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Rap das preposições, por Tomás Tavares, 5.ºD 21/05/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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A, ante,após,até

P’rà escola vão a pé

 

Com, contra

Já têm a mochila pronta

 

De, desde,diante,durante

Que escola cativante!

 

Em, entre

Que miúda surpreendente!

 

Para, perante, por

Vamos a Kuala Lumpur?

 

Sem, sob, sobre, trás

Repete tudo, és capaz!

 

Trabalho realizado por: Tomás Tavares do 5ºD nº 22

Um trauma chamado Nokia, por João Silva (8.ºB) 21/05/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Uma das muitas coisas que nos podem humilhar na infância e na adolescência é utilizar um telemóvel “Nokia”.

Coitados dos que tinham de usar um desses telemóveis, incluindo eu. Aqueles telemóveis eram feios, pequenos, eram indestrutíveis, … Se alguém os atirasse contra a parede, fazia um buraco enorme na parede e eles ainda funcionavam sem nenhum arranhão!

Se alguém criasse uma marca de automóveis  feitos desse material indestrutível com que faziam a carcaça de tais telemóveis e se usassem os mesmos vidros que esses aparelhos tinham, essa pessoa ficaria mais rica do que o dono de uma petrolífera. E talvez as pessoas fossem menos às oficinas por causa de um Zé que não sabia conduzir lhe ter batido no carro.

Voltando ao assunto inicial, esses telemóveis eram: feios, pequenos, indestrutíveis. Pior: só davam para enviar mensagens, telefonar e jogar ao jogo da cobra cujo objetivo era não se… “autocomer”! Uma grande parvoíce.

Como referi anteriormente, tive um desses maravilhosos tijolos.Os meus colegas brincavam comigo por causa desse aparelho a que chamam telemóvel, por exemplo, quando estava na sala de aula e ele caía do meu bolso alguém afirmava “partiu o chão”. Mas isso não me afetava, porque sabia que a “boca” era só na brincadeira e não tinha como intenção ferir os meus sentimentos.

Uma experiência muito traumatizante.

João Silva, 8.º B

O amor, por Diana Ferreira 21/05/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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O amor é um sentimento diferente dos outros, pois com ele não vem só alegria, também chegam a dor, a angústia e até a mágoa, mas quem não sofre por amor?

Quem ama sofre, mas não se importa, pois o amor também é sinónimo de felicidade. Quantas vezes estamos tristes e para nos animarmos pensamos naqueles que amamos? Muitas vezes. O amor é mesmo assim, estranho, tanto nos faz chorar de dor como de alegria.

Um exemplo que comprova o que afirmei é o grande amor vivido por Romeu e Julieta, aqueles dois amantes que todos conhecemos e cuja história nos leva a pensar: «que loucuras podemos cometer por amor?» Também podemos ter em consideração a vida de Dona Inês de Castro, uma mulher que foi morta pelo rei por causa de amar D. Pedro, que já tinha esposa. O rei seu pai foi obrigado, pelo povo, a matar D. Inês, mas diz-se que pouco depois D. Pedro endoideceu. Isto mostra-nos que não conseguimos viver sem amor e que este está e tem de estar muito presente na nossa vida.

Para concluir, eu penso que, apesar do amor ser um sentimento contraditório, é um sentimento pelo qual vale a pena lutar, uma vez que nós precisamos de amar e de nos sentirmos amados para ser felizes.

Diana, 8.ºC, N.º10

A adolescência, por Débora Gradim 21/05/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Na adolescência é normal
trocar o vício de amar
pelo vício da bebida,
mas temos de nos controlar.

Na adolescência tudo
parece o fim do mundo,
mas é apenas o começo
até ao último segundo.

(escrito no âmbito do projeto +Contigo)

A vida é feita de… 21/05/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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A vida é feita de planos

Desejos e sonhos,

Vitórias e derrotas,

Que formam uma história.

 

Quantas vezes fazemos planos

Que não acontecem como nós queremos,

Encontros e despedidas,

Desgostos e fantasias.

 

Débora Gradim, 8.º C

A importância dos brinquedos, por Débora Gradim 21/05/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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   Na minha opinião, os brinquedos são essenciais na infância de qualquer criança.

   Os brinquedos, por muito surpreendente que pareça, são, por vezes, a melhor companhia para desabafar e até mesmo para ouvir música.

   Eu, por exemplo, sou daquelas pessoas que é capaz de contar coisas pessoais e importantes aos brinquedos e não as dizer aos amigos.

   O brinquedo mais especial da minha infância foi uma boneca de meio metro, com cabelo cor-de-rosa, um vestido amarelo e umas “leggings” verdes. Foi especial porque ao olhar para ela lembrava-me do Natal, de quando a família estava toda reunida e também relembrava o que os meus pais “sofreram” para encontrar a boneca que eu queria. Hoje, mesmo crescida, ainda a tenho, embora me digam que eu já não tenho idade para brincar com bonecas.

   Para concluir, os brinquedos são importantes, mesmo quando crescemos . Nunca devemos deixar de brincar, quanto mais não seja para desanuviar a cabeça.

