiel, porque nunca abandonaria o local onde vivera tantas aventuras, para o trocar por um sítio que dizem ser civilizado, mas que, no entanto, era habitado por pessoas com mentalidades cruéis, completamente diferentes da sua.

Mas será que para a maioria das pessoas ele tomou a decisão certa?

É possível que não. É possível que sim. Tal como Domingo decidiu ficar na ilha e Sexta-feira decidiu abandoná-la, toda a gente tem a sua opinião, depende da perspetiva de cada um. No entanto nós concordamos e apoiamos a decisão de Robinson.

Em primeiro lugar, este deixaria um sítio, que apesar de solitário, era onde ele se sentia bem, para ir conviver novamente com humanos. Vivia naquela ilha há quase trinta anos, iria ele habituar-se a uma nova realidade?

Além disso, abandonaria o local onde fora tão feliz, onde aprendera tantas coisas novas, onde praticamente criara o seu próprio mundo. Robinson não podia fazê-lo. E foi por isso que, apesar de esta ser uma vida um pouco retirada da realidade, um pouco só e bastante monótona, Robinson decidiu ficar na ilha.

Ficar por ter de ficar,

Ninguém pode suspeitar,

Mas ficar por querer ficar,

Ninguém pode explicar.

 

Robinson sabia,

Que se de lá saísse

Jamais lá voltaria.

E um dia,

Em que confuso se sentisse

Desprezado seria.

 

Julgar, ninguém o deve fazer.

Mas sim devem ver,

Com olhos de gente

A coragem desta mente

Pura e caridosa.

Mas que pessoa maravilhosa!

Beatriz Dias e Maria Ribeiro, N.os 5 e 16, 7.º C

Livros 08/04/2015

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Estava triste,

Precisava de ficar só.

Peguei num livro ao acaso,

Sentei-me ao sol.

 

Folheava as folhas,

Via cada página,

Lia os parágrafos,

Observava as imagens.

 

Percebi que a história

Era imaginária.

Tinha fadas, gnomos,

E uma misteriosa passagem.

 

No final deste conto

Tudo acabou bem.

Mesmo sendo breve

Tudo contém.

 

Fechei o livro.

Senti-me feliz.

Quis buscar outro

E foi o que fiz.

 

Eduarda de Sousa nº4 7ºD

07-04-2015

 

Texto argumentativo 15/02/2015

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O casamento de menores

Casamento menores

Na minha opinião, o casamento de menores está errado, porque as crianças precisam de viver a sua infância até terem maturidade e cumprirem a escolaridade.

As crianças devem andar na escola até concluir o 12.º ano, porque depois podem precisar de ajudar os filhos nos trabalhos de casa e podem não conseguir.

Além disso, os jovens devem divertir-se e experimentar situações que os ensinam a ser adultos mais responsáveis. Quando se casam demasiado cedo, não estão preparados para cuidar de uma casa ou de uma família, não têm paciência para enfrentar os problemas que vão surgindo.

As meninas menores que são obrigadas a casar também podem não estar preparadas fisicamente para ter filhos e podem adoecer ou até morrer durante o parto.

Em conclusão, o casamento de menores é uma prática e uma tradição desaconselhável pois pode destruir a vida de um ser humano, principalmente das raparigas.

Nome: Ana Margarida Dias Tavares                       Nº: 2                     Turma: 7º C                      

Texto de opinião 15/02/2015

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A internet nas Escolas

internet

Na minha opinião a internet nas escolas é importante por vários motivos, mas deve ser usada com cautela.

Por exemplo: se um professor pedir a um aluno para fazer uma pesquisa na internet, não é possível fazê-la seguindo pelos livros, porque não é tão interessante nem fica tão completa. Além disso, precisamos de internet para enviar trabalhos aos professores e para eles nos fornecerem instruções variadas. Desta forma, poupamos papel, o que é importante para melhorar o ambiente.

Por outro lado, os alunos devem ter cuidado com o uso que dão à internet, porque por vezes acontecem situações indesejáveis, como por exemplo: os jovens têm que tomar atenção aos perigos dos contactos que iniciam com gente desconhecida, que podem não ser de confiança.

Concluindo, a internet é um recurso valioso e facilitador da aprendizagem, mas devemos estar atentos aos seus perigos.

 Nome: Ana Margarida Dias Tavares                       N.º: 2                    Turma: 7.º C                     

Comentário 15/02/2015

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Comentário proposto na página 118 do manual, no seguimento do estudo d’ O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen


Cavaleiro

O cavaleiro teve uma atitude muito semelhante à de Guidobaldo, pois ambos não tiveram medo de nada nem de ninguém.

O cavaleiro era muito forte e destemido, pois andou perdido, esteve doente, passou por muito e, mesmo assim, conseguiu chegar a casa no Natal para estar com a sua família.

Guidobaldo era muito valente, porque não teve medo absolutamente nenhum de Jacob Orso, e viveu uma linda história de amor com Vanina. Assim, depois de casar com a sua amada, fugiu com ela para sempre.

Resumindo, estas duas personagens eram muito idênticas, porque eram as duas destemidas e abdicavam de tudo para fazerem felizes as pessoas que estavam ao seu lado.

