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“Mistérios de escrita” de Álvaro Magalhães (seleção de Ana Beatriz Rocha, 5.ºD) 08/06/2015

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Escrevi a palavra flor.

Um girassol nasceu

no deserto de papel.

Era um girassol

Como é um girassol.

Endireitou o caule,

sacudiu as pétalas

e perfumou o ar.

Voltou a cabeça

à procura de sol

e deixou cair dois grãos de pólen

sobre a mesa.

Depois cresceu até ficar

com a ponta de pétala

fora da Natureza.

 

in O Limpa-Palavras e Outros Poemas

 

Mar Salgado, de Luciana Rodrigues (5.ºD) 08/06/2015

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Mar Salgado

Ninguém vai esquecer

Mar Salgado

O coração vai ver

 

Mar Salgado

Com o seu areal

Mar Salgado

Cheio de sal

 

Rap das preposições, por Tomás Tavares, 5.ºD 21/05/2015

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A, ante,após,até

P’rà escola vão a pé

 

Com, contra

Já têm a mochila pronta

 

De, desde,diante,durante

Que escola cativante!

 

Em, entre

Que miúda surpreendente!

 

Para, perante, por

Vamos a Kuala Lumpur?

 

Sem, sob, sobre, trás

Repete tudo, és capaz!

 

Trabalho realizado por: Tomás Tavares do 5ºD nº 22

A lenda da ponte do Alfusqueiro, pesquisa de Mariana Rebelo, 5.ºD 21/05/2015

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Fonte: http://terrasdomarnel.blogspot.pt/2009/03/lenda-da-ponte-do-rio-alfusqueiro_12.html

 

“O diabo nem sempre leva a melhor sobre o homem… (pelas consultas feitas e pesquisas realizadas sobre a lenda da ponte do Rio Alfusqueiro, invariavelmente é assim que começa esta lenda, geralmente muito conhecida mas, ultimamente, pouco falada. Digo eu…)

Claro que essa ajuda é preponderante se vier de alguma boa fada…

A lenda que ainda se conta sobre a velha ponte de cantaria sobre o Rio Alfusqueiro, ali abaixo de A-dos-Ferreiros, a meio caminho do lugar da sede de freguesia, o Préstimo, cujo rio é afluente do Águeda. Uma pessoa que conheço, referindo-se a esta lenda, acrescenta uma frase curiosa: “poderíamos até dizer que é um tempo em que o Diabo ainda precisava de andar pela terra a negociar almas”.

Assim, aquela ponte era imprescindível para permitir a passagem para os que residiam ou se deslocavam àquelas serranias e foi um cristão que se comprometeu a fazê-la mas verificou, quando pretendeu dar-lhe início, que era enorme e temerária a obra em que se envolvera.

Neste momento de aflição do cristão, surge-lhe o diabo em pessoa a informá-lo que ele e os seus demónios ajudantes se encarregariam da empreitada. Mas, como negócios são negócios, havia a questão do pagamento. Ficou assente que a moeda utilizada seria a alma do cristão. A escritura, diz outra versão que consultei, foi assinada com o próprio sangue do cristão. E nela ficou consignado que a obra deveria estar pronta à meia-noite do dia de Natal desse ano, ao cantar do galo. O cristão lá ia verificando o andamento da obra, aliás de magnífica arquitectura e começava a dar sinais de temeridade pelo negócio em que se envolvera.

Se a este cristão, no percurso da sua vida lhe apareceu o diabo, porque não aparecer uma boa fada? E terá sido isto o que aconteceu. Essa fada instruiu o cristão na maneira de se ver livre deste compromisso, não deixando de ter a ponte que tanto ambicionava e necessitava. A fada deu-lhe um ovo e disse:

– A obra ficará pronta à meia-noite em ponto. Vais junto da ponte e ficas atento aos últimos trabalhos e assim que o diabo colocar a última pedra, atira o ovo ao longo da ponte e vais ver que tudo corre bem…

E a lenda conta ainda que estavam o diabo e os seus ajudantes a colocar a última pedra de remate, quando o cristão atira o ovo pelo chão ao longo do tabuleiro da ponte, este rolou, bateu numa pedra e quebrou-se. Nesse momento, saiu dentro do ovo um belíssimo galo de plumagens admiráveis, que começou a cantar enquanto batiam as badaladas da meia-noite. E assim, por uma questão de segundos, o diabo da ponte do Alfusqueiro perdeu a aposta e o cristão manteve a sua vida.

