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Mãe 29/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Com pernas maiores,

Gostos mudados,

Cabelo mais loiro

E olhos esverdeados.

 

Escolho a minha roupa,

Com o meu próprio estilo

Saco o meu Mp4,

Vai ser um dia tranquilo!

 

Braços mais fortes,

Mentalidade trocada,

Corpo crescido

E cara amuada.

 

Discuto contigo,

Fecho-me para mim

Não faço o que mandas,

Estou farta que me trates assim!

 

A teimosia faz parte,

O orgulho também.

Sempre no meu coração

Amo-te muito, mãe!

 

Tânia Rodrigues, 8.ºC

(inspirada pelo “Poema à Mãe”, de Eugénio de Andrade)

Sinto todos os dias 29/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Sinto todos os dias

De noitinha,

Num suave toque,

Que me aconchegam,

Calmamente.

Um sentimento de pureza

Pacífico e familiar

Que me deixa os olhos

Pesados

Caírem num sonho

Ou pesadelo,

Mas que me acordam sempre

Da mesma maneira.

x

Leonor Carvalho, 8.ºC

(inspirada no poema “Lição”, de Miguel Torga)

Homenagem ao 8.ºD, pela Natália 17/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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Num lindo dia de sol 
lá estão vocês sempre unidos 
com muito amor para dar.
X
Tristeza e  derrota
vocês nunca vão encontrar.
No meu coração, ah!
lá sempre vão estar.
x
Tenho vontade de cantar 
uma linda melodia para explicar
que o 8º D eu sempre vou amar.

x

Natália Rodrigues, do… 8.ºD!

Mano 17/06/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Mano, também te calha um

Espero que gostes,

Se não para a próxima

Não tens nenhum.

 

Gosto da tua personalidade,

Da tua comida picante,

Gosto da tua pacificidade,

E da tua barba atrofiante!

 

Desculpa pelas coisas desarrumadas

E pelos sapatos esquecidos,

Desculpa pelas palavras chateadas

E pelos sorrisos esmorecidos!

 

Serás sempre o meu maninho,

Com as tuas boas sugestões,

Nunca te vou deixar sozinho,

Eternamente dois corações.

 

Tânia Rodrigues, 8.ºC

Mãe 17/06/2012

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d
Mãe, desculpa-me por não ser 

mais aquela criança inocente.
Já não tenho medo do escuro,
já não brinco com as bonecas .
 s
Desculpa, mãe, por ter crescido,
desculpa-me por já ser forte para me defender,
desculpa-me por às vezes não te entender.
Mas eu ainda sou a menininha do teu coração
que irá sofrer se um dia te perder. 
d
NATÁLIA RODRIGUES
inspirada pelo “Poema à Mãe”, de Eugénio de Andrade

Estou feliz por a primavera chegar 08/06/2012

Posted by prof_mjoao in 8ºB.
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Estou feliz por a Primavera chegar,

Estou feliz com os pássaros a cantar,

Estou feliz porque estou a saltar,

E eu não consigo parar de brincar.

 

Com os amigos sinto-me melhor,

Com os amigos sinto-me maior,

Com os amigos nada é pior.

E com eles há sempre amor.

 

Eu gosto de ser feliz,

Jogar à bola com o Luís,

Beber água no chafariz,

Saltar e rir como um petiz.

 

E ao fim da tarde,

Voltar para casa,

Bem abraçados,

A ver o pôr-do-sol.

 

Pedro Soares, nº20 – 8ªB

No mar… 08/06/2012

Posted by prof_mjoao in 8ºB.
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No mar tudo é diferente

Tudo vai e vem com a corrente

Nesse vai e vem também se vão

Todos os problemas que nos assombram o coração

O mar é um mundo sem fim

O mundo que é de todos e não é de ninguém

Com ele eu aprendi

Que muita gente nos pode tocar

Mas que apenas nós é que nos podemos mudar.

Hão de reparar que ele está sempre a subir e a descer

Com esse movimento podemos aprender

Que a vida é feita de altos e baixos que temos de vencer!