 

Cíntia Martins, 7.º C, N.º 8

Texto argumentativo 08/02/2015

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Eu sou contra os exames no final de ciclo pois o seu peso vale muito na nota final.

Julgo que há muitos alunos que estudam e sabem a matéria mas, quando chegam ao exame, chumbam. Muitas vezes os alunos não conseguem tirar positiva no exame porque vão muito nervosos e, por essa razão, esquecem-se da matéria.

Eu penso que o ministério da educação tem mandado fazer exames a muitas disciplinas. Por fim, eu acho que o facto de as provas terem muitas páginas dificulta ainda mais os exames.

Na minha opinião, haveria melhores resultados sem os exames.

 

João Pedro Nunes, 7.º D

 

Texto argumentativo 08/02/2015

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As férias

Acham que o Ministério da Educação devia reduzir as férias do Natal e da Páscoa?

Na minha opinião isso está completamente errado, porquê:

Primeiro, acho que se retirassem metade das férias aos alunos, ele iam ficar desapontadíssimos, porque os alunos gostam de se divertir nas férias, cada um à sua maneira;

Em segundo lugar, acho que os estudantes precisam mais tempo para estarem com as suas famílias e para fazerem as tarefas propostas pelos professores (trabalhos de casa e estudo);

Em terceiro lugar, acho que os alunos dedicam-se muito à escola durante o período de aulas e deviam ser recompensados e não castigados;

Concluindo, acho que o Ministério da Educação não devia diminuir o período de férias do Natal e da Páscoa, pois devem dar um descanso aos alunos.

 Cíntia Martins 7.º C,   N.º: 8

Texto argumentativo 07/02/2015

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Exames da escola

 Calvin Exames

Eu sou totalmente a favor dos exames da escola.

Na minha opinião, os exames escolares são essenciais, pois, de uma forma geral, controlam o ensino. Eu sou a favor que se realizem exames em vários anos letivos, como no 4.º, 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos, pois assim os professores e mesmo os próprios alunos podem ter uma noção do seu nível e das suas capacidades.

Também se pode fazer uma estimativa das médias dos alunos para saber o nível do ensino. Os exames servem, por outro lado, para preparar bem os alunos para que assim possam, um dia, concorrer à universidade e tirar um curso superior, pois, assim, podem ter a oportunidade de alcançar um bom futuro de vida.

Contudo, apelo a que todos os alunos, como eu, que estudem para conseguirem bons resultados nos exames e, mais tarde, se formarem.

Maria João, 7.º C

 

Texto argumentativo 07/02/2015

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Diminuir férias do Natal e da Páscoa

Eu acho que é uma estupidez cortar-se para metade as férias de Natal e da Páscoa.

Nós temos muito tempo de aulas e precisamos de algum descanso. Na minha opinião o número de dias de escola é que devia ser reduzido. Já é complicado estarmos tanto tempo nas aulas e depois ainda temos de dedicar algum tempo à realização dos trabalhos de casa e ao estudo para os testes. Por outro lado, os testes são muito complicados porque temos muitas páginas para decorar.

Nós chegamos a casa e a única coisa que temos tempo para fazer é os trabalhos de casa, jantar e, depois, estudar. Nós somos adolescentes e ainda temos que nos divertir um pouco, por isso temos que ter direito às férias a que já temos direito ou ainda mais.

Concluindo, não se deve fazer nenhuma alteração nas férias mas se alguém fizer alguma alteração que seja para aumentar o tempo de festas.

Pedro Moreira, 7.º D

 

Texto argumentativo 07/02/2015

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O uniforme

Na minha opinião a obrigatoriedade do uso de uniformes oficiais é correta.

O primeiro argumento que utilizo para sustentar a minha opinião é que assim já não havia mania entre todos, em uns terem roupas de marca e outros não, seria uma maneira do pobre ou do rico não sentirem tantas diferenças.

O segundo argumento é que assim os pais das crianças não tinham de gastar tanto dinheiro em roupas e, assim, podiam poupar. Também seria uma forma de combater a crise, com o uso de uniformes.

O terceiro argumento é que se os uniformes fossem usados em todas as escolas portuguesas, Portugal ficaria mais bem visto na imagem relativa à educação.

O quarto e último argumento é que o uso dos uniformes evita situações constrangedoras como temos visto nos últimos dias no media, como uma escola exigir que a aluna volte para casa por estar usando roupas inadequadas ao local de estudo.

Por fim, cheguei à conclusão de que o uso dos uniformes devia ser obrigatório.

Rodrigo Ferreira, 7.º D

Texto argumentativo 06/02/2015

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Hoje em dia já não se utilizam uniformes nas escolas, a não ser em escolas particulares.

Na minha opinião, não me importaria se no próximo ano letivo fosse necessário usar um uniforme oficial na escola, pois acho-os elegantes e bonitos.

Penso que com uniformes nas escolas não haveria tantas pessoas convencidas. Com efeito, nas escolas públicas as raparigas, principalmente, gostam de gabar-se por terem roupa cara e de marca. Outros, por não terem muito dinheiro, acabam por se sentir mal.