Versões há a dizer que o diabo, furioso, fugiu a sete pés pela escuridão da noite, escondendo-se floresta dentro, para preparar umas tempestades, nunca mais sendo visto. Uma outra versão diz que o diabo deu um estoiro de tal ordem que nunca mais por ali passou.

Poemas escolhidos pela Luciana Rodrigues (5.ºD) 07/05/2015

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O céu é azul

O sol é amarelo

Enquanto você ia

Roubei o seu chinelo

 

Rei vive no trono

Peixe vive no mar

Eu vivo neste mundo

Somente para te amar

 

O jardim da minha vizinha

Parece o paraíso

Com uma borboletinha

Lá a passar

Ao pé de uma florzinha

 

(Todos de autor anónimo, encontrados na Internet)

A história de Valdmort 07/05/2015

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Era uma vez uma menina chamada Maurícia que conheceu o Micael Carreira em Oliveira de Frades, num concerto lá na escola/ Agrupamento.

No intervalo apareceu o Valdmort em cima do telhado, que estava solto. De repente, ele caiu, partiu uma perna e começou  a pedir ajuda.

– Ajudem-me, ajudem-me. – diz Valdmort.

Quando a Maurícia, o Micael Carreira e o Príncipe Nabo o viram foram ajudá-lo.

– Valdmort, estás bem? – perguntaram em coro.

– Empreste-me a sua varinha, Valdmort. – disse a Maurícia.

– Faz com que chame uma ambulância e diz o número 38.

– 38. – disseram todos em coro.

Quando já estava tudo resolvido, a Maurícia e o Príncipe Nabo ficaram bem, mas o Micael Carreira, como teve de parar o concerto, ficou triste e o Valdmort teve o azar de ter partido uma perna.

 

 

Gonçalo Fernando Carvalho, 5.ºD

DINOSSAUROS 04/05/2015

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GRANDES E PEQUENOS: Dos enormes herbívoros pachorrentos aos caçadores, mais pequenos e mais ativos, os dinossáurios tinham estilos de vida muito variados. Teriam também diversos metabolismos, de sangue quente ou de sangue frio?

Mateus, 5.ºD

“Os fantasmas batem à porta”, de Álvaro Magalhães 28/04/2015

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Os fantasmas batem à porta

com os dedos finos de nada,

mas não esperam que a porta

se abra

e passam através dela,

como o sol pelo vidro

da janela.

 

(in O Limpa-palavras e outros poemas, poema escolhido por João Rodrigues, 5.ºD)

Lenda da Cabreia (Silva Escura, Sever do Vouga) 28/04/2015

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aa

aaaaHá uma lenda que diz terem os mouros deixado cair uma grade de ouro no poço mais fundo da  Cabreia, em Silva Escura. Segundo a lenda, é possível recuperá-la com dois bois pretos e o livro de S. Cipriano, dizendo uma reza que está no dito livro.
aaaaaa  Foram os mouros que deram início à lenda, quando habitaram no ponto mais alto ao lado da Cabreia, no Castro.
aaaaaa  Dizem ainda que, há muitos anos, um homem tentou tirar a grade com uma junta de bois. Conforme os bois iam puxando, o homem ia praguejando e quando a grade já cá estava fora, o homem disse: “Graças a Deus, já cá estás fora’’, então a grade arrastou com ela os bois para o fundo do poço.

Pesquisa feita por:

Daniela Pinho, 5.º D

O gato ementa, de Daniela Pinho e Renato Ribeiro 28/04/2015

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   Um dia conheci um gato muito diferente dos outros, pois tinha um nariz de batata e uns olhos de azeitona.
   Este gato até conseguia descascar uma banana com as suas garras, afiadas como um garfo, e tinha um comportamento de um macaco, pois gostava muito de bananas .
   Eu gostei de conhecer este gato, porque fazia muitas habilidades estranhas e engraçadas.

Oficina de escrita em pares, 5.ºD

LENDA SOBRE A ORIGEM DO NOME DE SEVER DO VOUGA 28/04/2015

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Conta a lenda que uma linda moura tinha o costume de ir pentear os cabelos para as margens do rio Vouga. Quando um dia viu que a água refletia a sua imagem. A partir dessa data passou a dizer a todos que se ia ver ao Vouga. Daí, a linda moura deu origem ao nome de Sever do Vouga.