 

Diana Pimenta, nº13 – 8ºB

“Poema à Mãe”, de Eugénio de Andrade 06/06/2012

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 No mais fundo de ti,

 eu sei que traí, mãe

 

Tudo porque já não sou

 o retrato adormecido

 no fundo dos teus olhos.

 

Tudo porque tu ignoras

 que há leitos onde o frio não se demora

 e noites rumorosas de águas matinais.

 

Por isso, às vezes, as palavras que te digo

 são duras, mãe,

 e o nosso amor é infeliz.

 

 Tudo porque perdi as rosas brancas

 que apertava junto ao coração

 no retrato da moldura.

 

Se soubesses como ainda amo as rosas,

talvez não enchesses as horas de pesadelos.

 

Mas tu esqueceste muita coisa;

 esqueceste que as minhas pernas cresceram,

 que todo o meu corpo cresceu,

 e até o meu coração

 ficou enorme, mãe!

 

 Olha — queres ouvir-me? —

 às vezes ainda sou o menino

 que adormeceu nos teus olhos;

 

ainda aperto contra o coração

 rosas tão brancas

 como as que tens na moldura;

 

ainda oiço a tua voz:

Era uma vez uma princesa

No meio de um laranjal…

 

Mas – tu sabes – a noite é enorme,

 e todo o meu corpo cresceu.

 Eu saí da moldura,

 dei às aves os meus olhos a beber.

 

Não me esqueci de nada, mãe.

Guardo a tua voz dentro de mim.

 E deixo-te as rosas.

 

Boa-noite. Eu vou com as aves.

 

in Os Amantes sem Dinheiro

Este é o poema mais lindo do mundo,

na opinião da Natália Rodrigues, do 8.ºD

O sonho perfeito 06/06/2012

Posted by prof_helena in palavrasdesever.
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Foi  um sonho que eu tive.
Sonhei com um mundo perfeito.
Onde brincávamos sem medo,
Onde não havia sofrimento 
 
Nem morte nem guerra
Um sonho perfeito,
Onde éramos bem feitos.
 
Mas esse sonho é tão bem feito
Que até me faz mal.

Entretanto, acordei e só a realidade encontrei.

Natália Rodrigues, 8.ºD

Ó sol!… 05/06/2012

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Ó sol, porque queimas as violetas?
Ó sol, porque brilhas tanto?
Ó sol, ó sol, porque é que o teu calor é tão intenso?
 
Porque as violetas não podem ser mais belas do que eu.
Porque quero iluminar o mundo todo com a minha luz.
Porque quando estás triste, as nuvens também choram.
Porque quero aquecer todas as almas. 
 

Natália Rodrigues, Ana Tavares, Dina Clara e a Márcia Cambra, todas do 8.ºD

 

Tu és… 05/06/2012

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Tu és a flor do meu jardim
Que brilha no meu coração,
És a luz da minha vida,
És a minha razão.
p
Natália Rodrigues, 8.ºD

“Esperança”, de Miguel Torga 05/06/2012

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Tantas formas revestes, e nenhuma
Me satisfaz!
Vens às vezes no amor, e quase te acredito.
Mas todo o amor é um grito
Desesperado
Que apenas ouve o eco…
Peco
Por absurdo humano:
Quero não sei que cálice profano
Cheio de um vinho herético e sagrado.    

  inPenas do Purgatório’

(Poema escolhido por Bruna Pereira, 8.ºD)

“Viagem”, de Miguel Torga 05/06/2012

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É o vento que me leva.
O vento lusitano.
É este sopro humano
Universal
Que enfuna a inquietação de Portugal.
É esta fúria de loucura mansa
Que tudo alcança
Sem alcançar.
Que vai de céu em céu,
De mar em mar,
Até nunca chegar.
E esta tentação de me encontrar
Mais rico de amargura
Nas pausas da ventura
De me procurar…

in ‘Diário XII’

(Poema escolhido pela Bruna Pereira, do 8.ºD)

Há palavras que nos mordem 31/05/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Há palavras que nos mordem

Como se tivessem dentes

Palavras de ódio, rancor,

De imenso ódio, de rancor maléfico.

