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Os filhos da cobra Bona 27/01/2013

Posted by prof_zita in palavrasdesever.
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Depois da sua fantástica aventura, Chicote e a sua noiva vindo para casa sentiram a falta de Donsa. Um pouco mais à frente encontraram uma velha que lhes disse:
– Eu sei do que andam à procura. Para o encontrarem sigam estas pistas – aconselhou a velha.
– Como é que podemos ter a certeza de que você está a dizer a verdade? – desconfiou Chicote.
– Se a resposta quer encontrar, ao feiticeiro devem perguntar – disse misteriosamente a velha que, de seguida, desapareceu num clarão.
Entretanto chegaram a casa da sua mãe, viram-na a chorar, e perguntaram:
– Mãe, porque chorais?- preocupado perguntou Chicote.
– Eu, eu fui fui ao feiti feiticeiro e ele di di sse- me.
– Mãe, acalme-se- interrompeu Chicote.
– Ele disse-me que o teu irmão se tinha transformado em peixe nsomba .
Chicote e a sua noiva foram logo a correr ao feiticeiro perguntar onde estava Donsa.
Quando lá chegaram, o feiticeiro percebeu logo o que se passava e não perdeu tempo em rodeios.
– O teu irmão está nas profundezas do rio de onde veio o gigante de sete cabeças- disse o feiticeiro.
Mal chegaram ao rio, viram vários peixes nsomba e não tinham forma de saber quem era Donsa. Passado algumas horas apareceu um pombo que deixou cair aos pés deles uma carta. Abriram e viram escritas as pistas que mostravam como o encontrar. Leram-nas e seguiram-nas. Chegaram ao local indicado e viram com tristeza Donsa quase a morrer. As suas últimas palavras foram:
– Não caiam na mesma tentação que eu caí!

Maria e Eduardo – 7º G

Os filhos da cobra Bona (continuação) 27/01/2013

Posted by prof_zita in palavrasdesever.
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Certo dia Chicote, que já vivia num belo palácio com a sua noiva e a sua mãe, enquanto passeava junto a um rio encontrou um peixe que parecia pedir socorro.
O príncipe pensou que estava a ficar maluco pois ouviu o peixe sussurrar:
-Chicote! Chicote! Sou eu, Donsa!
-Donsa?!- exclamou, Chicote pasmado.
-Sim! Sim, sou eu!
-O que te aconteceu?
-Eu desobedeci ao feiticeiro e comi peixe nsomba, por isso transformei-me num. Preciso da tua ajuda para quebrar o feitiço! Ajudas-me?
Chicote sabia que o seu irmão estava a sofrer as consequências daquilo que tinha feito mas, mesmo assim, decidiu ajudá-lo. Pensou, pensou e lembrou-se de pedir ajuda ao velho feiticeiro.
Quando chegou a casa do feiticeiro (uma casa de pedra com um telhado de palha que tinha na porta um mocho como símbolo de sabedoria) entrou e logo viu o feiticeiro sentado num canto a meditar. Chicote chamou, chamou e o feiticeiro não respondeu, mas à terceira vez, já desesperado, afirmou que era urgente. Ao ouvir essas palavras o feiticeiro caminhou até ele e perguntou-lhe:
-O que te traz por cá?
-Encontrei o meu irmão e preciso que me ajudes a salvá-lo! Preciso de uma poção ou de um feitiço teu que o faça voltar a humano.
-Eu ajudo-te, mas com uma condição!
-Diga, diga!-apressou-se Chicote.
-Eu faço com que o teu irmão volte ao normal durante um dia, mas tu não podes deixar que ele desobedeça a ninguém, tens de mudar o seu coração de pedra.
-Está bem.
Chicote saiu da cabana, dirigindo-se para o rio onde voltou a encontrar Donsa. Lá contou-lhe a proposta do feiticeiro e ele respondeu logo que sim.
No dia seguinte, quando deu por si, já era humano.
Ao iniciar a sua caminhada até ao palácio encontrou uma velha que lhe pediu para pôr a sua mesa para o almoço em cima de uma grande teia de aranha.
Ele, não se lembrando dos conselhos do feiticeiro, colocou a mesa no quintal, num canteiro cheio de flores. Quando já estava a acabar, recordou-se do que se tinha passado da outra vez e foi a correr colocar a mesa em cima da teia.
Depois da mesa posta, continuou o seu caminho estando já bastante cansado. Parou à sombra de uma árvore muito frondosa, cheia de flores e adormeceu com o seu doce cheiro.
Para seu espanto, quando acordou, no dia seguinte, reparou que ainda era humano.
Assim que recuperou foi até ao palácio a correr para poder mostrar o que tinha acontecido ao seu irmão e agradecer-lhe.
Depois do reencontro, os dois irmãos, a princesa e a mãe viveram o resto das suas vidas no belo palácio.

Ana Matos Nº2 7ºG
Mariana Amaral Nº9 7ºG

A escola 16/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Hoje vou falar da escola,

Onde as crianças jogam à bola.

 

Jogo ou não?

Eu é que sei!

Não gosto do pião,

Pois posso aleijar a mão.

 

Vamos jogar!!

Sim, vamos agora para a escola,

Mandar um pontapé na bola!

 

Hoje joguei á bola e também ao pião,

Como perdi, ganhei um melão,

Que acabou de cair no chão!

 

Foi assim o meu dia,

Como o de um campeão!

 

Texto livre escrito pela Márcia Cambra,   n.º16, 9ºD

A Adolescência 10/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Hoje de manhã, ao ver-me ao espelho, reparei que estou a mudar. Comparo fotografias de anos passados e sinto-me completamente diferente!

Tudo está em mudança, o corpo e a mente. Principalmente a mente: a maturidade e a responsabilidade tornam-nos parcialmente crescidos.

Os sentimentos oscilam e o amor apodera-se do pensamento que, até então, estaria a funcionar “perfeitamente”.

Com o avançar dos anos, a escola torna-se mais difícil e, por conseguinte, a vida fica muito mais “stressante”. As atividades extra-curriculares, a necessidade de estudar, os trabalhos de grupo, bem como os “tpc’s” consomem todo o nosso tempo, nem mesmo ao fim de semana posso descansar! O mundo dos adultos está cada vez mais próximo!

Quem dera que assim não fosse, as crianças são muito mais livres e felizes! Mas temos todos de crescer.

Texto livre de Carolina Hadden, 9.ºD

A guerra 10/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Tão cruel ironia

Deitada sobre os chumbos

Desta paz atordoada…

 

O sangue derramado

Sobre os corpos dos combatentes

Faz bater a boa alma extenuada

Lutando contra esta paz armada!

 

Um cenário tão vil…

Os corações a mil…

O perigo bate à porta

Matando a guerra morta…

 

Mas não fica por aqui…

São renques de conflitos,

Originando novos atritos

Deixando este mundo em gritos…

 

A consciência congelada…

O remorso abandonado…

Alimenta o pesadelo

Deste ser condenado!