 Pesquisa feita por:

– Luana Santos e

– Luciana Rodrigues

(ambas do 5.º D)

 

 

Comboio, comboinho – texto poético de Mariana Rebelo 17/04/2015

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Comboio, comboinho
Devagar, devagarinho
Vais até aos teus destinos
Largar os meninos

Comboio a vapor
Que trazes o meu amor,
Trá-lo até mim
Que ele traz-me uma flor

Mariana Rebelo, 5.ºD, n.º 18

A mãe – texto poético de Clara Dias 16/04/2015

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Ela é que me faz companhia
de noite e de dia.
Ela é que me canta uma canção
quando se parte o meu coração.
Quando eu morrer
ela vai-me fazer viver.
Foi ela que me transformou
de sementinha em menina.
Sem ela sinto-me
um pássaro desmaiado,
um cabelo despenteado,
um golfinho feio,
um campo sem centeio,
um candeeiro desligado,
ou um homem desempregado.
Ela é bonita como:
uma flor florida
ou uma medalha colorida.
Ela é minha mãe
mais ninguém a tem.

     Clara Dias, 5.ºD

A amizade – texto opinativo de Luana Rodrigues 15/04/2015

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A amizade é um sentimento essencial na nossa vida. Ninguém pode viver feliz sem amigos.

A amizade permite ter amigos com os quais podemos contar nos momentos bons e difíceis. Quando estamos em grupo, num convívio, é muito bom podermos falar uns com os outros sobre os nossos problemas e as nossas dificuldades. Por outro lado, permite confiar nos amigos, para partilhar os nossos problemas e ideias. Os verdadeiros amigos ajudam-se uns aos outros porque existe amizade entre eles.

Por tudo isto, a amizade é fundamental na nossa vida. Sem ela, não podíamos conviver uns com os outros de forma feliz.

Luana Santos Rodrigues, n.º 13, 5.º D

O comboio a vapor 10/04/2015

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O comboio a vapor

Só para em Timor!

De Alcântara

A Famalicão

Ele estará sempre

No meu coração.

 

Luís Filipe, 5.º D

 

 

Sou um comboio 10/04/2015

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Sou um comboio

Que gosta de andar

Eu ando a vapor

E não gosto de parar

 

João Rodrigues, 5.ºD

 

 

Quadra popular de amor 09/04/2015

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 Vai-te carta feliz voando

Não digas quem te mandou

Foi o amor pequenino

Que por ti se apaixonou

 

Recolha feita por Luciana Rodrigues, 5.º D

Comboio…Comboio… 09/04/2015

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– Comboio…Comboio,

Onde vais?

– Vou a vapor até

À estação de Cascais.

 

Vou sempre abastecer,

Antes de anoitecer

E logo de manhã

Chego a Campanhã.

 

Lá vai o comboio,

Lá vai a apitar,

E as pessoas de Cedrim

Sempre a cantar.

 

Volta comboio

À minha terra

Pois aqui na serra

Toda a gente te espera.

 

Renato Ribeiro, 5.º D

 

O COMBOIO 09/04/2015

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Lá vai o comboio, cheio de pressa!

Em cima dos carris vai andando,

Leva tanta gente e também a Vanessa

E para trás ficou alguém gritando…

 

Luana Santos, 5.ºD

Ninguém se lembra 09/04/2015

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Ninguém se lembra

Do comboio a vapor

Cujo fumo

Tem um fétido odor!

 

Luciana Rodrigues, 5.º D

Ditos populares sobre a confiança 22/03/2015

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“Na confiança está o perigo.”

“Quem não confia, não é de confiar.”

“Muita confiança, pouco respeito.”

“A confiança é a mãe das deceções.”

“Confiança quebrada, nunca recuperada.”

“Confiança é boa, mas controle é melhor.”

“A vida e a confiança só se perdem uma vez.”

“Confiar no futuro, mas pôr a casa no seguro.”

“A sobeja confiança faz desfalecer nas obras.”

“Confiar com um olho, e desconfiar com o outro.”

“Confiança não se dá nem se toma emprestada, conquista-se.”

 

Pesquisa realizada por Luciana Rodrigues, 5.ºD

O que o povo diz sobre a vaidade 21/03/2015

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“Não te envaideças do que sabes e repara sempre no que fazes.”

“A vaidade é o alimento dos tolos.”

“Vaidade em cima, nulidade em baixo.”

“A vaidade dos ricos é o recurso dos pobres.”

“Vaidade de pobre é defeito, e de rico é enfeite.”

“A vaidade é irmã da beleza e a luxúria é sua filha.”

“A vaidade dos outros é insuportável por ferir a nossa.”

“A vaidade, é o amor próprio a descoberto; a modéstia, é o amor-próprio que se oculta.”