p

Palavras dolorosas que magoam

Quando a noite se torna escura,

Palavras que tentam trepar

Pelos muros da nossa confiança.

p

De repente sombrias

Entre palavras falsas,

Inesperadas ou não

Como ilusões de amizade.

p

Palavras que nos transformam,

Que nos tornam mais fortes,

Vãs tentativas,

Tentativas falhadas de nos derrotar!

p

Leonor Carvalho, 8.ºC

(inspirada pelo poema de Alexandre O’Neill “Há palavras que nos beijam”)

Foi um sonho que eu tive 30/05/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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Foi um sonho que eu tive

Eram pássaros a voar

Soltos no ar

Num céu tão livre.

 

Voar até ao sol amarelo

É ter ilusão de um mundo livre.

Alcançar tudo o que é belo:

É assim que um pássaro vive.

 

Quem dera que assim fosse,

Que houvesse sempre liberdade,

Que os pássaros tivessem uma vida doce,

Sempre, sempre com muita felicidade.

 

Bruna Rodrigues Pereira Nº6 8ºD

(Inspirado no poema de Miguel Torga, “Brinquedo”)

No jogo… 30/05/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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No jogo o entusiasmo paira no ar
No jogo todos tentam ganhar
No jogo golos vão marcar
E o guarda-redes irá falhar!
k
No intervalo todos tentam respirar
No intervalo esperam poder acalmar
No intervalo querem recuperar
E com água se irão embebedar!
k

Leonor Carvalho, 8.ºC

(inspirada na canção dos Fúria do Açúcar “Eu gosto é do verão”)

Uma amiga para sempre 29/05/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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Vejo-a todos os dias

De manhãzinha

Uma bonita adolescente

Sorrindo alegremente

Inteligente

Uma amiga para sempre,

Nos bons e bons maus momentos,

Que me deixa no coração

Sempre e sempre o seu apoio.

 

Bruna Rodrigues Pereira, nº6, 8ºD

(Inspirada no poema de Miguel Torga, “Lição”.)

 

Em plena Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho… 29/05/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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… afinal, Clio demorou mais meia hora a acordar do que nos contou Mário de Carvalho. Aqui fica o que se passou, na versão da Leonor Carvalho, do 8.ºC.

Cena 1

         ( Na Avenida Gago Coutinho, estão Ibn-el-Muftar e o Capitão Aurélio Soares, cada um com a sua respetiva tropa. É meio-dia, logo a luz está muito forte e vê-se no meio do palco uma estátua.)

         Capitão- Venho em paz! Apenas quero saber de onde vêm?

         Ibn-el-Muftar- Paz? Viemos tomar Lixbuna!

         C.- Lixbuna? Quer dizer Lisboa… Peço perdão, mas sendo assim terei que lhe pedir para me acompanhar!

         I.M.- (confuso) Acompanhá-lo? Onde? Irá levar-me ao rei?

         C.- (sarcástico) Sim, ou algo parecido…

        Com a ajuda da tropa de elite, Ibn-el-Muftar e os seus seguidores chegam à esquadra e o Capitão condu-los às celas.

       C.- Entrem e esperem aqui! (o telefone toca) Um momento…

       I.M.- (para a sua tropa) Isto parece-me uma cilada, temos que organizar um plano para escapar!

       C.- Ora, já está!

       I.M.- Creio que um soldado meu foi atingido por um alfange e necessita de ajuda!

       C.- Onde está ele? (Tentando ver por entre as cabeças.)

       I.M.- Lá no canto… Ele necessita de auxílio.

       C.- (abre a cela, passa por todos e chega ao canto) Mas… Ei! Não está aqui ninguém ferido!

       I.M.- (fecha a cela) Pensava que enganava o grande Ibn-el-Muftar?

       Ibn-el-Muftar liberta o resto da sua tropa e sai de cena.

 

Cena 2

        C.- (aparte) Grande? Mas ele deve ter menos de um metro e meio… (Volta a olhar para o local onde Ibn-el-Muftar estava) Mas onde foram parar assim num ápice? Ainda agora aqui estavam… (O Capitão adormece subitamente e quando acorda já tinha obnubilado tudo o que se passara, graças à intervenção de Clio). 