Os jovens não demorariam tanto tempo para escolherem a roupa do dia seguinte. Contudo, com os uniformes, os alunos deixariam de ter um estilo próprio, teriam de ser todos iguais, o que deixaria alguns muito revoltados.

Concluo que o uso de uniformes nas escolas não seria o mais acertado para os alunos, pois alguns aceitá-los-iam e outros não.

 

Samantha Saavedra, 7.º D

 

Texto argumentativo 06/02/2015

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Férias reduzidas para metade?

 

                  Eu sou contra o ministro da educação reduzir as férias do Natal e da Páscoa para metade, pois elas devem continuar a serem aproveitadas pelos alunos.

                 A primeira razão, é que todos os alunos iriam ficar muitíssimo aborrecidos, porque dedicaram-se ao máximo durante todo o período e gostavam de ter um tempo de descanso.

                 Também, nas férias, após todos estes dias de estudos, nós gostávamos de estar mais tempo com a nossa família, em datas importantes.

                 Por último, considero que todos nós gostamos de ter um tempo determinado de relaxamento nas férias da Páscoa e de Natal, pois não fazem mal a ninguém. Até acho que deviam aumentar as férias.

                 Concluo dizendo que sou contra as férias sofrerem qualquer alteração, pois todos nós, como alunos, merecemos este tempo de férias.

Inês, 7.º C

Texto argumentativo 05/02/2015

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FOTO

A escola decidiu que a partir de hoje o acesso à Internet, através de Smartphones e de outros dispositivos móveis dos alunos, deixaria de ser facultado.

Pois eu discordo totalmente desta decisão.

Primeiro, gostaria de referir que nem todos os alunos têm acesso à internet em casa, ou pelos pais não terem recursos económicos para tal ou por, simplesmente, acharem que não necessitam dela.

Apesar de a escola disponibilizar computadores com o acesso à Internet, para os alunos realizarem os seus trabalhos, os alunos só têm, por vezes, os intervalos e a hora do almoço para realizar as tarefas. E nem sempre têm tempo suficiente para a sua realização.

A isto junta-se o facto de não haver computadores suficientes, sendo a utilização dos Smartphones uma segunda opção.

Também refiro que os jovens, como não têm Internet em casa, aproveitando o facto de haver na escola, utilizam os Smartphones para acederem ao Facebook e a outras redes sociais, visto que não é permitido que os estudantes acedam às suas contas através dos computadores da escola.

Assim, posso concluir que o acesso à Internet através de dispositivos móveis não devia ser proibido aos alunos, pelos argumentos referidos anteriormente.

 

Bruno Filipe Almeida Martins – N.º 28 – 7.º D

Texto argumentativo 05/02/2015

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internet

Os alunos sem internet

 

Atualmente a internet é um meio social utilizado por muitas pessoas de todo o mundo. Considero, assim, que a escola deverá continuar a facultar o acesso à internet a todos os alunos.

Em primeiro lugar, nem todos os alunos têm internet em casa. Ou por gastos económicos ou até mesmo porque os pais não acham uma necessidade. Assim, para estes alunos, que não têm internet em casa, sem esta rede na escola seria difícil a realização de trabalhos de pesquisa, que os professores solicitam.

Em terceiro lugar, nas aulas de TIC, a internet é uma fonte que utilizamos em abundância. Para pesquisar informações, ir ao moodle e ao e-mail.

Concluindo, nos dias de hoje, a vida de um aluno sem internet tornar-se-á complicada.

Luciana Pereira, 7.º D

Texto argumentativo 05/02/2015

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Acesso à internet

                Na minha opinião, o acesso nos equipamentos eletrónicos à internet na escola é muito importante, se não imprescindível.

                A verdade é que, por vezes, os alunos podem utilizar a internet para consultar sites menos adequados. Mas o acesso à internet também nos permite realizar tarefas propostas pelo professor e não só.

                Outra das razões pela qual eu acho que a internet nos nossos equipamentos eletrónicos é importante é o facto de qualquer dúvida que nos possa surgir poder ser imediatamente esclarecida por este meio.

                Por outro lado, a internet é um ótimo meio de entretenimento entre colegas e amigos nos intervalos, mantendo assim os alunos entretidos e não a disparatar.

                Com tudo isto, concluo que facultar a internet nos equipamentos eletrónicos dos alunos deve ser autorizado pela direção. Isto porque entretém e também é muito indicado para esclarecer pequenas dúvidas.

Maria Eduarda Loureiro, 7.º D

Texto argumentativo 05/02/2015

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O Ministério da Educação decidiu reduzir as férias do Natal e da Páscoa das crianças para metade. Como sabem, as férias são um período de tempo muito importante para nós.

No meu ponto de vista, esta ação é errada porque, em primeiro lugar, os alunos não puderam dar a sua opinião relativamente a este tema, e sem eles a escola não teria rendimento.

Em segundo lugar, os alunos necessitam de descansar, pois ao contrário do que pensam, a vida de estudante também é muito cansativa.

Em terceiro lugar, essas festividades são para celebrar com a família e com os nossos mais próximos, e não para ir para as aulas.

