jump to navigation

Violência no (n)amor(o): o que é? – pesquisa feita por Renato Rodrigues, 8.º C 29/06/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

O que é?

É um ato de violência, pontual ou contínua, cometida por um dos parceiros (ou por ambos) numa relação de namoro, com o objetivo de controlar, dominar e ter mais poder do que a outra pessoa envolvida na relação.

Causas:

Traumas do passado; ciúmes; cecessidade de “representar” o seu papel na sociedade: o papel de “Homem” ou de “Mulher”; poder de controlo sobre a vítima; desconfianças e inseguranças na relação.

Consequências:

Dores de cabeça; abrasões na pele; perda de apetite/ ganho incontrolável de apetite; emagrecimento excessivo/ ganho de peso excessivo; nódoas negras no corpo e rosto; nervosismo; tristeza profunda; ansiedade; sentimentos de culpa; baixa autoestima; depressão; isolamento; gravidezes indesejadas; doenças sexualmente transmissíveis; baixo rendimento escolar ou abandono escolar; medo; confusão mental; suicídio.

Perfil dos Agressores:

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas e de drogas ilícitas faz parte do perfil da maioria dos agressores, dizem os especialistas. Mas os sinais de violência também são revelados na infância. Atitudes que revelam um perfil agressivo podem ser percebidas na época do namoro, como: gestos extremamente egoístas ou a dificuldade em aceitar contrariedades.

Soluções:

Acabar com a relação; procurar ajuda (Psicólogo); não ter receio de falar sobre o sucedido; …

 Fontes consultadas:

http://www.apavparajovens.pt/pt

http://violencianonamoropat.blogspot.pt/

https://sites.google.com/site/violencianonamoropp/consequencias

http://noticias.cancaonova.com/saiba-como-agir-e-superar-traumas-da-violencia-domestica/

 

Carta de apresentação para uma vaga na “Motinhas Táxi”, por André Ventura, 8.º B 29/06/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

André Ventura

Rua Fresca, fração D

3740-020, Sever do Vouga

 

Exm.º Sr. Diretor

do Departamento de Recursos Humanos da

Companhia Portuguesa Motinhas Táxi

Rua da Portinha,

3942-379, Vale de Cambra

 Sever do Vouga, 14 de Agosto de 2020

Chamo-me André Ventura e terminei recentemente a minha formação em Transporte de Pessoas em Carro e Mota.

Neste momento, estou desempregado e pretendo arranjar um emprego adequado à minha formação. Para tal estou a contactar a V/ empresa, sabendo que já recebeu bastantes prémios a nível mundial, por se destacar no transporte de pessoas em segurança e conforto.

Neste emprego, os trabalhadores têm de conviver com os clientes e transportá-los em segurança e com conforto, sei ainda que é um trabalho no qual posso correr riscos, mas estou preparado para os enfrentar.

Durante a minha formação, aprendi a conduzir de forma segura e estável, e aprendi ainda a lidar com todo o tipo de pessoas, respeitando-as.

Gostaria de, numa entrevista pessoal, poder prestar mais conhecimentos da minha formação.

Podem contactar-me por correio eletrónico (andrevvvv@hotmail.com) ou para o telemóvel 961234567.

Na expectativa de poder representar esta empresa, agradeço o tempo e a atenção dispensados.

André Ventura

Anexo- Curriculum Vitae

 

 

Nunca te esquecerei, por Ana Rita Duarte (8.º C) 29/06/2015

Posted by prof_helena in palavrasdesever.
add a comment

"Querer" - Pablo Neruda

Não sei o que fazer

Não sei onde estar

Mas tenho a certeza

Que é aqui que quero estar.

 

Não sei o que dizer

Não sei o que pensar

Mas de algo tenho a certeza:

É contigo que quero ficar.

 

Mesmo que o tempo nos separe

Nunca me esqueço de ti

Dos maus e bons momentos

Que sofri por ti.

 

Não sei se faço bem

Não sei se faço mal

Mas uma coisa eu sei

É que quero ficar aqui.

 

Mesmo que isso demore

Uma eternidade

Sempre procurarei por ti

Até a infinidade

Feliz ano novo, por Ana Rita Duarte (8.ºC) 29/06/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

            Olá, espero que este ano que aí vem seja melhor do que o anterior e que haja saúde, paz e amor entre vós.

           Não sei por onde hei de começar, porque há muitas coisas que não te consigo dizer, nem sei explicar o que sinto por ti. Tu sempre me acompanhaste para todo o lado, fazes-me sentir feliz quando estou contigo; apesar de eu não poder estar todo dia contigo, penso sempre em ti nos maus e nos bons momentos que passamos juntas e nunca me hei de esquecer de ti, mesmo que a morte nos separe. Sempre sinto a tua falta, quando estamos longe uma da outra e nunca me esquecerei daquilo que fizeste por mim, para me sentir feliz, mesmo nas horas mais difíceis na minha vida.

            Mas isto não é tudo, pois o que fizeste por mim não se consegue escrever, descrever, mas sim sentir.

            Podia estar aqui a escrever o dia todo aspetos bons sobre ti , mas como não tenho assim tantas folhas para descrever a tua beleza, personalidade e principalmente o amor que sinto por ti, desejo-te um bom ano de 2001 recheado de amor, paz saúde e felicidade. Que sejas feliz e que este ano seja melhor que o ano passado!

A paixão é linda, por Ana Rita Duarte (8.ºC) 29/06/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

A paixão é linda                                                            

Quando gostas de alguém

E se essa pessoa existe

Vais sentir-te muito bem.

 

A paixão é linda

Se alguém de ti gostar

O problema

É ela te agradar.

 

A paixão é linda

Quando amas uma pessoa

E ela gosta de ti

Será um casal perfeito.

 

 O amor é lindo

Quando se gosta de alguém

O problema é se tal pessoa

Não gosta de ti também.

 

O amor é lindo

Quando se está apaixonada

O pior é quando

Tu és rejeitada.

