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Sexta-feira, 13 20/02/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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É um dia como outro qualquer

Não causa desgraça

nem ao homem nem à mulher

 

É um dia como outro qualquer

Muitos acham-no azarento

Mas a única coisa que pode trazer

É muito, muito vento

 

Não nos devemos preocupar

Não é o fim-do-mundo

E podemos até passear

Sem pensar que o azar

Anda por aí a vaguear

Pois não é verdade

E o dia podemos aproveitar

 para ajudar o Sr. Andrade

 

 Alexandra da Graça Correia, n.º1, 8.ºC

 

Tudo o que te desejo 18/02/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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A verdade mete medo

Não sei como te dizer…

Talvez ao estalar de um dedo

Uma ideia possa aparecer.

 

Tenho andado a adiar

O nosso primeiro passo,

Se continuar a pensar

Nunca mais me desembaraço.

 

Desejo-te um ano cheio de esperança

Pois és livres como uma perdiz,

Um ano com muita festança

Espero que sejas feliz.

 

És profunda como o oceano

Mas teu coração não é de seixo

E como sou um tipo bacano

Desde já te deixo

Um abraço com carinho

E um grande beijinho.

 

 Gonçalo Costa, n.º12, 8.ºC

Poema ao estilo de Mendinho 18/02/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Estava eu na margem do rio,

O tempo passou de quente para frio.

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

Formou-se uma tempestade

Que grande que era,

Tempestade ou leoa

Qual delas mais fera?

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

Podem cair granizo, neve ou trovões

Mas eu a este poema não ponho travões.

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

Anoiteceu num instante,

Eu estava cheio de medo,

Aguardando que viesses bem cedo.

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

De repente um relâmpago caiu a meu lado

Olhei para as calças, estava molhado.

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

Se ficar aqui não tarda morrerei

Mas lembra-te de que

No teu coração sempre estarei.

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

Para este poema mais ideias não tenho

Um breve adeus aqui te deixo

Que tenho de ir limpar o ranho.

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

Gonçalo Costa, n.º12, 8.ºC.

 

18/02/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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Quando te vi

pela primeira vez…

só gostava de sentir o que vi

só mais uma vez!

 

Quando estou ao teu

lado só penso:

“O que faço agora?”

 

Quando me disseste “Olá”

pela primeira vez,

achei que o mundo ia acabar

nesse preciso momento.

 

E até agora não te quero dizer

o que sinto,

tenho medo,

como irás reagir?

 

Quando vou ter contigo

tenho medo

de corar,

por isso escrevo este poema,

para te dizer o quanto te amo

e o quanto te vou amar

para sempre.

 

Hugo Hadden, 8.ºB

Preso no teu olhar 18/02/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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Preso no teu olhar

Que me faz lembrar

Que o nosso mundo era perfeito.

 

No meu pensamento

Os nossos momentos.

Tu eras para mim   

O melhor de mim

 

Já não estás mais aqui

O que faço sem ti?

Como queres que te esqueça

Se a minha razão de viver

Eras tu?

 

Cada vez que te toquei           

Senti-me no paraíso,

O meu amor por ti

É infinito.

 

Leonardo Rodrigues, 8.º B

O que faço agora? 18/02/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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Quando acordo      

Eu só penso em ti

Apenas me levanto

Para te ver

 

Tu podes estar longe

E eu em casa          

Mas nosso corpos

Estão interligados

 

O que faço agora, sem ti?

Estou sempre sonhando contigo

Que vens para mim…

 

O meu amor por ti

É infinito

 

Leonardo Rodrigues, n.º17, 8.º B

Amor 18/02/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Homem curioso

Mulher amorosa

Homem amoroso

Mulher curiosa

E já está,

O amor aparecerá!

 

Luciana Rodrigues, 5.º D

A importância dos brinquedos 16/02/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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             Hoje vou falar sobre a importância dos brinquedos para as crianças e do meu brinquedo favorito, que é a “Playstation”.

            As crianças sempre necessitaram de um brinquedo para se divertirem quando não tinham nada para fazer em casa ou em outro lugar. Os primeiros brinquedos foram os de madeira e ainda atualmente se brinca com alguns como, por exemplo, o pião, que é muito conhecido nestes tempos. Também não se deve esquecer o avião de papel, conhecido mas menos utilizado.

            Vocês, leitores, devem perguntar-se quais são os brinquedos favoritos das crianças atualmente. Ora, as crianças gostam da “Playstation” e esse é também o meu brinquedo favorito, principalmente porque não foi dado pela família, mas sim por uma amiga minha. Esse brinquedo é uma bela lembrança e nunca me esquecerei dela.

              As pessoas adultas dizem que é um desperdício de dinheiro comprar um brinquedo, mas nunca se devem esquecer que se para elas é apenas um brinquedo, para as crianças representa o amor dos pais.

Leonardo Rodrigues, 8.ºB

Texto argumentativo 15/02/2015

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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O casamento de menores

Casamento menores

Na minha opinião, o casamento de menores está errado, porque as crianças precisam de viver a sua infância até terem maturidade e cumprirem a escolaridade.

As crianças devem andar na escola até concluir o 12.º ano, porque depois podem precisar de ajudar os filhos nos trabalhos de casa e podem não conseguir.

Além disso, os jovens devem divertir-se e experimentar situações que os ensinam a ser adultos mais responsáveis. Quando se casam demasiado cedo, não estão preparados para cuidar de uma casa ou de uma família, não têm paciência para enfrentar os problemas que vão surgindo.

As meninas menores que são obrigadas a casar também podem não estar preparadas fisicamente para ter filhos e podem adoecer ou até morrer durante o parto.

Em conclusão, o casamento de menores é uma prática e uma tradição desaconselhável pois pode destruir a vida de um ser humano, principalmente das raparigas.

