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“Praia das Lágrimas”, Carlos Tê e Rui Veloso 08/05/2013

Posted by prof_helena in Ano letivo 2012/2013, palavrasdesever.
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Praia Das Lágrimas

Compositor: Carlos Tê / Rui Veloso

Ó mar salgado, eu sou só mais uma
das que aqui choram e te salgam a espuma.

Ó mar das trevas, que somes galés,
meu pranto intenso engrossa as marés.

Ó mar da Índia, lá nos teus confins,
de chorar tanto tenho dores nos rins.

Choro nesta areia, salina será,
choro toda a noite, seco de manhã.

Ai, ó mar Roxo, ó mar abafadiço,
poupa o meu homem, não lhe dês sumiço.

Que sol é o teu, nesses céus vermelhos,
que eles partem novos e retornam velhos?

Ó mar da calma, ninho do tufão,
que é do meu amor? Seis anos já lá vão.

Não sei o que o chama aos teus nevoeiros
será fortuna ou bichos-carpinteiros?

Ó mar da China, Samatra e Ceilão,
não sei que faça, sou viúva ou não?

Não sei se case, notícias não há
será que é morto ou se amigou por lá?

Entrevista a Luís Sttau Monteiro 15/04/2013

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Repórter – Boa noite, bem-vindos ao Jornal da Noite. Esta noite temos presente um grande escritor que nos contará um pouco da sua vida nesta entrevista.
Muito boa noite, Luís Monteiro, agradeço desde já a sua vinda ao nosso estúdio para esta entrevista.
Luís – Muito boa noite e obrigado eu, eu é que tenho de agradecer por esta magnífica entrevista.
Repórter – Muito bem, Luís. Então muitos jovens estudam a sua obra literária. O que acha que eles pensam de si e da sua obra?
Luís – Bem, eu apenas escrevi Felizmente Há Luar, não sei o que eles pensam a meu respeito e muito menos da minha obra. O que espero é que eles entendam que a obra retrata a época em que Salazar estava no poder, indiretamente, pois recorri à revolução de 1820 para escrever o texto.
Repórter – O Sr. acha que esse mesmo texto se pode aplicar à época atual?
Luís – De certa forma, o povo está revoltado e há alguém no poder que aparentemente é comandado por outrem. Supostamente quem nos governa atualmente não é o Sr. Primeiro Ministro nem o Presidente da República, mas sim a Troika.
Repórter – Poderá alguém com as ideias liberais como Gomes Freire de Andrade sobressair nesta época e ter o mesmo fim?
Luís – Nesta época já não é assim que se resolvem as coisas. Agora já há liberdade de expressão, até certo ponto, mas se houver alguém como Gomes Freire, poderá subir ao poder mas como todos os outros não governará pois há uma força que o obriga a tomar outras decisões que talvez sejam contra os seus princípios.
Repórter – Bem, muito obrigado, Luís Sttau Monteiro. É tudo por hoje, nós voltamos amanhã. Boa noite, caros telespetadores.

Luís Coutinho, CPTIG

Carta do Fidalgo D. Anrique a Deus 07/04/2013

Posted by prof_mjoao in 9ºA.
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D. Anrique Lopes da Silva                                          Deus António Manuel

Rua Ardente, Palácio do Fidalgo, Inferno                Nuvem Real, Céu

 Inferno, 30 de fevereiro de 1447

fidalgo

Assunto: A minha vida após a morte

Exmº  Deus,

 No passado dia 15, dirigi-me à Barca do Paraíso atracada no “Cais da Morte” na intenção de seguir na mesma. Falei com Vosso Anjo, para aí entrar, porém Vosso servo condenou-me e enviou-me para a Barca do Inferno.

Sugeri a minha entrada na “Barca Branca”, contudo o Anjo Filipe argumentou que não o poderia fazer devido ao meu estilo de vida na Terra; contra argumentei como tendo sido Fidalgo de Solar e referi ainda que tinha quem rezasse por mim. Mesmo assim o Anjo insultou-me e encaminhou-me para a Barca do Diabo e hoje encontro-me no Inferno.

Perante tal facto, faço agora a exigência de me virem buscar “aqui abaixo” para a minha entrada no paraíso, caso contrário quero que me sejam enviados três servos, um para cozinhar, um outro para tratar (arrumar e limpar) a minha residência e o terceiro para me acompanhar nas minhas saídas; pretendo também que me seja enviada semanalmente uma moça virgem para eu usar nos prazeres da vida.

 

Sem outro assunto de momento,

 

Cumprimentos,

 D. Anrique Lopes da Silva

Gustavo Sá, 9ºA

Beleza por um fio 14/03/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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adolescencia_mel
Estava no computador a navegar na internet quando reparei numa frase que dizia: “As pessoas são como os livros, não se podem julgar pela capa”, ou seja, não devemos deixar de tentar conhecer uma pessoa só por causa da sua aparência.

Estas palavras despertaram-me interesse, porque muitos não me tentam conhecer pelo simples facto de não ser magra e bonita como as raparigas mais conhecidas. Desde que reparei que não tinha muitos amigos, apesar dos poucos que tenho serem verdadeiros, revoltei-me um pouco e isolei-me deles, ainda que os considere como meus irmãos. Quando comecei outra vez a conviver, bem, deixei de ligar ao que os outros pensavam. Como às vezes digo, já passei por uma tempestade não é uma chuva que me vai derrubar.

Não te vás abaixo só por causa de alguns te dizerem que és isto ou aquilo. Se eles falam mal de ti é porque têm inveja do teu ser e é sinal de que reparam em ti. És perfeita à tua maneira e, além disso, tu não nasceste para a perfeição, mas antes para a felicidade.

Nesta vida tudo é escuro,
Nada é puro.
Não consigo mais sobreviver,
Mas eu quero viver.
Porque é que é tão difícil,
Esta vida?!
Devia ser tudo fácil,
Mas a minha alma está partida.
Não quero mais isto.
Preciso do paraíso,
No pensamento já o avisto,
Mas não consigo alcançá-lo.

Eu já pensei assim, mas não o farei mais. Não vale a pena sofrer, segue a vida à tua maneira e corre atrás dos teus sonhos.

Melanie Carvalheira, 9.ºD

E se eu for assim? 05/03/2013

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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E se eu for assim?
Desde sempre que houve este problema: a integração nos grupos de ‘’amigos’’. Isto é, quando rapazes e raparigas se comportam de outra maneira e agem de outra maneira que não a deles, para se integrarem num grupo.
Estes grupos formam-se nas idades em que somos, de certa forma, inseguros e nas idades em que descobrimos quem somos nós afinal. Quando descobrimos que tipo de pessoa somos e que tipo de pessoa vamos ser no futuro, o que vamos e o que queremos fazer daqui para a frente…
É isto do ‘’quem sou eu?’’ que nos faz mais inseguros e que nos faz ter medo de que não sejamos aceites pelos outros.
À custa deste medo, muitos rapazes e raparigas, fingem ser o que não são e têm atitudes que não teriam se estivessem a ser eles mesmos, para se sentirem integrados num grupo.
O pensamento é ‘’se eu for como eles/elas e se eu fizer o que eles/elas fazem, eles/elas vão gostar de mim e vamos ser amigos/as’’.
Na minha opinião, isto é uma parvoíce! Eu sei que também já passei por isto, mas cresci e aprendi que o que eu tenho de fazer é ser eu mesma, ser como eu sou, ter os meus próprios gostos e desgostos e ter as atitudes que achar que devo ter. Eu não vim ao mundo para agradar aos outros e sim para me agradar a mim mesma e para me orgulhar do que eu sou.
É triste ver as outras pessoas a sofrer por causa disto.
Quem não nos aceitar, não merece a nossa amizade. E aqueles que nos aceitam e que gostam de nós pelo que realmente somos, esses são os nossos verdadeiros amigos.

Mariana Correia n.º 14, 8.º C

A Guerra 05/03/2013

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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A Guerra

A guerra é uma manifestação de violência, que ocorre entre habitantes de um mesmo país, de países diferentes, ou mesmo entre continentes. Ela nasce de conflitos onde as razões preponderantes são o ódio, o autoritarismo, o egoísmo e a falta de respeito pelos direitos e dignidade humana.
Por um lado, os homens que deveriam sentir que são iguais nos seus direitos e deveres procuram, por ganância e ambição, destruir os mais frágeis, os mais fracos, para imporem e viverem a seu bel-prazer, no seio dos seus interesses. Vimos isso, por exemplo, nos países árabes onde durante muitos anos houve mortes, sem o resto do mundo saber. Assim se apresentavam os grandes que governam estes países…
Por outro lado, os mais fracos também a pouco e pouco começam a revelar-se por causa das condições em que vivem. Assim, também alicerçam exércitos, para lutarem contra a prepotência dos grandes. Como exemplo verificamo-lo no povo árabe que se revoltou originando mortes e famílias completamente destruídas.
Assim sendo, onde nos leva a guerra? À destruição maciça de jovens, de pessoas? Às fomes e à miséria?
O Homem, como ser inteligente que é, deverá lutar sempre pela paz, aceitar os outros e respeitá-los, saber distribuir riquezas e ser altruísta, sabendo ouvir os outros no seu país ou em países diferentes.
Na minha opinião, devemos, mesmo nos momentos mais difíceis, saber raciocinar com clareza, evitando conflitos com aqueles que apenas pretendem a destruição e a morte.