 Débora Gradim, 8.ºC

A lenda da ponte do Alfusqueiro, pesquisa de Mariana Rebelo, 5.ºD 21/05/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Fonte: http://terrasdomarnel.blogspot.pt/2009/03/lenda-da-ponte-do-rio-alfusqueiro_12.html

 

“O diabo nem sempre leva a melhor sobre o homem… (pelas consultas feitas e pesquisas realizadas sobre a lenda da ponte do Rio Alfusqueiro, invariavelmente é assim que começa esta lenda, geralmente muito conhecida mas, ultimamente, pouco falada. Digo eu…)

Claro que essa ajuda é preponderante se vier de alguma boa fada…

A lenda que ainda se conta sobre a velha ponte de cantaria sobre o Rio Alfusqueiro, ali abaixo de A-dos-Ferreiros, a meio caminho do lugar da sede de freguesia, o Préstimo, cujo rio é afluente do Águeda. Uma pessoa que conheço, referindo-se a esta lenda, acrescenta uma frase curiosa: “poderíamos até dizer que é um tempo em que o Diabo ainda precisava de andar pela terra a negociar almas”.

Assim, aquela ponte era imprescindível para permitir a passagem para os que residiam ou se deslocavam àquelas serranias e foi um cristão que se comprometeu a fazê-la mas verificou, quando pretendeu dar-lhe início, que era enorme e temerária a obra em que se envolvera.

Neste momento de aflição do cristão, surge-lhe o diabo em pessoa a informá-lo que ele e os seus demónios ajudantes se encarregariam da empreitada. Mas, como negócios são negócios, havia a questão do pagamento. Ficou assente que a moeda utilizada seria a alma do cristão. A escritura, diz outra versão que consultei, foi assinada com o próprio sangue do cristão. E nela ficou consignado que a obra deveria estar pronta à meia-noite do dia de Natal desse ano, ao cantar do galo. O cristão lá ia verificando o andamento da obra, aliás de magnífica arquitectura e começava a dar sinais de temeridade pelo negócio em que se envolvera.

Se a este cristão, no percurso da sua vida lhe apareceu o diabo, porque não aparecer uma boa fada? E terá sido isto o que aconteceu. Essa fada instruiu o cristão na maneira de se ver livre deste compromisso, não deixando de ter a ponte que tanto ambicionava e necessitava. A fada deu-lhe um ovo e disse:

– A obra ficará pronta à meia-noite em ponto. Vais junto da ponte e ficas atento aos últimos trabalhos e assim que o diabo colocar a última pedra, atira o ovo ao longo da ponte e vais ver que tudo corre bem…

E a lenda conta ainda que estavam o diabo e os seus ajudantes a colocar a última pedra de remate, quando o cristão atira o ovo pelo chão ao longo do tabuleiro da ponte, este rolou, bateu numa pedra e quebrou-se. Nesse momento, saiu dentro do ovo um belíssimo galo de plumagens admiráveis, que começou a cantar enquanto batiam as badaladas da meia-noite. E assim, por uma questão de segundos, o diabo da ponte do Alfusqueiro perdeu a aposta e o cristão manteve a sua vida.

Versões há a dizer que o diabo, furioso, fugiu a sete pés pela escuridão da noite, escondendo-se floresta dentro, para preparar umas tempestades, nunca mais sendo visto. Uma outra versão diz que o diabo deu um estoiro de tal ordem que nunca mais por ali passou.

Experiências infantis, por Leonardo Correia 21/05/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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No primeiro dia em que comecei a usar óculos, mal cheguei à minha escola primária fui gozado até ter de chegar a tirar os óculos e guardá-los.

Na cantina, voltei a pôr os óculos e um rapaz chamou-me caixa de óculos, eu ignorei. Chamou outra vez e foi então que me levantei, fui ter com ele e sacudi-lhe as moscas. No fim, parecia que lhe tinham passado dois elefantes por cima. A princípio, até me senti bem, mas depois lembrei-me que bater em alguém não resolvia nada.

Passados alguns meses fui à Feira de Março, no caminho pensei que ia correr tudo bem, mas foi precisamente o contrário. Estava a andar no passeio quando, de repente, o chão se levantou e fui bater com a testa no espelho do carro dos meus pais! Claro que fiquei com um galo enorme, mas o que é importante é que ainda fui andar de carros de choque.

Agora, de todas as vezes que peço aos meus pais para ir à Feira de Março a minha mãe faz questão de me lembrar aquele acidente trágico.

 

Lacinhos XXL 19/05/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
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Não há nada pior do que a hora dos ganchinhos. Eu sempre odiei a hora de acordar, primeiro porque a thumbs_traca-1minha mãe me acordava aos berros, segundo porque eu odiava tomar banho e terceiro, a parte em que a minha mãe vinha ter comigo com dois ganchos, em forma de laços XXL, na mão direita, e um pouco de gel na mão esquerda.

Ela trazia no bolso das calças um pente (como aqueles dos velhotes) para me endireitar os caracóis – eu sei que é difícil de acreditar, mas sim eu já tive caracóis, quando era mais pequena, mas tudo o tempo levou – e barrava-me o gel no cabelo. Imaginem, o cabelo é o pão e o gel a manteiga!

Depois levava-me ao jardim-de-infância e eu esperava que ela se fosse embora para ir a correr tirar os laços. Nessa altura chamavam-me “Maria lacinhos” (era suficientemente mau) e de vez em quando ainda me chamam. Mas definitivamente a pior altura do dia era quando a minha mãe chegava do trabalho para me ir buscar e colocava os laçarotes no meu cabelo; tanto trabalho que eu tinha tido para tirar os ganchos e a moça chega e põe-mos outra vez. Por um lado, era melhor pôr os ganchos no cabelo, porque eu ficava com o cabelo todo nojento do gel e aquilo era horroroso.