E, por fim, mas não menos importante, os professores nesses pequenos períodos de tempo costumam mandar muitos trabalhos para os alunos realizarem em casa, por isso temos de ter tempo para os terminar.

Concluo, assim, que a atitude do Ministério da Educação é incorreta e desrespeitosa para com os jovens estudantes.

Joana Matos, 7.º D

Texto argumentativo 05/02/2015

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Ter ou não ter exames

              Bem, na escola há sempre exames nos finais dos ciclos. Na minha opinião, eu penso que é justo. Aqui vou apresentar alguns argumentos.

             O primeiro argumento que vou utilizar é o facto de que, como penso que todos sabemos, existem pessoas que gostam de copiar e, assim, safam-se de negativas. Com os exames, estes alunos podem descer a nota, pois se tiverem 4 e no exame 2, a nota desce para 3.

              Em segundo lugar, os exames podem servir para subir a nota. Se tivermos uma má nota, basta termos mais dois valores acima para subirmos de nível. Se tivermos, por exemplo, 2 e no exame tivermos 4, subimos para 3, que já é positiva.

             Por outro lado, os exames podem até ser maus. Se formos bons nessa disciplina mas nos exames ficarmos nervosos e nos esquecermos da matéria, podemos descer a nota (coisa que pode acontecer facilmente).

             No final, concluo que os exames têm mais vantagens que desvantagens e, assim, sou a favor da sua realização. Espero que no estudo as pessoas sejam justas com as notas e não tentem copiar pelos mais inteligentes, pois estes podem estar enganados.

Mariana Santos, n.º 15, 7.º D

Texto argumentativo 05/02/2015

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Imagina que o Ministério da Educação decide reduzir os períodos de férias no Natal e na Páscoa para metade. Num texto argumentativo bem estruturado, defende o teu ponto de vista sobre o tema indicado.

 

O Ministério da Educação decidiu reduzir a duração do período de férias no Natal e na Páscoa para metade. Esta ação é errada e desnecessária e vamos já ver alguns argumentos que o comprovam.

Na minha opinião, o tempo de férias encontra-se um pouco mal estruturado. Penso, ainda, que o comprimento dos descansos deveria ser mais bem organizado, porque quando chegamos ao fim do ano letivo deparamo-nos com três meses de férias. Esta paragem poderia ser mais reduzida. Portanto, no meu ponto de vista, as pausas deveriam ser maiores nas épocas natalícia e da Páscoa, sendo, assim, diminuído o tempo das férias do Verão.

Por outro lado, acho também que os alunos, bem como os professores, mereceriam um tempo de férias mais longo devido ao esforço demonstrado no período anterior. Considero, ainda, que o Ministério da Educação não pensou nas famílias dos estudantes, pois eles necessitariam de tempo para celebrar estas quadras festivas com os seus parentes e familiares.

Concluo, então, que a duração das férias do Natal e da Páscoa deveria ser mais bem planificada.

 

Mariana Rodrigue Amaral dos Santos          n.º 16, 7.º D

O TEXTO ARGUMENTATIVO 05/02/2015

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Imagina que a tua escola decide obrigar todos os alunos a usarem, a partir do próximo ano letivo, um uniforme oficial

 

uniformes escolares

 

   O uso do uniforme nas escolas, dependendo do ponto de vista de cada um, pode ser bem ou mal aceite. Relativamente a este assunto, ainda não tenho uma opinião formada.

   Vendo as coisas pelo lado positivo, esta prática pode ser vantajosa: deixaria de haver diferenciação entre “pobres” e “ricos”; todos se vestiriam de igual forma, logo as “marcas” que tanto influenciam a opinião uns dos outros deixariam de existir; a preocupação com o que vestir desapareceria.

    Por outro lado, deixaríamos de ter “identidade própria” o que para muitos seria difícil de aceitar, pois a forma de vestir é o seu modo de afirmação e de mostrar um pouco da sua personalidade.

    Em conclusão, se na minha escola o uso do uniforme fosse obrigatório, eu aceitá-lo-ia mas com algumas contrariedades. Pelo conhecimento pessoal que tenho, posso afirmar que muitos não o aceitariam e iriam “revoltar-se” contra a escola, os professores e os colegas que fossem a favor.

 Feliciana Martins Bastos

N.º 6, 7.º D

Texto argumentativo 04/02/2015

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Casamento infantil

 

A existência da prática de casamento infantil ainda se manifesta, infelizmente, nos dias de hoje. Na minha opinião tal realidade deveria deixar de existir pelas razões que se seguem.

O casamento infantil é uma falta de respeito pelos seres humanos implicados, pois é um ato imoral, tendo em conta que as jovens são forçadas a uniões que não desejaram.

Argumento, ainda, dizendo que a ocorrência do casamento precoce agrava, também, o analfabetismo e dificulta que as meninas desenvolvam a sua aprendizagem, pois são impedidas de continuar na escola para poderem assumir as suas exigentes funções familiares.

As vítimas são obrigadas a comprometer-se com homens mais velhos, pois os seus progenitores são muito pobres e veem nos casamentos destas meninas uma forma de diminuírem as suas despesas ou, até, de obterem receitas extraordinárias.