Nome: Ana Margarida Dias Tavares                       Nº: 2                     Turma: 7º C                      

Texto de opinião 15/02/2015

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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A internet nas Escolas

internet

Na minha opinião a internet nas escolas é importante por vários motivos, mas deve ser usada com cautela.

Por exemplo: se um professor pedir a um aluno para fazer uma pesquisa na internet, não é possível fazê-la seguindo pelos livros, porque não é tão interessante nem fica tão completa. Além disso, precisamos de internet para enviar trabalhos aos professores e para eles nos fornecerem instruções variadas. Desta forma, poupamos papel, o que é importante para melhorar o ambiente.

Por outro lado, os alunos devem ter cuidado com o uso que dão à internet, porque por vezes acontecem situações indesejáveis, como por exemplo: os jovens têm que tomar atenção aos perigos dos contactos que iniciam com gente desconhecida, que podem não ser de confiança.

Concluindo, a internet é um recurso valioso e facilitador da aprendizagem, mas devemos estar atentos aos seus perigos.

 Nome: Ana Margarida Dias Tavares                       N.º: 2                    Turma: 7.º C                     

Comentário 15/02/2015

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Comentário proposto na página 118 do manual, no seguimento do estudo d’ O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen


Cavaleiro

O cavaleiro teve uma atitude muito semelhante à de Guidobaldo, pois ambos não tiveram medo de nada nem de ninguém.

O cavaleiro era muito forte e destemido, pois andou perdido, esteve doente, passou por muito e, mesmo assim, conseguiu chegar a casa no Natal para estar com a sua família.

Guidobaldo era muito valente, porque não teve medo absolutamente nenhum de Jacob Orso, e viveu uma linda história de amor com Vanina. Assim, depois de casar com a sua amada, fugiu com ela para sempre.

Resumindo, estas duas personagens eram muito idênticas, porque eram as duas destemidas e abdicavam de tudo para fazerem felizes as pessoas que estavam ao seu lado.

 

Cíntia Martins, 7.º C, N.º 8

A importância de um brinquedo na infância 11/02/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Todos os brinquedos têm uma altura própria para serem entregues às crianças, pois têm sempre um ensinamento a transmitir-lhes. A mim foi-me dado um boneco quando era muito pequenina e até hoje nunca mais o larguei.

É claro que não se deve dar uma pistola a uma criança de três anos, isso não daria um bom ensinamento à criança.

O meu brinquedo ensinou-me muitas coisas à medida que eu brincava com ele. É um boneco maleável com cinquenta/sessenta centímetros de altura, é careca e quando estou com ele sinto-me muito bem. Eu escolhi-o porque, quando brincava com ele, aprendia o que os pais querem para os filhos e assim sempre compreendi bem a pespetiva dos meus pais.

O boneco também me fez crescer. Pela maneira como eu brincava com ele ficava a saber como era a vida das pessoas maiores e, assim, concluí que a minha vida na fase adulta não seria muito fácil.

Em suma, os brinquedos são essenciais para uma criança aprender como será a sua vida e o que quer fazer dela.

Ana Beatriz Dias, 8.ºC

 

Estava eu na minha cozinha a comer pão 09/02/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
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Estava eu na minha cozinha a comer pãopão

Acompanhado com rojão

À espera da minha mãe

À espera da minha mãe

 

Fui ao frigorífico buscar chourição

Para acompanhar com outro pão

À espera da minha mãe

À espera da minha mãe

 

Acompanhado com rojão

Estava a ver que horas são

À espera da minha mãe

À espera da minha mãe

 

Para comer com nutela

Fui buscar mortadela

Á espera da minha mãe

À espera da minha mãe

 

Estava a ver que horas são

E o meu nome é João

À espera da minha mãe

Á espera da minha mãe

 

Fui buscar mortadela

Para ressuscitar o Mandela

À espera da minha mãe

À espera da minha mãe

(poema seguindo a estrutura da cantiga de amigo “Estava eu na ermida de São Simeão”, de Mendinho)

 

João Coutinho, nº13, 8ºA

Estava eu em casa a brincar 09/02/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
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Estava eu em casa a brincarbrincar

Era eu e o meu irmão a chorar

A brincar e a dançar,

A brincar e a dançar.

 

Estava eu em casa a cantar

Com o meu irmão a dançar

A brincar e a dançar,

A brincar e a dançar.

 

Era eu e o meu irmão a chorar

E eu a trabalhar

A brincar e a dançar,

A brincar e a dançar.

 

Estava eu em casa a falar

E fui-me sentar

A brincar e a dançar,

A brincar e a dançar.

 

E eu a trabalhar

Só para me cansar

A brincar e a dançar,

A brincar e a dançar.

 

E fui-me sentar

Com a porta do frigorífico a gastar

A brincar e a dançar,

A brincar e a dançar.

(poema seguindo a estrutura da cantiga de amigo “Estava eu na ermida de São Simeão, de Mendinho)

                                                             Cláudia Ribeiro Nº7 8ºA

UMA POSSIVEL DEFINIÇÃO DE AMOR 09/02/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
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Hoje descobri o quanto és importante para mim!por_sol

Até agora parecia estar cega, surda… parecia já

estar habituada àquela ignorância que tinha por ti.

Mas hoje, tudo isso mudou, aprendi a dar-te valor,

Respeito… mas acima de tudo aprendi que tu

tens um lugar muito importante no meu coração.

Hoje sei o quanto és importante para mim, também

sei que não quero que me abandones e não quero

voltar a sentir toda aquela ignorância que tinha antes

por ti.

Quero começar a partilhar momentos contigo,

desde os momentos mais insignificantes aos mais importantes,

quero ter histórias para contar e emoções para partilhar,

mas quero fazer tudo isto a teu lado, para que todos os segundos

de uma vida sejam bem aproveitados.

Quero ser feliz, mas acima de tudo,

quero que tu sejas feliz!