 

Aprisionado no leito deste ódio,

Cego de rancor e desgosto…

Sem o buraco ao fundo do túnel…

Amargo e exposto…

 

Texto livre de Luís Canas Laranjeira, 9.ºD

 

 

 

 

Ilusões 10/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Qual é a sensação
Que ao entrar no coração
Nos eleva até mais não
E nos livra das lamúrias?

E qual arranca o coração,
Feito um pedaço de dor,
Se cair numa ilusão 
E é chamado amor?

Um chamamento cruel,
Um chamanemto audaz,
Mas um chamamento tão belo
Que deixo de ser capaz

De elevar a minha voz
Para o que quer que seja
Se na garganta meus nós
São a dor de quem me beija.

Porém permito que a água leve,
Leve o que quiser levar,
Que deixe meu corpo mais leve
Até meu amado chegar.

  Texto livre de Dina Raquel , nº10, 9ºd

Autorretrato ficcional de Florbela Espanca 10/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Florbela é o meu nome. Nasci em Vila Viçosa, a 8 de dezembro de 1894. Casei-me várias vezes em busca da felicidade, contudo nenhuma delas me fez sentir bem.

Fiz da poesia o meu refúgio e com ela mascaro a minha dor.

A ausência de liberdade mantém-me refém da escuridão; os meus olhos castanhos tornam-se negros e a minha pele, horrosoramente pálida, converte-se em cinzas.

Após a morte de Apeles, meu irmão, vesti-me de luto e as trevas apoderaram-se do meu pensamento.

E agora, depois desta vida de pleno sofrimento, despeço-me do mundo.

 

Carolina, Dina, Luís e Rúben,

n.º 3, 10, 15 e 24, respetivamente;

9ºD

Assassins – a Revolução Começa 09/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Templários, Assassins e muita ação! Está tudo de volta no novo jogo da Ubisoft Entertainment, Assassin’s Creed III.

Esta nova aposta na saga, que encantou milhares de jogadores, é vivida com grande emoção pelos fãs e críticos de consolas por todo o mundo.

Alex Hutchinson, o diretor criativo, está confiante de que “este será o melhor jogo de sempre” e afirma  alegremente que “não há comparação possível com outros produtos do mercado”. Tal opinião é partilhada por Francois Pelland, o diretor de missões.

O foco do jogo é “Ratonhnhaké:ton”, ou, Connor como é usualmente chamado. Este personagem é de origem britânica e índia do Norte da América. A aventura deste personagem no mundo dos “Assassins” começa quando a sua vila é atacada por Templários que também acabam por matar a sua família, em busca de artefactos místicos escondidos.

A ação decorre durante a Revolução Americana e por isso uma pergunta tem de ser feita: qual o verdadeiro objetivo de Connor? Francois Pelland tem a resposta: “ A ação do jogo, apesar de ocorrer durante a Revolução, concentra-se principalmente no objetivo de Connor em matar Templários e vingar a morte da família.”

Em suma, o jogo é fabuloso em termos gráficos e históricos, apresenta-nos personagens importantes na Revolução, bem como novos e estonteantes modos de ação . Este é um jogo que todos devem e merecem ter.

Texto livre de Gabriel Silva, nº13, 9ºD

Escrita Criativa: Bula de medicamento muito estranho 06/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Modo de utilização:  este medicamento deve ser tomado com qualquer tipo de renque. Introduza a bolacha ao Deus-dará, e dissolva o comprimido num copo de vinho, bebendo-o de seguida.

Efeitos secundários: caso não cumpra os pontos acima indicados, o medicamento poderá causar cicio, podendo mesmo aturdir-se, levando à morte.

Nota: não o tome no seu barranco!

 Márcia e Carolina, 9ºD

 

Desafio: para entenderes o quão estranho é o medicamento inventado pela Márcia e pela Carolina, consulta o dicionário :) .

Florbela 02/01/2013

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Conhecendo Florbela

florbela_espanca

Florbela
O filme “ Florbela”, de Vicente Alves do Ó, é sem dúvida um dos melhores filmes portugueses realizados até agora. Este filme baseia-se na biografia de Florbela Espanca.
O cinema português tem investido pouco na realização de filmes sobre as figuras emblemáticas da nossa História. Esta é a primeira adaptação para cinema da vida de Florbela Espanca, uma das personalidades mais importantes da poesia portuguesa do século XX. Florbela nasceu a 8 de Dezembro de 1894 em Vila Viçosa e desde sempre foi uma mulher apaixonada. Sempre acreditou no amor ideal que se encontrava acima de todas as coisas.
Neste filme o papel de Florbela foi desempenhado por Dalila Carmo de forma perfeita e convincente. No início do filme Florbela separa-se de forma violenta de António (papel desempenhado por José Neves) e pouco depois casa-se com Mário Lage (este papel é desempenhado de forma expressiva por Albano Jerónimo), homem por quem está apaixonada. Este filme evidencia a cumplicidade que Florbela tem com o irmão Apeles (desempenhado por Ivo Canelas) pessoa que esteve sempre presente na sua vida, mesmo depois de ter perdido a vida num desastre de aviação. Durante algum tempo após a morte do irmão, Florbela não escreve um único verso, no entanto é na poesia onde melhor espelha os seus sentimentos, aquilo que sofreu e também o que amou. É num cenário imaginativo e de sonho que os poemas de Florbela nascem. A certa altura do filme, dentro de casa começa a nevar, folhas de papel sobrevoam a sala, nestes momentos Florbela pensa sobre o passado e é como se entrássemos na sua imaginação.
Este filme é sem dúvida um filme fascinante que retrata a vida de Florbela, uma mulher forte e determinada a encontrar o seu verdadeiro amor.
Ana Carolina e Francisca, 11.º C

Os números de 2012 02/01/2013

Posted by prof_helena in palavrasdesever.
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Os responsáveis pelas estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um excerto:

4,329 films were submitted to the 2012 Cannes Film Festival. This blog had 47.000 views in 2012. If each view were a film, this blog would power 11 Film Festivals

Clica aqui para ver o relatório completo!

Feliz 2013!