 

O amor é lindo

Quando queres alguém

Mas se essa pessoa te rejeita

Ficas sozinha, sem ninguém.

 

Quando alguém de quem gostas

Morre

O teu coração fica destroçado

Ao saber que já não existe

Por dentro ficas magoado

Como se a culpa fosse tua.

 

Mas o mais importante

É não desistires do que sentes

E acreditar que talvez

Seja melhor assim

Mesmo que te doa muito.

O que hei de fazer?, por Ana Rita Duarte (8.ºC) 29/06/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Estou confusa. Talvez não queira ninguém. Talvez ninguém goste de mim. Talvez esta vida não sirva para nada a não ser para sofrer, para acreditarmos e depois nos desiludirmos. Ando com uma pergunta na minha cabeça há muito tempo, mas nunca obtenho resposta, é como se esta pergunta me atormentasse durante todo o dia. Não sei o que fazer. Será melhor partir para outro mundo para lá das nuvens? Será que faz sentido continuar aqui, sem saber o que fazer para melhorar. Sem ter um motivo para viver, sem ter um sonho para concretizar?

Não consigo entender o motivo de ficar aqui a ver o tempo passar e eu sem fazer nada, simplesmente a pensar como será a minha vida, se vou ser feliz, infeliz, casada, solteira, mas como eu irei saber?… Só mesmo o meu destino é que sabe, mesmo que eu o queira mudar, vai sempre dar ao mesmo, pois ele já está traçado. Não sei o que fazer para melhorar a minha vida. Estou rodeada de pessoas que gostam de mim, mas será que isso é suficiente para mim? Não sei, sinto-me sozinha, sem ninguém para me ajudar a entender como a vida pode ser boa.

Não consigo parar de pensar em como será a minha vida sozinha, sem ninguém para me ajudar, para perceber bem a vida, para me ensinar a ser feliz… mas sempre vou pensar em como poderia viver melhor a minha vida, aproveitando o que era bom e ignorando o que era mau.

Mas apesar de ter uma vida feliz, só me apetece morrer com as pessoas que gosto no meu coração que nunca esquecerei.

As tecnologias e a vida familiar – texto opinativo de Renato Rodrigues (8.º C) 08/06/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Eu discordo completamente da afirmação que refere que as novas tecnologias afastam das pessoas o prazer de conviver em família.

Começo por afirmar que o meu pai está no estrangeiro e que só o vejo de dois/três meses em dois/três meses, o que me dificulta a contacto com ele, mas, por causa das novas tecnologias, posso falar com ele todos os dias.

Outro exemplo da utilidade das tecnologias é quando me dirijo para a escola e me apercebo de que me esqueci da minha mochila com o material de desporto. Digito logo o número da minha mãe no meu telemóvel e ligo-lhe. O que facilita extremamente o trabalho de eu ir buscá-la e perder o meu tempo de aprendizagem. Passados quinze minutos recupero a minha pasta.

Finalmente, reafirmo que com as novas tecnologias podemos falar, conviver com os nossos familiares.

“Sorriso Metálico vs Olho de Vidro”, por Renato Rodrigues (8.º C) 08/06/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Quando se achava que estava tudo normalizado, surgia algo para nos humilhar… Algo que, de acordo com os adultos, era bom para nós, crianças. Já não bastavam aqueles alunos, com olhos de vidro e armação. Arrepiante. Outros de nós tinham uma espécie de metal nos dentes. Mais conhecido por “Aparelho Dental”. Mas mesmo assim havia uns, que acumulavam ambos os terrores.

– Mas isto serve para acabar com a nossa infância ?-perguntava eu à minha professora de Português.

-Não, é só para nos tornarmos “normais”- dizia ela com o mesmo discurso de sempre.

Espera! Mas nem tudo tem só defeitos. O olho de vidro dá muito jeito num momento de avaliação. Por exemplo, se nós não estudámos, podemos fingir que estamos a perceber o conteúdo da pergunta, mas na verdade o olho de vidro está a tentar descodificar a resposta número dois do colega ao lado.

Já o “Aparelho Dental” dá muito jeito para o escutismo. Por exemplo, se alinhar um raio de sol com uma peça do aparelho, esta refletirá a luz com que irá incendiar um monte de erva, que passará a ser uma fogueira.

Sim, sim, sim. Neste momento devem estar a pensar que esta história se aplica a mim, mas eu só tenho inveja deste tipo de pessoas, porque pelas suas ações são muito populares!

“Mistérios de escrita” de Álvaro Magalhães (seleção de Ana Beatriz Rocha, 5.ºD) 08/06/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Escrevi a palavra flor.

Um girassol nasceu

no deserto de papel.

Era um girassol

Como é um girassol.

Endireitou o caule,

sacudiu as pétalas

e perfumou o ar.

Voltou a cabeça

à procura de sol

e deixou cair dois grãos de pólen

sobre a mesa.

Depois cresceu até ficar

com a ponta de pétala

fora da Natureza.

 

in O Limpa-Palavras e Outros Poemas

 

“Um dia na minha infância”, por Hugo Vaz (8.º B) 08/06/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
1 comment so far

Um evento traumatizante que me assombrou a vida foi quando andava no jardim-de-infância e tinha de usar uma bata feia, larga e às flores cor-de-rosa.

Todos se riam de mim mas eu não me importava, até porque não era o único a usar bata às flores cor-de-rosa.

Como não era o único, não ligava muito a isso, eu até gostava da cor mas as flores desenhadas é que eu não queria.

“Mais um ano”, de Guilherme Ribeiro (8.ºB) 08/06/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Mais um ano!

Miniférias temos nós,

Com o ano a terminar.

Eu, em casa dos avós

e os do sexto sempre a estudar.

 

Aproveitar para rever

a matéria lecionada,

os próximos testes vão ser

a última grande rodada.

 

Espero bons resultados,

Para isso me vou esforçar.

Com boas notas no meu fado,

para a praia irei descansar.