Pedro Fernandes n.º18, 8ºE

Retrato de Florbela Espanca 04/03/2013

Posted by prof_mjoao in 9ºA.
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Florbela Espanca é uma personalidade muito importante da literatura portuguesa. A jovem poetisa, durante a sua vida, viveu em Évora, Redondo, Matosinhos e Lisboa, viveu três casamentos, escreveu poesia e contos. Pôs fim à sua vida com apenas 36 anos, com grande tristeza e dor.

Era uma mulher bonita, sensual e muito cobiçada pelos homens, não só pela sua beleza, mas também pelo seu charme e encanto. O seu rosto era encantador, tinha olhos grandes e brilhantes. Tinha o cabelo castanho-escuro, pelos ombros, ondulado e sempre bem arranjado. Era esbelta, elegante e vistosa, fazendo inveja a qualquer mulher. Vestia-se de uma maneira audaz e provocante, muito à moda dos loucos anos 20.

Psicologicamente era uma mulher erótica, ousada, que gostava de amar e ser amada, muitas vezes sofrendo com isso. Tinha uma personalidade forte, determinada e emancipada, no entanto instável. Era ainda sentimental, muito ligada a emoções, gostava de sair e de viver cada momento da sua vida intensamente.

No global, podemos dizer que Florbela viveu uma vida em busca de inspiração e de rumo para sair do seu sofrimento.

 

Diana Pereira, nº8, 9ºA

Quando a poesia é a cura para todos os males… 04/03/2013

Posted by prof_mjoao in 9ºA, palavrasdesever.
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Numa tenebrosa noite de Inverno, um casal encontrava-se numa casa velha, escura, os tijolos estavam a rachar e o teto prestes a cair. Num cenário de chuva e muito vento, em que as árvores faziam barulhos estranhos e movimentos assustadores, postes caiam e carros batiam, o marido pergunta à mulher:

– Sentes-te bem? Não te preocupes, nada acontecerá!

A mulher com uma voz trémula de medo responde:

– Tu sabes que só há uma coisa que me acalma, que me leva a abstrair de tudo o resto, até mesmo desta noite assustadora!

Assim, sabendo do que a mulher estava a falar, o homem levanta-se e vai ao encontro da estante que se encontrava na sala. Era uma estante enorme, mas apenas tinha poesia. Desde que o filho deste casal morrera, a poesia era a essência da vida desta mulher triste mulher, era a poesia que a fazia sentir viva, sentir que ainda tinha sangue a correr nas suas veias, e era tudo o que lhe restava naquela vida, para além do marido.

O vento cada vez estava mais forte, o frio entrava naquela casa velha através das portas, mas a mulher não se apercebia de nada, a poesia, tal como sempre, levara-a a esquecer tudo à sua volta, a poesia era a solução para todos os seus problemas.

No dia seguinte, a mulher acorda com o livro no seu peito, a tempestade tinha acabado, e esta pobre leitora, mesmo acordada, continuava a sonhar com a poesia.

Carina Silva, nº 6, 9ºA

Amanhecer VS Anoitecer 19/02/2013

Posted by prof_mjoao in 9ºB.
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Amanhecer ou anoitecer?sem nome

Qual dos dois hei de escolher?

O em que o sol está a nascer ou o em que o sol está a morrer?

 

O amanhecer com toda a sua luminosidade e esplendor

Com o canto dos pássaros e o orvalho da manhã

Com o grande sol amarelo

Que aquece a terra e dá cor a tudo o que é belo

 

O anoitecer com toda a sua melancolia e escuridão

Com todas as suas estrelas e constelações

Com a linda lua metamórfica

Que faz com que o anoitecer seja um momento para recordar com emoção

 

Já vi que entre os dois não consigo escolher

Vistos serem os dois especiais e lindos de morrer

Logo dos dois vou disfrutar

Até um dia morrer e o anoitecer e o amanhecer nunca mais poder viver!

 

Diana Pimenta

                                                                                                                    Nº10 9ºB

Visita ao Mosteiro dos Jerónimos 14/02/2013

Posted by prof_helena in 9ºC, Ano letivo 2012/2013.
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7960426_1qZldNa passada sexta-feira, dia 11/1/2013, os alunos do 9.º ano de Sever do Vouga, foram assistir a uma peça de teatro, o Auto da Barca do Inferno, no Mosteiro dos Jerónimos.

Da autoria de Gil Vicente esta interessante peça leva-nos para um purgatório onde são julgadas várias pessoas (de diferentes classes sociais), como por exemplo a alcoviteira, o sapateiro, o frade, o judeu, o onzeneiro, entre outras. Estes depois irão saber o seu destino (se irão para o céu ou para o inferno).

A peça revela muito humor e criatividade, como nos foi dado a entender pela aluna do 9.º C, Quélia Ribeiro (14 anos) que nos disse: ‘a peça é uma coisa fora do normal, transporta-nos para outra dimensão, o que é realmente espetacular!’.

Levada à cena pela companhia de teatro Ar de Filmes, numa encenação de António Pires, aqui fica uma sugestão para um dia bem passado.

Quélia Ribeiro, 9.ºC

 

O Mar 14/02/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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O mar,

Quanto queria pescar,

Mas não sabia içar,

No entanto conheci-te o olhar.

 

Se eu te  pudesse agarrar,

Não tinhas pernas para voltar,

Por isso não sabes me encontrar,

E eu não sei cantar.

 

Poema livre, de Dylan Ramos, 9.ºD

Anúncio com palavras “estranhas” 14/02/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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MEDIA MAKER

Pela primeira vez na história, os amigos da onça caminhavam ao deus-dará durante dias no meio do deserto à procura da Media Maker. Após vários dias, encontraram o rés-do-chão da empresa. Aí perguntaram na receção a uma empregada piteira onde se arranjavam mortalhas. Logo esta os encaminhou ao fundo do corredor que era um hospício de esplendor.

 

Media Maker, eu é que não sou morcão.

Trabalho de Dylan Ramos, 9.ºD

Palavras “estranhas”, retiradas previamente do contexto do conto “A Torre da Má Hora”: onça, deus-dará, piteira, mortalhas, rés.

Desafio: inventar sentidos para estas palavras e criar um texto  de qualquer tipologia com esses novos sentidos.

Retrato de Florbela Espanca 31/01/2013

Posted by prof_mjoao in 9ºA.
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florbelaespancaiiFlorbela Espanca, uma das melhores poetisas de Portugal, nasceu em Vila Viçosa a 8 de dezembro de 1894, tendo posto fim à vida em Matosinhos, passados 36 anos. Durante a sua vida também viveu em Évora, Redondo e Lisboa.

Florbela era baixa e no entanto elegante, de rosto fino, sobrancelhas retas e bonitas, de olhos pequenos, amendoados e castanhos, com um nariz arrebitado, lábios carnudos e rasgados. Vestia-se de forma audaz, apanhando o seu longo cabelo ondulado e castanho escuro.

Apesar de ser uma pessoa amada, Florbela era incapaz de ser feliz, pois recusava-se a admitir o seu amor pelo irmão, sofrendo a cada casamento. Sonhava com a liberdade, mas era uma pessoa instável e confusa que fugia ao conceito do politicamente correto e da ética da época. Embora fizesse sofrer, também era sofredora e transmitia-o nos seus poemas.