Beatriz Coutinho, nº2, 8ªA

Quando tudo aconteceu – devaneios poéticos 09/02/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
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luarNuma noite escura

Onde tudo podia acontecer,

Tu eras a coisa mais pura

Daquele escurecer!

 

Os teus olhos castanhos-claros

Brilhavam naquela noite de luar

E os teus cabelos loiros

Baloiçavam pelo ar!

 

Foi um momento único

Que aconteceu naquele escurecer,

E foi num barco

Que eu te vi desaparecer!

 

Beatriz Coutinho Nº2 8ºA

 

Texto argumentativo 08/02/2015

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Eu sou contra os exames no final de ciclo pois o seu peso vale muito na nota final.

Julgo que há muitos alunos que estudam e sabem a matéria mas, quando chegam ao exame, chumbam. Muitas vezes os alunos não conseguem tirar positiva no exame porque vão muito nervosos e, por essa razão, esquecem-se da matéria.

Eu penso que o ministério da educação tem mandado fazer exames a muitas disciplinas. Por fim, eu acho que o facto de as provas terem muitas páginas dificulta ainda mais os exames.

Na minha opinião, haveria melhores resultados sem os exames.

 

João Pedro Nunes, 7.º D

 

Texto argumentativo 08/02/2015

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As férias

Acham que o Ministério da Educação devia reduzir as férias do Natal e da Páscoa?

Na minha opinião isso está completamente errado, porquê:

Primeiro, acho que se retirassem metade das férias aos alunos, ele iam ficar desapontadíssimos, porque os alunos gostam de se divertir nas férias, cada um à sua maneira;

Em segundo lugar, acho que os estudantes precisam mais tempo para estarem com as suas famílias e para fazerem as tarefas propostas pelos professores (trabalhos de casa e estudo);

Em terceiro lugar, acho que os alunos dedicam-se muito à escola durante o período de aulas e deviam ser recompensados e não castigados;

Concluindo, acho que o Ministério da Educação não devia diminuir o período de férias do Natal e da Páscoa, pois devem dar um descanso aos alunos.

 Cíntia Martins 7.º C,   N.º: 8

Texto argumentativo 07/02/2015

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Exames da escola

 Calvin Exames

Eu sou totalmente a favor dos exames da escola.

Na minha opinião, os exames escolares são essenciais, pois, de uma forma geral, controlam o ensino. Eu sou a favor que se realizem exames em vários anos letivos, como no 4.º, 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos, pois assim os professores e mesmo os próprios alunos podem ter uma noção do seu nível e das suas capacidades.

Também se pode fazer uma estimativa das médias dos alunos para saber o nível do ensino. Os exames servem, por outro lado, para preparar bem os alunos para que assim possam, um dia, concorrer à universidade e tirar um curso superior, pois, assim, podem ter a oportunidade de alcançar um bom futuro de vida.

Contudo, apelo a que todos os alunos, como eu, que estudem para conseguirem bons resultados nos exames e, mais tarde, se formarem.

Maria João, 7.º C

 

Texto argumentativo 07/02/2015

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Diminuir férias do Natal e da Páscoa

Eu acho que é uma estupidez cortar-se para metade as férias de Natal e da Páscoa.

Nós temos muito tempo de aulas e precisamos de algum descanso. Na minha opinião o número de dias de escola é que devia ser reduzido. Já é complicado estarmos tanto tempo nas aulas e depois ainda temos de dedicar algum tempo à realização dos trabalhos de casa e ao estudo para os testes. Por outro lado, os testes são muito complicados porque temos muitas páginas para decorar.

Nós chegamos a casa e a única coisa que temos tempo para fazer é os trabalhos de casa, jantar e, depois, estudar. Nós somos adolescentes e ainda temos que nos divertir um pouco, por isso temos que ter direito às férias a que já temos direito ou ainda mais.

Concluindo, não se deve fazer nenhuma alteração nas férias mas se alguém fizer alguma alteração que seja para aumentar o tempo de festas.

Pedro Moreira, 7.º D

 

Texto argumentativo 07/02/2015

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O uniforme

Na minha opinião a obrigatoriedade do uso de uniformes oficiais é correta.

O primeiro argumento que utilizo para sustentar a minha opinião é que assim já não havia mania entre todos, em uns terem roupas de marca e outros não, seria uma maneira do pobre ou do rico não sentirem tantas diferenças.

O segundo argumento é que assim os pais das crianças não tinham de gastar tanto dinheiro em roupas e, assim, podiam poupar. Também seria uma forma de combater a crise, com o uso de uniformes.

O terceiro argumento é que se os uniformes fossem usados em todas as escolas portuguesas, Portugal ficaria mais bem visto na imagem relativa à educação.

O quarto e último argumento é que o uso dos uniformes evita situações constrangedoras como temos visto nos últimos dias no media, como uma escola exigir que a aluna volte para casa por estar usando roupas inadequadas ao local de estudo.

Por fim, cheguei à conclusão de que o uso dos uniformes devia ser obrigatório.

Rodrigo Ferreira, 7.º D

Texto argumentativo 06/02/2015

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Hoje em dia já não se utilizam uniformes nas escolas, a não ser em escolas particulares.

Na minha opinião, não me importaria se no próximo ano letivo fosse necessário usar um uniforme oficial na escola, pois acho-os elegantes e bonitos.

Penso que com uniformes nas escolas não haveria tantas pessoas convencidas. Com efeito, nas escolas públicas as raparigas, principalmente, gostam de gabar-se por terem roupa cara e de marca. Outros, por não terem muito dinheiro, acabam por se sentir mal.

Os jovens não demorariam tanto tempo para escolherem a roupa do dia seguinte. Contudo, com os uniformes, os alunos deixariam de ter um estilo próprio, teriam de ser todos iguais, o que deixaria alguns muito revoltados.

Concluo que o uso de uniformes nas escolas não seria o mais acertado para os alunos, pois alguns aceitá-los-iam e outros não.