Página de um diário 24/05/2012

Posted by prof_mjoao in 8ºB.
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22 de agosto de 2011

Querido diário…

Desde sempre sonhei em ter um cão que fosse meu, um cão com quem eu pudesse brincar, viver grandes aventuras e descobrir novos mundos. A verdade é que já tinha perdido a esperança de concretizar este sonho, tanto eu como os meus pais já tínhamos falado com várias pessoas, mas ninguém tinha cãezinhos bebés. Até que hoje, uma vizinha minha veio falar comigo e pediu-me para eu ficar com a cadelinha dela. A casa dela é mesmo ao pé da estrada e ela tinha muito medo que a cadelinha fosse atropelada, assim, como sabia que eu gostava muito de animais e que em minha casa tenho muito espaço para ela poder brincar tranquila, ofereceu-ma.

Mal ela chegou a casa a agitação e o rebuliço começou, corria por todo lado, com os olhos bem abertos, afinal via a sua casa pela primeira vez. Ela é supercuriosa, nada lhe passa despercebido! Tenho a certeza de que nos vamos dar muito bem!

Por hoje é tudo! Beijinhos

Beatriz.

P.S. Com toda esta agitação esqueci-me de referir o mais importante! O nome dela é Luna, isto porque o pelo dela é dourado e brilhante como a lua!

 

Elaborado por: Beatriz Fernandes Nº5 8ºB

Há palavras que nos ferem 24/05/2012

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Há palavras que nos ferem

Como se fossem punhais

Vindas de certo alguém

Ainda ferem muito mais

 

Há palavras que nos ferem

E nos magoam a alma

Seria melhor nos darem

Um carinho cheio de calma

 

(inspirado no poema “Há palavras que nos beijam”)

Beatriz Bastos, nº6 – 8ºB

Há palavras que nos ferem 24/05/2012

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Há palavras que nos ferem

Há palavras que nos fazem chorar

Há palavras que destroem

Todos os nossos sonhos de amar

 

(inspirado no poema “Há palavras que nos beijam”)

Ana Rita Santos, nº3 – 8ºA

Há palavras que nos ferem 24/05/2012

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Há palavras que nos ferem

Como as garras de animais

Sem medo de aleijar

E de matar cada vez mais

 

Um amor infinito magoado

Para além do coração

Fragilizado de tanto sofrer

Perante tal interminável paixão.

 

Ferem até ao profundo ser

De um alguém,

Perturbado pela impiedade

De um ninguém.

 

Palavras contínuas…

Cheias de maldade

Para destruir

O amor de uma eternidade.

(inspirado no poema “Há palavras que nos beijam”)

Ana Cláudia  Martins, nº2 – 8ºA

Há palavras que nos mordem! 22/05/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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Há palavras que nos mordem

Como se tivessem grandes dentes

Palavras de raiva, de mágoa,

Essas são palavras dementes.

 

Bruna Rodrigues Pereira, 8.ºD (inspirada no poema de Alexandre O’Neill “Há palavras que nos bneijam”)

Eu gosto é do desporto! 22/05/2012

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No desporto a alegria anda no ar.

No desporto as derrotas andam no ar.

No desporto as vitórias andam no ar.

E eu não consigo parar de jogar.

 

No desporto os dias ficam melhores.

No desporto as roupas ficam molhadas.

No desporto o calor derrota-nos,

Mas mesmo assim não vou deixar de o praticar.

m

Eu gosto é do desporto.

Pratico-o todos os dias,

Quer chova, quer faça sol.

Abrilhanta os meus dias,

Quer chova, quer faça sol.

m

Na praia ou na montanha.

Com a prancha na mão ou a correr,

Dá-me energia e faz-me crescer.

Vai ficar comigo até eu morrer.