 

O oitavo é bem melhor,

podes bem acreditar.

Mas, logo vem o pior

Com o nono ano a chegar.

 

Sou um jovem bem feliz,

não me posso queixar.

O que sempre quis

foi nunca o ano chumbar.

 

 

Mar Salgado, de Luciana Rodrigues (5.ºD) 08/06/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
1 comment so far

Mar Salgado

Ninguém vai esquecer

Mar Salgado

O coração vai ver

 

Mar Salgado

Com o seu areal

Mar Salgado

Cheio de sal

 

Carta de apresentação para uma vaga de jornalista, por Renato Rodrigues (8.º C) 08/06/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Renato Rodrigues

3740-123 Rocas do Vouga

Exmo.º Diretor dos Recursos Humanos

                                              Visão

Rua do Desconhecido,

1300-553 Lisboa

Chamo-me Renato Rodrigues e terminei há cerca de dois meses a Licenciatura de Jornalismo, na Faculdade da Informação da Universidade de Monte Gorgo.

Atualmente, procuro um local de trabalho onde possa usufruir da formação obtida na licenciatura já referida, para informar os leitores da Visão, razão pela qual me candidato a jornalista.

Gostaria que me entrevistasse, para poder prestar-lhe informações adicionais.

No caso de surgir algum problema, agradecia que me contactasse: 912345678.

Agradeço a atenção dispensada e despeço-me com humildes cumprimentos.

Renato Rodrigues

Anexo: Curriculum Vitae.

“O papel da educação na igualdade de género” por Hugo Vaz (8.º B) 08/06/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
1 comment so far

No meu texto, vou falar sobre o papel da educação na igualdade de género, eu defendo a ideia de todos termos funções diferentes.

Eu sou desta opinião, visto que os homens têm de ser um pouco mais intolerantes do que as mulheres. Por exemplo, quando alguém está a ofender as mulheres o homem tenta sempre ajudar, embora a mulher também ajude só que o homem parte logo para a guerra, enquanto que a mulher age de cabeça fria, tenta dizer o que não se deve fazer e tenta mostrar o lado negativo da violência.

Por outro lado, também acho que todos devemos ter direitos iguais visto que nessa situação há sempre problemas, violência e por isso acho que deve haver iguais direitos.

Texto poético 02/06/2015

Posted by prof_zita in palavrasdesever.
add a comment

A Vida

A vida tem várias fases
Existem as boas, existem as más
Mas a confusa é a pior.

Não sabemos o que fazer,
Sentimentos são questionados
E às vezes mal interpretados

Por vezes temos de parar
E pôr a cabeça a pensar.

Sei que não é fácil,
Mas há decisões a tomar.

Autora: Lara Martins 9ºG

Relatório da Visita de Estudo ao Porto, por Hugo Hadden 01/06/2015

Posted by prof_helena in 8ºB.
add a comment

No dia 9 de março, os alunos do 8.º ano do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga, partiram às 8 horas para a estação de comboios de Aveiro. Aí apanharam o comboio com destino ao Porto, à estação de São Bento, tendo chegado por volta das 10:20h. Daí, seguiram a pé até ao Museu World of Discoveries.

O Museu Interativo World of Discoveries, dedicado à época dos Descobrimentos, está dividido por salas temáticas.

Na primeira sala, foi possível ver a evolução dos barcos portugueses, desde a barca até ao galeão, com imagens, minirréplicas e informação descritiva.

Na segunda sala, vimos a evolução dos mapas mundiais com as suas histórias e mitos.

A terceira sala era uma réplica do interior de um navio antigo. Aí pudemos ver a réplica do primeiro rinoceronte a vir para a Europa e os produtos que eram importados por Portugal na época dos Descobrimentos.

De seguida, visitamos uma sala onde estavam representados dois trabalhadores que faziam peças para os navios. Numa outra sala, pudemos simular uma viagem à volta do mundo descoberto pelos portugueses.

Terminada a visita ao Museu, fomos almoçar junto ao rio Douro. No final do almoço, caminhamos até à Torre dos Clérigos, que vimos apenas do exterior, e seguimos em direção à estação de São Bento para iniciar a nossa viagem de regresso à escola, onde chegamos por volta das 18:00h.

Na minha opinião, esta foi uma visita de estudo muito interessante, principalmente pelo facto de podermos aprofundar os nossos conhecimentos históricos sobre a época dos Descobrimentos de uma forma diferente do habitual, interativa.

 

Rap das preposições, por Tomás Tavares, 5.ºD 21/05/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
3 comments

A, ante,após,até

P’rà escola vão a pé

 

Com, contra

Já têm a mochila pronta

 

De, desde,diante,durante

Que escola cativante!

 

Em, entre

Que miúda surpreendente!

 

Para, perante, por

Vamos a Kuala Lumpur?

 

Sem, sob, sobre, trás

Repete tudo, és capaz!

 

Trabalho realizado por: Tomás Tavares do 5ºD nº 22

Um trauma chamado Nokia, por João Silva (8.ºB) 21/05/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Uma das muitas coisas que nos podem humilhar na infância e na adolescência é utilizar um telemóvel “Nokia”.

Coitados dos que tinham de usar um desses telemóveis, incluindo eu. Aqueles telemóveis eram feios, pequenos, eram indestrutíveis, … Se alguém os atirasse contra a parede, fazia um buraco enorme na parede e eles ainda funcionavam sem nenhum arranhão!

Se alguém criasse uma marca de automóveis  feitos desse material indestrutível com que faziam a carcaça de tais telemóveis e se usassem os mesmos vidros que esses aparelhos tinham, essa pessoa ficaria mais rica do que o dono de uma petrolífera. E talvez as pessoas fossem menos às oficinas por causa de um Zé que não sabia conduzir lhe ter batido no carro.

Voltando ao assunto inicial, esses telemóveis eram: feios, pequenos, indestrutíveis. Pior: só davam para enviar mensagens, telefonar e jogar ao jogo da cobra cujo objetivo era não se… “autocomer”! Uma grande parvoíce.