 

Samantha Saavedra, 7.º D

 

Texto argumentativo 06/02/2015

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Férias reduzidas para metade?

 

                  Eu sou contra o ministro da educação reduzir as férias do Natal e da Páscoa para metade, pois elas devem continuar a serem aproveitadas pelos alunos.

                 A primeira razão, é que todos os alunos iriam ficar muitíssimo aborrecidos, porque dedicaram-se ao máximo durante todo o período e gostavam de ter um tempo de descanso.

                 Também, nas férias, após todos estes dias de estudos, nós gostávamos de estar mais tempo com a nossa família, em datas importantes.

                 Por último, considero que todos nós gostamos de ter um tempo determinado de relaxamento nas férias da Páscoa e de Natal, pois não fazem mal a ninguém. Até acho que deviam aumentar as férias.

                 Concluo dizendo que sou contra as férias sofrerem qualquer alteração, pois todos nós, como alunos, merecemos este tempo de férias.

Inês, 7.º C

Texto argumentativo 05/02/2015

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FOTO

A escola decidiu que a partir de hoje o acesso à Internet, através de Smartphones e de outros dispositivos móveis dos alunos, deixaria de ser facultado.

Pois eu discordo totalmente desta decisão.

Primeiro, gostaria de referir que nem todos os alunos têm acesso à internet em casa, ou pelos pais não terem recursos económicos para tal ou por, simplesmente, acharem que não necessitam dela.

Apesar de a escola disponibilizar computadores com o acesso à Internet, para os alunos realizarem os seus trabalhos, os alunos só têm, por vezes, os intervalos e a hora do almoço para realizar as tarefas. E nem sempre têm tempo suficiente para a sua realização.

A isto junta-se o facto de não haver computadores suficientes, sendo a utilização dos Smartphones uma segunda opção.

Também refiro que os jovens, como não têm Internet em casa, aproveitando o facto de haver na escola, utilizam os Smartphones para acederem ao Facebook e a outras redes sociais, visto que não é permitido que os estudantes acedam às suas contas através dos computadores da escola.

Assim, posso concluir que o acesso à Internet através de dispositivos móveis não devia ser proibido aos alunos, pelos argumentos referidos anteriormente.

 

Bruno Filipe Almeida Martins – N.º 28 – 7.º D

Texto argumentativo 05/02/2015

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internet

Os alunos sem internet

 

Atualmente a internet é um meio social utilizado por muitas pessoas de todo o mundo. Considero, assim, que a escola deverá continuar a facultar o acesso à internet a todos os alunos.

Em primeiro lugar, nem todos os alunos têm internet em casa. Ou por gastos económicos ou até mesmo porque os pais não acham uma necessidade. Assim, para estes alunos, que não têm internet em casa, sem esta rede na escola seria difícil a realização de trabalhos de pesquisa, que os professores solicitam.

Em terceiro lugar, nas aulas de TIC, a internet é uma fonte que utilizamos em abundância. Para pesquisar informações, ir ao moodle e ao e-mail.

Concluindo, nos dias de hoje, a vida de um aluno sem internet tornar-se-á complicada.

Luciana Pereira, 7.º D

Texto argumentativo 05/02/2015

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Acesso à internet

                Na minha opinião, o acesso nos equipamentos eletrónicos à internet na escola é muito importante, se não imprescindível.

                A verdade é que, por vezes, os alunos podem utilizar a internet para consultar sites menos adequados. Mas o acesso à internet também nos permite realizar tarefas propostas pelo professor e não só.

                Outra das razões pela qual eu acho que a internet nos nossos equipamentos eletrónicos é importante é o facto de qualquer dúvida que nos possa surgir poder ser imediatamente esclarecida por este meio.

                Por outro lado, a internet é um ótimo meio de entretenimento entre colegas e amigos nos intervalos, mantendo assim os alunos entretidos e não a disparatar.

                Com tudo isto, concluo que facultar a internet nos equipamentos eletrónicos dos alunos deve ser autorizado pela direção. Isto porque entretém e também é muito indicado para esclarecer pequenas dúvidas.

Maria Eduarda Loureiro, 7.º D

Texto argumentativo 05/02/2015

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O Ministério da Educação decidiu reduzir as férias do Natal e da Páscoa das crianças para metade. Como sabem, as férias são um período de tempo muito importante para nós.

No meu ponto de vista, esta ação é errada porque, em primeiro lugar, os alunos não puderam dar a sua opinião relativamente a este tema, e sem eles a escola não teria rendimento.

Em segundo lugar, os alunos necessitam de descansar, pois ao contrário do que pensam, a vida de estudante também é muito cansativa.

Em terceiro lugar, essas festividades são para celebrar com a família e com os nossos mais próximos, e não para ir para as aulas.

E, por fim, mas não menos importante, os professores nesses pequenos períodos de tempo costumam mandar muitos trabalhos para os alunos realizarem em casa, por isso temos de ter tempo para os terminar.

Concluo, assim, que a atitude do Ministério da Educação é incorreta e desrespeitosa para com os jovens estudantes.

Joana Matos, 7.º D

Texto argumentativo 05/02/2015

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Ter ou não ter exames

              Bem, na escola há sempre exames nos finais dos ciclos. Na minha opinião, eu penso que é justo. Aqui vou apresentar alguns argumentos.

             O primeiro argumento que vou utilizar é o facto de que, como penso que todos sabemos, existem pessoas que gostam de copiar e, assim, safam-se de negativas. Com os exames, estes alunos podem descer a nota, pois se tiverem 4 e no exame 2, a nota desce para 3.

              Em segundo lugar, os exames podem servir para subir a nota. Se tivermos uma má nota, basta termos mais dois valores acima para subirmos de nível. Se tivermos, por exemplo, 2 e no exame tivermos 4, subimos para 3, que já é positiva.

             Por outro lado, os exames podem até ser maus. Se formos bons nessa disciplina mas nos exames ficarmos nervosos e nos esquecermos da matéria, podemos descer a nota (coisa que pode acontecer facilmente).