 

Bruna Rodrigues Pereira, n.º6,  8.ºD (inspirada pela música “Eu gosto é do verão”, dos Fúria do Açúcar)

O dia mais feliz da Margarida 22/05/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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11 de Fevereiro de 2012

Querido Diário,

Na minha vida inteira, hoje foi certamente o dia mais feliz da minha vida! Não só por se ter marcado o primeiro concerto da minha banda, mas também porque soube que valia a pena viver, independentemente de tudo o resto.

Passei a manhã nervosa, empolgada. Não sabia o que vestir, o que fazer, nem sequer o que pensar. Bom, para dizer a verdade, nunca havia imaginado que fosse tão empolgante ter uma banda. A tarde foi passada em casa duma amiga, elemento da banda, ensaiando. Foi um ensaio fingido, pois nenhuma de nós se conseguia concentrar!

Quando partimos para Telhadela, onde nos íamos estrear, já nos esperavaa banda que nós encarámos como concorrência, mas que afinal de contas nos deu esta oportunidade de estreia. Jantámos lá. Um jantar improvisado. Ao ver que a plateia era reduzida, o meu nervosismo passou. E o dos outros também. Agora, eu tinha era que desfrutar. E acho que cumpri o objetivo. A adrenalina do palco, a emoção vibrante de conter um grande riso. Tudo isso fez daquele momento especial! Hoje, não toquei apenas a música, senti-a também!

Margarida Marques, 8.º C

Um dia feliz – página de um diário 22/05/2012

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quinta-feira, 28/07/2011

Querida Potas,

 

Nem adivinhas o que eu tenho para te contar, foi brutal, tanto desejei que acabou por se realizar. Nem imaginas, fui de barco à Ilha das Berlengas e tudo aquilo que eu imaginava foi superado, a imensidão de mar e aquela sensação de liberdade foi extasiante. Na viagem para a ilha fui de pé, o rebentar das ondas fazia saltar a água que parecia aquela “chuva molha tolos” a saltar-me para a cara, era magnífico.

Ao atracar na ilha fiquei deslumbrada com a beleza do local e com a cristalina água. Estava tudo perfeito e como se já não bastasse fui conhecer a ilha, primeiro a pé e de seguida numa pequena lancha com o fundo em vidro. Não vais acreditar viam-se os cardumes de peixes, as rochas e os corais, é como se não existisse água, pois ela era tao límpida que deixava transparecer tudo nela existente.

Durante o passeio, o guia e condutor do barco, à medida que passávamos em determinados locais e grutas ia-nos explicando e contando curiosidades sobre a ilha. Uma das curiosidades que me chamou à atenção foi a do Airinho, uma espécie de pinguim raro só existente na ilha.

No fim de andar de lancha e como não poderia deixar de ser fui mergulhar, mas Potas a água é tão gélida que até arrepiava, não conseguia lá estar mais de cinco minutos e tu sabes que eu adoro água.

No regresso, o mar estava agitado parecia que estava a andar numa grande montanha russa, foi “bué fixe”, foi a adrenalina total.

Mal cheguei a casa vim a correr para te contar tudo. Espero repetir a experiência, mas desta vez quero acampar lá.

Como não tenho mais nada para te contar, amanhã falamos.

                                                                             Beijinhos!!!

Diana Pimenta, nº13 – 8ªB

Apaixonado 22/05/2012

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Eu vivo entusiasmado com aquela paixão. As quinze horas que passo acordado, só penso nela. Elogio-a e utilizo-a sempre que posso. Ofereço-lhe presentes para a tornar mais bonita e mais musical.

Os meus pais comentam que é uma obsessão e até ficam com ciúmes de tanta dedicação.

Às vezes durante a noite, acordo e sinto vontade de a abraçar, mas controlo-me para não incomodar.

Eu simplesmente sinto-me apaixonado pela minha viola, que me deixa bastante realizado quando toco alguma música de que gosto.   