Graças às ideias maquiavélicas da minha mãe, quando digo maquiavélicas estou-me a referir à parte dos ganchos, eu agora adoro ganchos, laços, fitas, amo acessórios de cabelo, por isso agradeço à minha mãe do fundo do meu coração.

Carolina Soares, nº4, 8ºA

A ida aos casamentos 19/05/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºD.
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casamentoQuando eu era mais novo, infelizmente havia muitos casamentos para os quais os meus pais estavam convidados. Na minha opinião, os casamentos eram um aborrecimento.

Nesses dias, tinha que acordar cedo, o que já era mau. Depois, era obrigado a usar roupa e calçado que não queria, como por exemplo sandálias com solas de borracha, que me aqueciam os pés e mos assavam.

Tive o azar de ir a casamentos longe de casa, o que implicava viagens massacrantes. Depois de lá chegar, vinha a parte pior, que era a cerimónia. A missa era um momento que, para mim, servia apenas para adormecer. As horas passavam e eu sem comer, o que era outra tortura.

A tarde ainda era pior: não tinha primos para brincar e ficava apenas com a minha irmã. Tudo demorava. As horas pareciam eternas. Havia muitas vezes o jantar, que também demorava muito tempo. E só no final regressávamos a casa. Por vezes, até ficávamos lá, em casa de familiares dos noivos.

Eram dias intermináveis. Na minha opinião, as crianças não deveriam ir aos casamentos ou, caso fossem, deveriam ter alguma coisa com que se entreter.

Jorge Martins, nº11, 8ºD

Memórias de Infância 19/05/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºD.
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gatoVou falar-vos do meu primeiro animal de estimação. “Folhinhas” era um gato brincalhão e eu adorava-o. Certo dia, saiu de casa e, durante muito tempo, acreditei que voltasse. A espera deixava-me angustiada.

Num dia de outono, recebi um gatinho, recordo-me perfeitamente! Fiquei felicíssima com a surpresa. Passei o dia a brincar com ele e a tentar encontrar-lhe um nome. De repente, vi que ele andava constantemente junto de um jarrão de plantas. Não, não era para brincar – ele comia as folhas, daí o seu nome, “Folhinhas”.

Adorava dormir no meu colo, aconchegando a cabeça o mais que podia, ronronando quando lhe acariciava o pelo macio, cor de ouro, com um branco imaculado à mistura.

Uma manhã solarenga, Folhinhas saiu de casa e a espera tornou-se infinita, ele não voltou… Recordo-me que chorei imenso e que este foi o momento mais desagradável e triste que relembro da minha infância.

Beatriz Bastos Marques, 8.ºD, n.º 1

Infância, o período em que te vestes como a mamã manda 19/05/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
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Durante a minha infância, a minha mãe é que mandava e escolhia como me deveria vestir, calçar e fazer mother-with-daughterpenteados, talvez como todas as crianças. Um grande período de birras.

Sempre gostei de ser eu a escolher a roupa e assim vestir-me à minha maneira. Detestava quando tinha de levar roupa de treino, como leggins e fato-de-treino por causa de educação física. Era tão pindérico! Já para não falar das birras que fazia quando a minha mãe insistia em me fazer um puxo e tinha de andar com o cabelo amarrado o dia todo. Gostava tanto de andar com o cabelo encaracolado solto, mas tinha de usar aqueles ganchos, fitas, bandoletes…como as princesas que via na Disney.

Na minha opinião, as meninas tinham o cabelo comprido para andar solto e com acessórios giros.

Raquel Neves nº19 8ºA

Os brinquedos são importantes para as crianças? 19/05/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
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coelhaOs brinquedos são muito importantes para as crianças, e o meu favorito, na infância, era uma coelhinha de peluche chamada Lola.

Na minha opinião os brinquedos eram, são e sempre serão muito importantes nas vidas das crianças, pois um brinquedo para uma criança é como se fosse o seu melhor amigo com quem podia brincar o dia inteiro e também ajudar a manter a imaginação das crianças fértil porque faz com que a criança invente um nome para ele, crie jogos, entre muitas outras coisas…

Para mim os brinquedos foram muito importantes, mas havia um brinquedo favorito que eu nunca largava: a minha coelhinha Lola. Era um brinquedo de peluche castanho clarinho e branco com as patas coloridas de verde, amarelo, rosa, violeta, azul, laranja… Acho que sempre adorei este brinquedo pelo facto de ter sido o meu primeiro brinquedo. No mesmo dia em que eu nasci, o meu pai e o meu irmão ofereceram-mo, e como era bastante colorido despertava-me os olhos e eu não o consegui largar; acho que isso é que provocava a imensa alegria que eu tinha quando brincava com a Lola.

Para concluir, quero relembrar que é bom para a infância das crianças brincar com brinquedos coloridos uns diferentes dos outros, que é para despertar a nossa imaginação, e quando uma criança ganha um brinquedo faz logo um grande sorriso, o que me faz a crer que na vida de uma criança é muito importante haver pelo menos um brinquedo.