             No final, concluo que os exames têm mais vantagens que desvantagens e, assim, sou a favor da sua realização. Espero que no estudo as pessoas sejam justas com as notas e não tentem copiar pelos mais inteligentes, pois estes podem estar enganados.

Mariana Santos, n.º 15, 7.º D

Texto argumentativo 05/02/2015

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Imagina que o Ministério da Educação decide reduzir os períodos de férias no Natal e na Páscoa para metade. Num texto argumentativo bem estruturado, defende o teu ponto de vista sobre o tema indicado.

 

O Ministério da Educação decidiu reduzir a duração do período de férias no Natal e na Páscoa para metade. Esta ação é errada e desnecessária e vamos já ver alguns argumentos que o comprovam.

Na minha opinião, o tempo de férias encontra-se um pouco mal estruturado. Penso, ainda, que o comprimento dos descansos deveria ser mais bem organizado, porque quando chegamos ao fim do ano letivo deparamo-nos com três meses de férias. Esta paragem poderia ser mais reduzida. Portanto, no meu ponto de vista, as pausas deveriam ser maiores nas épocas natalícia e da Páscoa, sendo, assim, diminuído o tempo das férias do Verão.

Por outro lado, acho também que os alunos, bem como os professores, mereceriam um tempo de férias mais longo devido ao esforço demonstrado no período anterior. Considero, ainda, que o Ministério da Educação não pensou nas famílias dos estudantes, pois eles necessitariam de tempo para celebrar estas quadras festivas com os seus parentes e familiares.

Concluo, então, que a duração das férias do Natal e da Páscoa deveria ser mais bem planificada.

 

Mariana Rodrigue Amaral dos Santos          n.º 16, 7.º D

O TEXTO ARGUMENTATIVO 05/02/2015

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Imagina que a tua escola decide obrigar todos os alunos a usarem, a partir do próximo ano letivo, um uniforme oficial

 

uniformes escolares

 

   O uso do uniforme nas escolas, dependendo do ponto de vista de cada um, pode ser bem ou mal aceite. Relativamente a este assunto, ainda não tenho uma opinião formada.

   Vendo as coisas pelo lado positivo, esta prática pode ser vantajosa: deixaria de haver diferenciação entre “pobres” e “ricos”; todos se vestiriam de igual forma, logo as “marcas” que tanto influenciam a opinião uns dos outros deixariam de existir; a preocupação com o que vestir desapareceria.

    Por outro lado, deixaríamos de ter “identidade própria” o que para muitos seria difícil de aceitar, pois a forma de vestir é o seu modo de afirmação e de mostrar um pouco da sua personalidade.

    Em conclusão, se na minha escola o uso do uniforme fosse obrigatório, eu aceitá-lo-ia mas com algumas contrariedades. Pelo conhecimento pessoal que tenho, posso afirmar que muitos não o aceitariam e iriam “revoltar-se” contra a escola, os professores e os colegas que fossem a favor.

 Feliciana Martins Bastos

N.º 6, 7.º D

Texto argumentativo 04/02/2015

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Casamento infantil

 

A existência da prática de casamento infantil ainda se manifesta, infelizmente, nos dias de hoje. Na minha opinião tal realidade deveria deixar de existir pelas razões que se seguem.

O casamento infantil é uma falta de respeito pelos seres humanos implicados, pois é um ato imoral, tendo em conta que as jovens são forçadas a uniões que não desejaram.

Argumento, ainda, dizendo que a ocorrência do casamento precoce agrava, também, o analfabetismo e dificulta que as meninas desenvolvam a sua aprendizagem, pois são impedidas de continuar na escola para poderem assumir as suas exigentes funções familiares.

As vítimas são obrigadas a comprometer-se com homens mais velhos, pois os seus progenitores são muito pobres e veem nos casamentos destas meninas uma forma de diminuírem as suas despesas ou, até, de obterem receitas extraordinárias.

Concluo, portanto, que o procedimento do casamento infantil é um ato errado devido aos argumentos referidos anteriormente. É um ato egoísta e maldoso por parte do “agressor”. Acho, ainda, que a permissão e autorização dos pais é inaceitável porque trocam os seus descendentes por dinheiro. Mas, infelizmente, creio que este tráfico de crianças nunca irá terminar.

 

Mariana Rodrigues Amaral dos Santos                N.º 16               7.º D

Texto argumentativo 04/02/2015

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A propósito da hipotética redução do período de férias de Natal e de Páscoa

 

Eu sou contra a ideia do ministro da educação porque as férias de Natal e da Páscoa devem continuar assim pelos seguintes argumentos.

A primeira razão é que os alunos devem ter um tempo para descansar a cabeça depois de três meses de aulas.

A segunda razão é que nessas férias há datas muito importantes como o Natal e a Páscoa e à volta desses dias deve haver um determinado espaço de tempo sem aulas.

A terceira razão é que merecemos ter um descanso por causa do tempo que temos de aulas quase sem nenhum feriado. Apenas no segundo período existem as curtas férias do Carnaval.

Como quarta razão considero que ao invés de as férias diminuírem para metade, elas deviam aumentar pois considero-as curtas e o tempo que temos de aulas é muito grande.

Como conclusão, as férias de Natal e da Páscoa não devem sofrer qualquer redução.

 

Nuno Vasconcelos, 7.º D

 

Texto argumentativo 04/02/2015

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Uniforme obrigatório?

 

Neste pequeno texto argumentativo vou mencionar algumas razões que me levam a achar que o uso de uniformes em todas as escolas deve ser obrigatório.

No meu ponto de vista, penso que as escolas devem colocar como um elemento obrigatório os uniformes, pois ainda nos dias de hoje alguns alunos sentem-se inferiorizados pela sua aparência em relação aos restantes pelo facto de não terem as mesmas possibilidades que eles. Assim sendo, os uniformes vão poder mudar tudo. Como?