 

Francisco Guerra nº11 – 8ºA

Nós os dois a passear ao luar 22/05/2012

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Nós os dois a passear ao luar
É difícil, não dá para acreditar
A magia do amor faz sonhar
Não consigo parar de te amar

Eu gosto de passear
E não consigo parar de pensar
A minha boca e a tua coladas
As nossas mãos sempre entrelaçadas
E ao fim do dia, como seria
A nossa noite a sós
As roupas no chão e acaba aqui a canção

Inspirado na canção “Eu gosto é do verão”

Poema elaborado por: Andreia Morgado, nº5; Carina Silva, nº6- 8ºA

“A dor”, Augusto dos Anjos 06/04/2012

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Chama-se a dor, e, enquanto passa, enluta

E todo o mundo que por ela passa

Há de beber a taça da cicuta

E há de beber até ao fim da taça

 

Há de beber, enxuta o olhar, enxuta

A face, o travo há de sentir, e a ameaça

Amarga dessa desgraça fruta

Que é a fruta amargosa da Desgraça!

 

E quando o mundo todo paralisa

E quando a multidão toda agoniza,

Ela, inda altiva, ela, inda o olhar sereno.

 

De agonizante multidão rodeada,

Derrama em cada boca envenenada

Mais uma gota do fatal veneno!

 

AUGUSTO DOS ANJOS

Seleção de Luís Laranjeira, 8.ºD

“Amo como o amor ama” – Fernando Pessoa 06/04/2012

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 MARIA:

Amo como o amor ama.

Não sei razão pra amar-te mais que amar-te.

Que queres que te diga mais que te amo,

Se o que quero dizer-te é que te amo?

Não procures no meu coração…

Quando te falo, dói-me que respondas

Ao que te digo e não ao meu amor. (…)

Ah, não perguntes nada, antes me fala

De tal maneira, que, se eu fora surda,

Te ouvisse toda com o coração.

Se te vejo não sei quem sou; eu amo.

Se me faltas, (…)

Mas tu fazes, amor, por me faltares

Mesmo estando comigo, pois perguntas

Quando deves amar-me. Se não amas,

Mostra-te indiferente, ou não me queiras,

Mas tu és como nunca ninguém foi,

Pois procuras o amor pra não amar,

E, se me buscas, é como se eu só fosse

O Alguém pra te falar de quem tu amas.

(…)

Quando te vi, amei-te já muito antes.

Tornei a achar-te quando te encontrei.

Nasci pra ti antes de haver o mundo.

Não há coisa feliz ou hora alegre

Que eu tenha tido pela vida fora,

Que não o fosse porque te previa,

Porque dormias nela tu futuro.(…)

E eu soube-o só depois, quando te vi,

E tive para mim melhor sentido,

E o meu passado foi como uma estrada

Iluminada pela frente, quando

O carro com lanternas vira a curva

Do caminho e já a noite é toda humana.

 (…)

Quando eu era pequena, sinto que eu

Amava-te já hoje, mas de longe,

Como as coisas se podem ver de longe,

(…)

Amor, diz qualquer coisa que eu te sinta!

 

FAUSTO:

Compreendo-te tanto que não sinto.

Oh coração exterior ao meu!

Fatalidade filha do destino

E das leis que há no fundo deste mundo!

Que és tu a mim que eu compreenda ao ponto

De o sentir…?

(….)
FERNANDO PESSOA, in Primeiro Fausto 

 Seleção de Rúben Almeida, 8.ºD

Consulta o poema integral aqui: http://arquivopessoa.net/textos/949

“Aceite-me” – autor desconhecido 30/03/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Aceite-me como eu sou,
porque não tenho garantias e
nem tenho a pretensão de ser alguém perfeito.
Toda a perfeição não posso ter.
Eu sou como você.
Sou da espécie humana.
Sou capaz de errar.
O erro, não é falha de caráter 
e errar faz parte da Natureza Humana.
Eu vivo, Eu sorrio e Eu também aprendo .
Meu conhecimento é incompleto .
Estou na busca o tempo todo, 
nas horas acordadas e nas e nas horas de sono.
Eu tenho um longo caminho a ser percorrido,
assim como você também tem . 
Aprendemos nossas lições pelo caminho .
Atingiremos a Sabedoria .
Assim, por favor, aceite-me como sou !
Porque eu sou só eu.
Apenas eu.
Não há ninguém igualzinho a mim no mundo .
Esta é a única garantia que dou .
É assim que eu me sinto .
Eu tenho um coração .
Abra-me e veja-o !
Por 
 Por favor , cuide bem dele .
Ele é tudo que eu sou .
Apenas eu.
Poema escolhido pela Inês Costa, 8.ºC