Como referi anteriormente, tive um desses maravilhosos tijolos.Os meus colegas brincavam comigo por causa desse aparelho a que chamam telemóvel, por exemplo, quando estava na sala de aula e ele caía do meu bolso alguém afirmava “partiu o chão”. Mas isso não me afetava, porque sabia que a “boca” era só na brincadeira e não tinha como intenção ferir os meus sentimentos.

Uma experiência muito traumatizante.

João Silva, 8.º B

O amor, por Diana Ferreira 21/05/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

O amor é um sentimento diferente dos outros, pois com ele não vem só alegria, também chegam a dor, a angústia e até a mágoa, mas quem não sofre por amor?

Quem ama sofre, mas não se importa, pois o amor também é sinónimo de felicidade. Quantas vezes estamos tristes e para nos animarmos pensamos naqueles que amamos? Muitas vezes. O amor é mesmo assim, estranho, tanto nos faz chorar de dor como de alegria.

Um exemplo que comprova o que afirmei é o grande amor vivido por Romeu e Julieta, aqueles dois amantes que todos conhecemos e cuja história nos leva a pensar: «que loucuras podemos cometer por amor?» Também podemos ter em consideração a vida de Dona Inês de Castro, uma mulher que foi morta pelo rei por causa de amar D. Pedro, que já tinha esposa. O rei seu pai foi obrigado, pelo povo, a matar D. Inês, mas diz-se que pouco depois D. Pedro endoideceu. Isto mostra-nos que não conseguimos viver sem amor e que este está e tem de estar muito presente na nossa vida.

Para concluir, eu penso que, apesar do amor ser um sentimento contraditório, é um sentimento pelo qual vale a pena lutar, uma vez que nós precisamos de amar e de nos sentirmos amados para ser felizes.

Diana, 8.ºC, N.º10

A adolescência, por Débora Gradim 21/05/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Na adolescência é normal
trocar o vício de amar
pelo vício da bebida,
mas temos de nos controlar.

Na adolescência tudo
parece o fim do mundo,
mas é apenas o começo
até ao último segundo.

(escrito no âmbito do projeto +Contigo)

A vida é feita de… 21/05/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

A vida é feita de planos

Desejos e sonhos,

Vitórias e derrotas,

Que formam uma história.

 

Quantas vezes fazemos planos

Que não acontecem como nós queremos,

Encontros e despedidas,

Desgostos e fantasias.

 

Débora Gradim, 8.º C

A importância dos brinquedos, por Débora Gradim 21/05/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

   Na minha opinião, os brinquedos são essenciais na infância de qualquer criança.

   Os brinquedos, por muito surpreendente que pareça, são, por vezes, a melhor companhia para desabafar e até mesmo para ouvir música.

   Eu, por exemplo, sou daquelas pessoas que é capaz de contar coisas pessoais e importantes aos brinquedos e não as dizer aos amigos.

   O brinquedo mais especial da minha infância foi uma boneca de meio metro, com cabelo cor-de-rosa, um vestido amarelo e umas “leggings” verdes. Foi especial porque ao olhar para ela lembrava-me do Natal, de quando a família estava toda reunida e também relembrava o que os meus pais “sofreram” para encontrar a boneca que eu queria. Hoje, mesmo crescida, ainda a tenho, embora me digam que eu já não tenho idade para brincar com bonecas.

   Para concluir, os brinquedos são importantes, mesmo quando crescemos . Nunca devemos deixar de brincar, quanto mais não seja para desanuviar a cabeça.

 Débora Gradim, 8.ºC

A lenda da ponte do Alfusqueiro, pesquisa de Mariana Rebelo, 5.ºD 21/05/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Fonte: http://terrasdomarnel.blogspot.pt/2009/03/lenda-da-ponte-do-rio-alfusqueiro_12.html

 

“O diabo nem sempre leva a melhor sobre o homem… (pelas consultas feitas e pesquisas realizadas sobre a lenda da ponte do Rio Alfusqueiro, invariavelmente é assim que começa esta lenda, geralmente muito conhecida mas, ultimamente, pouco falada. Digo eu…)

Claro que essa ajuda é preponderante se vier de alguma boa fada…

A lenda que ainda se conta sobre a velha ponte de cantaria sobre o Rio Alfusqueiro, ali abaixo de A-dos-Ferreiros, a meio caminho do lugar da sede de freguesia, o Préstimo, cujo rio é afluente do Águeda. Uma pessoa que conheço, referindo-se a esta lenda, acrescenta uma frase curiosa: “poderíamos até dizer que é um tempo em que o Diabo ainda precisava de andar pela terra a negociar almas”.

Assim, aquela ponte era imprescindível para permitir a passagem para os que residiam ou se deslocavam àquelas serranias e foi um cristão que se comprometeu a fazê-la mas verificou, quando pretendeu dar-lhe início, que era enorme e temerária a obra em que se envolvera.

Neste momento de aflição do cristão, surge-lhe o diabo em pessoa a informá-lo que ele e os seus demónios ajudantes se encarregariam da empreitada. Mas, como negócios são negócios, havia a questão do pagamento. Ficou assente que a moeda utilizada seria a alma do cristão. A escritura, diz outra versão que consultei, foi assinada com o próprio sangue do cristão. E nela ficou consignado que a obra deveria estar pronta à meia-noite do dia de Natal desse ano, ao cantar do galo. O cristão lá ia verificando o andamento da obra, aliás de magnífica arquitectura e começava a dar sinais de temeridade pelo negócio em que se envolvera.