 

Fernando Pessoa 05/12/2012

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Fernando Pessoa

Fernando Pessoa nasceu em Lisboa, a 13 de Junho de 1888. Por lá viveu até 1896, altura em que foi para Durban, na África do Sul, com a sua mãe.
Foi em Durban que recebeu os seus primeiros estudos, foi lá também que aprendeu a ler e a escrever em inglês.
Regressou a Portugal em 1905 e ingressou no curso superior de letras, do qual viria a desistir mais tarde. Pessoa preferiu prosseguir os seus estudos sozinho, tendo ido para a biblioteca ler livros sobre diversas matérias.
Fernando Pessoa era uma pessoa extremamente inteligente e possuía uma personalidade muito distinta do resto das pessoas. Talvez por isso Pessoa resolveu criar 3 heterónimos, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro, todos eles totalmente diferentes, e também todos provenientes da sua imaginação. Era como se subdividisse em 4 pessoas diferentes.
Por fora de tudo isto Fernando Pessoa era uma pessoa tipicamente normal, fazia uma vida normal e tinha vícios como toda a gente.
Não passava um dia sem ir ao barbeiro tratar do seu bigode e cabelo, depois passava pelo café onde ficava sentado a fumar o seu cigarro e a beber.
Estes dois últimos, os cigarros e o álcool foram extremamente prejudiciais para a sua saúde, pois eram um grande vício.
Foram eles os principais motivos da sua morte que ocorreu em 30 de Novembro de 1935.

Jorge  Daniel Almeida, CPTIG

Os Três Porquinhos – versão thriller 03/12/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºB.
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                      Esta não é uma história qualquer! Se vão lê-la, preparem-se para tremer!mao

   Era uma vez três porquinhos que viviam com a mãe. Mas, certa noite, enquanto os porquinhos dormiam, entrou um assassino em série dentro da casa e assassinou a mãe dos três porquinhos, degolando-a e estripando-a por completo.

   No dia seguinte, pela manhã, os porquinhos acordaram e dirigiram-se à cozinha, deparando-se com um cenário aterrorizante. A cozinha estava repleta de sangue e a sua mãe encontrava-se sem cabeça, tendo esta sido levada pelo assassino.

   Os três porquinhos decidiram recomeçar as suas vidas, procurando um novo lar para habitar em segurança. Cada um construiu a sua casa, uma casa de ossos, outra de teias de aranha e outra com intestinos de porco.

   Cai a noite na floresta onde os três porquinhos estão, gritos agudos ouvem-se pelo ar juntamente com um barulho estranho. Os porquinhos decidem ver o que é e deparam-se com o lobo, vestido com um manto preto e com uma motosserra na mão. A motosserra começa a trabalhar e o lobo vai até à casa de teias e destrói-a, o porquinho foge até à casa de intestinos de porco. Entretanto, o lobo dirige-se à casa de intestinos de porco e começa a come-la. Então os porcos desatam a correr até à casa feita de ossos e contam tudo ao irmão. O lobo tenta derrubar a casa de ossos, mas esta é demasiado forte, até que vê uma janela aberta e entra. Mas os porquinhos em sua defesa pegam numa catana e mandam na barriga do lobo, fazendo um enorme corte por onde sai a cabeça da mãe, meia desfeita. O lobo completamente aberto corre atrás dos porcos e corta-lhes as cabeças com a motosserra.

Trabalho de Grupo – 9ºB

Beatriz Fernandes

Catarina Pereira

Filipa Coutinho

Pedro Soares

FOXLIFE 03/12/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºA.
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fox_life_nl

Fox life… um ótimo canal da empresa FOX, aberto 24 horas por dia, todos os dias da semana. Este é um canal que passa, sobretudo, séries, concursos de música e dança e filmes.

              A fox life é um canal familiar, tem programas dirigidos a todas as idades desde crianças e adolescentes até aos mais adultos, tais como: séries criminais como ‘CSI’ e ‘Investigação Criminal’ para os mais adultos e séries juvenis como ‘Glee’ e ‘90210’ para os mais jovens. Outro aspeto positivo é o facto de ter poucos intervalos e de curta duração ao contrário da maioria dos canais de televisão. No entanto, existem concursos como o ‘American Idol’ que já repetiram vezes e vezes sem conta no mesmo ano, o que por vezes é monótono.

                Apesar de tudo, é um bom canal, interessante, descontraído, que o telespectador não pode deixar de experimentar.

  Ana Rita Silva, nº4, 9ºA 

 

Uma carta formal – exercício de treino 26/11/2012

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Sever do Vouga, 15 de novembro de 2025

Exmo. Senhor Presidente da Câmara
Municipal de Sever do Vouga,

Sou aluno da turma E do 8º ano, a qual está inserida na realização de eventos culturais, relacionados com a música, designadamente, a participação de concertos neste concelho de Sever do Vouga e concelhos limítrofes.
Com efeito, este ano, faz parte do nosso plano de atividades dar a conhecer aos alunos, pais, entidades e habitantes, o quão enriquecedor é a aprendizagem da música.
Assim, venho, em nome da turma, convidar V. Exa. a assistir aos nossos espetáculos, que se realizarão nos dias 25, 26 e 27 de novembro, nos quais participarão vários instrumentos de sopro, cordas e de percussão.
Também, informo V. Exa. de que eu próprio darei um concerto de piano.
Desde já muito agradecido pelo interesse que este convite lhe possa merecer, solicito a vossa comparência.
Em nome da minha turma, apresento-lhe os melhores cumprimentos,

Atentamente,
Pedro Fernandes, 8.º E

Um fim trágico 26/11/2012

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Era uma vez um rapaz chamado Anthony que era um jovem inteligente, bonito mas muito convencido. Anthony era arrogante com os seus colegas e gozava com eles todos os dias. Graças às posses da sua família, tinha aquilo que os outros não tinham, vestia roupas caras e tinha todas as semanas novos jogos.
Certo dia, Anthony, que se sentava na sala ao lado de Jack, começou a fazer comentários ofensivos a propósito da mãe do seu colega de carteira:
– A tua mãe é uma gorda balofa que nem se arrasta, é preciso vir um camião para a arrastar!
Jack, furiosíssimo, gritou:
– Seu anormal! Está na hora de alguém te dar uma lição! – Jack mandou-lhe um murro e espetou-lhe um pionese na bochecha até lhe fazer um grande corte. Quando Jack se apercebeu da gravidade do seu ato, tentou fugir mas a professora meteu-se à frente. Jack empurrou-a fazendo-a cair e fugiu.
Seguidamente, Jack foi para um parque onde costumava ir com a sua irmã. Sentou-se e pensou como seria a sua vida a partir daquele momento. Jack chegou a casa, viu no telefone 25 chamadas perdidas e reparou que era o número da escola. Foi até à sala e viu o seu padrasto, que era pai da sua irmã Amy, e a sua mãe bêbedos.
Neste momento, Jack foi ter com ter com a sua mãe que lhe disse:
– Jack, compra o jantar para ti e para ti e para a tua irmã que eu não estou em condições de o fazer.
Jack e a sua irmã foram almoçar a um restaurante de comidas rápidas e ele aproveitou para lhe contar o que o preocupava.
Os dois irmãos dirigiram-se, então, para casa e a noite caiu. Quando Jack chegou a casa, o seu padrasto, Ron, já lá não estava e a sua mãe já estava na cama.
O rapaz não conseguia pregar olho e a meio da noite, quando achou que devia conversar com a sua mãe, levantou-se e foi ao quarto dela. Ao entrar, reparou que a sua mãe estava morta.
Jack, inconsolável, foi chamar a sua irmã que chorava e gritava:
– Jack, como vai ser a nossa vida!?
Entretanto, chegaram os paramédicos que deram um sedativo a Amy e Jack perguntou:
– O que é que nos vão fazer? – o paramédico respondeu:
– Vamos levar-vos para uma instituição.
Passados uns dias, Jack soube que ia para a casa Nataka e que a sua irmã ia ficar com o seu pai Ron, que não era pai de Jack, e que não quis que ele ficasse à sua guarda.
Jack disse para Marie, que era uma antiga residente desta instituição e que agora lá trabalhava:
– A Amy está com o paspalho do Ron, ele nem sabe cuidar de si!
– Olha, Jack, estas são as leis. Temos que as acatar.
Jack pediu para ficar sozinho a pensar no que a sua vida se tinha transformado desde aquele dia em que tinha feito aquele terrível ato. Pensou, pensou e decidiu que a sua vida não fazia sentido. Como Jack adorava música decidiu ligar a aparelhagem, foi tomar banho e na banheira pôs fim à vida cortando os seus pulsos.
Jack morreu a nadar em sangue, sem as pessoas que amava, mas ouvindo música que era uma coisa de que muito gostava.
Rodrigo Costa, 8.º C