” As sem razões do amor” – Carlos Drummond de Andrade 29/03/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e  nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
 
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
 
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem  se ama.
Porque amor é amor a nada,
Carlos Drummond de Andrade

Poema escolhido pela Inês Costa, 8.ºC

“Amor é fogo que arde sem se ver” – de Luís de Camões 28/03/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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Amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer;

 

É um não querer mais que bem querer;

É solitário andar por entre a gente;

É nunca contentar-se de contente;

É cuidar que se ganha em se perder;

 

É querer estar preso por vontade;

É servir a quem vence, o vencedor;

É ter com quem nos mata lealdade.

 

Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade,

Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

                            Luís de Camões


O poema mais lindo do Mundo, escolhido pela Ana Beatriz Soares Carvalheira, 8ºD.

Mais poemas deste autor AQUI.

“O amor, quando se revela” – Fernando Pessoa 28/03/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p’ra ela,
Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há-de dizer.
Fala: parece que mente…
Cala: parece esquecer…

Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!

Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar…

FERNANDO PESSOA

Escolha de Tânia Rodrigues, 8.ºC

“Autopsicografia” – Fernando Pessoa 27/03/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
 
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
 
E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.
Fernando Pessoa

Escolha de Inês Costa, 8.ºC

“Querer” – Pablo Neruda 26/03/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Não te quero senão porque te quero,
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te,
como um cego.

Tal vez consumirá a luz de Janeiro,
seu raio cruel meu coração inteiro,
roubando-me a chave do sossego,
nesta história só eu me morro,
e morrerei de amor porque te quero,
porque te quero amor,
a sangue e fogo.

Pablo Neruda

Poema escolhido pela Quélia Ribeiro, 8.ºC

“Saudade é solidão acompanhada” – Pablo Neruda 25/03/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012.
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Saudade é solidão acompanhada,

é quando o amor ainda não foi embora,

mas o amado já…

 

Saudade é amar um passado que ainda não passou,

é recusar um presente que nos machuca,

é não ver o futuro que nos convida…

 

Saudade é sentir que existe o que não existe mais…

 

Saudade é o inferno dos que perderam,

é a dor dos que ficaram para trás,

é o gosto de morte na boca dos que continuam…

 

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:

aquela que nunca amou.

 

E esse é o maior dos sofrimentos:

não ter por quem sentir saudades,

passar pela vida e não viver.

 

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.

Pablo Neruda

(Podes ler mais poemas deste autor AQUI.)

 

 Escolha de Inês Costa, 8.ºC

“Versos Versos! Versos! Sei lá o que são versos…” – Florbela Espanca 24/03/2012

Posted by prof_helena in 8ºD, Ano Letivo 2011/2012.
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Versos Versos! Versos! Sei lá o que são versos…
Pedaços de sorriso, branca espuma,
Gargalhadas de luz, cantos dispersos,
Ou pétalas que caem uma a uma…

Versos!… Sei lá! Um verso é o teu olhar,
Um verso é o teu sorriso e os de Dante
Eram o teu amor a soluçar
Aos pés da sua estremecida amante!

Meus versos!… Sei eu lá também que são…
Sei lá! Sei lá!… Meu pobre coração
Partido em mil pedaços são talvez…

Versos! Versos! Sei lá o que são versos…
Meus soluços de dor que andam dispersos
Por este grande amor em que não crês…

Florbela Espanca, in “A Mensageira das Violetas”

ALGUNS DADOS BIOGRÁFICOS:

           Florbela Espanca nasceu em Vila Viçosa, a 8 de Dezembro de 1894,e faleceu em  Matosinhos, a 8 de Dezembro de 1930, no seu trigésimo sexto aniversário. Foi batizada como Flor Bela de Alma da Conceição Espanca, e foi uma poetisa portuguesa. Era filha de Antónia da Conceição Lobo e do republicano João Maria Espanca.