Os alunos, assim, serão todos iguais, estarão no mesmo pé de igualdade e não se sentirão inferiores em relação aos outros. Não haverá desigualdade entre eles, pelo menos no que diz respeito à aparência.

Compreendo que poderão existir pessoas com uma opinião distinta da minha, por julgarem, por exemplo, que se for obrigatório este tipo de elementos, os alunos não poderão afirmar a sua diferença, ou seja, não se poderão vestir de acordo com o seu estilo preferido e que verdadeiramente querem, não poderão exprimir a sua própria personalidade através do vestuário.

Concluo, então, que o uso do uniforme na escola seria melhor para os jovens, pois diminuiria a inferiorização de alguns alunos e traria a igualdade para todos.

 

Ema Marques Coutinho, 7.º D,  N.º 5 

Texto argumentativo 03/02/2015

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Uniformes? – Nem pensar!

 

            O Ministério da Educação decidiu que, de hoje em diante, os alunos deverão utilizar uniformes durante as aulas. Esta ideia está completamente errada. Vamos ver porquê:

            Se for obrigatório o uso de uniformes escolares, os alunos não poderão desfrutar de uma opção de escolha do seu próprio estilo, isto é, os alunos não poderão vestir-se de acordo com aquilo que realmente querem.

            Outra das razões é que, como é possível verificar, os alunos têm estilos muito variados, muito distintos uns dos outros. É óbvio que, se fossem criados uniformes escolares, alguns dos alunos não se incomodariam porque iriam gostar do seu design, mas certamente existiriam outros que não se adaptariam tão facilmente, o que poderia provocar problemas.

            Se analisarmos atentamente a situação, verificamos também que, se os alunos utilizassem uniformes, tudo seria muito igual, não existiria uma variedade de cores, de estilos, tudo seria bastante previsível.

            No entanto, existem pessoas que defendem que os uniformes contribuem para diminuir a desigualdade entre os alunos, por permitirem que algumas crianças não se sintam tão inferiorizadas pelo facto de não terem as mesmas posses dos seus colegas.

            Mas o pior dos cenários é que, se os alunos utilizarem os uniformes e se adaptarem, qual o estilo que vão adquirir? De que modo a escola vai ensinar os jovens a serem independentes no que respeita às suas escolhas? Daqui a alguns anos veremos as pessoas que frequentaram o estabelecimento de ensino nesta época todas vestidas com roupas idênticas? Não haverá diversidade de modas em Portugal? Pois, isto será o mais provável…

            Assim, é possível concluir que a ideia da utilização de uniformes no período letivo não é a melhor, por isso deverá ser repensada, analisada com mais cuidado e vista de outra perspetiva.

 

Beatriz Bastos Dias

7.º C; N.º 5

Texto argumentativo 03/02/2015

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Casamento infantil

 Na minha opinião, o casamento de jovens menores é uma prática errada que continua a fazer parte da tradição de muitos países ou grupos, só para a família dos jovens ganhar um dinheiro através do pagamento que recebem ao entregar as filhas para casarem.

Em primeiro lugar, estes casamentos representam o desrespeito pelo estipulado na declaração dos direitos humanos, que refere que todos os jovens têm direito à educação e a frequentar a escola nesta fase da sua vida.

Em segundo lugar, estas raparigas acabam por ser mães muito cedo e correm o risco de morrer ao dar à luz os seus bebés porque o seu organismo não tem ainda as condições necessárias para enfrentar uma gravidez.

Por outro lado, normalmente, as meninas que casam cedo acabam também por ter muitos mais filhos ao longo da sua vida, facto que agrava a pobreza das famílias que constituem.

Por último, este problema também tem consequências a nível geral, pois agrava a pobreza dos países, impedindo-os de melhorar as condições de vida da população.

Assim, o casamento de jovens deve ser evitado para que estes possam preparar-se para um futuro melhor através da formação adequada e da frequência da escola.

 

Pedro Santos, 7.º D

Texto argumentativo 03/02/2015

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Não aos casamentos prematuros!

 

            O casamento prematuro dos jovens não é, de todo, uma ação correta. Apesar de ser uma ação que ocorre em muitos países e com muita frequência, não é certo praticá-la. Vamos então ver algumas das muitas razões pelas quais isto não deve acontecer.

            Ao casarem muito cedo, as jovens perdem a oportunidade de viverem a sua infância, a sua juventude como qualquer criança/jovem deve ter o direito de viver. Passam a ter responsabilidades de adultas, facto que nunca deve acontecer nessas idades.

            Além disso, ao casarem jovens, estas raparigas perdem a oportunidade de estudar, de ir à escola para poderem evoluir a nível profissional e, quem sabe, contribuírem para desenvolver o país onde vivem.

            Quando casam e engravidam muito cedo, as raparigas têm maior probabilidade de morrerem prematuramente, de virem a ter muitos filhos e de estes virem a morrer em bebés, no prazo de um ano após o nascimento.

            Uma das consequências de casarem muito cedo e com pessoas que não conhecem é estas jovens não terem a oportunidade de escolherem a pessoa que querem ter ao seu lado para o resto da vida e não terem uma formação suficiente para poderem educar corretamente os seus filhos.

            Conclusivamente, ao casarem muito cedo, estas jovens nunca poderão ser felizes, nunca poderão ter liberdade de escolha, de expressão. Devemos contribuir para evitar estas situações!

 

Beatriz Bastos Dias

7.ºC; N.º5

 

 

Texto argumentativo 03/02/2015

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No meu ponto de vista, os uniformes deveriam ser proibidos, pois os alunos não conseguem exprimir a sua personalidade. Algumas pessoas têm uma opinião diferente da minha, porque acham que usar farda é uma das maneiras de por fim à discriminação existente nas escolas.