Beatriz Nunes, nº3, 8ºA

Poemas escolhidos pela Luciana Rodrigues (5.ºD) 07/05/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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O céu é azul

O sol é amarelo

Enquanto você ia

Roubei o seu chinelo

 

Rei vive no trono

Peixe vive no mar

Eu vivo neste mundo

Somente para te amar

 

O jardim da minha vizinha

Parece o paraíso

Com uma borboletinha

Lá a passar

Ao pé de uma florzinha

 

(Todos de autor anónimo, encontrados na Internet)

A história de Valdmort 07/05/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Era uma vez uma menina chamada Maurícia que conheceu o Micael Carreira em Oliveira de Frades, num concerto lá na escola/ Agrupamento.

No intervalo apareceu o Valdmort em cima do telhado, que estava solto. De repente, ele caiu, partiu uma perna e começou  a pedir ajuda.

– Ajudem-me, ajudem-me. – diz Valdmort.

Quando a Maurícia, o Micael Carreira e o Príncipe Nabo o viram foram ajudá-lo.

– Valdmort, estás bem? – perguntaram em coro.

– Empreste-me a sua varinha, Valdmort. – disse a Maurícia.

– Faz com que chame uma ambulância e diz o número 38.

– 38. – disseram todos em coro.

Quando já estava tudo resolvido, a Maurícia e o Príncipe Nabo ficaram bem, mas o Micael Carreira, como teve de parar o concerto, ficou triste e o Valdmort teve o azar de ter partido uma perna.

 

 

Gonçalo Fernando Carvalho, 5.ºD

DINOSSAUROS 04/05/2015

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GRANDES E PEQUENOS: Dos enormes herbívoros pachorrentos aos caçadores, mais pequenos e mais ativos, os dinossáurios tinham estilos de vida muito variados. Teriam também diversos metabolismos, de sangue quente ou de sangue frio?

Mateus, 5.ºD

“Os fantasmas batem à porta”, de Álvaro Magalhães 28/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Os fantasmas batem à porta

com os dedos finos de nada,

mas não esperam que a porta

se abra

e passam através dela,

como o sol pelo vidro

da janela.

 

(in O Limpa-palavras e outros poemas, poema escolhido por João Rodrigues, 5.ºD)

Lenda da Cabreia (Silva Escura, Sever do Vouga) 28/04/2015

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aa

aaaaHá uma lenda que diz terem os mouros deixado cair uma grade de ouro no poço mais fundo da  Cabreia, em Silva Escura. Segundo a lenda, é possível recuperá-la com dois bois pretos e o livro de S. Cipriano, dizendo uma reza que está no dito livro.
aaaaaa  Foram os mouros que deram início à lenda, quando habitaram no ponto mais alto ao lado da Cabreia, no Castro.
aaaaaa  Dizem ainda que, há muitos anos, um homem tentou tirar a grade com uma junta de bois. Conforme os bois iam puxando, o homem ia praguejando e quando a grade já cá estava fora, o homem disse: “Graças a Deus, já cá estás fora’’, então a grade arrastou com ela os bois para o fundo do poço.

Pesquisa feita por:

Daniela Pinho, 5.º D

O gato ementa, de Daniela Pinho e Renato Ribeiro 28/04/2015

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   Um dia conheci um gato muito diferente dos outros, pois tinha um nariz de batata e uns olhos de azeitona.
   Este gato até conseguia descascar uma banana com as suas garras, afiadas como um garfo, e tinha um comportamento de um macaco, pois gostava muito de bananas .
   Eu gostei de conhecer este gato, porque fazia muitas habilidades estranhas e engraçadas.

Oficina de escrita em pares, 5.ºD

LENDA SOBRE A ORIGEM DO NOME DE SEVER DO VOUGA 28/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Conta a lenda que uma linda moura tinha o costume de ir pentear os cabelos para as margens do rio Vouga. Quando um dia viu que a água refletia a sua imagem. A partir dessa data passou a dizer a todos que se ia ver ao Vouga. Daí, a linda moura deu origem ao nome de Sever do Vouga.

 Pesquisa feita por:

– Luana Santos e

– Luciana Rodrigues

(ambas do 5.º D)

 

 

CENA 3 – “A tempestade”, de Ana Beatriz da Silva Dias, n.º2, 8.ºC 27/04/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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 No dia seguinte, na praia, Miranda e Próspero avistam um náufrago.

Miranda: Diga-me, meu pai, se o que avisto é verdade.

Próspero: Digo, sim, minha filha. Vou imediatamente socorrer o pobre coitado que se arrisca a perder a vida ali, no alto mar.

Miranda: Cuidaremos bem dele e ficaremos todos amigos.

Próspero vai socorrer o náufrago e Miranda corre para casa tratar dos medicamentos para ele.

Próspero(chamando a filha): Ajudai-me, Miranda. (Miranda ajuda-o a deitar o náufrago na pequena cama).

Miranda: Acordai, rapaz! Acordai!

Depois de tratarem do jovem e de ele acordar, Próspero deixa Miranda e o rapaz sozinhos para ir buscar lenha para a lareira.

Rapaz: Onde estou? Como vim aqui parar? Quem é você? É linda como o pôr do sol.

Miranda: Chiu… É cedo para saber isso tudo. Descanse e depois falaremos melhor.

Rapaz: Mas não é cedo demais para eu saber que amo aquela a quem pela primeira vez meus olhos contemplam!

O rapaz ergue a cabeça e beija Miranda sem que ela pudesse dizer alguma coisa.

(Continuação da cena inicial de A ilha encantada, de Hélia Correia, estudada na aula.)