Florbela espanca era alguém difícil de se definir, sempre confusa, sempre instável…

Amanda Rodrigues, Ana Martins, Fábio Matos e Rafael Coutinho, 9ºA

A história de um cão e do jovem que o ensinou a ler 27/01/2013

Posted by prof_zita in palavrasdesever.
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Em pleno séc. XXI, existia um jovem estudante chamado David. David era alto, moreno e tinha olhos e cabelos castanhos. Era generoso, divertido e muito simpático. O jovem tinha como melhor amigo o seu cão.
O seu cão chamava-se Pantufa e era castanho, tinha umas orelhas compridas e uns grandes e redondos olhos. Pantufa gostava de passar o dia a brincar com os seus vizinhos: Cleópatra, uma cadela de cor castanha e com uns olhos também castanhos, por quem Pantufa andava secretamente apaixonado, e Pintarolas, um grande dálmata com umas grandes orelhas pretas e com uns olhos igualmente pretos.
Um dia David chegou da escola mais cedo e como adorava ler sentou-se no sofá e começou a sua leitura.
Pantufa entrou pela pequena porta da cozinha e correu velozmente para ir dar as boas vindas ao seu dono. Depois de dar carinhos ao cão, o jovem pegou novamente no livro e retomou a sua leitura.
Pantufa adorava observar o seu dono a ler e tinha o sonho de um dia aprender a fazê-lo, mas isto depois de namorar, casar e formar família com Cleópatra, claro.
Certo dia o grande cão decidiu pegar num dos livros, num daqueles fininhos e de capa grossa, e tentou ler. Aquilo para ele era chinês e quanto mais ele tentava mais baralhado ficava. Então decidiu ir pedir ajuda aos seus amigos. Cleópatra e Pintarolas disseram logo que o ajudavam mas assim que pegaram nos livros e os tentaram ler a única coisa que percebiam eram as imagens.
Estiveram o dia todo naquilo e, ao fim da tarde, mal ouviram David a abrir a porta arrumaram os livros e na sala apenas ficou Pantufa deitado no sofá.
No dia seguinte os três cães voltaram ao mesmo e, no seguinte também, até que se cansaram e resolveram, depois de uma longa reunião, pedir ajuda ao jovem.
Quando o rapaz chegou a casa os três amigos vieram na sua direção, pegaram no seu braço e levaram-no até ao sofá. David já estava assustado e… mal sabia da surpresa que ia ter logo a seguir.
E, do nada, o seu cão começou a falar. O rapaz não podia acreditar no que estava a acontecer na frente dos seus olhos: os três cães estavam ali a pedir-lhe para ajudar Pantufa a realizar um dos seus maiores sonhos.
O jovem, assim que recuperou do espanto, prometeu ajudá-lo e começaram as aulas.
Após a primeira, a segunda e a terceira aula, Pantufa já sabia o abecedário e, por fim, após muitas aulas, conseguiu realizar o seu sonho e mais tarde, quando era já mais velho, casou-se com Cleópatra e tiveram seis filhotes.

Ana Matos Nº2 7ºG
Mariana Amaral Nº9 7ºG

Continuação do conto: «Os filhos da cobra Bona» 27/01/2013

Posted by prof_zita in palavrasdesever.
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Chicote e a sua noiva foram viver para junto da mãe de Chicote.
No caminho para casa, Chicote e a filha do rei cruzaram-se com uma velha:
-Bom dia, meninos! – Cumprimentou a velha.
-Bom dia, avó! – Respondeu o recente casal.
O diálogo foi continuando até que escureceu e Chicote e a filha do rei dormiram na cabana da velha.
Na manhã seguinte, a velha decidiu pô-los à prova. Mandou-lhes que depois do almoço a matassem. Chicote e a sua noiva ficaram muito surpreendidos com o pedido que a velha lhes fizera, mas, depois de uma longa conversa, decidiram matar a velha.
Entretanto almoçaram e Chicote, a sua noiva e a velha foram passear. Passando pelo rio o casal atirou a velha à água que, como não sabia nadar, morreu afogada.
Posteriormente a jovem e Chicote tomaram rumo para casa. E aí levaram dois dias e duas noites.
Quando chegaram a casa, Chicote foi chamado à presença do feiticeiro:
– Meu senhor, que quereis de mim? – Perguntou Chicote.
-Chamei-te só para te dizer que ultrapassaste todas as provas a que foste sujeito. Vais receber uma bênção! – explicou o feiticeiro. A tua família ficará a salvo de todas as tristezas e mais alguma. – Respondeu o feiticeiro.
Chicote e a sua família nunca mais se preocuparam com nada e viveram felizes para sempre.

Daniela Anjos e Luana Simões
Nº5 e Nº16, 7ºE

Continuação do conto ”Os filhos da cobra Bona” 27/01/2013

Posted by prof_zita in palavrasdesever.
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Nunca mais se soube nada de Donsa.
Num certo dia, Chicote e a noiva foram pescar. Pelo caminho encontraram uma velha com um peixe sem escamas na mão e questionaram:
– Onde arranjou esse peixe, minha senhora?
– Foi no rio Tinto – respondeu a velha.
– Muito obrigado – agradeceu Chicote.
Chicote não confiou na velha, e ficou desconfiado. Quando chegou a casa perguntou à mãe:
– Mãe, onde é o rio Tinto?
A mãe respondeu:
– Nunca ouvi falar em tal rio. Quem te disse que existia?
– Foi uma velha que trazia um peixe sem escamas na mão.
A mãe ficou preocupada que Chicote descobrisse que o irmão se tinha transformado num peixe sem escamas e, então, Chicote interrogou:
– Onde está o Donsa?
A mãe calou-se durante algum tempo e disse:
– O Donsa foi nadar no rio.
– Obrigado, mãe.
Chicote, em vez de ir para o rio, foi ao feiticeiro perguntar-lhe se sabia de alguma coisa, e ele disse:
– Donsa foi transformado em peixe sem escamas.
– Então, o meu irmão deve ser o peixe que a velha levava – sussurrou ele de forma ao feiticeiro não ouvir.
De imediato, Chicote correu para casa da velha e perguntou-lhe:
– Onde está o peixe que trazia quando eu e a minha mulher passámos por você?
– Desculpa, mas eu não te conheço! – disse a velha.
Chicote começou a rondar a casa toda e encontrou um aquário gigante com um peixe sem escamas lá dentro e disse:
– Mano, és tu?
Donsa abanou a cabeça dizendo que sim. Chicote, chateado por ninguém lhe ter dito nada, correu para casa do feiticeiro e quando lá chegou, perguntou:
– Não pode fazer nada para que o meu irmão volte ao normal?
– Posso, mas é muito perigoso! Tens que tirar uma escama da grande piranha de dentes afiados, um olho de uma aranha gigante da Tansmânia e uma asa de morcego.
Chicote saiu a correr e dirigiu-se para o lago. Chegou, foi para dentro de água, e viu uma escama gigante a flutuar na sua direção. Apanhou-a e exclamou:
– Esta foi fácil! – e dirigiu-se para casa da Tansmânia, que era a sua vizinha, pediu-lhe um olho da sua aranha, e ela respondeu:
– Com muito gosto.
– Obrigado – respondeu Chicote. – e dirigiu-se para uma gruta, com um pano preto para apanhar um morcego e tirar-lhe a asa. Atirou o pano ao ar e apanhou um, arrancou-lhe a asa e correu para casa do feiticeiro.
– Já voltei com tudo o que me pediste.
– Vamos para casa dessa senhora, de que tu tanto me falaste. – disse o feiticeiro.
Quando lá chegaram, o feiticeiro pediu uma panela com água, misturou os ingredientes e virou a mistela no aquário, seguiu-se uma bomba de fumo e quando o fumo baixou, apareceu o seu irmão. Abraçaram-se e, a partir daí, nunca mais comeram peixe nsomba.

João Santos – 7º E

Os filhos da cobra Bona 27/01/2013

Posted by prof_zita in palavrasdesever.
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Depois da sua fantástica aventura, Chicote e a sua noiva vindo para casa sentiram a falta de Donsa. Um pouco mais à frente encontraram uma velha que lhes disse:
– Eu sei do que andam à procura. Para o encontrarem sigam estas pistas – aconselhou a velha.
– Como é que podemos ter a certeza de que você está a dizer a verdade? – desconfiou Chicote.
– Se a resposta quer encontrar, ao feiticeiro devem perguntar – disse misteriosamente a velha que, de seguida, desapareceu num clarão.
Entretanto chegaram a casa da sua mãe, viram-na a chorar, e perguntaram:
– Mãe, porque chorais?- preocupado perguntou Chicote.
– Eu, eu fui fui ao feiti feiticeiro e ele di di sse- me.
– Mãe, acalme-se- interrompeu Chicote.
– Ele disse-me que o teu irmão se tinha transformado em peixe nsomba .
Chicote e a sua noiva foram logo a correr ao feiticeiro perguntar onde estava Donsa.
Quando lá chegaram, o feiticeiro percebeu logo o que se passava e não perdeu tempo em rodeios.
– O teu irmão está nas profundezas do rio de onde veio o gigante de sete cabeças- disse o feiticeiro.
Mal chegaram ao rio, viram vários peixes nsomba e não tinham forma de saber quem era Donsa. Passado algumas horas apareceu um pombo que deixou cair aos pés deles uma carta. Abriram e viram escritas as pistas que mostravam como o encontrar. Leram-nas e seguiram-nas. Chegaram ao local indicado e viram com tristeza Donsa quase a morrer. As suas últimas palavras foram:
– Não caiam na mesma tentação que eu caí!