Concluo, portanto, que o procedimento do casamento infantil é um ato errado devido aos argumentos referidos anteriormente. É um ato egoísta e maldoso por parte do “agressor”. Acho, ainda, que a permissão e autorização dos pais é inaceitável porque trocam os seus descendentes por dinheiro. Mas, infelizmente, creio que este tráfico de crianças nunca irá terminar.

 

Mariana Rodrigues Amaral dos Santos                N.º 16               7.º D

Texto argumentativo 04/02/2015

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A propósito da hipotética redução do período de férias de Natal e de Páscoa

 

Eu sou contra a ideia do ministro da educação porque as férias de Natal e da Páscoa devem continuar assim pelos seguintes argumentos.

A primeira razão é que os alunos devem ter um tempo para descansar a cabeça depois de três meses de aulas.

A segunda razão é que nessas férias há datas muito importantes como o Natal e a Páscoa e à volta desses dias deve haver um determinado espaço de tempo sem aulas.

A terceira razão é que merecemos ter um descanso por causa do tempo que temos de aulas quase sem nenhum feriado. Apenas no segundo período existem as curtas férias do Carnaval.

Como quarta razão considero que ao invés de as férias diminuírem para metade, elas deviam aumentar pois considero-as curtas e o tempo que temos de aulas é muito grande.

Como conclusão, as férias de Natal e da Páscoa não devem sofrer qualquer redução.

 

Nuno Vasconcelos, 7.º D

 

Texto argumentativo 04/02/2015

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Uniforme obrigatório?

 

Neste pequeno texto argumentativo vou mencionar algumas razões que me levam a achar que o uso de uniformes em todas as escolas deve ser obrigatório.

No meu ponto de vista, penso que as escolas devem colocar como um elemento obrigatório os uniformes, pois ainda nos dias de hoje alguns alunos sentem-se inferiorizados pela sua aparência em relação aos restantes pelo facto de não terem as mesmas possibilidades que eles. Assim sendo, os uniformes vão poder mudar tudo. Como?

Os alunos, assim, serão todos iguais, estarão no mesmo pé de igualdade e não se sentirão inferiores em relação aos outros. Não haverá desigualdade entre eles, pelo menos no que diz respeito à aparência.

Compreendo que poderão existir pessoas com uma opinião distinta da minha, por julgarem, por exemplo, que se for obrigatório este tipo de elementos, os alunos não poderão afirmar a sua diferença, ou seja, não se poderão vestir de acordo com o seu estilo preferido e que verdadeiramente querem, não poderão exprimir a sua própria personalidade através do vestuário.

Concluo, então, que o uso do uniforme na escola seria melhor para os jovens, pois diminuiria a inferiorização de alguns alunos e traria a igualdade para todos.

 

Ema Marques Coutinho, 7.º D,  N.º 5 

Texto argumentativo 03/02/2015

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Uniformes? – Nem pensar!

 

            O Ministério da Educação decidiu que, de hoje em diante, os alunos deverão utilizar uniformes durante as aulas. Esta ideia está completamente errada. Vamos ver porquê:

            Se for obrigatório o uso de uniformes escolares, os alunos não poderão desfrutar de uma opção de escolha do seu próprio estilo, isto é, os alunos não poderão vestir-se de acordo com aquilo que realmente querem.

            Outra das razões é que, como é possível verificar, os alunos têm estilos muito variados, muito distintos uns dos outros. É óbvio que, se fossem criados uniformes escolares, alguns dos alunos não se incomodariam porque iriam gostar do seu design, mas certamente existiriam outros que não se adaptariam tão facilmente, o que poderia provocar problemas.

            Se analisarmos atentamente a situação, verificamos também que, se os alunos utilizassem uniformes, tudo seria muito igual, não existiria uma variedade de cores, de estilos, tudo seria bastante previsível.

            No entanto, existem pessoas que defendem que os uniformes contribuem para diminuir a desigualdade entre os alunos, por permitirem que algumas crianças não se sintam tão inferiorizadas pelo facto de não terem as mesmas posses dos seus colegas.

            Mas o pior dos cenários é que, se os alunos utilizarem os uniformes e se adaptarem, qual o estilo que vão adquirir? De que modo a escola vai ensinar os jovens a serem independentes no que respeita às suas escolhas? Daqui a alguns anos veremos as pessoas que frequentaram o estabelecimento de ensino nesta época todas vestidas com roupas idênticas? Não haverá diversidade de modas em Portugal? Pois, isto será o mais provável…

            Assim, é possível concluir que a ideia da utilização de uniformes no período letivo não é a melhor, por isso deverá ser repensada, analisada com mais cuidado e vista de outra perspetiva.

 

Beatriz Bastos Dias

7.º C; N.º 5

Texto argumentativo 03/02/2015

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Casamento infantil

 Na minha opinião, o casamento de jovens menores é uma prática errada que continua a fazer parte da tradição de muitos países ou grupos, só para a família dos jovens ganhar um dinheiro através do pagamento que recebem ao entregar as filhas para casarem.