CAPUCHINHO A SECAR! Versão aborrecida d’O Capuchinho Vermelho 13/11/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºA.
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Esta não é uma história qualquer! Se vão lê-la, preparem-se para…adormecer!

Recuemos ao passado: um século…dois séculos…três séculos…quatros grandes séculos… Numa certa manhã, uma linda menina acorda na sua grande, branca, bela e confortável cama. Era dia de ir a casa da avó. Quando chegou à cozinha, cheirou-lhe a panquecas e ovos e a menina decidiu perguntar à mãe:

– Bom dia mamã, o que é que é o pequeno-almoço?

A mamã respondeu:

– Panquecas e ovos, linda filha! Lembras-te que dia é hoje? Dia de ir a casa da avó. Preparei um cesto com muitas coisinhas boas para lhe levares: bolachas de chocolate, bolachas de morango, pão com manteiga, pão com fiambre, pão com queijo, pão misto, um ou dois sumitos, leite simples, leite achocolatado, leite de soja e um queijinho da serra. Ahhh, e uns rebuçadinhos de mentol!

A filha entusiasmada disse:

-Vou lavar os dentes e vou embora, mamã! Adeus mamã, até logo!

Ouve-se o barulho da porta a bater. A caminho da casa da avó, o capuchinho encontrou um lobo mau, muito muito mau, é que era mesmo muito muito mau e disse:

-Ai, que susto!

Desculpa se te assustei! Não era minha intenção! O que levas nesse cesto velho com palhas velhas? – Perguntou o Lobo mau.

Umas coisinhas boas para a minha avozinha que está muito doente – disse a Capuchinho Vermelho.

– Pode sair da minha frente Sr. Lobo mau!?

-Mas eu sei um caminho mais perto para ires para casa da tua avozinha: passas pelas casas de banho públicas, pela escola primária e pela secundária, entras de novo na floresta, meio quilómetro de árvores, cortas à esquerda, depois uma reta, depois à direita e chegaste! – informou o Lobo mau. – Tu vais por esse caminho e eu vou pelo mais longo, vamos ver quem chega primeiro!

E a Capuchinho seguiu o seu caminho…

Passada meia hora, uma hora, uma hora e meia, duas horas, duas horas e meia… chegou ao destino.

O lobo tinha chegado e comido a avozinha. Tinha as roupas dela, os óculos dela, a verruga dela, a touca dela e o bigode dela! A Capuchinho entra pela janela, pois a porta principal e a das traseiras encontravam-se trancadas.

Encontra a sua avozinha na cama, a fazer um capuchinho encarnado para a Capuchinho Vermelho. A Capuchinho beijou a avó e entregou-lhe o cesto. De repente uma horrenda criatura carnívora… Era o Lobo mau que tentou comer o Capuchinho uma vez que a avó já se encontrava digerida. Até a capuchinho ser mastigada, ela gritou, gritou, gritou, gritou mais um bocadinho e voltou a gritar.

Um lenhador que ouviu os gritos de desespero da Capuchinho, socorreu-as cortando a barriga do Lobo e tirando-as de lá de dentro.

Como era de esperar, o Lobo mau morreu e… a avozinha e a Capuchinho Vermelho foram comer o lanche! Ahh, e claro, viveram felizes para sempre!

Trabalho de Grupo – 9ºA

Ana Rita Silva – nº4

                                                                              Carina Gigi – nº7

                                                                 Francisco Guerra – nº10

      Gustavo Sá – nº12

VH1: O Paraíso da Música 13/11/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºB.
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VH1 é um canal destinado aos amantes da música, visto só emitir videoclips musicais. Encontra-se na posição 144 do MEO e 154 da ZON e está ativo 24 horas por dia.

É um canal muito interessante e que vai de encontro aos gostos de todas as pessoas, visto passar música rock, pop, eletrónica, músicas mais antigas, músicas do momento, etc. É também um canal dinâmico, porque todos os fins de semana há maratonas de músicas relacionadas com diferentes temas, como por exemplo: 60’s Weekend, que só dá música dos anos 60; Now and Then, mostra duas músicas do mesmo artista, uma mais recente e outra já mais antiga.

Contudo, tem uma pequena grande desvantagem. Só os assinantes da ZON ou da MEO podem ter acesso a esse canal e nem todos os amantes da música são assinantes dessas operadoras ou têm capacidades financeiras para o serem, ficando assim privadas de ver esse excelente canal.

Globalmente falando, é um canal interessante e que merece ser visto por todos os assinantes da ZON ou da MEO.

Diana Pimenta

                                                                              Nº10 9ºB

Billy Elliot – Crítica 13/11/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºB.
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Produzido em 2001 é um filme de Stephen Daldry argumentado por Lee Wall.

Este filme conta a história de Billy, um rapaz, que se começa a interessar pelo ballet. Contudo, vê-se obrigado a desistir do seu sonho, por causa do seu pai que o proíbe. Tempos mais tarde, o pai de Billy apercebe-se de que o filho tem talento e leva-o a uma audição na Royal School Ballet de Londres, onde ele acaba por entrar e se tornar num bailarino de sucesso.

É um filme emocionante, interessante, realista e que nos ensina a lutar pelos nossos sonhos, independentemente de todos os obstáculos que nos aparecerem à frente e de todas as pessoas que nos queiram proibir e “deitar abaixo”. O filme retrata bem a realidade que ainda hoje se vive em algumas famílias; alguns pais proíbem os filhos de seguir os seus sonhos e obrigam-nos muitas vezes a seguir os sonhos que eles (os pais) não conseguiram concretizar. Esse é o caso de Billy, o seu pai não aceita a sua escolha e obriga-o a praticar boxe. Apesar de a história conter um enredo cativante e capaz de prender o espectador a televisão, tem cenas demasiado violentas tais como: quando o pai e o irmão de Billy lutam um com o outro ou até mesmo quando o pai de Billy lhe bate.