“A ilha encantada”, de Hélia Correia (continuação do excerto do manual) 27/04/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Miranda (acorda) – O que se passa? Onde estou?
(ouvem-se barulhos vindos de outra divisão da casa)
Agora é uma boa altura, tenho de ir ver se sobreviveu algum tripulante do barco naufragado.

(Miranda sai e chega perto do barco. Vê alguém e esconde-se atrás de uma rocha.)

Luca (triste) – Como é que o barco se afundou? Estava em óptimo estado! Terá sido… não! Isso é
impossível.

(Miranda espirra)

Luca (olhando em volta) – Quem está aí?

(Miranda aparece; quando a vê Luca pega num pedaço de madeira e aponta-lho, como se fosse uma espada.)

Luca (desconfiado/assustado) – Quem és tu?!

Miranda – Sou filha do Duque de Milão.

Luca (irritado) – Não troces de mim! António não tem filhos!

Miranda (sorrindo) – Eu sou a filha do verdadeiro Duque de Milão… Próspero!

(Luca larga o pedaço de madeira.)

Luca (estupefacto) – P-Próspero?! Afinal ele está vivo!

(Próspero aparece.)

Próspero (para Luca) – Sim, estou vivo! E agora sugiro que te retires…

(Próspero faz aparecer um barco.)

Próspero (para Miranda) – Eu avisei-te, Miranda! Eu não queria que te aproximasses!

Miranda – Mas, pai! É uma oportunidade de esclarecermos tudo!

Próspero (zangado) – Cala-te Miranda! Tudo o que faço é para te proteger! (para Luca) Agora tu, sai daqui e volta para o sítio de onde vieste e nem te atrevas a falar de mim no reino de Nápoles!

Luca – Sim, eu volto… (agarrando no braço de Próspero) Mas, tu vens comigo, estou interessado na tua história e certamente que António também estará!

Próspero (soltando o braço) – Já chega! Não me deixas outra opção! (Próspero profere um feitiço)

Miranda (a chorar) – Não! Pára, não faças isso!

Luca (assustado) – O que é que vais fazer?!

(Luca é atingido pelo feitiço e morre.)

João Bastos, n.º14, 8.ºC


 

Texto motivado pela leitura de Sexta-Feira ou a Vida Selvagem, de Michel Tournier 21/04/2015

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Sexta-Feira

Porquê ficar?

 

Robinson teve a oportunidade que tanto desejava: poder sair daquela ilha, voltar para casa, para a sua família. No entanto não o fez. Robinson não abandonou o local que criara, que era fruto do seu trabalho. Mas porquê? Porque é que ele decidiu ficar?

Pois… Robinson decidiu ficar na ilha porque lhe era fiel, porque nunca abandonaria o local onde vivera tantas aventuras, para o trocar por um sítio que dizem ser civilizado, mas que, no entanto, era habitado por pessoas com mentalidades cruéis, completamente diferentes da sua.

Mas será que para a maioria das pessoas ele tomou a decisão certa?

É possível que não. É possível que sim. Tal como Domingo decidiu ficar na ilha e Sexta-feira decidiu abandoná-la, toda a gente tem a sua opinião, depende da perspetiva de cada um. No entanto nós concordamos e apoiamos a decisão de Robinson.

Em primeiro lugar, este deixaria um sítio, que apesar de solitário, era onde ele se sentia bem, para ir conviver novamente com humanos. Vivia naquela ilha há quase trinta anos, iria ele habituar-se a uma nova realidade?

Além disso, abandonaria o local onde fora tão feliz, onde aprendera tantas coisas novas, onde praticamente criara o seu próprio mundo. Robinson não podia fazê-lo. E foi por isso que, apesar de esta ser uma vida um pouco retirada da realidade, um pouco só e bastante monótona, Robinson decidiu ficar na ilha.

Ficar por ter de ficar,

Ninguém pode suspeitar,

Mas ficar por querer ficar,

Ninguém pode explicar.

 

Robinson sabia,

Que se de lá saísse

Jamais lá voltaria.

E um dia,

Em que confuso se sentisse

Desprezado seria.

 

Julgar, ninguém o deve fazer.

Mas sim devem ver,

Com olhos de gente

A coragem desta mente

Pura e caridosa.

Mas que pessoa maravilhosa!

Beatriz Dias e Maria Ribeiro, N.os 5 e 16, 7.º C

Comboio, comboinho – texto poético de Mariana Rebelo 17/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD.
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Comboio, comboinho
Devagar, devagarinho
Vais até aos teus destinos
Largar os meninos

Comboio a vapor
Que trazes o meu amor,
Trá-lo até mim
Que ele traz-me uma flor

Mariana Rebelo, 5.ºD, n.º 18

A mãe – texto poético de Clara Dias 16/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Ela é que me faz companhia
de noite e de dia.
Ela é que me canta uma canção
quando se parte o meu coração.
Quando eu morrer
ela vai-me fazer viver.
Foi ela que me transformou
de sementinha em menina.
Sem ela sinto-me
um pássaro desmaiado,
um cabelo despenteado,
um golfinho feio,
um campo sem centeio,
um candeeiro desligado,
ou um homem desempregado.
Ela é bonita como:
uma flor florida
ou uma medalha colorida.
Ela é minha mãe
mais ninguém a tem.