Maria e Eduardo – 7º G

Os filhos da cobra Bona (continuação) 27/01/2013

Posted by prof_zita in palavrasdesever.
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Certo dia Chicote, que já vivia num belo palácio com a sua noiva e a sua mãe, enquanto passeava junto a um rio encontrou um peixe que parecia pedir socorro.
O príncipe pensou que estava a ficar maluco pois ouviu o peixe sussurrar:
-Chicote! Chicote! Sou eu, Donsa!
-Donsa?!- exclamou, Chicote pasmado.
-Sim! Sim, sou eu!
-O que te aconteceu?
-Eu desobedeci ao feiticeiro e comi peixe nsomba, por isso transformei-me num. Preciso da tua ajuda para quebrar o feitiço! Ajudas-me?
Chicote sabia que o seu irmão estava a sofrer as consequências daquilo que tinha feito mas, mesmo assim, decidiu ajudá-lo. Pensou, pensou e lembrou-se de pedir ajuda ao velho feiticeiro.
Quando chegou a casa do feiticeiro (uma casa de pedra com um telhado de palha que tinha na porta um mocho como símbolo de sabedoria) entrou e logo viu o feiticeiro sentado num canto a meditar. Chicote chamou, chamou e o feiticeiro não respondeu, mas à terceira vez, já desesperado, afirmou que era urgente. Ao ouvir essas palavras o feiticeiro caminhou até ele e perguntou-lhe:
-O que te traz por cá?
-Encontrei o meu irmão e preciso que me ajudes a salvá-lo! Preciso de uma poção ou de um feitiço teu que o faça voltar a humano.
-Eu ajudo-te, mas com uma condição!
-Diga, diga!-apressou-se Chicote.
-Eu faço com que o teu irmão volte ao normal durante um dia, mas tu não podes deixar que ele desobedeça a ninguém, tens de mudar o seu coração de pedra.
-Está bem.
Chicote saiu da cabana, dirigindo-se para o rio onde voltou a encontrar Donsa. Lá contou-lhe a proposta do feiticeiro e ele respondeu logo que sim.
No dia seguinte, quando deu por si, já era humano.
Ao iniciar a sua caminhada até ao palácio encontrou uma velha que lhe pediu para pôr a sua mesa para o almoço em cima de uma grande teia de aranha.
Ele, não se lembrando dos conselhos do feiticeiro, colocou a mesa no quintal, num canteiro cheio de flores. Quando já estava a acabar, recordou-se do que se tinha passado da outra vez e foi a correr colocar a mesa em cima da teia.
Depois da mesa posta, continuou o seu caminho estando já bastante cansado. Parou à sombra de uma árvore muito frondosa, cheia de flores e adormeceu com o seu doce cheiro.
Para seu espanto, quando acordou, no dia seguinte, reparou que ainda era humano.
Assim que recuperou foi até ao palácio a correr para poder mostrar o que tinha acontecido ao seu irmão e agradecer-lhe.
Depois do reencontro, os dois irmãos, a princesa e a mãe viveram o resto das suas vidas no belo palácio.

Ana Matos Nº2 7ºG
Mariana Amaral Nº9 7ºG

A escola 16/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Hoje vou falar da escola,

Onde as crianças jogam à bola.

 

Jogo ou não?

Eu é que sei!

Não gosto do pião,

Pois posso aleijar a mão.

 

Vamos jogar!!

Sim, vamos agora para a escola,

Mandar um pontapé na bola!

 

Hoje joguei á bola e também ao pião,

Como perdi, ganhei um melão,

Que acabou de cair no chão!

 

Foi assim o meu dia,

Como o de um campeão!

 

Texto livre escrito pela Márcia Cambra,   n.º16, 9ºD

A Adolescência 10/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Hoje de manhã, ao ver-me ao espelho, reparei que estou a mudar. Comparo fotografias de anos passados e sinto-me completamente diferente!

Tudo está em mudança, o corpo e a mente. Principalmente a mente: a maturidade e a responsabilidade tornam-nos parcialmente crescidos.

Os sentimentos oscilam e o amor apodera-se do pensamento que, até então, estaria a funcionar “perfeitamente”.

Com o avançar dos anos, a escola torna-se mais difícil e, por conseguinte, a vida fica muito mais “stressante”. As atividades extra-curriculares, a necessidade de estudar, os trabalhos de grupo, bem como os “tpc’s” consomem todo o nosso tempo, nem mesmo ao fim de semana posso descansar! O mundo dos adultos está cada vez mais próximo!

Quem dera que assim não fosse, as crianças são muito mais livres e felizes! Mas temos todos de crescer.

Texto livre de Carolina Hadden, 9.ºD

A guerra 10/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Tão cruel ironia

Deitada sobre os chumbos

Desta paz atordoada…

 

O sangue derramado

Sobre os corpos dos combatentes

Faz bater a boa alma extenuada

Lutando contra esta paz armada!

 

Um cenário tão vil…

Os corações a mil…

O perigo bate à porta

Matando a guerra morta…

 

Mas não fica por aqui…

São renques de conflitos,

Originando novos atritos

Deixando este mundo em gritos…

 

A consciência congelada…

O remorso abandonado…

Alimenta o pesadelo

Deste ser condenado!

 

Aprisionado no leito deste ódio,

Cego de rancor e desgosto…

Sem o buraco ao fundo do túnel…

Amargo e exposto…

 

Texto livre de Luís Canas Laranjeira, 9.ºD

 

 

 

 

Ilusões 10/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Qual é a sensação
Que ao entrar no coração
Nos eleva até mais não
E nos livra das lamúrias?

E qual arranca o coração,
Feito um pedaço de dor,
Se cair numa ilusão 
E é chamado amor?

Um chamamento cruel,
Um chamanemto audaz,
Mas um chamamento tão belo
Que deixo de ser capaz

De elevar a minha voz
Para o que quer que seja
Se na garganta meus nós
São a dor de quem me beija.

Porém permito que a água leve,
Leve o que quiser levar,
Que deixe meu corpo mais leve
Até meu amado chegar.

  Texto livre de Dina Raquel , nº10, 9ºd

Autorretrato ficcional de Florbela Espanca 10/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Florbela é o meu nome. Nasci em Vila Viçosa, a 8 de dezembro de 1894. Casei-me várias vezes em busca da felicidade, contudo nenhuma delas me fez sentir bem.

Fiz da poesia o meu refúgio e com ela mascaro a minha dor.

A ausência de liberdade mantém-me refém da escuridão; os meus olhos castanhos tornam-se negros e a minha pele, horrosoramente pálida, converte-se em cinzas.

Após a morte de Apeles, meu irmão, vesti-me de luto e as trevas apoderaram-se do meu pensamento.

E agora, depois desta vida de pleno sofrimento, despeço-me do mundo.

 

Carolina, Dina, Luís e Rúben,

n.º 3, 10, 15 e 24, respetivamente;

9ºD

Assassins – a Revolução Começa 09/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Templários, Assassins e muita ação! Está tudo de volta no novo jogo da Ubisoft Entertainment, Assassin’s Creed III.

Esta nova aposta na saga, que encantou milhares de jogadores, é vivida com grande emoção pelos fãs e críticos de consolas por todo o mundo.

Alex Hutchinson, o diretor criativo, está confiante de que “este será o melhor jogo de sempre” e afirma  alegremente que “não há comparação possível com outros produtos do mercado”. Tal opinião é partilhada por Francois Pelland, o diretor de missões.

O foco do jogo é “Ratonhnhaké:ton”, ou, Connor como é usualmente chamado. Este personagem é de origem britânica e índia do Norte da América. A aventura deste personagem no mundo dos “Assassins” começa quando a sua vila é atacada por Templários que também acabam por matar a sua família, em busca de artefactos místicos escondidos.

A ação decorre durante a Revolução Americana e por isso uma pergunta tem de ser feita: qual o verdadeiro objetivo de Connor? Francois Pelland tem a resposta: “ A ação do jogo, apesar de ocorrer durante a Revolução, concentra-se principalmente no objetivo de Connor em matar Templários e vingar a morte da família.”

Em suma, o jogo é fabuloso em termos gráficos e históricos, apresenta-nos personagens importantes na Revolução, bem como novos e estonteantes modos de ação . Este é um jogo que todos devem e merecem ter.

Texto livre de Gabriel Silva, nº13, 9ºD

Escrita Criativa: Bula de medicamento muito estranho 06/01/2013

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Modo de utilização:  este medicamento deve ser tomado com qualquer tipo de renque. Introduza a bolacha ao Deus-dará, e dissolva o comprimido num copo de vinho, bebendo-o de seguida.