“A vaidade força-nos a fazer mais coisas contra a nossa vontade do que a razão.”

“Não sejas vaidoso nem orgulhoso, pois o orgulho e a vaidade custam mais caro do que a fome e a sede.”

“Não te envaideças do que sabes e repara sempre no que fazes.”

“A vaidade dos pequenos autoriza o orgulho dos grandes.”

“A vaidade é faladora; o orgulho, silencioso.”

“Vaidade das vaidades, tudo é vaidade.”

“No mundo tudo é vaidade.”

 

Pesquisa feita por Luciana Rodrigues, 5.º D

 

Adágios populares sobre arrependimento 21/03/2015

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“O arrependimento lava a culpa.”

“Dos arrependidos é o reino dos céus.”

“Onde acaba a ira, começa o arrependimento.”

“Se arrependimento matasse, eu já estava morto.”

“Juízo apressado, arrependimento dobrado.”

“Moço desprevenido, velho arrependido.”

“O arrependimento é quase inocência.”

“Antes não ser contente que arrependido.”

“Tarde se arrepende quem tudo despende.”

“A pressa é a madrinha do arrependido.”

“Quem depressa resolve, depressa se arrepende.”

“O arrependimento cessa quando esquece o castigo.”

“O noivado vai a cavalo, e o arrependimento à garupa.”

“Quem casa a correr, toda a vida tem para se arrepender.”

“Cumpre sempre o teu dever, se não te queres arrepender.”

“De cedo casar e cedo madrugar, arrepender-te-ás, mas muito mal.”

“Nunca te arrependas do que foste porque ainda o és.”

“Antes um bom arrependimento que um mau casamento.”

“Até ao dar da mão há arrependimento.”

“Mais vale precaução que arrependimento.”

“Nunca te arrependas do bem que fizeres.”

“O arrependimento é a primavera da virtude.”

“Atrás do consentimento, anda perto o arrependimento.”

“Loucura breve, longo arrependimento.”

“Há de se arrepender mas será tarde.”

“O arrependimento é o remorso aceito.”

“Quem se arrepende, vai ao céu.”

“Mais vale cautela que arrependimento.”

“Quem se arrepende, salva-se.”

 

Pesquisa relaizada por João Rodrigues, 5.ºD

Provérbios para fazer pensar sobre fazer uma promessa 21/03/2015

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“Promessa é dívida.”

“Promessas, só as de Cristo.”

“Quem nada promete, nada deve.”

“Promete pouco e cumpre muito.”

“Quem promete, em dívida se mete.”

“De promessas quem vive é santo.”

“Muito prometer, é sinal de pouco dar.”

“De promessas está o inferno cheio.”

“Quem mais promete, menos cumpre.”

“Prometer não é dar, mas a tolos contentar.”

“Muito prometer é uma maneira de enganar.”

“Quem promete com pressa, arrepende-se com vagar.”

“Mais vale não prometer do que prometer e faltar.”

“Mais irrita o falso prometer que o pronto recusar.”

“Quem promete à quarta e vem à quinta, não faz falta que se sinta.”

“Promete em dúvida, que ao dar ninguém te ajuda.”

“Pensa antes de prometer e, prometendo, cumpre.”

“Prometer e cumprir, caso é de estranhar.”

“Muito prometer é uma maneira de enganar.”

“Quem promete, faz uma dívida.”

“É mais fácil prometer que dar.”

“Prometer e faltar, caso é trivial.”

“Promete pouco e cumpre muito.”

“Quem muito promete, pouco dá.”

“Ao prometer não dói a cabeça.”

“Promessas leva-as o vento.”

“Prometer mundos e fundos.”

“Até no prometer, sê escasso.”

“Quem promete, cumpra.”

“O prometido é devido.”

“Quem promete, deve.”

 

 Pesquisa feita por João Rodrigues, 5.º D

 

 

 

 

 

A grande aventura – texto dramático 21/03/2015

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(Entretanto, o Pirata, Serafim e Malacueco chegam à ilha.)

PIRATA-Vão buscar comida, estou cheio de fome!

SERAFIM e MALACUECO-Sim, vossa excelência.

(O Pirata ficou sozinho, ouviu uns barulhos esquisitos.)

PIRATA (a tremer.) -São vocês os dois?Apareçam já!

(Aparecem macacos falantes com lança-chamas.)

CHEFE MACACO-FALANTE- Agora és nosso prisioneiro!Eh eh eh!

PIRATA(desesperado) -Ajudem-me, Serafim e Malacueco!

(Os macacos levam o Pirata para a “toca”.Entretanto, na selva.)