Em primeiro lugar, estes casamentos representam o desrespeito pelo estipulado na declaração dos direitos humanos, que refere que todos os jovens têm direito à educação e a frequentar a escola nesta fase da sua vida.

Em segundo lugar, estas raparigas acabam por ser mães muito cedo e correm o risco de morrer ao dar à luz os seus bebés porque o seu organismo não tem ainda as condições necessárias para enfrentar uma gravidez.

Por outro lado, normalmente, as meninas que casam cedo acabam também por ter muitos mais filhos ao longo da sua vida, facto que agrava a pobreza das famílias que constituem.

Por último, este problema também tem consequências a nível geral, pois agrava a pobreza dos países, impedindo-os de melhorar as condições de vida da população.

Assim, o casamento de jovens deve ser evitado para que estes possam preparar-se para um futuro melhor através da formação adequada e da frequência da escola.

 

Pedro Santos, 7.º D

Texto argumentativo 03/02/2015

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Não aos casamentos prematuros!

 

            O casamento prematuro dos jovens não é, de todo, uma ação correta. Apesar de ser uma ação que ocorre em muitos países e com muita frequência, não é certo praticá-la. Vamos então ver algumas das muitas razões pelas quais isto não deve acontecer.

            Ao casarem muito cedo, as jovens perdem a oportunidade de viverem a sua infância, a sua juventude como qualquer criança/jovem deve ter o direito de viver. Passam a ter responsabilidades de adultas, facto que nunca deve acontecer nessas idades.

            Além disso, ao casarem jovens, estas raparigas perdem a oportunidade de estudar, de ir à escola para poderem evoluir a nível profissional e, quem sabe, contribuírem para desenvolver o país onde vivem.

            Quando casam e engravidam muito cedo, as raparigas têm maior probabilidade de morrerem prematuramente, de virem a ter muitos filhos e de estes virem a morrer em bebés, no prazo de um ano após o nascimento.

            Uma das consequências de casarem muito cedo e com pessoas que não conhecem é estas jovens não terem a oportunidade de escolherem a pessoa que querem ter ao seu lado para o resto da vida e não terem uma formação suficiente para poderem educar corretamente os seus filhos.

            Conclusivamente, ao casarem muito cedo, estas jovens nunca poderão ser felizes, nunca poderão ter liberdade de escolha, de expressão. Devemos contribuir para evitar estas situações!

 

Beatriz Bastos Dias

7.ºC; N.º5

 

 

Texto argumentativo 03/02/2015

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No meu ponto de vista, os uniformes deveriam ser proibidos, pois os alunos não conseguem exprimir a sua personalidade. Algumas pessoas têm uma opinião diferente da minha, porque acham que usar farda é uma das maneiras de por fim à discriminação existente nas escolas.

Eu acho que nas raparigas há discriminação mesmo ao usarem uniformes, porque podem gozar com as alunas mais cheiinhas.

Para além de serem gozados, os alunos demoram mais a vestir-se, se for o caso de se vestirem na escola, e correm o risco de não entrar para as aulas a tempo e horas.

Ao usarem farda, os estudantes não podem personalizar a sua roupa, não podem mostrar um pouco da sua essência.

Concluo, assim, que deveria ser proibido o uso de farda em todas as escolas da Europa e do mundo, devido às razões que eu mencionei.

Rafaela Barbosa, 7.º C

Texto argumentativo 03/02/2015

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Neste pequeno texto argumentativo, vou-vos dar um pouco da minha opinião sobre as escolas utilizarem todas uniformes.

Na minha opinião, os alunos da nossa escola deviam utilizar uniforme, como roupa obrigatória para todos. Nos colégios tem-se notado um aumento dos alunos com mais posses discriminarem aqueles que são mais pobres, por não terem roupas nem calçado de marca. Assim, os que não têm grandes posses são excluídos pelos outros, quando estão em grupo, por causa do modo de vestir.

Com este relato todo, eu concluo que o uso de uniforme seria muito melhor para a educação de todos os jovens, reduziria a discriminação e traria igualdade a todos os alunos.

 

Ana Patrícia Dias Simões

N.º 3         7.º C

Texto argumentativo 02/02/2015

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Uso de uniforme obrigatório

farda 2

 Na minha opinião, as escolas deveriam colocar as fardas como elemento obrigatório.

Eu acho que nas escolas, se fosse obrigatório utilizar farda, não haveria tanta discriminação, pois alguns rapazes e algumas raparigas acham-se superiores aos outros e fazem troça de alguns colegas, por várias razões, porém, habitualmente, as principais razões são a forma de vestir ou aquilo que possuem.

Se todos andassem de farda, todos eram tratados por igual, visto que, devido às diferenças sociais que se sentem, alguns alunos têm mais possibilidades, logo têm roupas melhores e de marca, enquanto que outros não, sendo tratados como diferentes, sofrendo de bullying.

Com farda era muito mais fácil saber quem eram os alunos da escola de modo a evitar que pessoas desconhecidas entrassem, havendo assim maior segurança na escola.

Com isto, concluo que usar farda seria bom, traria maior igualdade e reduziria o bullying que muitos alunos sofrem.