     Clara Dias, 5.ºD

A amizade – texto opinativo de Luana Rodrigues 15/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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A amizade é um sentimento essencial na nossa vida. Ninguém pode viver feliz sem amigos.

A amizade permite ter amigos com os quais podemos contar nos momentos bons e difíceis. Quando estamos em grupo, num convívio, é muito bom podermos falar uns com os outros sobre os nossos problemas e as nossas dificuldades. Por outro lado, permite confiar nos amigos, para partilhar os nossos problemas e ideias. Os verdadeiros amigos ajudam-se uns aos outros porque existe amizade entre eles.

Por tudo isto, a amizade é fundamental na nossa vida. Sem ela, não podíamos conviver uns com os outros de forma feliz.

Luana Santos Rodrigues, n.º 13, 5.º D

Esperando a noiva, de Edgar Almeida 15/04/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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Esperando a noiva

Estava eu na igreja,

Cercaram-me as pessoas

cheias de inveja!

Eu esperando a noiva!

Eu esperando a noiva!

 

Estava eu na igreja diante do altar,

Cercaram-me as pessoas

sempre a espreitar:

Eu esperando a noiva!

Eu esperando a noiva!

 

Cercaram-me as pessoas sem o meu agrado,

Noiva não tenho eu a meu lado:

Eu esperando a noiva!

Eu esperando a noiva!

 

Cercaram-me as pessoas para maldizer,

Pensei «noiva, não sei mais o que fazer»:

Eu esperando a noiva!

Eu esperando a noiva!

 

Chegou o carro, com o seu condutor,

Eis que no banco traseiro vem o meu amor:

Eu esperando a noiva!

Eu esperando a noiva!

 

A noiva do carro saiu,

E todo o povo aplaudiu:

Eu esperando a noiva!

Eu esperando a noiva!

 

 Edgar Almeida, 8.ºB

(inspirado no poema de Mendinho “Estava eu na ermida de São Simão”)

O comboio a vapor 10/04/2015

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O comboio a vapor

Só para em Timor!

De Alcântara

A Famalicão

Ele estará sempre

No meu coração.

 

Luís Filipe, 5.º D

 

 

Sou um comboio 10/04/2015

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Sou um comboio

Que gosta de andar

Eu ando a vapor

E não gosto de parar

 

João Rodrigues, 5.ºD

 

 

Quadra popular de amor 09/04/2015

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 Vai-te carta feliz voando

Não digas quem te mandou

Foi o amor pequenino

Que por ti se apaixonou

 

Recolha feita por Luciana Rodrigues, 5.º D

Comboio…Comboio… 09/04/2015

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– Comboio…Comboio,

Onde vais?

– Vou a vapor até

À estação de Cascais.

 

Vou sempre abastecer,

Antes de anoitecer

E logo de manhã

Chego a Campanhã.

 

Lá vai o comboio,

Lá vai a apitar,

E as pessoas de Cedrim

Sempre a cantar.

 

Volta comboio

À minha terra

Pois aqui na serra

Toda a gente te espera.

 

Renato Ribeiro, 5.º D

 

O COMBOIO 09/04/2015

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Lá vai o comboio, cheio de pressa!

Em cima dos carris vai andando,

Leva tanta gente e também a Vanessa

E para trás ficou alguém gritando…

 

Luana Santos, 5.ºD

Ninguém se lembra 09/04/2015

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Ninguém se lembra

Do comboio a vapor

Cujo fumo

Tem um fétido odor!

 

Luciana Rodrigues, 5.º D

Livros 08/04/2015

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Estava triste,

Precisava de ficar só.

Peguei num livro ao acaso,

Sentei-me ao sol.

 

Folheava as folhas,

Via cada página,

Lia os parágrafos,

Observava as imagens.

 

Percebi que a história

Era imaginária.

Tinha fadas, gnomos,

E uma misteriosa passagem.

 

No final deste conto

Tudo acabou bem.

Mesmo sendo breve

Tudo contém.

 

Fechei o livro.

Senti-me feliz.

Quis buscar outro

E foi o que fiz.

 

Eduarda de Sousa nº4 7ºD

07-04-2015

 

Poema à maneira de Mendinho 01/04/2015

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fotos-do-universo-galaxia-nebulosa-21Estava eu ao luar

Especada a pensar

O que aconteceu ao universo?

O que aconteceu ao universo?

 

Terá sido o Big Bang?

E lá continuava eu a pensar

O que aconteceu ao universo?

O que aconteceu ao universo?

 

Não encontrava uma explicação

Para esta tal explosão

O que aconteceu ao universo?

O que aconteceu ao universo?

 

Estava eu a olhar

para aquela imensidão

O que aconteceu ao universo?

O que aconteceu ao universo?

 

Estrelas, cometas

Meteoritos e plutão…

O que aconteceu ao universo?

O que aconteceu ao universo?

 

Plutão? Porquê planeta anão?

Parece que nada tem uma explicação…

O que aconteceu ao universo?

O que aconteceu ao universo?

Beatriz Marques, 8.ºD, n.º1

O tesouro e a tesoura – um amor estranho 27/03/2015

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Era uma vez um tesourocaixa-de-tesouro-23523731

Que estava cheio de ouro

Era uma vez uma tesoura

Que gostava de um besouro.

 

O tesouro gostava da tesourasem nome

Mas ela cortava-lhe a confiança

E o tesouro cheio de esperança

Até lhe ofereceu uma aliança!