Efeitos secundários: caso não cumpra os pontos acima indicados, o medicamento poderá causar cicio, podendo mesmo aturdir-se, levando à morte.

Nota: não o tome no seu barranco!

 Márcia e Carolina, 9ºD

 

Desafio: para entenderes o quão estranho é o medicamento inventado pela Márcia e pela Carolina, consulta o dicionário :) .

Florbela 02/01/2013

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Conhecendo Florbela

florbela_espanca

Florbela
O filme “ Florbela”, de Vicente Alves do Ó, é sem dúvida um dos melhores filmes portugueses realizados até agora. Este filme baseia-se na biografia de Florbela Espanca.
O cinema português tem investido pouco na realização de filmes sobre as figuras emblemáticas da nossa História. Esta é a primeira adaptação para cinema da vida de Florbela Espanca, uma das personalidades mais importantes da poesia portuguesa do século XX. Florbela nasceu a 8 de Dezembro de 1894 em Vila Viçosa e desde sempre foi uma mulher apaixonada. Sempre acreditou no amor ideal que se encontrava acima de todas as coisas.
Neste filme o papel de Florbela foi desempenhado por Dalila Carmo de forma perfeita e convincente. No início do filme Florbela separa-se de forma violenta de António (papel desempenhado por José Neves) e pouco depois casa-se com Mário Lage (este papel é desempenhado de forma expressiva por Albano Jerónimo), homem por quem está apaixonada. Este filme evidencia a cumplicidade que Florbela tem com o irmão Apeles (desempenhado por Ivo Canelas) pessoa que esteve sempre presente na sua vida, mesmo depois de ter perdido a vida num desastre de aviação. Durante algum tempo após a morte do irmão, Florbela não escreve um único verso, no entanto é na poesia onde melhor espelha os seus sentimentos, aquilo que sofreu e também o que amou. É num cenário imaginativo e de sonho que os poemas de Florbela nascem. A certa altura do filme, dentro de casa começa a nevar, folhas de papel sobrevoam a sala, nestes momentos Florbela pensa sobre o passado e é como se entrássemos na sua imaginação.
Este filme é sem dúvida um filme fascinante que retrata a vida de Florbela, uma mulher forte e determinada a encontrar o seu verdadeiro amor.
Ana Carolina e Francisca, 11.º C

Os números de 2012 02/01/2013

Posted by prof_helena in palavrasdesever.
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Os responsáveis pelas estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um excerto:

4,329 films were submitted to the 2012 Cannes Film Festival. This blog had 47.000 views in 2012. If each view were a film, this blog would power 11 Film Festivals

Clica aqui para ver o relatório completo!

Feliz 2013!

 

Fernando Pessoa 05/12/2012

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Fernando Pessoa

Fernando Pessoa nasceu em Lisboa, a 13 de Junho de 1888. Por lá viveu até 1896, altura em que foi para Durban, na África do Sul, com a sua mãe.
Foi em Durban que recebeu os seus primeiros estudos, foi lá também que aprendeu a ler e a escrever em inglês.
Regressou a Portugal em 1905 e ingressou no curso superior de letras, do qual viria a desistir mais tarde. Pessoa preferiu prosseguir os seus estudos sozinho, tendo ido para a biblioteca ler livros sobre diversas matérias.
Fernando Pessoa era uma pessoa extremamente inteligente e possuía uma personalidade muito distinta do resto das pessoas. Talvez por isso Pessoa resolveu criar 3 heterónimos, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro, todos eles totalmente diferentes, e também todos provenientes da sua imaginação. Era como se subdividisse em 4 pessoas diferentes.
Por fora de tudo isto Fernando Pessoa era uma pessoa tipicamente normal, fazia uma vida normal e tinha vícios como toda a gente.
Não passava um dia sem ir ao barbeiro tratar do seu bigode e cabelo, depois passava pelo café onde ficava sentado a fumar o seu cigarro e a beber.
Estes dois últimos, os cigarros e o álcool foram extremamente prejudiciais para a sua saúde, pois eram um grande vício.
Foram eles os principais motivos da sua morte que ocorreu em 30 de Novembro de 1935.

Jorge  Daniel Almeida, CPTIG

Os Três Porquinhos – versão thriller 03/12/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºB.
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                      Esta não é uma história qualquer! Se vão lê-la, preparem-se para tremer!mao

   Era uma vez três porquinhos que viviam com a mãe. Mas, certa noite, enquanto os porquinhos dormiam, entrou um assassino em série dentro da casa e assassinou a mãe dos três porquinhos, degolando-a e estripando-a por completo.

   No dia seguinte, pela manhã, os porquinhos acordaram e dirigiram-se à cozinha, deparando-se com um cenário aterrorizante. A cozinha estava repleta de sangue e a sua mãe encontrava-se sem cabeça, tendo esta sido levada pelo assassino.

   Os três porquinhos decidiram recomeçar as suas vidas, procurando um novo lar para habitar em segurança. Cada um construiu a sua casa, uma casa de ossos, outra de teias de aranha e outra com intestinos de porco.

   Cai a noite na floresta onde os três porquinhos estão, gritos agudos ouvem-se pelo ar juntamente com um barulho estranho. Os porquinhos decidem ver o que é e deparam-se com o lobo, vestido com um manto preto e com uma motosserra na mão. A motosserra começa a trabalhar e o lobo vai até à casa de teias e destrói-a, o porquinho foge até à casa de intestinos de porco. Entretanto, o lobo dirige-se à casa de intestinos de porco e começa a come-la. Então os porcos desatam a correr até à casa feita de ossos e contam tudo ao irmão. O lobo tenta derrubar a casa de ossos, mas esta é demasiado forte, até que vê uma janela aberta e entra. Mas os porquinhos em sua defesa pegam numa catana e mandam na barriga do lobo, fazendo um enorme corte por onde sai a cabeça da mãe, meia desfeita. O lobo completamente aberto corre atrás dos porcos e corta-lhes as cabeças com a motosserra.

Trabalho de Grupo – 9ºB

Beatriz Fernandes

Catarina Pereira

Filipa Coutinho

Pedro Soares

FOXLIFE 03/12/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºA.
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fox_life_nl

Fox life… um ótimo canal da empresa FOX, aberto 24 horas por dia, todos os dias da semana. Este é um canal que passa, sobretudo, séries, concursos de música e dança e filmes.

              A fox life é um canal familiar, tem programas dirigidos a todas as idades desde crianças e adolescentes até aos mais adultos, tais como: séries criminais como ‘CSI’ e ‘Investigação Criminal’ para os mais adultos e séries juvenis como ‘Glee’ e ‘90210’ para os mais jovens. Outro aspeto positivo é o facto de ter poucos intervalos e de curta duração ao contrário da maioria dos canais de televisão. No entanto, existem concursos como o ‘American Idol’ que já repetiram vezes e vezes sem conta no mesmo ano, o que por vezes é monótono.

                Apesar de tudo, é um bom canal, interessante, descontraído, que o telespectador não pode deixar de experimentar.

  Ana Rita Silva, nº4, 9ºA 

 

Uma carta formal – exercício de treino 26/11/2012

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Sever do Vouga, 15 de novembro de 2025

Exmo. Senhor Presidente da Câmara
Municipal de Sever do Vouga,

Sou aluno da turma E do 8º ano, a qual está inserida na realização de eventos culturais, relacionados com a música, designadamente, a participação de concertos neste concelho de Sever do Vouga e concelhos limítrofes.
Com efeito, este ano, faz parte do nosso plano de atividades dar a conhecer aos alunos, pais, entidades e habitantes, o quão enriquecedor é a aprendizagem da música.
Assim, venho, em nome da turma, convidar V. Exa. a assistir aos nossos espetáculos, que se realizarão nos dias 25, 26 e 27 de novembro, nos quais participarão vários instrumentos de sopro, cordas e de percussão.
Também, informo V. Exa. de que eu próprio darei um concerto de piano.
Desde já muito agradecido pelo interesse que este convite lhe possa merecer, solicito a vossa comparência.
Em nome da minha turma, apresento-lhe os melhores cumprimentos,