Eu acho que nas raparigas há discriminação mesmo ao usarem uniformes, porque podem gozar com as alunas mais cheiinhas.

Para além de serem gozados, os alunos demoram mais a vestir-se, se for o caso de se vestirem na escola, e correm o risco de não entrar para as aulas a tempo e horas.

Ao usarem farda, os estudantes não podem personalizar a sua roupa, não podem mostrar um pouco da sua essência.

Concluo, assim, que deveria ser proibido o uso de farda em todas as escolas da Europa e do mundo, devido às razões que eu mencionei.

Rafaela Barbosa, 7.º C

Texto argumentativo 03/02/2015

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Neste pequeno texto argumentativo, vou-vos dar um pouco da minha opinião sobre as escolas utilizarem todas uniformes.

Na minha opinião, os alunos da nossa escola deviam utilizar uniforme, como roupa obrigatória para todos. Nos colégios tem-se notado um aumento dos alunos com mais posses discriminarem aqueles que são mais pobres, por não terem roupas nem calçado de marca. Assim, os que não têm grandes posses são excluídos pelos outros, quando estão em grupo, por causa do modo de vestir.

Com este relato todo, eu concluo que o uso de uniforme seria muito melhor para a educação de todos os jovens, reduziria a discriminação e traria igualdade a todos os alunos.

 

Ana Patrícia Dias Simões

N.º 3         7.º C

“Estava eu com a mala feita”, de Hugo Hadden 03/02/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
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Estava eu com a mala feita

a caminho da Serra da Freita

e a minha amada ali me esperava!

e a minha amada ali me esperava!

 

Ia a meio do caminho

quando se avariou o meu carrinho

e a minha amada ali me esperava!

e a minha amada ali me esperava!

 

Sem forma de alguém contactar

não pude a minha amada avisar

e a minha amada ali me esperava!

e a minha amada ali me esperava!

 

Sem mecânico ou reboque

fui a pé mas tive um choque:

a minha amada tanto esperou

que foi embora porque se cansou.

Hugo Hadden, 8.ºB

(poema à maneira da cantiga de amigo “Estava eu na ermida de São Simeão”, de Mendinho)

“Estava eu na Barra”, de Lucas Inácio 03/02/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Estava eu na Barra,

Num dia cinzento e vi a Mara!

Eu esperando a minha amada,

Eu esperando a minha amada!

 

Estando eu na Barra, cercado de água,

Sofria com tanta mágoa!

Eu esperando a minha amada,

Eu esperando a minha amada!

 

Vi ao longe uma grande onda,

Parecia uma anaconda!

Eu esperando a minha amada,

Eu esperando a minha amada!

 

Essa onda cercou-me,

Depois entusiasmou-me!

Eu esperando a minha amada,

Eu esperando a minha amada!

 

Nem tenho ninguém que me ajude,

Nem ninguém que me acuda!

Eu esperando a minha amada,

Eu esperando a minha amada!

 

Lá fui eu p’ró outro mundo,

Onde muda tudo!

Eu esperando a minha amada,

Eu esperando a minha amada!

 

Lucas Inácio, n.º18, 8.ºC

(poema à maneira da cantiga de amigo “Estava eu na ermida de São Simeão”, de Mendinho)

Texto argumentativo 02/02/2015

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Uso de uniforme obrigatório

farda 2

 Na minha opinião, as escolas deveriam colocar as fardas como elemento obrigatório.

Eu acho que nas escolas, se fosse obrigatório utilizar farda, não haveria tanta discriminação, pois alguns rapazes e algumas raparigas acham-se superiores aos outros e fazem troça de alguns colegas, por várias razões, porém, habitualmente, as principais razões são a forma de vestir ou aquilo que possuem.

Se todos andassem de farda, todos eram tratados por igual, visto que, devido às diferenças sociais que se sentem, alguns alunos têm mais possibilidades, logo têm roupas melhores e de marca, enquanto que outros não, sendo tratados como diferentes, sofrendo de bullying.

Com farda era muito mais fácil saber quem eram os alunos da escola de modo a evitar que pessoas desconhecidas entrassem, havendo assim maior segurança na escola.

Com isto, concluo que usar farda seria bom, traria maior igualdade e reduziria o bullying que muitos alunos sofrem.

 

Diana, 7.º C

Texto argumentativo 02/02/2015

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O uso de uniforme escolar

 

 

uniformes

Neste pequeno texto argumentativo vou falar-vos um pouco da minha opinião acerca do uso de uniforme dentro do recinto escolar.

Na minha opinião, acho que as escolas deveriam colocar as fardas como elemento obrigatório.

Nas escolas têm-se notado muita discriminação entre os alunos. Se todos andassem de farda, todos eram tratados por igual, visto que devido às diferenças sociais que se têm notado, alguns jovens têm mais possibilidades, logo têm roupas melhores e de marca enquanto que outros não têm tanta sorte de poderem ser respeitados e admitidos nos grupos e, habitualmente, a principal razão que motiva a sua exclusão é a sua maneira de vestir e aquilo que possuem.

Com tudo o que disse fiz-vos perceber que o uso das fardas seria muito bom para a educação juvenil, traria igualdade entre os alunos e reduziria a discriminação que infelizmente já faz parte deste mundo há muito tempo.

 

Ana Durão, 7.º C

 

Texto argumentativo 02/02/2015

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Calvin Exames

Na minha opinião, acho que os exames no final dos ciclos de ensino são uma maneira de mostrar aos alunos o que conseguiram aprender durante cada uma destas etapas no seu percurso escolar.

Em cada um destes ciclos os alunos vão aprendendo mais coisas, logo, com o passar dos anos, os exames serão mais exigentes. Desta forma, só os alunos que se aplicarem verdadeiramente é que conseguem alcançar os objetivos propostos. Considero que estes exames são uma forma de influenciar os estudantes a trabalharem com mais afinco e dedicação. Também penso que será mais fácil para os alunos e encarregados de educação avaliar se os objetivos foram alcançados.