Se a este cristão, no percurso da sua vida lhe apareceu o diabo, porque não aparecer uma boa fada? E terá sido isto o que aconteceu. Essa fada instruiu o cristão na maneira de se ver livre deste compromisso, não deixando de ter a ponte que tanto ambicionava e necessitava. A fada deu-lhe um ovo e disse:

– A obra ficará pronta à meia-noite em ponto. Vais junto da ponte e ficas atento aos últimos trabalhos e assim que o diabo colocar a última pedra, atira o ovo ao longo da ponte e vais ver que tudo corre bem…

E a lenda conta ainda que estavam o diabo e os seus ajudantes a colocar a última pedra de remate, quando o cristão atira o ovo pelo chão ao longo do tabuleiro da ponte, este rolou, bateu numa pedra e quebrou-se. Nesse momento, saiu dentro do ovo um belíssimo galo de plumagens admiráveis, que começou a cantar enquanto batiam as badaladas da meia-noite. E assim, por uma questão de segundos, o diabo da ponte do Alfusqueiro perdeu a aposta e o cristão manteve a sua vida.

Versões há a dizer que o diabo, furioso, fugiu a sete pés pela escuridão da noite, escondendo-se floresta dentro, para preparar umas tempestades, nunca mais sendo visto. Uma outra versão diz que o diabo deu um estoiro de tal ordem que nunca mais por ali passou.

Experiências infantis, por Leonardo Correia 21/05/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

No primeiro dia em que comecei a usar óculos, mal cheguei à minha escola primária fui gozado até ter de chegar a tirar os óculos e guardá-los.

Na cantina, voltei a pôr os óculos e um rapaz chamou-me caixa de óculos, eu ignorei. Chamou outra vez e foi então que me levantei, fui ter com ele e sacudi-lhe as moscas. No fim, parecia que lhe tinham passado dois elefantes por cima. A princípio, até me senti bem, mas depois lembrei-me que bater em alguém não resolvia nada.

Passados alguns meses fui à Feira de Março, no caminho pensei que ia correr tudo bem, mas foi precisamente o contrário. Estava a andar no passeio quando, de repente, o chão se levantou e fui bater com a testa no espelho do carro dos meus pais! Claro que fiquei com um galo enorme, mas o que é importante é que ainda fui andar de carros de choque.

Agora, de todas as vezes que peço aos meus pais para ir à Feira de Março a minha mãe faz questão de me lembrar aquele acidente trágico.

 

Lacinhos XXL 19/05/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
2 comments

Não há nada pior do que a hora dos ganchinhos. Eu sempre odiei a hora de acordar, primeiro porque a thumbs_traca-1minha mãe me acordava aos berros, segundo porque eu odiava tomar banho e terceiro, a parte em que a minha mãe vinha ter comigo com dois ganchos, em forma de laços XXL, na mão direita, e um pouco de gel na mão esquerda.

Ela trazia no bolso das calças um pente (como aqueles dos velhotes) para me endireitar os caracóis – eu sei que é difícil de acreditar, mas sim eu já tive caracóis, quando era mais pequena, mas tudo o tempo levou – e barrava-me o gel no cabelo. Imaginem, o cabelo é o pão e o gel a manteiga!

Depois levava-me ao jardim-de-infância e eu esperava que ela se fosse embora para ir a correr tirar os laços. Nessa altura chamavam-me “Maria lacinhos” (era suficientemente mau) e de vez em quando ainda me chamam. Mas definitivamente a pior altura do dia era quando a minha mãe chegava do trabalho para me ir buscar e colocava os laçarotes no meu cabelo; tanto trabalho que eu tinha tido para tirar os ganchos e a moça chega e põe-mos outra vez. Por um lado, era melhor pôr os ganchos no cabelo, porque eu ficava com o cabelo todo nojento do gel e aquilo era horroroso.

Graças às ideias maquiavélicas da minha mãe, quando digo maquiavélicas estou-me a referir à parte dos ganchos, eu agora adoro ganchos, laços, fitas, amo acessórios de cabelo, por isso agradeço à minha mãe do fundo do meu coração.

Carolina Soares, nº4, 8ºA

A ida aos casamentos 19/05/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºD.
5 comments

casamentoQuando eu era mais novo, infelizmente havia muitos casamentos para os quais os meus pais estavam convidados. Na minha opinião, os casamentos eram um aborrecimento.

Nesses dias, tinha que acordar cedo, o que já era mau. Depois, era obrigado a usar roupa e calçado que não queria, como por exemplo sandálias com solas de borracha, que me aqueciam os pés e mos assavam.

Tive o azar de ir a casamentos longe de casa, o que implicava viagens massacrantes. Depois de lá chegar, vinha a parte pior, que era a cerimónia. A missa era um momento que, para mim, servia apenas para adormecer. As horas passavam e eu sem comer, o que era outra tortura.

A tarde ainda era pior: não tinha primos para brincar e ficava apenas com a minha irmã. Tudo demorava. As horas pareciam eternas. Havia muitas vezes o jantar, que também demorava muito tempo. E só no final regressávamos a casa. Por vezes, até ficávamos lá, em casa de familiares dos noivos.

Eram dias intermináveis. Na minha opinião, as crianças não deveriam ir aos casamentos ou, caso fossem, deveriam ter alguma coisa com que se entreter.

Jorge Martins, nº11, 8ºD

Memórias de Infância 19/05/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºD.
1 comment so far

gatoVou falar-vos do meu primeiro animal de estimação. “Folhinhas” era um gato brincalhão e eu adorava-o. Certo dia, saiu de casa e, durante muito tempo, acreditei que voltasse. A espera deixava-me angustiada.

Num dia de outono, recebi um gatinho, recordo-me perfeitamente! Fiquei felicíssima com a surpresa. Passei o dia a brincar com ele e a tentar encontrar-lhe um nome. De repente, vi que ele andava constantemente junto de um jarrão de plantas. Não, não era para brincar – ele comia as folhas, daí o seu nome, “Folhinhas”.

Adorava dormir no meu colo, aconchegando a cabeça o mais que podia, ronronando quando lhe acariciava o pelo macio, cor de ouro, com um branco imaculado à mistura.

Uma manhã solarenga, Folhinhas saiu de casa e a espera tornou-se infinita, ele não voltou… Recordo-me que chorei imenso e que este foi o momento mais desagradável e triste que relembro da minha infância.