Atentamente,
Pedro Fernandes, 8.º E

Um fim trágico 26/11/2012

Posted by joaoresende2012 in palavrasdesever.
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Era uma vez um rapaz chamado Anthony que era um jovem inteligente, bonito mas muito convencido. Anthony era arrogante com os seus colegas e gozava com eles todos os dias. Graças às posses da sua família, tinha aquilo que os outros não tinham, vestia roupas caras e tinha todas as semanas novos jogos.
Certo dia, Anthony, que se sentava na sala ao lado de Jack, começou a fazer comentários ofensivos a propósito da mãe do seu colega de carteira:
– A tua mãe é uma gorda balofa que nem se arrasta, é preciso vir um camião para a arrastar!
Jack, furiosíssimo, gritou:
– Seu anormal! Está na hora de alguém te dar uma lição! – Jack mandou-lhe um murro e espetou-lhe um pionese na bochecha até lhe fazer um grande corte. Quando Jack se apercebeu da gravidade do seu ato, tentou fugir mas a professora meteu-se à frente. Jack empurrou-a fazendo-a cair e fugiu.
Seguidamente, Jack foi para um parque onde costumava ir com a sua irmã. Sentou-se e pensou como seria a sua vida a partir daquele momento. Jack chegou a casa, viu no telefone 25 chamadas perdidas e reparou que era o número da escola. Foi até à sala e viu o seu padrasto, que era pai da sua irmã Amy, e a sua mãe bêbedos.
Neste momento, Jack foi ter com ter com a sua mãe que lhe disse:
– Jack, compra o jantar para ti e para ti e para a tua irmã que eu não estou em condições de o fazer.
Jack e a sua irmã foram almoçar a um restaurante de comidas rápidas e ele aproveitou para lhe contar o que o preocupava.
Os dois irmãos dirigiram-se, então, para casa e a noite caiu. Quando Jack chegou a casa, o seu padrasto, Ron, já lá não estava e a sua mãe já estava na cama.
O rapaz não conseguia pregar olho e a meio da noite, quando achou que devia conversar com a sua mãe, levantou-se e foi ao quarto dela. Ao entrar, reparou que a sua mãe estava morta.
Jack, inconsolável, foi chamar a sua irmã que chorava e gritava:
– Jack, como vai ser a nossa vida!?
Entretanto, chegaram os paramédicos que deram um sedativo a Amy e Jack perguntou:
– O que é que nos vão fazer? – o paramédico respondeu:
– Vamos levar-vos para uma instituição.
Passados uns dias, Jack soube que ia para a casa Nataka e que a sua irmã ia ficar com o seu pai Ron, que não era pai de Jack, e que não quis que ele ficasse à sua guarda.
Jack disse para Marie, que era uma antiga residente desta instituição e que agora lá trabalhava:
– A Amy está com o paspalho do Ron, ele nem sabe cuidar de si!
– Olha, Jack, estas são as leis. Temos que as acatar.
Jack pediu para ficar sozinho a pensar no que a sua vida se tinha transformado desde aquele dia em que tinha feito aquele terrível ato. Pensou, pensou e decidiu que a sua vida não fazia sentido. Como Jack adorava música decidiu ligar a aparelhagem, foi tomar banho e na banheira pôs fim à vida cortando os seus pulsos.
Jack morreu a nadar em sangue, sem as pessoas que amava, mas ouvindo música que era uma coisa de que muito gostava.
Rodrigo Costa, 8.º C

CAPUCHINHO A SECAR! Versão aborrecida d’O Capuchinho Vermelho 13/11/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºA.
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Esta não é uma história qualquer! Se vão lê-la, preparem-se para…adormecer!

Recuemos ao passado: um século…dois séculos…três séculos…quatros grandes séculos… Numa certa manhã, uma linda menina acorda na sua grande, branca, bela e confortável cama. Era dia de ir a casa da avó. Quando chegou à cozinha, cheirou-lhe a panquecas e ovos e a menina decidiu perguntar à mãe:

– Bom dia mamã, o que é que é o pequeno-almoço?

A mamã respondeu:

– Panquecas e ovos, linda filha! Lembras-te que dia é hoje? Dia de ir a casa da avó. Preparei um cesto com muitas coisinhas boas para lhe levares: bolachas de chocolate, bolachas de morango, pão com manteiga, pão com fiambre, pão com queijo, pão misto, um ou dois sumitos, leite simples, leite achocolatado, leite de soja e um queijinho da serra. Ahhh, e uns rebuçadinhos de mentol!

A filha entusiasmada disse:

-Vou lavar os dentes e vou embora, mamã! Adeus mamã, até logo!

Ouve-se o barulho da porta a bater. A caminho da casa da avó, o capuchinho encontrou um lobo mau, muito muito mau, é que era mesmo muito muito mau e disse:

-Ai, que susto!

Desculpa se te assustei! Não era minha intenção! O que levas nesse cesto velho com palhas velhas? – Perguntou o Lobo mau.

Umas coisinhas boas para a minha avozinha que está muito doente – disse a Capuchinho Vermelho.

– Pode sair da minha frente Sr. Lobo mau!?

-Mas eu sei um caminho mais perto para ires para casa da tua avozinha: passas pelas casas de banho públicas, pela escola primária e pela secundária, entras de novo na floresta, meio quilómetro de árvores, cortas à esquerda, depois uma reta, depois à direita e chegaste! – informou o Lobo mau. – Tu vais por esse caminho e eu vou pelo mais longo, vamos ver quem chega primeiro!

E a Capuchinho seguiu o seu caminho…

Passada meia hora, uma hora, uma hora e meia, duas horas, duas horas e meia… chegou ao destino.

O lobo tinha chegado e comido a avozinha. Tinha as roupas dela, os óculos dela, a verruga dela, a touca dela e o bigode dela! A Capuchinho entra pela janela, pois a porta principal e a das traseiras encontravam-se trancadas.

Encontra a sua avozinha na cama, a fazer um capuchinho encarnado para a Capuchinho Vermelho. A Capuchinho beijou a avó e entregou-lhe o cesto. De repente uma horrenda criatura carnívora… Era o Lobo mau que tentou comer o Capuchinho uma vez que a avó já se encontrava digerida. Até a capuchinho ser mastigada, ela gritou, gritou, gritou, gritou mais um bocadinho e voltou a gritar.

Um lenhador que ouviu os gritos de desespero da Capuchinho, socorreu-as cortando a barriga do Lobo e tirando-as de lá de dentro.

Como era de esperar, o Lobo mau morreu e… a avozinha e a Capuchinho Vermelho foram comer o lanche! Ahh, e claro, viveram felizes para sempre!

Trabalho de Grupo – 9ºA

Ana Rita Silva – nº4

                                                                              Carina Gigi – nº7

                                                                 Francisco Guerra – nº10

      Gustavo Sá – nº12

VH1: O Paraíso da Música 13/11/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºB.
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VH1 é um canal destinado aos amantes da música, visto só emitir videoclips musicais. Encontra-se na posição 144 do MEO e 154 da ZON e está ativo 24 horas por dia.

É um canal muito interessante e que vai de encontro aos gostos de todas as pessoas, visto passar música rock, pop, eletrónica, músicas mais antigas, músicas do momento, etc. É também um canal dinâmico, porque todos os fins de semana há maratonas de músicas relacionadas com diferentes temas, como por exemplo: 60’s Weekend, que só dá música dos anos 60; Now and Then, mostra duas músicas do mesmo artista, uma mais recente e outra já mais antiga.

Contudo, tem uma pequena grande desvantagem. Só os assinantes da ZON ou da MEO podem ter acesso a esse canal e nem todos os amantes da música são assinantes dessas operadoras ou têm capacidades financeiras para o serem, ficando assim privadas de ver esse excelente canal.

Globalmente falando, é um canal interessante e que merece ser visto por todos os assinantes da ZON ou da MEO.

Diana Pimenta

                                                                              Nº10 9ºB

Billy Elliot – Crítica 13/11/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºB.
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Produzido em 2001 é um filme de Stephen Daldry argumentado por Lee Wall.

Este filme conta a história de Billy, um rapaz, que se começa a interessar pelo ballet. Contudo, vê-se obrigado a desistir do seu sonho, por causa do seu pai que o proíbe. Tempos mais tarde, o pai de Billy apercebe-se de que o filho tem talento e leva-o a uma audição na Royal School Ballet de Londres, onde ele acaba por entrar e se tornar num bailarino de sucesso.

É um filme emocionante, interessante, realista e que nos ensina a lutar pelos nossos sonhos, independentemente de todos os obstáculos que nos aparecerem à frente e de todas as pessoas que nos queiram proibir e “deitar abaixo”. O filme retrata bem a realidade que ainda hoje se vive em algumas famílias; alguns pais proíbem os filhos de seguir os seus sonhos e obrigam-nos muitas vezes a seguir os sonhos que eles (os pais) não conseguiram concretizar. Esse é o caso de Billy, o seu pai não aceita a sua escolha e obriga-o a praticar boxe. Apesar de a história conter um enredo cativante e capaz de prender o espectador a televisão, tem cenas demasiado violentas tais como: quando o pai e o irmão de Billy lutam um com o outro ou até mesmo quando o pai de Billy lhe bate.

Tirando esse aspeto, é um filme bastante interessante e cativante que merece ter muitas visualizações.