Tirando esse aspeto, é um filme bastante interessante e cativante que merece ter muitas visualizações.

Diana Pimenta

                                                                            Nº10 9ºB

Billy Elliot – Crítica 13/11/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºA.
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O filme chama-se “Billy Elliot”, argumentado e realizado poe Lee Hall e Stephen Daldry e foi realizado na Inglaterra em 2001.

O objectivo deste filme é sensibilizar as pessoas a deixarem as crianças seguirem os seus sonhos sem que as obriguem a nada.

As personagens principais deste filme são: Billy Elliot protagonizado pelo ator Jamie Bell, Jockie Elliot por Gary Lewis e Mrs. Wilkisson por Julie Walters.

A história deste filme é a de um rapaz chamado Billy que foi inscrito pelo seu pai nas aulas de boxe, mas não gostava muito das aulas. Um dia, Billy reparou que se realizavam aulas de ballet ao lado do ring de boxe e decidiu experimentar, inscrevendo-se. Seu pai quando soube não gostou nada e proibiu Billy de dançar. Billy, ao ouvir isto do pai, decidiu treinar às escondidas do mesmo. Mas por azar o pai descobriu, Billy não se rebaixou e mostrou ao pai que era bom na dança e que não ia desistir do seu sonho. Por fim, o pai cedeu e deixou o filho seguir o que queria.

O filme é muito interessante e gostava que toda a gente o visse, pois dá uma grande lição de vida.

Trabalho realizado por:

       Andreia Morgada Nº 5 9ºA

A lenda do galo de Barcelos 12/11/2012

Posted by prof_helena in 9ºC, Ano letivo 2012/2013.
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“Há muitos anos, passando em Portugal, uma família de peregrinos foi hospedar-se numa estalagem dessa mesma cidade, levando consigo um saco cheio de farnel.

Mas como o estalajadeiro era muito ganancioso chamou a polícia dizendo que a família de peregrinos o tinha roubado. Quando chegou a polícia disseram ao chefe da família de peregrinos que ele estava condenado á morte. O chefe dos peregrinos disse:

– É tão verdade eu estar inocente como este galo cantar!

E o mais engraçado de tudo é que, ao chefe da família dizer isso, o galo cantou mesmo.

E agora além da tradição oral, existe também a canção, a estátua do nosso senhor do galo e o galo feito de barro colorido. Esta estátua do nosso senhor do galo situa-se à saída de Barcelinhos.”

 

Recolha feita por Elsa Morgado, 9.ºC

Aprender e Pensar 31/10/2012

Posted by prof_helena in 8.ºE, Ano letivo 2012/2013.
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Aprender e Pensar para mim são dois vocábulos que utilizamos nos nossos estudos e que designam acções que permitem levar-nos a saber adquirir novos conhecimentos, a relacioná-los e a refletir.

 Assim, para mim, aprender relaciona-se com os conteúdos das disciplinas que pertencem ao meu ano escolar e que vão enriquecer os meus saberes, aumentando as minhas informações sobre os temas das matérias que me são ensinadas. Aprender, relaciona-se diretamente com a minha escola, que é um local de aprendizagem, onde eu adquiro novos conhecimentos com os meus professores e com os meus colegas, em vários temas, disciplinas, atividades ou, mesmo, na biblioteca.

 Com efeito, este ano vou aprender novos problemas de Matemática e de Física, irei ler novos livros em Português e adquirir novos vocábulos nas línguas estrangeiras.

 Após as aprendizagens, devo pensar sobre elas para saber relacionar o que aprendi, analisar e concluir sobre as minhas dificuldades e levar o meu pensamento a verificar o que já aprendi e o que me falta aprender. É com o pensamento, ou seja, pensar sobre as coisas, que eu desenvolvo o meu sentido crítico, concluindo sobre o que sei ou o que não sei.

 Logo, surgindo um problema em Matemática ou Física, consigo resolvê -los através de uma reflexão e do raciocínio sobre as aprendizagens adquiridas.

 Concluindo, aprender e pensar são duas atividades que proporcionam o nosso desenvolvimento intelectual, nos trabalhos que realizamos e que provocam em nós o contentamento e a alegria da nossa realização pessoal, escolar e social.

 Pedro Fernandes, 8.º E, setembro de 2012

(aluno do professor João Resende)

Billy Elliot – Crítica 31/10/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºB.
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Billy Elliot, é um filme do tipo dramático cujo realizador é Stephen Daldry. Este filme foi produzido no ano de 2001 nos Estado Unidos.

            Este filme retrata a história de um rapaz, Billy, que pratica boxe, mas interessa-se por ballet, e começa a ter aulas, porém sente-se um pouco inseguro, pois esta dança é só praticada por raparigas.

            Este é um filme interessante, pois leva-nos a pensar um pouco sobre a separação entre rapazes e raparigas que existe na nossa sociedade, faz-nos também pensar na pobreza que se vive naquele filme e também um pouco por todo o mundo. É um filme muito realista, pois retrata a realidade vivida naquela época, através do vestuário dos atores e dos vários cenários que aparecem no decorrer do filme. No entanto, é um pouco violento, como por exemplo quando Billy dá um murro a um aluno da escola de ballet, ou quando as pessoas que participam na greve atiram ovos aos chamados “fura-greve”.

            No geral é um filme que apresenta características positivas e que nos leva a refletir sobre os problemas que nos rodeiam e sobre todas as separações que existem entre rapazes e raparigas.

 

Beatriz Fernandes Nº3 9ºB

“Billy Elliot”, de Stephen Daldry 30/10/2012

Posted by prof_helena in Ano letivo 2012/2013.
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O filme “Billy Elliot” é um filme de pouco romance em que um miúdo de 11 anos quer ser bailarino.

A história conta que um miúdo chamado Billy é obrigado pelo pai treinar boxe, mas fica fascinado pelo ballet. Na minha opinião este filme fala sobre pelo o seu progenitor que não acredita que o seu filho goste de dançar ballet.

Este filme é interessante porque ensina que não devemos julgar aos outros.