 

Diana, 7.º C

Texto argumentativo 02/02/2015

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O uso de uniforme escolar

 

 

uniformes

Neste pequeno texto argumentativo vou falar-vos um pouco da minha opinião acerca do uso de uniforme dentro do recinto escolar.

Na minha opinião, acho que as escolas deveriam colocar as fardas como elemento obrigatório.

Nas escolas têm-se notado muita discriminação entre os alunos. Se todos andassem de farda, todos eram tratados por igual, visto que devido às diferenças sociais que se têm notado, alguns jovens têm mais possibilidades, logo têm roupas melhores e de marca enquanto que outros não têm tanta sorte de poderem ser respeitados e admitidos nos grupos e, habitualmente, a principal razão que motiva a sua exclusão é a sua maneira de vestir e aquilo que possuem.

Com tudo o que disse fiz-vos perceber que o uso das fardas seria muito bom para a educação juvenil, traria igualdade entre os alunos e reduziria a discriminação que infelizmente já faz parte deste mundo há muito tempo.

 

Ana Durão, 7.º C

 

Texto argumentativo 02/02/2015

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Calvin Exames

Na minha opinião, acho que os exames no final dos ciclos de ensino são uma maneira de mostrar aos alunos o que conseguiram aprender durante cada uma destas etapas no seu percurso escolar.

Em cada um destes ciclos os alunos vão aprendendo mais coisas, logo, com o passar dos anos, os exames serão mais exigentes. Desta forma, só os alunos que se aplicarem verdadeiramente é que conseguem alcançar os objetivos propostos. Considero que estes exames são uma forma de influenciar os estudantes a trabalharem com mais afinco e dedicação. Também penso que será mais fácil para os alunos e encarregados de educação avaliar se os objetivos foram alcançados.

Concluindo, penso que os exames finais dos ciclos de ensino servem essencialmente para os próprios alunos se autoavaliarem e terem bases mais sólidas para o próximo ano letivo.

 

 Tomé Tavares Coutinho; N.º 19; Turma: 7.ºC

19/01/2015

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Oh que linda mão,
tão gordinha
como o meu pão,
cheio de farinha.

Oh que linda mão
cheia de ternura,
enche o meu coração,
parece uma aventura.

Oh que linda mão
parece um jardim,
cheio de flores,
só para mim.

Oh que linda mão,
segura no meu balão,
dá-lhe muita atenção,
do fundo do coração.

Autoras:

Beatriz Fernandes e Clara Dias 5º

Em 2014, o blogue “Palavras de Sever” teve visitantes de 68 países! 30/12/2014

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The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2014 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 25,000 times in 2014. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 9 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

A minha entrevista 11/11/2014

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Imagem de El Salvador

Imagem de San Salvador, capital de El Salvador

Conheci o Gerardo há um ano, quando foi apresentado à paróquia na Missa Dominical. O Padre Alberto, visivelmente feliz, informou os paroquianos de que tínhamos entre nós um jovem seminarista natural de El Salvador e que se encontrava já há alguns anos no Seminário do Porto. Gerardo iria ficar em Sever do Vouga pelo menos um ano. Curiosa, resolvi saber mais sobre a sua infância, o seu percurso e, sobretudo, o porquê da sua escolha.

Gerardo, pode falar-me um pouco sobre o seu país e a sua infância?

O meu país é um país pequeno, cheio de turismo mas, também, cheio de cristianismo. No entanto, existe violência como em todos os países da América Latina, onde os jovens se perdem na violência, no álcool e nas drogas. Felizmente, tive uma infância feliz e normal, cresci com os meus padrinhos num matrimónio católico e foi esta família que me transmitiu a fé. Então, entrei na Igreja e fiz parte de um grupo onde me formei espiritualmente até sentir o chamamento e entrar no seminário em 2008.

O seu percurso académico foi feito no seu país?

O meu percurso académico foi feito no meu país até ao secundário.

O seu desejo foi sempre ser seminarista ou quis ter outra profissão?

Não, muito pelo contrário, o meu desejo foi sempre ter outra profissão.

Ser seminarista foi a sua escolha. Pode explicar-me como sentiu esse chamamento e por que resolveu segui-lo?

Ser seminarista não foi uma escolha mas sim uma vontade de Deus. Senti esse chamamento num encontro a nível Centro Americano, onde ouvi uma pregação sobre o evangelho que falava que Deus iria fazer dos discípulos pescadores de Homens.

Quais as dificuldades que sente relativamente à sua escolha?

As maiores dificuldades são os estudos, uma vez que acho a Teologia muito difícil. Também é complicado gerir as saudades da família e dos amigos.

Tem alguma passagem ou acontecimento que ache pertinente contar?

A experiência que estou a ter em Sever do Vouga é um acontecimento que me ajuda na minha preparação para o presbiterado, porque é praticamente um estágio.

Pensa vir a ser ordenado padre?

Os seminaristas não são obrigados, mas se um dia isso se proporcionar, estou completamente disponível.

Obrigada por ter aceitado colaborar comigo para a realização deste trabalho. Estou certa de que ficamos a saber mais sobre esta profissão que considero tão interessante.