Beatriz Bastos Marques, 8.ºD, n.º 1

Infância, o período em que te vestes como a mamã manda 19/05/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
add a comment

Durante a minha infância, a minha mãe é que mandava e escolhia como me deveria vestir, calçar e fazer mother-with-daughterpenteados, talvez como todas as crianças. Um grande período de birras.

Sempre gostei de ser eu a escolher a roupa e assim vestir-me à minha maneira. Detestava quando tinha de levar roupa de treino, como leggins e fato-de-treino por causa de educação física. Era tão pindérico! Já para não falar das birras que fazia quando a minha mãe insistia em me fazer um puxo e tinha de andar com o cabelo amarrado o dia todo. Gostava tanto de andar com o cabelo encaracolado solto, mas tinha de usar aqueles ganchos, fitas, bandoletes…como as princesas que via na Disney.

Na minha opinião, as meninas tinham o cabelo comprido para andar solto e com acessórios giros.

Raquel Neves nº19 8ºA

Os brinquedos são importantes para as crianças? 19/05/2015

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
add a comment

coelhaOs brinquedos são muito importantes para as crianças, e o meu favorito, na infância, era uma coelhinha de peluche chamada Lola.

Na minha opinião os brinquedos eram, são e sempre serão muito importantes nas vidas das crianças, pois um brinquedo para uma criança é como se fosse o seu melhor amigo com quem podia brincar o dia inteiro e também ajudar a manter a imaginação das crianças fértil porque faz com que a criança invente um nome para ele, crie jogos, entre muitas outras coisas…

Para mim os brinquedos foram muito importantes, mas havia um brinquedo favorito que eu nunca largava: a minha coelhinha Lola. Era um brinquedo de peluche castanho clarinho e branco com as patas coloridas de verde, amarelo, rosa, violeta, azul, laranja… Acho que sempre adorei este brinquedo pelo facto de ter sido o meu primeiro brinquedo. No mesmo dia em que eu nasci, o meu pai e o meu irmão ofereceram-mo, e como era bastante colorido despertava-me os olhos e eu não o consegui largar; acho que isso é que provocava a imensa alegria que eu tinha quando brincava com a Lola.

Para concluir, quero relembrar que é bom para a infância das crianças brincar com brinquedos coloridos uns diferentes dos outros, que é para despertar a nossa imaginação, e quando uma criança ganha um brinquedo faz logo um grande sorriso, o que me faz a crer que na vida de uma criança é muito importante haver pelo menos um brinquedo.

Beatriz Nunes, nº3, 8ºA

Poemas escolhidos pela Luciana Rodrigues (5.ºD) 07/05/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

O céu é azul

O sol é amarelo

Enquanto você ia

Roubei o seu chinelo

 

Rei vive no trono

Peixe vive no mar

Eu vivo neste mundo

Somente para te amar

 

O jardim da minha vizinha

Parece o paraíso

Com uma borboletinha

Lá a passar

Ao pé de uma florzinha

 

(Todos de autor anónimo, encontrados na Internet)

A história de Valdmort 07/05/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
1 comment so far

Era uma vez uma menina chamada Maurícia que conheceu o Micael Carreira em Oliveira de Frades, num concerto lá na escola/ Agrupamento.

No intervalo apareceu o Valdmort em cima do telhado, que estava solto. De repente, ele caiu, partiu uma perna e começou  a pedir ajuda.

– Ajudem-me, ajudem-me. – diz Valdmort.

Quando a Maurícia, o Micael Carreira e o Príncipe Nabo o viram foram ajudá-lo.

– Valdmort, estás bem? – perguntaram em coro.

– Empreste-me a sua varinha, Valdmort. – disse a Maurícia.

– Faz com que chame uma ambulância e diz o número 38.

– 38. – disseram todos em coro.

Quando já estava tudo resolvido, a Maurícia e o Príncipe Nabo ficaram bem, mas o Micael Carreira, como teve de parar o concerto, ficou triste e o Valdmort teve o azar de ter partido uma perna.

 

 

Gonçalo Fernando Carvalho, 5.ºD

DINOSSAUROS 04/05/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
1 comment so far

GRANDES E PEQUENOS: Dos enormes herbívoros pachorrentos aos caçadores, mais pequenos e mais ativos, os dinossáurios tinham estilos de vida muito variados. Teriam também diversos metabolismos, de sangue quente ou de sangue frio?

Mateus, 5.ºD

“Os fantasmas batem à porta”, de Álvaro Magalhães 28/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
1 comment so far

 

Os fantasmas batem à porta

com os dedos finos de nada,

mas não esperam que a porta

se abra

e passam através dela,

como o sol pelo vidro

da janela.

 

(in O Limpa-palavras e outros poemas, poema escolhido por João Rodrigues, 5.ºD)

Lenda da Cabreia (Silva Escura, Sever do Vouga) 28/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
2 comments

aa

aaaaHá uma lenda que diz terem os mouros deixado cair uma grade de ouro no poço mais fundo da  Cabreia, em Silva Escura. Segundo a lenda, é possível recuperá-la com dois bois pretos e o livro de S. Cipriano, dizendo uma reza que está no dito livro.
aaaaaa  Foram os mouros que deram início à lenda, quando habitaram no ponto mais alto ao lado da Cabreia, no Castro.
aaaaaa  Dizem ainda que, há muitos anos, um homem tentou tirar a grade com uma junta de bois. Conforme os bois iam puxando, o homem ia praguejando e quando a grade já cá estava fora, o homem disse: “Graças a Deus, já cá estás fora’’, então a grade arrastou com ela os bois para o fundo do poço.

Pesquisa feita por:

Daniela Pinho, 5.º D

O gato ementa, de Daniela Pinho e Renato Ribeiro 28/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
2 comments

   Um dia conheci um gato muito diferente dos outros, pois tinha um nariz de batata e uns olhos de azeitona.
   Este gato até conseguia descascar uma banana com as suas garras, afiadas como um garfo, e tinha um comportamento de um macaco, pois gostava muito de bananas .
   Eu gostei de conhecer este gato, porque fazia muitas habilidades estranhas e engraçadas.