 

Priscillia Ramos, 9.ºD

 

Lenda da Moura da Cerqueira 30/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºC, 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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“No tempo em que os mouros dominavam esta região, uma moura muito grande e muito arrogante, quando dava os seus passeios levava o filho ao colo e uma roca para fiar o linho. Certo dia sentou-se na borda do caminho, para amamentar o filho e apareceram-lhe inimigos em grande número. Ela para se salvar transformou-se numa pedra moura. Ainda agora, os habitantes do Coval e da Cerqueira, em certas noites de Lua Cheia, ouvem os gemidos da moura.”

http://www.cm-sever.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=102&Itemid=79

Recolhida por

Dylan Ramos, Carlos Rodrigues, Gabriel Silva, Bruna Pereira e João André, 9.ºD

Beatriz Ribeiro, 9.ºC

Lenda do Preto da Casa da Fonte 30/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Conta a lenda que há muitos anos viveu na Casa da Fonte, no Couto de Baixo, um preto que era empregado. A única coisa que o assustava era o vento. Quando estava vento, o patrão podia mandá-lo trabalhar que ele não ia. No quintal havia uma figueira que era baixa, e por essa razão apareciam os figos comidos. A dada altura, o patrão mandou o preto guardar a figueira de noite. Nessa noite, ele viu que quem comia os figos era um lobo. Mais tarde, apareceu em casa com o lobo preso pela língua.

Tempos mais tarde, as pessoas da Casa da Fonte foram trabalhar para uns terrenos perto do poço do Pego Negro, que fica junto ao rio Lordelo. Enquanto trabalhavam, caiu uma alavanca ao poço e ninguém a quis ir buscar pois o poço era fundo e tinha má fama. O preto disse que a ia buscar. Feito isto, prendeu uma corda à cinta e desceu, dizendo aos outros trabalhadores para ficarem a segurar na ponta da corda e que quando encontrasse a alavanca dava um esticão na corda para eles o puxarem para cima. Quando ele deu o esticão as pessoas não estavam prevenidas e deixaram a corda ir ao fundo. Entretanto chegou a noite e os trabalhadores foram para casa deixando lá o pobre coitado no fundo do poço. Com a noite veio o luar e o preto ao ver a luz da lua reflectida no fundo do poço conseguiu subir. De manhã, os trabalhadores regressaram ao poço com o objectivo de verem o preto, mas para grande surpresa, ele já vinha a chegar ao lugar com uma grade de ouro às costas e a alavanca na mão. Ao vê-lo, perguntaram-lhe o que era aquilo e ele apenas respondeu: «Esta já cá está com Deus» – e ao pronunciar estas palavras, o preto e a grade de ouro recuaram novamente para o fundo do poço.

Segundo a lenda, a grade de ouro ainda faz no fundo do poço, grade essa que foi lançada pelos Mouros (que não eram Cristãos). Por esta razão é que o preto e a grade de ouro foram novamente para o fundo do poço quando este pronunciou a palavra «Deus».

http://www.severdovouga.eu/turismo/severdovouga-lendas/89-lendas-couto-de-esteves.html

Recolhida por Priscillia Ramos e Cláudia Martins, 9.ºD

Lenda da Cabreia (Sever do Vouga) 30/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Há uma lenda que diz terem os mouros deixado cair uma grade de ouro no poço mais fundo da Cabreia, em Silva Escura. Segundo a lenda, é possivel recuperá-la com dois bois pretos e o livro de S. Cipriano, com uma reza que tem no dito livro.

Foram os mouros que deram início à lenda, quando habitaram no ponto mais alto ao lado da Cabreia, no Castro.

Dizem ainda que há muitos anos um homem tentou tirar a grade com uma junta de bois, conforme os bois iam puxando, o homem ia praguejando e quando a grade já cá estava fora, o homem disse: “Graças a Deus, já cá estás fora’’, e a grade arrastou com ela os bois para o fundo do poço.

Recolhida por Rúben Almeida, 9.ºD

 

Lenda das Pedras Mouras (Sever do Vouga) 29/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºD.
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” Já contavam os antigos, que na Senhorinha havia umas pedras mouras. Um dia, um rapazinho, subiu a um pinheiro, para apanhar pinhas e, ao olhar para longe viu um homem com uma mulher às cavalitas. Ele pousou-a em cima de uma pedra e disse:

– Fica-te para aí, moura, até que beldroegas nasçam, cresçam e deem semente.

A moura desapareceu, transformando-se numa pedra, depois o rapaz tentou saber o que eram beldroegas. Deitou-lhe terra em cima da pedra e semeou as sementes. Tratou delas, regou-as, até que as beldroegas deram frutos. Quando estavam criadas, apareceu a moura e o rapaz…casou com ela!”

Fonte:  http://www.cm-sever.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=102&Itemid=79

Pesquisa feita por: Bruna Rodrigues Pereira, João André e Gabriel Silva, 9ºD

“Billy Elliot”, uma película única 16/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºC, Ano letivo 2012/2013.
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            ‘’Billy Elliot’’ é o mais recente filme do premiado realizador Stephen Daldry, contando com o argumento de Lee Hall. Este é um drama de 2000, que nos presenteia com grandes nomes, como Jamie Bell no papel do brilhante e humilde rapaz provinciano que luta pelo seu sonho de ser bailarino, contudo vive também com a reprovação do pai, interpretado por Gary Lewis, que acredita que o ballet é uma dança apenas para meninas.

                Esta película não podia ser mais bela, pois relata um problema muito atual na sociedade, o preconceito. Apesar disso, Billy consegue ultrapassá-lo, tornando-se num excelente dançarino. Gostei particularmente do momento da aceitação do pai para com o filho, pois foi muito comovente; apreciei também o desinteresse de Billy pela opinião dos outros, demonstrando uma enorme força interior. Não encontro partes menos boas neste filme.

               Recomendo vivamente, pois é uma história de tal modo envolvente, que o vai deixar preso ao seu televisor. É sem dúvida uma película essencial e única!

Carolina Rodrigues, 9.º C

“Billy Elliot”, uma película entusiasmante 16/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºC, Ano letivo 2012/2013.
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           O famoso filme de Stephen Daldry, “Billy Elliot”, produzido em 2000 na Inglaterra, fez êxito contando a história do conhecido bailarino Billy Elliot.

            Nesta biografia, Billy (Jamie Bell), descobre, através das aulas de ballet de Mrs. Wilkinson (Julie Walters), que esta dança é a sua paixão e vocação. Inicialmente contrariado pelo pai (Gary Lewis) e lutando contra todos os estereótipos, desde os da homossexualidade aos do ballet “ser para meninas”, Billy alcançou sucesso.

            Esta obra é um excelente exemplo de como se deve lutar pelo que se deseja, e também de como não devemos ligar a preconceitos e a críticas não construtivas. Recorre, por vezes, a calão, o que pode ser interpretado como um defeito, mas tanto esse como outros aspetos completam uma perfeita caraterização da situação em que o biografado vivia.

            Um filme autêntico, adequado para ver em família ou mesmo sozinho, “Billy Elliot” é uma película entusiasmante, com um excelente elenco e uma grande história.

Margarida Marques – nº18 – 9ºC

“Billy Elliot”: vive os teus sonhos 16/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºC, Ano letivo 2012/2013.
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Esta obra, baseada numa história verídica, conta todo o percurso deste jovem rapaz, desde as aulas de ballet secretas de Mrs. Wilkinson à grande academia de dança, e também todos os obstáculos e preconceitos que teve de superar.