Diana Pimenta

                                                                            Nº10 9ºB

Billy Elliot – Crítica 13/11/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºA.
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O filme chama-se “Billy Elliot”, argumentado e realizado poe Lee Hall e Stephen Daldry e foi realizado na Inglaterra em 2001.

O objectivo deste filme é sensibilizar as pessoas a deixarem as crianças seguirem os seus sonhos sem que as obriguem a nada.

As personagens principais deste filme são: Billy Elliot protagonizado pelo ator Jamie Bell, Jockie Elliot por Gary Lewis e Mrs. Wilkisson por Julie Walters.

A história deste filme é a de um rapaz chamado Billy que foi inscrito pelo seu pai nas aulas de boxe, mas não gostava muito das aulas. Um dia, Billy reparou que se realizavam aulas de ballet ao lado do ring de boxe e decidiu experimentar, inscrevendo-se. Seu pai quando soube não gostou nada e proibiu Billy de dançar. Billy, ao ouvir isto do pai, decidiu treinar às escondidas do mesmo. Mas por azar o pai descobriu, Billy não se rebaixou e mostrou ao pai que era bom na dança e que não ia desistir do seu sonho. Por fim, o pai cedeu e deixou o filho seguir o que queria.

O filme é muito interessante e gostava que toda a gente o visse, pois dá uma grande lição de vida.

Trabalho realizado por:

       Andreia Morgada Nº 5 9ºA

A lenda do galo de Barcelos 12/11/2012

Posted by prof_helena in 9ºC, Ano letivo 2012/2013.
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“Há muitos anos, passando em Portugal, uma família de peregrinos foi hospedar-se numa estalagem dessa mesma cidade, levando consigo um saco cheio de farnel.

Mas como o estalajadeiro era muito ganancioso chamou a polícia dizendo que a família de peregrinos o tinha roubado. Quando chegou a polícia disseram ao chefe da família de peregrinos que ele estava condenado á morte. O chefe dos peregrinos disse:

– É tão verdade eu estar inocente como este galo cantar!

E o mais engraçado de tudo é que, ao chefe da família dizer isso, o galo cantou mesmo.

E agora além da tradição oral, existe também a canção, a estátua do nosso senhor do galo e o galo feito de barro colorido. Esta estátua do nosso senhor do galo situa-se à saída de Barcelinhos.”

 

Recolha feita por Elsa Morgado, 9.ºC

Aprender e Pensar 31/10/2012

Posted by prof_helena in 8.ºE, Ano letivo 2012/2013.
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Aprender e Pensar para mim são dois vocábulos que utilizamos nos nossos estudos e que designam acções que permitem levar-nos a saber adquirir novos conhecimentos, a relacioná-los e a refletir.

 Assim, para mim, aprender relaciona-se com os conteúdos das disciplinas que pertencem ao meu ano escolar e que vão enriquecer os meus saberes, aumentando as minhas informações sobre os temas das matérias que me são ensinadas. Aprender, relaciona-se diretamente com a minha escola, que é um local de aprendizagem, onde eu adquiro novos conhecimentos com os meus professores e com os meus colegas, em vários temas, disciplinas, atividades ou, mesmo, na biblioteca.

 Com efeito, este ano vou aprender novos problemas de Matemática e de Física, irei ler novos livros em Português e adquirir novos vocábulos nas línguas estrangeiras.

 Após as aprendizagens, devo pensar sobre elas para saber relacionar o que aprendi, analisar e concluir sobre as minhas dificuldades e levar o meu pensamento a verificar o que já aprendi e o que me falta aprender. É com o pensamento, ou seja, pensar sobre as coisas, que eu desenvolvo o meu sentido crítico, concluindo sobre o que sei ou o que não sei.

 Logo, surgindo um problema em Matemática ou Física, consigo resolvê -los através de uma reflexão e do raciocínio sobre as aprendizagens adquiridas.

 Concluindo, aprender e pensar são duas atividades que proporcionam o nosso desenvolvimento intelectual, nos trabalhos que realizamos e que provocam em nós o contentamento e a alegria da nossa realização pessoal, escolar e social.

 Pedro Fernandes, 8.º E, setembro de 2012

(aluno do professor João Resende)

Billy Elliot – Crítica 31/10/2012

Posted by prof_mjoao in 9ºB.
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Billy Elliot, é um filme do tipo dramático cujo realizador é Stephen Daldry. Este filme foi produzido no ano de 2001 nos Estado Unidos.

            Este filme retrata a história de um rapaz, Billy, que pratica boxe, mas interessa-se por ballet, e começa a ter aulas, porém sente-se um pouco inseguro, pois esta dança é só praticada por raparigas.

            Este é um filme interessante, pois leva-nos a pensar um pouco sobre a separação entre rapazes e raparigas que existe na nossa sociedade, faz-nos também pensar na pobreza que se vive naquele filme e também um pouco por todo o mundo. É um filme muito realista, pois retrata a realidade vivida naquela época, através do vestuário dos atores e dos vários cenários que aparecem no decorrer do filme. No entanto, é um pouco violento, como por exemplo quando Billy dá um murro a um aluno da escola de ballet, ou quando as pessoas que participam na greve atiram ovos aos chamados “fura-greve”.

            No geral é um filme que apresenta características positivas e que nos leva a refletir sobre os problemas que nos rodeiam e sobre todas as separações que existem entre rapazes e raparigas.

 

Beatriz Fernandes Nº3 9ºB

“Billy Elliot”, de Stephen Daldry 30/10/2012

Posted by prof_helena in Ano letivo 2012/2013.
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O filme “Billy Elliot” é um filme de pouco romance em que um miúdo de 11 anos quer ser bailarino.

A história conta que um miúdo chamado Billy é obrigado pelo pai treinar boxe, mas fica fascinado pelo ballet. Na minha opinião este filme fala sobre pelo o seu progenitor que não acredita que o seu filho goste de dançar ballet.

Este filme é interessante porque ensina que não devemos julgar aos outros.

 

Priscillia Ramos, 9.ºD

 

Lenda da Moura da Cerqueira 30/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºC, 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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“No tempo em que os mouros dominavam esta região, uma moura muito grande e muito arrogante, quando dava os seus passeios levava o filho ao colo e uma roca para fiar o linho. Certo dia sentou-se na borda do caminho, para amamentar o filho e apareceram-lhe inimigos em grande número. Ela para se salvar transformou-se numa pedra moura. Ainda agora, os habitantes do Coval e da Cerqueira, em certas noites de Lua Cheia, ouvem os gemidos da moura.”

http://www.cm-sever.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=102&Itemid=79

Recolhida por

Dylan Ramos, Carlos Rodrigues, Gabriel Silva, Bruna Pereira e João André, 9.ºD

Beatriz Ribeiro, 9.ºC

Lenda do Preto da Casa da Fonte 30/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Conta a lenda que há muitos anos viveu na Casa da Fonte, no Couto de Baixo, um preto que era empregado. A única coisa que o assustava era o vento. Quando estava vento, o patrão podia mandá-lo trabalhar que ele não ia. No quintal havia uma figueira que era baixa, e por essa razão apareciam os figos comidos. A dada altura, o patrão mandou o preto guardar a figueira de noite. Nessa noite, ele viu que quem comia os figos era um lobo. Mais tarde, apareceu em casa com o lobo preso pela língua.

Tempos mais tarde, as pessoas da Casa da Fonte foram trabalhar para uns terrenos perto do poço do Pego Negro, que fica junto ao rio Lordelo. Enquanto trabalhavam, caiu uma alavanca ao poço e ninguém a quis ir buscar pois o poço era fundo e tinha má fama. O preto disse que a ia buscar. Feito isto, prendeu uma corda à cinta e desceu, dizendo aos outros trabalhadores para ficarem a segurar na ponta da corda e que quando encontrasse a alavanca dava um esticão na corda para eles o puxarem para cima. Quando ele deu o esticão as pessoas não estavam prevenidas e deixaram a corda ir ao fundo. Entretanto chegou a noite e os trabalhadores foram para casa deixando lá o pobre coitado no fundo do poço. Com a noite veio o luar e o preto ao ver a luz da lua reflectida no fundo do poço conseguiu subir. De manhã, os trabalhadores regressaram ao poço com o objectivo de verem o preto, mas para grande surpresa, ele já vinha a chegar ao lugar com uma grade de ouro às costas e a alavanca na mão. Ao vê-lo, perguntaram-lhe o que era aquilo e ele apenas respondeu: «Esta já cá está com Deus» – e ao pronunciar estas palavras, o preto e a grade de ouro recuaram novamente para o fundo do poço.