Concluindo, penso que os exames finais dos ciclos de ensino servem essencialmente para os próprios alunos se autoavaliarem e terem bases mais sólidas para o próximo ano letivo.

 

 Tomé Tavares Coutinho; N.º 19; Turma: 7.ºC

Peripécias de Vicente 29/01/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Dia 11/11/2014 a.c.

 Querido diário,

Estou hoje aqui para embarcar na arca, eu faço parte da lista dos escolhidos para entrar. Caso não saibas, há uma terrível lista que divide os animais entre escolhidos e não escolhidos, embora basicamente sejamos todos escolhidos, uns para um destino (salvarem-se e embarcar) e outros para outro (condenados a morrer afogados debaixo de água), mas enfim, a vida é injusta, uns sobrevivem e outros não.

Dia 12/11/2014 a.c.

 Bem, isto consegue ser pior do que eu estava à espera e acredita que as minhas expectativas já estavam muito baixas. Toda a comida que nos dão é completamente controlada e, como se não bastasse, é mesmo o só  essencial para sobrevivermos. E, como se fosse pouco, ainda temos que obedecer às ordens de Noé! Nunca na minha vida tive que obedecer ás ordens de ninguêm e não vai ser agora que o vou fazer. Tenho um plano para amanhã fugir sem que ninguém dê por isso.

 

Dia 13/1172014 a.c.

 Bom, como te tinha dito ontem, finalmente coloquei o meu plano em prática. Saí pela janela mas, como já seria de esperar, o meu plano não ia correr como eu queria, pois Deus pôs um muro de fogo à minha frente como se isso fosse impedimento de algo. Eu desviei-me e continuei. O que aconteceu na arca não sei, mas sei que avistei terra e pousei. Subitamente, comecei a ver a arca a aproximar-se, como se de uma perseguição se tratasse. Todos os animais saíram da arca, convencidos tanto quanto eu que a água estava a descer, no entanto estávamos completamente enganados, pois a água continuava a subir. No entanto, eu não desistia e Deus também não parecia estar disposto a desistir, até que Deus desistiu primeiro do que eu, a água voltou a pouco e pouco ao seu nível e todo o resto pôde retomar a normalidade.

Miguel Castanheira, 8.ºC

(diário imaginário do protagonista do conto “Vicente”, de Miguel Torga)

“A mãe”, por Clara Dias 28/01/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Ela é que me faz companhia 
de noite e de dia.

Ela é que me canta uma canção
quando se parte o meu coração.

Quando eu morrer 
ela vai-me fazer viver.
Sem ela eu sinto-me
um pássaro desmaiado,
um cabelo despenteado,
um golfinho feio
um campo sem centeio,
um candeeiro desligado,
um homem desempregado.

a
Ela é minha mãe,
mais ninguém a tem.

            Clara Dias, 5.ºD

O que vemos na imagem? 20/01/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Nesta imagem, da pág. 39 do Caderno de Atividades, vemos uma bruxa, uma abóbora, uma fada, uma rocha, terra e erva.

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A bruxa é  má como o fogo e feia como as verrugas de algumas pessoas. A abóbora é assustadora como o monstro das bolachas e áspera como um casaco de pele. A fada é bondosa como um esquilo e rica como o Cristiano Ronaldo (CR7). As rochas são escuras como os pneus dos carros e duras como os músculos de alguns homens. As ervas dançam como a Mariana Vieira e o Duarte Silva.

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Esta imagem parece-me engraçada e espero poder ler a sua história.

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Gonçalo Fernando, 5.ºD

“O Mundo”, por Inês Leal, 5.ºD 19/01/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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     O mundo é belo
     Como um jardim
     em flor
     Nele se transmite
     Toda a beleza e amor.
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     A andar pelo mundo
     Encontramos toda a beleza,
     Aí conseguimos ver
     Como é linda a natureza!
 
Poema escrito no âmbito da atividade Olimpíadas da Leitura.

O galo e a gala 19/01/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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O galo gostaria de ir à gala
Porque gosta de cantar
Mas como ele é um animal
Não pode participar.
 s
Não pode participar
Porque alguém assim o diz:
Coitado do galo que não entrou na gala.
O que o faria muito feliz.
Samuel Rodrigues Esteves, n.º21, 5.ºD​

A primavera chegou 19/01/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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A primavera

Com as suas flores

Pincela a mata

De muitas cores.

 

Enfeita o campo,

Toda a floresta,

Como se cada dia

Fosse uma festa.

 

Nos ramos verdes

Abriga ninhos

E põe perfume

pelos caminhos.

 

Os insetos voam

De flor em flor.

Os passarinhos chilreiam

Cheios de amor.

 

As borboletas

Parecem flores

Com duas asas

E muitas cores.

 

Raios de sol

Douram a terra

Dando vivas

À PRIMAVERA!

 

Poema de autor desconhecido selecionado pela Daniela Pinho, do 5.ºD, no âmbito das Olimpíadas da Leitura.

Uma entrevista imaginária à Fada dos Dentes 19/01/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Daniela: Como consegues descobrir os meninos a quem caíram os dentes?

Fada dos Dentes: Visitando todas as crianças todos as dias.

Tomás: De que altura és?

FD: Tenho 20 cm de altura.

Daniela: Sendo tão pequena como compras os presentes?

FD: Não compro, tenho uma fábrica que os faz.

Tomás: Quantos dentes tens?

FD: Tenho 2 milhões e meio.

Daniela: Onde os guardas?

FD: Num cofre.

Tomás: Como surgiu a ideia de trocar dentes por presentes?

FD: Queria ser amiga das crianças e lembrei-me disso.

Daniela: Adeus, Fada dos Dentes, e obrigada pela entrevista.

FD: De nada.

    Perguntas de Daniela Pinho e Tomás Tavares

   Respostas de Lexi Santos e David

5.ºD

 

 

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