Billy Elliot, interpretado por Jamie Bell, debate-se com um conflito interno, o seu amor pela dança e o preconceito do seu pai, protagonizado por Gary Lewis.

A história passada numa pequena localidade de Inglaterra tem vários elementos relacionados com a sociedade que nos fazem refletir.

O desempenho do ator principal ajuda a viciar o telespectador à trama, fazendo-nos sentir toda a dor, raiva e felicidade que aquele  sente.

O único aspeto menos favorável será, provavelmente, o uso de calão pelos pai e irmão de Billy ao discutirem com este, o que poderá surpreender os mais jovens.

É uma película sonhadora, mas ao mesmo tempo real. Não só nos faz fazer uma retrospetiva como nos ensina a viver os nossos sonhos à margem das opiniões alheias.

 Mª Leonor Tavares de Carvalho, nº19           9ºC

Billy Elliot – o poder de acreditar 12/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Billy Elliot é um filme que nos mostra o verdadeiro poder de acreditar. Billy é um pequeno menino de Inglaterra que, aos onze anos, descobre algo que o faz sentir extraordinariamente bem, o ballet.

Este filme de Stephen Daldry apresenta um elenco jovem e talentoso, sendo Jamie Bell a estrela principal. Este rapaz, passa por uma série de acontecimentos que vão acabar por mudar a sua vida drasticamente.

Com uma brilhante história, considero este filme um bom exemplo para todos aqueles que têm sonhos por realizar, tal como fez Billy ao seguir a sua paixão pelo ballet, mesmo sendo mal visto em certas situações pelo pai e irmão.

Um filme com uma história comovente, que aborda e retrata muito bem as dúvidas dum rapaz na adolescência. Certamente uma longa-metragem que vai ficar na história.

Gabriel Silva; nº13; 9ºD

A opinião da Bruna sobre “Billy Elliot”, o filme. 12/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Billy Elliot, simplesmente maravilhoso! Escrito por Lee Hall e dirigido por Stephen Daldry, é um filme que tem como assunto/tema principal os estereótipos (preconceitos).

Fala sobre um rapaz, Billy, de 11 anos, que vive numa cidade em Inglaterra, onde o principal meio de sustento são as minas de carvão. Obrigado pelo seu pai a treinar boxe, Billy “apaixona-se” pelo ballet, com o qual tem contacto através das aulas de dança, que são realizadas na mesma academia onde pratica boxe. Ao início o seu pai não entende o seu gosto pela dança, mas depois Billy segue o seu sonho com apoio da família.

Na minha opinião, este filme é bastante engraçado, principalmente nas conversas de Billy com Debbie, uma rapariga da sua idade. Tem apenas alguns aspetos que não gostei, por exemplo os palavrões, que são frequentes ao longo do filme.

Recomendo vivamente a todas as pessoas, de qualquer idade, para uma sessão de cinema com a família e muitas gargalhadas.

Bruna Rodrigues Pereira, Nº6, 9ºD

Billy Elliot – uma crítica 09/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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O filme fala-nos de um jovem de onze anos que treina boxe, mas quer treinar ballet, mas o seu pai não deixa e acaba por fazê-lo às escondidas. Ele pratica e um dia, na noite de Natal, ele é descoberto pelo pai e faz-lhe uma demonstração daquilo que tem feito às escondidas.

O pai fica maravilhado com o que vê e faz tudo para que o filho entre na escola de ballet que ele tanto quer, até chega a vender as joias da sua mulher que para ele são bastante importantes.

Ele entra para a escola e quando ele é mais velho o pai vai vê-lo.

O aspeto mais comovente e positivo do filme é quando o pai de Billy Eliot o deixa tentar entrar na escola de ballet porque Billy, quando faz a demonstração para os júris, está muito nervoso, pois o pai dele esforçou-se muito para ele poder estar lá.

Gostei bastante do filme pois ele ensinou-me que não podemos deixar de acreditar naquilo que sabemos fazer, mesmo quando temos várias pessoas a apontar para nós.

Eduardo, 9-ºD

Sentimentos 29/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Dor, mágoa, tristeza, solidão:

Sentimentos pelos quais ninguém quer passar.

Alegria, entusiasmo e emoção:

São os melhores depois de amar.

 

Ó tristeza, vai-te embora.

Alegria! Por favor, toca a acelerar,

Corre pela minha vida

Antes que a dor te torne a ultrapassar!

 

Beatriz Ribeiro

Poema vencedor (ex aequo) do concurso de poesia realizado no 8.ºC, no último dia de aulas.

Mãe 29/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Com pernas maiores,

Gostos mudados,

Cabelo mais loiro

E olhos esverdeados.

 

Escolho a minha roupa,

Com o meu próprio estilo

Saco o meu Mp4,

Vai ser um dia tranquilo!

 

Braços mais fortes,

Mentalidade trocada,

Corpo crescido

E cara amuada.

 

Discuto contigo,

Fecho-me para mim

Não faço o que mandas,

Estou farta que me trates assim!

 

A teimosia faz parte,

O orgulho também.

Sempre no meu coração

Amo-te muito, mãe!

 

Tânia Rodrigues, 8.ºC

(inspirada pelo “Poema à Mãe”, de Eugénio de Andrade)

Sinto todos os dias 29/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Sinto todos os dias

De noitinha,

Num suave toque,

Que me aconchegam,

Calmamente.

Um sentimento de pureza

Pacífico e familiar

Que me deixa os olhos

Pesados

Caírem num sonho

Ou pesadelo,

Mas que me acordam sempre

Da mesma maneira.

x

Leonor Carvalho, 8.ºC

(inspirada no poema “Lição”, de Miguel Torga)

Homenagem ao 8.ºD, pela Natália 17/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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Num lindo dia de sol 
lá estão vocês sempre unidos 
com muito amor para dar.
X
Tristeza e  derrota
vocês nunca vão encontrar.
No meu coração, ah!
lá sempre vão estar.
x
Tenho vontade de cantar 
uma linda melodia para explicar
que o 8º D eu sempre vou amar.

x

Natália Rodrigues, do… 8.ºD!

Mano 17/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Mano, também te calha um

Espero que gostes,

Se não para a próxima

Não tens nenhum.

 

Gosto da tua personalidade,

Da tua comida picante,

Gosto da tua pacificidade,

E da tua barba atrofiante!

 

Desculpa pelas coisas desarrumadas

E pelos sapatos esquecidos,

Desculpa pelas palavras chateadas

E pelos sorrisos esmorecidos!

 

Serás sempre o meu maninho,

Com as tuas boas sugestões,

Nunca te vou deixar sozinho,

Eternamente dois corações.