SERAFIM-Ouviste, Malacueco, o chefe precisa de ajuda!

MALACUECO-Deixa lá, vamos mas é embora desta ilha.

SERAFIM-Mas nós somos os criados dele e os criados servem para tudo.

(Eles vão a “toca”, pagam o resgate do Pirata e vivem uma vida feliz de pirata.)

 

 Luciana  Rodrigues, 5.ºD

A mais linda paisagem – texto descritivo 21/03/2015

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Serafim e Malacueco observavam aquela bela paisagem. Ela era linda e acolhedora.

Nesta paisagem estava um lago com um barco de madeira reluzente de tanto ter sido polida. À beira do lago, tinha uma casa e flores que cheiravam bem.

 

Luciana Rodrigues, 5.ºD

Recusa de Maria 11/03/2015

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-Maria , vai comer!

-Não!

-Vai correr!

-Não!

-Então o que queres fazer?…

-Nada…

 

-Vais ficar no sofá?

-Não!

-Vais ficar na galhofa

todo o dia…

-Não!

-Então , não dizes mais nada

a não ser NÃO?…

-Não!  

 

Daniela Pinho, 5.ºD

Conselhos poéticos da Daniela Pinho, do 5.º D 03/03/2015

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nome

De que cor é o desejo?, de João Pedro Mésseder

O_livro_dos_desejosO livro dos desejos, de Vergílio Alberto Vieira

 

  • O cantar da Tila, de Matilde Rosa Araújo
  • Desmatematicar, de João Manuel Ribeiro
  • Sopa de letras, de João Manuel Ribeiro
  • Aquela nuvem e outras, de Eugénio de Andrade
  • A cor das vogais, de Vergílio Alberto Vieira
  • Estas são as letras, de José Miguel Ribeiro
  • Conto estrelas em ti, de José António Gomes
  • Era uma vez…, de Regina Gouveia
  • Poesia para a infância, de Alice Gomes
  • Brincar também é poesia, de Catarina Ferreira
  • Rimas e jogos infantis, de Maria de Conceição    

Todos estes livros a  estão na ESTANTE DE POESIA da nossa Biblioteca :)! Toca a descobrir os muitos segredos que escondem…

 

“Entrelinhas”, de João Manuel Ribeiro 03/03/2015

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Fiz trinta por uma linha

E oito por um cordel

Para que fosses minha

Na vida e no papel.

 

Fiz das tripas coração

E do coração um cesto

Para te levar pão,

Fruta e tudo o resto.

 

Fiz um pé-de-vento

E da brisa um balancé

Para te dar assento

E ficar de pé.

 

Fiz juras de amor

E outras coisas tais

Para ser teu senhor

E escravo demais.

 

Fiz de mim gato-sapato

E outras figurinhas

Por te amar no retrato

E nas entrelinhas.

 

Poema escrito por João Manuel Ribeiro

in RONDEL DE RIMAS PARA MENINOS E MENINAS

Ilustrado por Anabela Dias

 

Escolha poética de Daniela Pinho, 5.º D

 

Amor 18/02/2015

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Homem curioso

Mulher amorosa

Homem amoroso

Mulher curiosa

E já está,

O amor aparecerá!

 

Luciana Rodrigues, 5.º D

“A mãe”, por Clara Dias 28/01/2015

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Ela é que me faz companhia 
de noite e de dia.

Ela é que me canta uma canção
quando se parte o meu coração.

Quando eu morrer 
ela vai-me fazer viver.
Sem ela eu sinto-me
um pássaro desmaiado,
um cabelo despenteado,
um golfinho feio
um campo sem centeio,
um candeeiro desligado,
um homem desempregado.

a
Ela é minha mãe,
mais ninguém a tem.

            Clara Dias, 5.ºD

O que vemos na imagem? 20/01/2015

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Nesta imagem, da pág. 39 do Caderno de Atividades, vemos uma bruxa, uma abóbora, uma fada, uma rocha, terra e erva.

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A bruxa é  má como o fogo e feia como as verrugas de algumas pessoas. A abóbora é assustadora como o monstro das bolachas e áspera como um casaco de pele. A fada é bondosa como um esquilo e rica como o Cristiano Ronaldo (CR7). As rochas são escuras como os pneus dos carros e duras como os músculos de alguns homens. As ervas dançam como a Mariana Vieira e o Duarte Silva.

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Esta imagem parece-me engraçada e espero poder ler a sua história.