Oficina de escrita em pares, 5.ºD

LENDA SOBRE A ORIGEM DO NOME DE SEVER DO VOUGA 28/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

 

Conta a lenda que uma linda moura tinha o costume de ir pentear os cabelos para as margens do rio Vouga. Quando um dia viu que a água refletia a sua imagem. A partir dessa data passou a dizer a todos que se ia ver ao Vouga. Daí, a linda moura deu origem ao nome de Sever do Vouga.

 Pesquisa feita por:

– Luana Santos e

– Luciana Rodrigues

(ambas do 5.º D)

 

 

CENA 3 – “A tempestade”, de Ana Beatriz da Silva Dias, n.º2, 8.ºC 27/04/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

 No dia seguinte, na praia, Miranda e Próspero avistam um náufrago.

Miranda: Diga-me, meu pai, se o que avisto é verdade.

Próspero: Digo, sim, minha filha. Vou imediatamente socorrer o pobre coitado que se arrisca a perder a vida ali, no alto mar.

Miranda: Cuidaremos bem dele e ficaremos todos amigos.

Próspero vai socorrer o náufrago e Miranda corre para casa tratar dos medicamentos para ele.

Próspero(chamando a filha): Ajudai-me, Miranda. (Miranda ajuda-o a deitar o náufrago na pequena cama).

Miranda: Acordai, rapaz! Acordai!

Depois de tratarem do jovem e de ele acordar, Próspero deixa Miranda e o rapaz sozinhos para ir buscar lenha para a lareira.

Rapaz: Onde estou? Como vim aqui parar? Quem é você? É linda como o pôr do sol.

Miranda: Chiu… É cedo para saber isso tudo. Descanse e depois falaremos melhor.

Rapaz: Mas não é cedo demais para eu saber que amo aquela a quem pela primeira vez meus olhos contemplam!

O rapaz ergue a cabeça e beija Miranda sem que ela pudesse dizer alguma coisa.

(Continuação da cena inicial de A ilha encantada, de Hélia Correia, estudada na aula.)

“A ilha encantada”, de Hélia Correia (continuação do excerto do manual) 27/04/2015

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Miranda (acorda) – O que se passa? Onde estou?
(ouvem-se barulhos vindos de outra divisão da casa)
Agora é uma boa altura, tenho de ir ver se sobreviveu algum tripulante do barco naufragado.

(Miranda sai e chega perto do barco. Vê alguém e esconde-se atrás de uma rocha.)

Luca (triste) – Como é que o barco se afundou? Estava em óptimo estado! Terá sido… não! Isso é
impossível.

(Miranda espirra)

Luca (olhando em volta) – Quem está aí?

(Miranda aparece; quando a vê Luca pega num pedaço de madeira e aponta-lho, como se fosse uma espada.)

Luca (desconfiado/assustado) – Quem és tu?!

Miranda – Sou filha do Duque de Milão.

Luca (irritado) – Não troces de mim! António não tem filhos!

Miranda (sorrindo) – Eu sou a filha do verdadeiro Duque de Milão… Próspero!

(Luca larga o pedaço de madeira.)

Luca (estupefacto) – P-Próspero?! Afinal ele está vivo!

(Próspero aparece.)

Próspero (para Luca) – Sim, estou vivo! E agora sugiro que te retires…

(Próspero faz aparecer um barco.)

Próspero (para Miranda) – Eu avisei-te, Miranda! Eu não queria que te aproximasses!

Miranda – Mas, pai! É uma oportunidade de esclarecermos tudo!

Próspero (zangado) – Cala-te Miranda! Tudo o que faço é para te proteger! (para Luca) Agora tu, sai daqui e volta para o sítio de onde vieste e nem te atrevas a falar de mim no reino de Nápoles!

Luca – Sim, eu volto… (agarrando no braço de Próspero) Mas, tu vens comigo, estou interessado na tua história e certamente que António também estará!

Próspero (soltando o braço) – Já chega! Não me deixas outra opção! (Próspero profere um feitiço)

Miranda (a chorar) – Não! Pára, não faças isso!

Luca (assustado) – O que é que vais fazer?!

(Luca é atingido pelo feitiço e morre.)

João Bastos, n.º14, 8.ºC


 

Texto motivado pela leitura de Sexta-Feira ou a Vida Selvagem, de Michel Tournier 21/04/2015

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
1 comment so far

Sexta-Feira

Porquê ficar?

 

Robinson teve a oportunidade que tanto desejava: poder sair daquela ilha, voltar para casa, para a sua família. No entanto não o fez. Robinson não abandonou o local que criara, que era fruto do seu trabalho. Mas porquê? Porque é que ele decidiu ficar?

Pois… Robinson decidiu ficar na ilha porque lhe era fiel, porque nunca abandonaria o local onde vivera tantas aventuras, para o trocar por um sítio que dizem ser civilizado, mas que, no entanto, era habitado por pessoas com mentalidades cruéis, completamente diferentes da sua.

Mas será que para a maioria das pessoas ele tomou a decisão certa?

É possível que não. É possível que sim. Tal como Domingo decidiu ficar na ilha e Sexta-feira decidiu abandoná-la, toda a gente tem a sua opinião, depende da perspetiva de cada um. No entanto nós concordamos e apoiamos a decisão de Robinson.

Em primeiro lugar, este deixaria um sítio, que apesar de solitário, era onde ele se sentia bem, para ir conviver novamente com humanos. Vivia naquela ilha há quase trinta anos, iria ele habituar-se a uma nova realidade?

Além disso, abandonaria o local onde fora tão feliz, onde aprendera tantas coisas novas, onde praticamente criara o seu próprio mundo. Robinson não podia fazê-lo. E foi por isso que, apesar de esta ser uma vida um pouco retirada da realidade, um pouco só e bastante monótona, Robinson decidiu ficar na ilha.