 

José Bastos Nº15 8ºA

Visita de estudo ao Porto 27/03/2015

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porto-portugalNo dia 3 de março, os alunos do oitavo ano da escola básica e Secundária de Sever do Vouga partiram em visita de estudo à cidade do Porto. Estes iniciaram a sua viagem às 8:15 da manhã, regressando por volta das 5 horas da tarde. Deslocaram-se de autocarro até Aveiro, à estação, apanhando um comboio até ao Porto. Aí, deslocaram-se a pé até ao museu interativo “World of Discoveries”. Os alunos, orientados por um guia, exploraram o museu. No final do percurso, embarcaram numa aventura e observaram os feitos mais marcantes da odisseia dos Descobrimentos.

Após visitarem o museu, os alunos dirigiram-se ao parque da cidade, a pé, onde almoçaram ao meio dia.

A seguir ao almoço, deram uma volta à cidade, com o propósito de visitar A Torre dos Clérigos.

No fim, os alunos entraram no comboio até Aveiro e voltaram, posteriormente, de autocarro à Escola por volta das 17 horas.

Na minha opinião, a Visita de Estudo foi muito interessante, pois, apesar de não corresponder ao que foi planeado inicialmente, as atividades estavam inteiramente relacionadas com a matéria dada nas aulas. Foi uma viagem emocionante, que proporcionou aos alunos consolidar as suas aprendizagens.

Em suma, gostei bastante da visita de estudo, por ter sido não só divertida, mas instrutiva. No entanto, penso que a atividade teve pouca duração.

Eduardo Amaral, nº10, 8ºA

 

A importância dos brinquedos 27/03/2015

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brinquedosNa minha opinião os brinquedos são importantes na infância de qualquer criança. O meu brinquedo favorito era uma boneca oferecida pelos meus pais.

Quando se oferece um brinquedo a uma criança pode-se ver a alegria nos seus olhos. É como se a melhor coisa do mundo lhes tivesse acontecido, pois as crianças sentem-se como adultos, as raparigas fingem que são mães e professoras e os rapazes pais: fortes e capazes de conduzir. Isto é essencial para uma criança crescer psicologicamente.

Eu também tive um brinquedo especial, uma boneca para ser mais precisa. Infelizmente, perdi-a quando mudei de casa, mas ainda me lembro dela. Tinha a pele cor de chocolate e os olhos azuis como o céu. Vestia um vestido às flores e calçava uns sapatinhos cor-de-rosa. Não tinha cabelo.

Eu gostava muito dela, pois estava sempre ao meu lado, mesmo quando tinha pesadelos, e como não tinha irmãos era a minha única companhia.

Eu sentia-me feliz quando estava com ela, e acho que todas as crianças deviam sentir-se assim.

Catarina Pereira, n.º6, 8ºA

Poema à maneira de Mendinho 27/03/2015

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Estava eu no meu jardim  jardim

A ler o livro do Tintim

Perdida no meu mundo

Perdida no meu mundo.

 

Estando eu a apanhar sol

Aparece em caracol

Perdida no meu mundo

Perdida no meu mundo.

 

A ler o livro do Tintim

Não me ausentei do jardim

Perdida no meu mundo

Perdida no meu mundo.

 

Com as histórias do Tintim

Fico sempre assim

Perdida no meu mundo

Perdida no meu mundo.

 

Não me ausentei do jardim

Mesmo quando chamaram por mim

Perdida no meu mundo

Perdida no meu mundo.

 

Fico sempre assim

Quando a história chega ao fim

Perdida no meu mundo

Perdida no meu mundo.

 

Carolina Pires, n.º5, 8ºA

A moda é esquisita – poema satírico 26/03/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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A juventude de hoje em dia

Não é como antigamente.

Mas o que de nós seria

Se mudássemos de repente?

m

 

Lá vai a rapariga

Com roupa inexistente,

Sempre a mostrar a barriga

Achando-se ela atraente.

m

 

Aparece depois o rapaz

Com o seu boxer ao léu,

Cabelo rapado de lado e atrás

E uma grande crista virada pró céu.

M

 

Mas que estranha moda é esta?

Cheia de grandes vaidades!

Parece que vão para a festa

Em todas as idades.

 

Ana Francisca Ferreira, 8.ºC

Relatório sobre a Visita de Estudo ao Porto 26/03/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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No dia nove de março de 2015, foi realizada uma Visita de Estudo, ao Museu “Wolrd of Discoveries”, no Porto, com os alunos do 8.º ano da Escola Secundária de Sever do Vouga. Esta viagem teve início às 8h00m e desfecho às 18h00m.

Da parte da manhã, os alunos dirigiram-se ao Museu, onde usufruíram de um reconto da Época dos Descobrimentos, puderam andar de barco” e observar o “Brasil”, a “Índia”, a “China”, “O Cabo Da Boa Esperança” e também tudo o que estes locais tinham para ver, como por exemplo:

  • Animais exóticos;
  • Especiarias;
  • Os habitantes locais;

Do meu ponto de vista, a parte mais empolgante foi a “Viagem de Barco”, porque gostei da forma utilizada pelo Museu para nos explicar com foi a “Época Dos Descobrimentos”.

Eu fiquei impressionado pela positiva com esta Visita De Estudo, porque foi diferente, foi engraçada e foi um bom momento de interação entre professores e alunos.