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Gonçalo Fernando, 5.ºD

“O Mundo”, por Inês Leal, 5.ºD 19/01/2015

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     O mundo é belo
     Como um jardim
     em flor
     Nele se transmite
     Toda a beleza e amor.
 s
     A andar pelo mundo
     Encontramos toda a beleza,
     Aí conseguimos ver
     Como é linda a natureza!
 
Poema escrito no âmbito da atividade Olimpíadas da Leitura.

O galo e a gala 19/01/2015

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O galo gostaria de ir à gala
Porque gosta de cantar
Mas como ele é um animal
Não pode participar.
 s
Não pode participar
Porque alguém assim o diz:
Coitado do galo que não entrou na gala.
O que o faria muito feliz.
Samuel Rodrigues Esteves, n.º21, 5.ºD​

A primavera chegou 19/01/2015

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A primavera

Com as suas flores

Pincela a mata

De muitas cores.

 

Enfeita o campo,

Toda a floresta,

Como se cada dia

Fosse uma festa.

 

Nos ramos verdes

Abriga ninhos

E põe perfume

pelos caminhos.

 

Os insetos voam

De flor em flor.

Os passarinhos chilreiam

Cheios de amor.

 

As borboletas

Parecem flores

Com duas asas

E muitas cores.

 

Raios de sol

Douram a terra

Dando vivas

À PRIMAVERA!

 

Poema de autor desconhecido selecionado pela Daniela Pinho, do 5.ºD, no âmbito das Olimpíadas da Leitura.

Uma entrevista imaginária à Fada dos Dentes 19/01/2015

Posted by Professor@_AESV in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Daniela: Como consegues descobrir os meninos a quem caíram os dentes?

Fada dos Dentes: Visitando todas as crianças todos as dias.

Tomás: De que altura és?

FD: Tenho 20 cm de altura.

Daniela: Sendo tão pequena como compras os presentes?

FD: Não compro, tenho uma fábrica que os faz.

Tomás: Quantos dentes tens?

FD: Tenho 2 milhões e meio.

Daniela: Onde os guardas?

FD: Num cofre.

Tomás: Como surgiu a ideia de trocar dentes por presentes?

FD: Queria ser amiga das crianças e lembrei-me disso.

Daniela: Adeus, Fada dos Dentes, e obrigada pela entrevista.

FD: De nada.

    Perguntas de Daniela Pinho e Tomás Tavares

   Respostas de Lexi Santos e David

5.ºD

 

 

Casamento difícil: o cavalo e a cavala 19/01/2015

Posted by Professor@_AESV in 5.ºD, Ano letivo 2014/2015.
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Casei um cavalo com uma cavala,

que tremenda bala!                  

O cavalo detestava nadar

e a cavala não sabia andar.

 

Não me diguem que errei,

que teima antipática

eu só cumpri a lei

que manda a gramática.

 

Luciana Rodrigues, 5.ºD

(Poema à maneira de Luísa Ducla Soares)

Entrevista ao Coelho da Páscoa 19/01/2015

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Afonso- Bom dia, Coelho da Páscoa! Como é que consegues lançar tantos ovos?

Coelho da Páscoa- Uso uma máquina telecomandada que os lança.

Mariana- Como é que arranjas ovos tão grandes?

Coelho da Páscoa- Porque tenho 150 filhos a trabalhar para mim.

Afonso- Onde é que arranjas tantos ovos?

Coelho da Páscoa- Tenho muitas galinhas.

Mariana- Como é que distribuis os ovos tão depressa?

Coelho da Páscoa- Tenho uma máquina do tempo.

Afonso- Quantos anos tens?

Coelho da Páscoa- Olhando para as minhas orelhas tenho aí uns 100 anos.

 

Perguntas : Mariana e Afonso

Respostas: Luís Filipe e Renato

Enviado por:Mariana Rebelo, 5ºD

Entrevista a Jonathan 12/01/2015

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João: Boa tarde. Estás bom?

Jonathan: Sim, estou.

Ana: É verdade que o teu cão faz de pessoa?

Jonathan: O cão é como uma pessoa

João: É verdade que tem duas irmãs gémeas?

Jonathan: Sim, é verdade.

João: Fazes muitas brincadeiras?

Jonathan: Muitas, umas 100 por semana.

Ana: Obrigada, pela entrevista.

 

Perguntas de Ana Rocha e João Rodrigues.

Respostas por Cesário Rodrigues.

5.ºD

Entrevista ao Gato das Botas 09/01/2015

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Bia:Bom dia, Gato das Botas, porque andas sempre de botas?