Ficar por ter de ficar,

Ninguém pode suspeitar,

Mas ficar por querer ficar,

Ninguém pode explicar.

 

Robinson sabia,

Que se de lá saísse

Jamais lá voltaria.

E um dia,

Em que confuso se sentisse

Desprezado seria.

 

Julgar, ninguém o deve fazer.

Mas sim devem ver,

Com olhos de gente

A coragem desta mente

Pura e caridosa.

Mas que pessoa maravilhosa!

Beatriz Dias e Maria Ribeiro, N.os 5 e 16, 7.º C

Comboio, comboinho – texto poético de Mariana Rebelo 17/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD.
3 comments

c933d-e132-viseu-viseu15hi6

Comboio, comboinho
Devagar, devagarinho
Vais até aos teus destinos
Largar os meninos

Comboio a vapor
Que trazes o meu amor,
Trá-lo até mim
Que ele traz-me uma flor

Mariana Rebelo, 5.ºD, n.º 18

A mãe – texto poético de Clara Dias 16/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
2 comments

Ela é que me faz companhia
de noite e de dia.
Ela é que me canta uma canção
quando se parte o meu coração.
Quando eu morrer
ela vai-me fazer viver.
Foi ela que me transformou
de sementinha em menina.
Sem ela sinto-me
um pássaro desmaiado,
um cabelo despenteado,
um golfinho feio,
um campo sem centeio,
um candeeiro desligado,
ou um homem desempregado.
Ela é bonita como:
uma flor florida
ou uma medalha colorida.
Ela é minha mãe
mais ninguém a tem.

     Clara Dias, 5.ºD

A amizade – texto opinativo de Luana Rodrigues 15/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
1 comment so far

A amizade é um sentimento essencial na nossa vida. Ninguém pode viver feliz sem amigos.

A amizade permite ter amigos com os quais podemos contar nos momentos bons e difíceis. Quando estamos em grupo, num convívio, é muito bom podermos falar uns com os outros sobre os nossos problemas e as nossas dificuldades. Por outro lado, permite confiar nos amigos, para partilhar os nossos problemas e ideias. Os verdadeiros amigos ajudam-se uns aos outros porque existe amizade entre eles.

Por tudo isto, a amizade é fundamental na nossa vida. Sem ela, não podíamos conviver uns com os outros de forma feliz.

Luana Santos Rodrigues, n.º 13, 5.º D

Esperando a noiva, de Edgar Almeida 15/04/2015

Posted by prof_helena in 8ºB, Ano letivo 2014/2015.
1 comment so far

Esperando a noiva

Estava eu na igreja,

Cercaram-me as pessoas

cheias de inveja!

Eu esperando a noiva!

Eu esperando a noiva!

 

Estava eu na igreja diante do altar,

Cercaram-me as pessoas

sempre a espreitar:

Eu esperando a noiva!

Eu esperando a noiva!

 

Cercaram-me as pessoas sem o meu agrado,

Noiva não tenho eu a meu lado:

Eu esperando a noiva!

Eu esperando a noiva!

 

Cercaram-me as pessoas para maldizer,

Pensei «noiva, não sei mais o que fazer»:

Eu esperando a noiva!

Eu esperando a noiva!

 

Chegou o carro, com o seu condutor,

Eis que no banco traseiro vem o meu amor:

Eu esperando a noiva!

Eu esperando a noiva!

 

A noiva do carro saiu,

E todo o povo aplaudiu:

Eu esperando a noiva!

Eu esperando a noiva!

 

 Edgar Almeida, 8.ºB

(inspirado no poema de Mendinho “Estava eu na ermida de São Simão”)

O comboio a vapor 10/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
2 comments

O comboio a vapor

Só para em Timor!

De Alcântara

A Famalicão

Ele estará sempre

No meu coração.

 

Luís Filipe, 5.º D

 

 

Sou um comboio 10/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Sou um comboio

Que gosta de andar

Eu ando a vapor

E não gosto de parar

 

João Rodrigues, 5.ºD

 

 

Quadra popular de amor 09/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

 Vai-te carta feliz voando

Não digas quem te mandou

Foi o amor pequenino

Que por ti se apaixonou

 

Recolha feita por Luciana Rodrigues, 5.º D

Comboio…Comboio… 09/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
4 comments

 

– Comboio…Comboio,

Onde vais?

– Vou a vapor até

À estação de Cascais.

 

Vou sempre abastecer,

Antes de anoitecer

E logo de manhã

Chego a Campanhã.

 

Lá vai o comboio,

Lá vai a apitar,

E as pessoas de Cedrim

Sempre a cantar.

 

Volta comboio

À minha terra

Pois aqui na serra

Toda a gente te espera.

 

Renato Ribeiro, 5.º D

 

O COMBOIO 09/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Lá vai o comboio, cheio de pressa!

Em cima dos carris vai andando,

Leva tanta gente e também a Vanessa

E para trás ficou alguém gritando…

 

Luana Santos, 5.ºD

Ninguém se lembra 09/04/2015

Posted by prof_helena in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
add a comment

Ninguém se lembra

Do comboio a vapor

Cujo fumo

Tem um fétido odor!

 

Luciana Rodrigues, 5.º D

Livros 08/04/2015

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
1 comment so far

Estava triste,

Precisava de ficar só.

Peguei num livro ao acaso,

Sentei-me ao sol.

 

Folheava as folhas,

Via cada página,

Lia os parágrafos,

Observava as imagens.

 

Percebi que a história

Era imaginária.

Tinha fadas, gnomos,

E uma misteriosa passagem.

 

No final deste conto

Tudo acabou bem.

Mesmo sendo breve

Tudo contém.

 

Fechei o livro.

Senti-me feliz.

Quis buscar outro

E foi o que fiz.

 

Eduarda de Sousa nº4 7ºD

07-04-2015

 

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.