 

Tânia Rodrigues, 8.ºC

Mãe 17/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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d
Mãe, desculpa-me por não ser 

mais aquela criança inocente.
Já não tenho medo do escuro,
já não brinco com as bonecas .
 s
Desculpa, mãe, por ter crescido,
desculpa-me por já ser forte para me defender,
desculpa-me por às vezes não te entender.
Mas eu ainda sou a menininha do teu coração
que irá sofrer se um dia te perder. 
d
NATÁLIA RODRIGUES
inspirada pelo “Poema à Mãe”, de Eugénio de Andrade

Estou feliz por a primavera chegar 08/06/2012

Posted by prof_mjoao in 8ºB.
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Estou feliz por a Primavera chegar,

Estou feliz com os pássaros a cantar,

Estou feliz porque estou a saltar,

E eu não consigo parar de brincar.

 

Com os amigos sinto-me melhor,

Com os amigos sinto-me maior,

Com os amigos nada é pior.

E com eles há sempre amor.

 

Eu gosto de ser feliz,

Jogar à bola com o Luís,

Beber água no chafariz,

Saltar e rir como um petiz.

 

E ao fim da tarde,

Voltar para casa,

Bem abraçados,

A ver o pôr-do-sol.

 

Pedro Soares, nº20 – 8ªB

No mar… 08/06/2012

Posted by prof_mjoao in 8ºB.
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No mar tudo é diferente

Tudo vai e vem com a corrente

Nesse vai e vem também se vão

Todos os problemas que nos assombram o coração

O mar é um mundo sem fim

O mundo que é de todos e não é de ninguém

Com ele eu aprendi

Que muita gente nos pode tocar

Mas que apenas nós é que nos podemos mudar.

Hão de reparar que ele está sempre a subir e a descer

Com esse movimento podemos aprender

Que a vida é feita de altos e baixos que temos de vencer!

 

Diana Pimenta, nº13 – 8ºB

“Poema à Mãe”, de Eugénio de Andrade 06/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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 No mais fundo de ti,

 eu sei que traí, mãe

 

Tudo porque já não sou

 o retrato adormecido

 no fundo dos teus olhos.

 

Tudo porque tu ignoras

 que há leitos onde o frio não se demora

 e noites rumorosas de águas matinais.

 

Por isso, às vezes, as palavras que te digo

 são duras, mãe,

 e o nosso amor é infeliz.

 

 Tudo porque perdi as rosas brancas

 que apertava junto ao coração

 no retrato da moldura.

 

Se soubesses como ainda amo as rosas,

talvez não enchesses as horas de pesadelos.

 

Mas tu esqueceste muita coisa;

 esqueceste que as minhas pernas cresceram,

 que todo o meu corpo cresceu,

 e até o meu coração

 ficou enorme, mãe!

 

 Olha — queres ouvir-me? —

 às vezes ainda sou o menino

 que adormeceu nos teus olhos;

 

ainda aperto contra o coração

 rosas tão brancas

 como as que tens na moldura;

 

ainda oiço a tua voz:

Era uma vez uma princesa

No meio de um laranjal…

 

Mas – tu sabes – a noite é enorme,

 e todo o meu corpo cresceu.

 Eu saí da moldura,

 dei às aves os meus olhos a beber.

 

Não me esqueci de nada, mãe.

Guardo a tua voz dentro de mim.

 E deixo-te as rosas.

 

Boa-noite. Eu vou com as aves.

 

in Os Amantes sem Dinheiro

Este é o poema mais lindo do mundo,

na opinião da Natália Rodrigues, do 8.ºD

O sonho perfeito 06/06/2012

Posted by prof_helena in palavrasdesever.
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Foi  um sonho que eu tive.
Sonhei com um mundo perfeito.
Onde brincávamos sem medo,
Onde não havia sofrimento 
 
Nem morte nem guerra
Um sonho perfeito,
Onde éramos bem feitos.
 
Mas esse sonho é tão bem feito
Que até me faz mal.

Entretanto, acordei e só a realidade encontrei.

Natália Rodrigues, 8.ºD

Ó sol!… 05/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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Ó sol, porque queimas as violetas?
Ó sol, porque brilhas tanto?
Ó sol, ó sol, porque é que o teu calor é tão intenso?
 
Porque as violetas não podem ser mais belas do que eu.
Porque quero iluminar o mundo todo com a minha luz.
Porque quando estás triste, as nuvens também choram.
Porque quero aquecer todas as almas. 
 

Natália Rodrigues, Ana Tavares, Dina Clara e a Márcia Cambra, todas do 8.ºD

 

Tu és… 05/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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Tu és a flor do meu jardim
Que brilha no meu coração,
És a luz da minha vida,
És a minha razão.
p
Natália Rodrigues, 8.ºD

“Esperança”, de Miguel Torga 05/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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Tantas formas revestes, e nenhuma
Me satisfaz!
Vens às vezes no amor, e quase te acredito.
Mas todo o amor é um grito
Desesperado
Que apenas ouve o eco…
Peco
Por absurdo humano:
Quero não sei que cálice profano
Cheio de um vinho herético e sagrado.    

  inPenas do Purgatório’

(Poema escolhido por Bruna Pereira, 8.ºD)

“Viagem”, de Miguel Torga 05/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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É o vento que me leva.
O vento lusitano.
É este sopro humano
Universal
Que enfuna a inquietação de Portugal.
É esta fúria de loucura mansa
Que tudo alcança
Sem alcançar.
Que vai de céu em céu,
De mar em mar,
Até nunca chegar.
E esta tentação de me encontrar
Mais rico de amargura
Nas pausas da ventura
De me procurar…

in ‘Diário XII’

(Poema escolhido pela Bruna Pereira, do 8.ºD)

Há palavras que nos mordem 31/05/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Há palavras que nos mordem

Como se tivessem dentes

Palavras de ódio, rancor,

De imenso ódio, de rancor maléfico.

p

Palavras dolorosas que magoam

Quando a noite se torna escura,

Palavras que tentam trepar

Pelos muros da nossa confiança.

p

De repente sombrias

Entre palavras falsas,

Inesperadas ou não

Como ilusões de amizade.

p

Palavras que nos transformam,

Que nos tornam mais fortes,

Vãs tentativas,

Tentativas falhadas de nos derrotar!

p

Leonor Carvalho, 8.ºC

(inspirada pelo poema de Alexandre O’Neill “Há palavras que nos beijam”)

Foi um sonho que eu tive 30/05/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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Foi um sonho que eu tive

Eram pássaros a voar

Soltos no ar

Num céu tão livre.

 

Voar até ao sol amarelo

É ter ilusão de um mundo livre.

Alcançar tudo o que é belo:

É assim que um pássaro vive.

 

Quem dera que assim fosse,

Que houvesse sempre liberdade,

Que os pássaros tivessem uma vida doce,

Sempre, sempre com muita felicidade.

 

Bruna Rodrigues Pereira Nº6 8ºD

(Inspirado no poema de Miguel Torga, “Brinquedo”)

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