Gato das Botas (GB): Porque gosto de ser um gato diferente dos outros.
 a
Samuel:Qual a origem do teu nome?
GB: Nasceu quando comecei a minha aventura.
 a
Bia:Como sabes lutar tão bem?
GB: Tive mestres que me ensinaram.
 a
Samuel:Quantos anos tens?
GB: Tenho por aí… dez ou onze anos.
 a
Bia:Onde aprendeste a falar espanhol?
GB: Um dia tive de ir a Espanha , fiquei lá uns três anos e habituei-me.
 a
Samuel:Tens alguma namorada?
GB: Não, mas tenho esperança de encontrar uma.
 a
Samuel e Bia: Adeus, Gato das Botas até á próxima.
GB: Adeus, até à vista e agradeço a entrevista.  
 a
Perguntas de Samuel Esteves e Beatriz Fernandes, 5.ºD
Respostas de Gonçalo Fernando e Inês Leal, 5.ºD

“Que frio!”, de Wagner Ortiz 09/01/2015

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Que frio!
Um frio de um vento vadio!
Vento de morte, vento ululante
Que leva o léu ás folhas do Folha
E acorda Zé, Totó e Canjica
De frio.

Chora o filho do gueto um vadio,
De frio.
De frio chora o filho do gueto
Um vazio.

Que frio de um vento vadio!
Vento de morte, vento ululante
Que leva o léu á cidadania
De gente sem culpa da hipocrisia.

Que frio de um vento vadio!
Vento de morte, vento ululante
Que leva o léu á cidadania
De gente sem culpa com a cara da gente.

Que frio!
É o filho do vento vadio.
Que frio!
É o fio da praça vazia.
Que feio!
Esta pedra no fundo do peito.

 

Samuel Esteves, 5.ºD

(no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”)

Kate, uma criança do reino unido 09/01/2015

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O Reino Unido é formado pela Inglaterra, o país de Gales, a Escócia e a Irlanda do Norte.

A Kate vive perto de Londres, a capital de Inglaterra.

A Tower Bridge, sobre o Tamisa, é uma ponte muita antiga.

Em Londres, a Kate apanha um autocarro vermelho de dois pisos.

A Kate vai a França no Eurostar, um comboio que viaja sob o mar.

Diz-se que na Escócia alguns castelos estão assombrados…!

No verão, aos fins-de-semana, a Kate e os pais costumam ir fazer piqueniques a Hyde Park, o maior parque de Londres.

A Kate vive numa pequena casa de tijolo, a saída de Londres.

Na escola, a Kate e os colegas usam um uniforme.

A Kate prepara scones, pequenos bolos, para comer com o chá.

Ao domingo, a Kate acompanha o pai a uma partida de críquete.

 Dicionário por imagens das crianças do mundo, Émilie Beaumont

Seleção de Cristiano Martins, n.º 5, 5.ºD

(no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”)

A MENINA DO MAR, de Sophia de Mello Breyner Andresen 08/01/2015

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“Era uma vez uma casa branca nas dunas, voltada para o mar. Tinha uma porta, sete janelas e uma varanda de madeira pintada de verde. Em roda da casa havia um jardim de areia onde cresciam lírios brancos e uma planta que dava flores brancas, amarelas e roxas.

Nessa casa morava um rapazito que passava os dias a brincar na praia.

Era uma praia muito grande e quase deserta onde havia rochedos maravilhosos. Mas durante a maré alta os rochedos estavam cobertos de água. Só se viam as ondas que vinham crescendo do longe até quebrarem na areia com barulho de palmas. Mas na maré vazia as rochas apareciam cobertas de limo, de búzios, de anémonas, de lapas, de algas e de ouriços. Havia poças de água, rios, caminhos, grutas, arcos, cascatas. Havia pedras de todas as cores e feitios, pequeninas e macias, polidas pelas ondas. E a água do mar era transparente e fria. Às vezes passava um peixe, mas tão rápido que mal se via. Dizia-se «Vai ali um peixe» e já não se via nada. Mas as vinagreiras passavam devagar, majestosamente, abrindo e fechando o seu manto roxo. E os caranguejos corriam por todos os lados com uma cara furiosa e um ar muito apressado.”

Texto enviado por Luciana Rodrigues, 5.º D

(no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”)

 

O Paraíso é 06/01/2015

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O Paraíso é

A erva a

Ser pisada pelo pé

 

O Paraíso é

Uma borboleta

A voar

Pois é

 

Poema da autoria de João Rodrigues, 5.oD

(escrito no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”.)