Feliciana Martins Bastos

N.º 6, 7.ºD

A felicidade do João (biografia imaginária) 06/11/2014

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            Era uma vez um meninocom 5 anos  chamado João que queria brincar. Então foi à rua ver se encontrava alguns meninos com quem o pudesse fazer. Ao longe, o João avistou quatro meninos que jogavam à bola e lá foi ele pedir para jogar com eles. Os meninos, ao ouvirem aquele pedido, riram-se e para o João aprender a não se meter com os mais velhos penduraram-no com molas no fio da roupa.

            O tempo foi passando e, com as notas excelentes na escola, resolveu ir para a faculdade com 19 anos. Para não se sentir inferior às outras pessoas foi praxado e uma tarefa que ele tinha que fazer era tirar uma fotografia com um capacete cor-de-rosa e com a cara desfocada.

            Como o João estava farto de ser humilhado, decidiu começar do zero e mudou-se para Paris onde admirou a torre Eiffel e encontrou o seu verdadeiro amor. Dois anos depois casou-se, um ano depois  tiveram uma filha e viveram felizes para sempre em família.

Ana Rita Duarte, 8.ºC

Sou divertida 06/11/2014

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A vila não sorri

mas eu vivo na avenida,

nestas coisas de sorrir

sou divertida!

 

Não me chamem para a vila,

Não me ponham triste,

a alegria está aí

e eu quero divertir-me.

 

Débora Gradim, 8.ºC

Os corvos-marinhos 16/10/2014

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Os corvos-marinhos são aves migratórias originárias dos países do Norte da Europa e que durante o inverno se deslocam para regiões mais temperadas. Em Portugal podemos observar estas aves na região de Coimbra.

Estes animais têm um aspeto sinistro. Alguns povos acreditam que eles são portadores do mal. A sua aparência é considerada primitiva pois exibem pescoços longos, penas pretas, as suas patas apresentam membranas interdigitais que lhes permitem deslocar-se na água com grande facilidade e destreza.

Esta espécie de corvos alimenta-se de peixe em grande quantidade. Por vezes, a presença destes animais em determinadas regiões provoca a diminuição das reservas piscícolas, facto que põe em risco a alimentação humana, a sobrevivência de algumas espécies e de atividades económicas como a pesca e a aquacultura.

Os corvos-marinhos nidificam em zonas mais amenas a aí se mantêm até atingirem a maturidade, momento em que regressam aos países nórdicos de onde são originários. Contudo, assim que o inverno se anuncia, partem para Sul em busca de um clima mais favorável e de alimento em abundância.

Os corvos-marinhos são uma espécie que apresenta características fascinantes. Merecem, assim, ser protegidos e respeitados, mas a sua proliferação deve ser controlada a fim de não pôr em risco a existência de outras espécies ou de atividades humanas.

Texto produzido coletivamente pela turma D do 7.º Ano

Poesia 09/06/2014

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Amo-te ♥

 

Amo-te.

Palavra tão forte e complicada,

tantas vezes mal usada

ou até mesmo desperdiçada.

 

Amo-te.

Como noite e madrugada

como ave que voa

e como peixe que nada.

 

Amo-te.

A ti que não me amas

e a ti que finges amar,

a ti que não queres saber

e a ti que não o sabes dizer.

 

Amo-te.

Porque no final,

quando o sol deixar de brilhar

e os pássaros deixarem de cantar

tudo o que valeu a pena

foi AMAR.

Ana Matos, 8ºG

Poesia 09/06/2014

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Amar

 

Amar é esperar

Amar é acreditar

Amar é saber.

Sei bem

o que é amar

mas só posso desejar.

 

LEANDRO, 8ª E

Poesia 09/06/2014

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Poema sobre o amor

 

O amor simplesmente nasce,

Simplesmente acontece.

 

Não tem jeito,

Não tem hora,

Não tem pressa.

 

Amor é a resposta a todos os porquês,

Amor não morre, não foge…

Cresce dia após dia,

Mês após mês.

 

O amor não se revela,

Não se sabe revelar!

Simplesmente ele existe

Para quem sabe amar.

 

 

 

Daniela Anjos, 8ºE

 

Poesia 09/06/2014

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O meu amor não tem fim

É como um carro de corrida

Eu não estou em mim

Com este amor eterno para a vida.

 

Meu amor, meu amor

Será que tu existes ou és minha imaginação

O meu coração é uma máquina a vapor

Movido a alegria e emoção.

 

És a mulher mais bonita de Portugal

O teu coração está cheio de paixão

És uma mulher fenomenal

Ainda me lembro quando te vi a 1º vez na serra do Marvão.

 

Lembro-me nas noites de verão

Quando tu me davas o teu calor

E também do suor da tua mão

Nas noites cheias de amor.

 

 

Namorar contigo é um pecado mortal

És a bussola da minha vida

O meu astrolábio celestial.

 

O tempo não parou de passar

E eu só pensava no teu carinho

Fiquei a chorar

Mas depois voltaste e deste-me um miminho.

 

Fábio Martins, 8ºE