Segundo a lenda, a grade de ouro ainda faz no fundo do poço, grade essa que foi lançada pelos Mouros (que não eram Cristãos). Por esta razão é que o preto e a grade de ouro foram novamente para o fundo do poço quando este pronunciou a palavra «Deus».

http://www.severdovouga.eu/turismo/severdovouga-lendas/89-lendas-couto-de-esteves.html

Recolhida por Priscillia Ramos e Cláudia Martins, 9.ºD

Lenda da Cabreia (Sever do Vouga) 30/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Há uma lenda que diz terem os mouros deixado cair uma grade de ouro no poço mais fundo da Cabreia, em Silva Escura. Segundo a lenda, é possivel recuperá-la com dois bois pretos e o livro de S. Cipriano, com uma reza que tem no dito livro.

Foram os mouros que deram início à lenda, quando habitaram no ponto mais alto ao lado da Cabreia, no Castro.

Dizem ainda que há muitos anos um homem tentou tirar a grade com uma junta de bois, conforme os bois iam puxando, o homem ia praguejando e quando a grade já cá estava fora, o homem disse: “Graças a Deus, já cá estás fora’’, e a grade arrastou com ela os bois para o fundo do poço.

Recolhida por Rúben Almeida, 9.ºD

 

Lenda das Pedras Mouras (Sever do Vouga) 29/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºD.
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” Já contavam os antigos, que na Senhorinha havia umas pedras mouras. Um dia, um rapazinho, subiu a um pinheiro, para apanhar pinhas e, ao olhar para longe viu um homem com uma mulher às cavalitas. Ele pousou-a em cima de uma pedra e disse:

– Fica-te para aí, moura, até que beldroegas nasçam, cresçam e deem semente.

A moura desapareceu, transformando-se numa pedra, depois o rapaz tentou saber o que eram beldroegas. Deitou-lhe terra em cima da pedra e semeou as sementes. Tratou delas, regou-as, até que as beldroegas deram frutos. Quando estavam criadas, apareceu a moura e o rapaz…casou com ela!”

Fonte:  http://www.cm-sever.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=102&Itemid=79

Pesquisa feita por: Bruna Rodrigues Pereira, João André e Gabriel Silva, 9ºD

“Billy Elliot”, uma película única 16/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºC, Ano letivo 2012/2013.
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            ‘’Billy Elliot’’ é o mais recente filme do premiado realizador Stephen Daldry, contando com o argumento de Lee Hall. Este é um drama de 2000, que nos presenteia com grandes nomes, como Jamie Bell no papel do brilhante e humilde rapaz provinciano que luta pelo seu sonho de ser bailarino, contudo vive também com a reprovação do pai, interpretado por Gary Lewis, que acredita que o ballet é uma dança apenas para meninas.

                Esta película não podia ser mais bela, pois relata um problema muito atual na sociedade, o preconceito. Apesar disso, Billy consegue ultrapassá-lo, tornando-se num excelente dançarino. Gostei particularmente do momento da aceitação do pai para com o filho, pois foi muito comovente; apreciei também o desinteresse de Billy pela opinião dos outros, demonstrando uma enorme força interior. Não encontro partes menos boas neste filme.

               Recomendo vivamente, pois é uma história de tal modo envolvente, que o vai deixar preso ao seu televisor. É sem dúvida uma película essencial e única!

Carolina Rodrigues, 9.º C

“Billy Elliot”, uma película entusiasmante 16/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºC, Ano letivo 2012/2013.
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           O famoso filme de Stephen Daldry, “Billy Elliot”, produzido em 2000 na Inglaterra, fez êxito contando a história do conhecido bailarino Billy Elliot.

            Nesta biografia, Billy (Jamie Bell), descobre, através das aulas de ballet de Mrs. Wilkinson (Julie Walters), que esta dança é a sua paixão e vocação. Inicialmente contrariado pelo pai (Gary Lewis) e lutando contra todos os estereótipos, desde os da homossexualidade aos do ballet “ser para meninas”, Billy alcançou sucesso.

            Esta obra é um excelente exemplo de como se deve lutar pelo que se deseja, e também de como não devemos ligar a preconceitos e a críticas não construtivas. Recorre, por vezes, a calão, o que pode ser interpretado como um defeito, mas tanto esse como outros aspetos completam uma perfeita caraterização da situação em que o biografado vivia.

            Um filme autêntico, adequado para ver em família ou mesmo sozinho, “Billy Elliot” é uma película entusiasmante, com um excelente elenco e uma grande história.

Margarida Marques – nº18 – 9ºC

“Billy Elliot”: vive os teus sonhos 16/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºC, Ano letivo 2012/2013.
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Esta obra, baseada numa história verídica, conta todo o percurso deste jovem rapaz, desde as aulas de ballet secretas de Mrs. Wilkinson à grande academia de dança, e também todos os obstáculos e preconceitos que teve de superar.

Billy Elliot, interpretado por Jamie Bell, debate-se com um conflito interno, o seu amor pela dança e o preconceito do seu pai, protagonizado por Gary Lewis.

A história passada numa pequena localidade de Inglaterra tem vários elementos relacionados com a sociedade que nos fazem refletir.

O desempenho do ator principal ajuda a viciar o telespectador à trama, fazendo-nos sentir toda a dor, raiva e felicidade que aquele  sente.

O único aspeto menos favorável será, provavelmente, o uso de calão pelos pai e irmão de Billy ao discutirem com este, o que poderá surpreender os mais jovens.

É uma película sonhadora, mas ao mesmo tempo real. Não só nos faz fazer uma retrospetiva como nos ensina a viver os nossos sonhos à margem das opiniões alheias.

 Mª Leonor Tavares de Carvalho, nº19           9ºC

Billy Elliot – o poder de acreditar 12/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Billy Elliot é um filme que nos mostra o verdadeiro poder de acreditar. Billy é um pequeno menino de Inglaterra que, aos onze anos, descobre algo que o faz sentir extraordinariamente bem, o ballet.

Este filme de Stephen Daldry apresenta um elenco jovem e talentoso, sendo Jamie Bell a estrela principal. Este rapaz, passa por uma série de acontecimentos que vão acabar por mudar a sua vida drasticamente.

Com uma brilhante história, considero este filme um bom exemplo para todos aqueles que têm sonhos por realizar, tal como fez Billy ao seguir a sua paixão pelo ballet, mesmo sendo mal visto em certas situações pelo pai e irmão.

Um filme com uma história comovente, que aborda e retrata muito bem as dúvidas dum rapaz na adolescência. Certamente uma longa-metragem que vai ficar na história.

Gabriel Silva; nº13; 9ºD

A opinião da Bruna sobre “Billy Elliot”, o filme. 12/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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Billy Elliot, simplesmente maravilhoso! Escrito por Lee Hall e dirigido por Stephen Daldry, é um filme que tem como assunto/tema principal os estereótipos (preconceitos).

Fala sobre um rapaz, Billy, de 11 anos, que vive numa cidade em Inglaterra, onde o principal meio de sustento são as minas de carvão. Obrigado pelo seu pai a treinar boxe, Billy “apaixona-se” pelo ballet, com o qual tem contacto através das aulas de dança, que são realizadas na mesma academia onde pratica boxe. Ao início o seu pai não entende o seu gosto pela dança, mas depois Billy segue o seu sonho com apoio da família.

Na minha opinião, este filme é bastante engraçado, principalmente nas conversas de Billy com Debbie, uma rapariga da sua idade. Tem apenas alguns aspetos que não gostei, por exemplo os palavrões, que são frequentes ao longo do filme.

Recomendo vivamente a todas as pessoas, de qualquer idade, para uma sessão de cinema com a família e muitas gargalhadas.

Bruna Rodrigues Pereira, Nº6, 9ºD

Billy Elliot – uma crítica 09/10/2012

Posted by prof_helena in 9ºD, Ano letivo 2012/2013.
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O filme fala-nos de um jovem de onze anos que treina boxe, mas quer treinar ballet, mas o seu pai não deixa e acaba por fazê-lo às escondidas. Ele pratica e um dia, na noite de Natal, ele é descoberto pelo pai e faz-lhe uma demonstração daquilo que tem feito às escondidas.

O pai fica maravilhado com o que vê e faz tudo para que o filho entre na escola de ballet que ele tanto quer, até chega a vender as joias da sua mulher que para ele são bastante importantes.

Ele entra para a escola e quando ele é mais velho o pai vai vê-lo.

O aspeto mais comovente e positivo do filme é quando o pai de Billy Eliot o deixa tentar entrar na escola de ballet porque Billy, quando faz a demonstração para os júris, está muito nervoso, pois o pai dele esforçou-se muito para ele poder estar lá.

Gostei bastante do filme pois ele ensinou-me que não podemos deixar de acreditar naquilo que sabemos fazer, mesmo quando temos várias pessoas a apontar para nós.

Eduardo, 9-ºD

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