“Porque”, de Sophia de Mello Breyner Andresen 06/01/2015

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Porque os outros se mascararam e tu não

Porque os outros usam a virtude

Para comprar o que não tem perdão.

Porque os outros têm medo mas tu não.

Porque os outros são os túmulos caiados

Onde germina calada a podridão.

Porque os outros se calam e tu não.

Porque os outros se compram e se vendem

E os seus gestos dão sempre dividendo.

Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos

E tu vais de mãos dadas com os perigos.

Porque os outros calculam e tu não.

Poema maravilhoso, selecionado por Renato Ribeiro, do 5.ºD

(no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”.)

 

Massas de água 06/01/2015

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Dois terços da Terra estão cobertos de água.

O mar Cáspio é um lago e trata-se do maior lago do mundo. Algumas espécies de peixes e animais encontram-se apenas no mar Cáspio.

As ilhas tropicais estão rodeadas de oceanos quentes.

Os oceanos são enormes superfícies de água salgada.

As ondas mantêm a água do oceano em constante movimento.

 

Informação recolhida do livro Massas de água pela Luana Rodrigues, do 5.º D, no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”.

Carta do Dia Mundial do Não Fumador 29/12/2014

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Sever do Vouga,18 de novembro de 2014

Querido pai:

Por favor, para de fumar! Ontem foi o Dia do Não Fumador e estou muito preocupado contigo.

Descobri que há mais de quatro milhões de mortes por ano por causa do tabaco e que, além de o cigarro ser feito com a planta do tabaco, tem substâncias tóxicas. Eu estive a ver dois PowerPoints e descobri que tem substâncias perigosas como o formol, o fósforo P4/P6, a acetona, para além da nicotina! Sem esquecer o alcatrão.

Por causa de todas estas substâncias, o tabaco provoca doenças como o cancro das mãos e dos pulmões…! Estou preocupado contigo, pai.

Um beijo,

João

P.S. Não te esqueças de deixar de fumar.

João Rodrigues, 5.ºD

O momento 03/12/2014

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O momento que senti,
A vida que vivi,
Nada contém a razão 
De eu estar aqui.
Mas sei que vamos estar
No nosso coração
O mundo que gira 
  À nossa volta
Tem a felicidade
Que nunca mais se esgota.
E agora está na hora 
Da vida nos dizer
Qual é o real momento
De viver.

 
                                     Clara Dias, 5ºD

A generosidade da cigarra 06/11/2014

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          No sábado passado, de manhã cedo, a formiga e a cigarra encontraram-se no parque da Piolhosa. O parque era tão grande como um elefante e tinha muitas árvores, que pareciam falar. O parque é famosíssimo e por isso é que a formiga e a cigarra estavam lá, a formiga a acumular alimentos e a cigarra a dançar e a cantar.

         Subitamente, a cigarra começou a aproximar-se e a aborrecer a formiga, cantando e dançando:

          – Lá lá, lá lá lá lá, lá lá lá lá lá, lá lá, lá lá lá lá …!  

          – Para de cantar! Deixa-me em paz! Deixa-me encontrar comida! – disse a formiga muito incomodada.

          – Não paro, não me obrigas a parar! – afirmou a cigarra.

          De repente, aproximou-se uma grande tempestade que acabou por inundar a casa  da formiga e por lhe estragar toda a comida

         Por fim, a tempestade parou, a formiga estava tão deprimida por não ter comida nenhuma.

– Não te preocupes, eu ajudo-te a recolher mais comida. – disse a cigarra.

        Passadas umas horas já tinham comida suficiente para o inverno todo, graças a trabalharem em conjunto, pois na necessidade, prova-se a amizade.   

 

Renato Ribeiro, 5.ºD

 

O meu sonho 06/11/2014

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            Num sábado de manhã, estava um sol brilhante e maravilhoso, quando decidi verificar o meu quarto para ver se se encontrava tudo bem. Nele tenho uma televisão grande, uma cama cor de rosa, um guarda-fatos vermelho e brilhante, uma secretária com um computador pequeno e uma sapateira muito pequena para pôr os sapatos.

            Estava a descer as escadas para ir comer quando, de repente, ouvi a minha cama a falar para o armário como se fossem duas pessoas. Quando entrei, ainda vi a sapateira calçada com os meus sapatos a dançar com a minha secretária! Fiquei espantada, sem saber o que fazer nem dizer.

            Passados uns segundos, a minha mãe chamou-me e eu acordei, apercebendo-me de que tudo não passara de um grande sonho.

Lexi Santos, 5.ºD