 

Renato Rodrigues, 8.ºC

 

 

 

 

 

Poema satírico sobre o estilo “gótico” 25/03/2015

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Gótico, pelos vistos, já não é

Só em altura, mas sim na cor.

Olhos e unha pretas até,

Parece que levaram um murro de jacaré!

 

Preto, negro e escuro,

São as novas tendências

Da cor artificial,

Mas eles dizem

que não lhes fica mal!

 

São opiniões…

 

Renato Rodrigues, 8.ºC

És tu a minha graça 25/03/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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És como uma graça,
És tu que descreves meu sentimento,
Um sentimunto muito doloroso
Para mim, uma desgraça.

Mas mais belo que todos
És somente tu a fazê-lo,
Serei sempre eu a protegê-lo
Por muito que goste deles.

És tu quem vou amar
Mesmo ficando presa
Na alegria e na tristeza,
Lá estarei sempre para te apoiar.

És lindo como nunca vi,
Os meus olhos só brilham por ti,
És o único que me faz feliz,
Com a vida que sempre quis.

 

Bruna Rodrigues, 8.º B

Sinto-me incapaz 24/03/2015

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Sinto-me incapaz
De fazer os laços
Só quero baixar os braços
Quero fugir sem olhar

Serei capaz?

Estou ao pôr do sol
Sem querer,
Sem te sentir,
O que só me faz pensar em ti.
Vem ter comigo,
Só te quero a ti.

És o mais belo
De todos aqueles
Que me trata bem
E me faz feliz,
Sem uma vez pensar

Em desistir
Por ti.

Bruna Rodrigues 8.ºB

Ditos populares sobre a confiança 22/03/2015

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“Na confiança está o perigo.”

“Quem não confia, não é de confiar.”

“Muita confiança, pouco respeito.”

“A confiança é a mãe das deceções.”

“Confiança quebrada, nunca recuperada.”

“Confiança é boa, mas controle é melhor.”

“A vida e a confiança só se perdem uma vez.”

“Confiar no futuro, mas pôr a casa no seguro.”

“A sobeja confiança faz desfalecer nas obras.”

“Confiar com um olho, e desconfiar com o outro.”

“Confiança não se dá nem se toma emprestada, conquista-se.”

 

Pesquisa realizada por Luciana Rodrigues, 5.ºD

No Projeto + Contigo 21/03/2015

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No projeto + contigo

aprendi a controlar-me,

a dizer não a um amigo.

 

Também aprendi a resolver

os problemas no momento

e a não os deixar para trás

como se fossem vento

ou até mesmo chuva a cair:

cada gota a cair

e o problema

sem diminuir.    

                                                           HUGO VAZ, Nº12, 8ºB

A Graça 21/03/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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Biografia

A Graça é uma giraça

que aquece o pessoal

mas ninguém leva a mal

é que por onde passa tudo assa.

 

Olham, olham e chamam-lhe uma brasa,

queriam, queriam que ela caísse

e queriam que ela sorrisse

mas ela é a graça

que por onde passa

tudo arrasa.

 

                                                                                                                         Hugo Vaz ,nº12, 8ºB

(inspirado no poema “Endechas a Bárbara”, de Luís de Camões)

 

Amor 21/03/2015

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“Amor a gente conquista,

Amizade a gente cativa

Tristeza!?

Essa de nada a gente precisa!”

 

Pesquisa feita por Gonçalo Ribeiro, 8.º B

O que faço agora? 21/03/2015

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"Esperança", de Miguel TorgaPartiste e não regressaste,

nem sei se o vais fazer.

Espero, porque sou paciente

Espero, porque estou apaixonada

Espero, espero e espero mas… nada.

Acho que estou desesperada.

 

Quando estou triste, penso em ti,

nos teus olhos cor de mel,

no teu cabelo negro,

penso no que me dirias para me animar,

sabes sempre o que dizer, o que fazer.

 

O que faço, agora que partiste?

O meu sentimento não morreu, não morrerá.

Sei que agora és uma estrela no céu

a olhar por mim.

 

Vou começar do zero,

Tentar novamente amar,

Mas não te preocupes,

haverá sempre lugar para ti

no meu coração.

Um lugar que nunca

ninguém conseguirá ocupar.      

 

Diana Ferreira, 8.ºC

Teddy, o urso magnífico – texto opinativo sobre a importância dos brinquedos 21/03/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Eu concordo com a afirmação de que os brinquedos são essenciais na infância das crianças, pois também tive um, o TEDDY, o urso de peluche.

Os brinquedos são como verdadeiros amigos para as crianças, pois estas interagem com eles. Há vários tipos de brinquedos: grandes, magros, peludos ou às pintas, que fazem bem à dentição de leite das crianças muito jovens, porque estas têm a mania de meter tudo na cavidade bucal.

Quando fiz dois anos, recebi um ursinho de peluche e muitas mais prendas, mas identifiquei-me logo com o urso. TEDDY, como eu o batizei, era enchidinho, alto e também orelhudo. Falava e dormia sempre comigo. Era o meu melhor amigo, pois nunca, mas mesmo nunca, me considerava chato.

Quando eu tinha receio do escuro, apertava-lhe o nariz e ele iluminava-se com uma cor brilhante, como por magia, então eu perdia todo o medo.

Em suma, os brinquedos são muito importantes para as crianças terem um verdadeiro amigo e não se sentirem sozinhas.

Renato Rodrigues, n.º22, 8.ºC

 

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