             Florbela tentou suicidar-se por três vezes. Não resistiu à terceira tentativa do suicídio. Faleceu em Matosinhos, no dia do seu 36º aniversário, a 8 de Dezembro de 1930. A causa da morte foi a sobredose de barbitúricos.

Escolha de Bruna Pereira, 8.ºD

“Futebol” – Carlos Drummond de Andrade 24/03/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012, palavrasdesever.
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Futebol se joga no estádio?

Futebol se joga na praia,

futebol se joga na rua,

futebol se joga na alma.

 

A bola é a mesma: forma sacra

para craques e pernas-de-pau.

Mesma a volúpia de chutar

na delirante copa-mundo

ou no árido espaço do morro.

 

São voos de estátuas súbitas,

desenhos feéricos, bailados

de pés e troncos entrançados.

 

Instantes lúdicos: flutua

o jogador, gravado no ar

- afinal, o corpo triunfante

da triste lei da gravidade.

 

in Poesia Errante

(Podes ler mais poemas deste Grande poeta aqui.)


Poema escolhido pelo Marcelo Dias, do 8.ºC.

Conto de Fadas de Pernas para o Ar 14/03/2012

Posted by prof_mjoao in 8ºB.
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Era uma vez uma rapariga chamada Cinderela que vivia com a madrasta e com as suas duas meias-irmãs. À primeira vista ela parecia muito meiga, humilde e amável, mas não, era ela era uma espécie de bruxa má que obrigava a madrasta a limpar e a arrumar a casa mais que uma vez por dia e as meias-irmãs a costurarem-lhe vestidos iguais aos que via nas montras das lojas, mas que não tinha dinheiro para comprar.

Certo dia, bateu à porta da mansão Teles de Brito um mensageiro que fez um comunicado que deixou toda a casa em alvoroço: era um convite para um baile na herdade das maçãs. Cinderela ficou logo entusiasmadíssima e ordenou às suas meias-irmãs que lhe fizessem um vestido magnífico e deslumbrante. As irmãs obedeceram-lhe e foram para o quarto, mas não foram fazer o vestido, foram combinar um plano para elas irem ao baile e impedirem Cinderela de ir e de se insinuar para Miguel, o futuro herdeiro da herdade das Maçãs que era o homem dos sonhos delas. As irmãs fizeram o vestido da Cinderela e os delas e quando, finalmente, chegou o dia do baile as irmãs puseram o plano em prática e trancaram Cinderela no seu próprio quarto.

Já no baile, Sara e Letícia (as duas meias-irmãs de Cinderela) divertiam-se a falar com os convidados, até que Miguel interrompeu a conversa e convidou Letícia para dançar. Esta receou aceitar porque não queria estragar a sua amizade com a irmã, mas Sara disse-lhe que não se preocupasse que ela também já tinha pretendente.

E assim foi: quando o baile terminou as duas irmãs não podiam estar mais felizes, pois aquela noite foi o passaporte delas para fora da mansão Teles de Brito. Letícia ficou noiva de Miguel, acabando por casar com ele pouco tempo depois do baile, vivendo assim feliz para sempre. Sara não se casou com o tal pretendente, mas estava feliz na mesma, porque apesar de não estar casada com ele, eles namoravam e estavam mais felizes do que nunca.

Vocês devem-se estar a perguntar o que aconteceu a Cinderela, mas essa só teve o que mereceu, ficou a trabalhar como costureira e empregada de limpeza particular da sua madrasta.

 

Diana Pimenta Nº13 8ºB

A minha avozinha Maria 05/03/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012, palavrasdesever.
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Ela é bela e soberana, tem 52 anos mas não parece, vive em Pessegueiro do Vouga e é a minha Avó Maria.

Sua pele é suave e macia, tem olhos verdes como a relva no Inverno, boca carnuda e nariz rechonchudo. Cabelos brancos como a neve, lisos como a água a cair de um pequeno riacho, roupa com muita vida, igual à de uma criança à procura do seu primeiro amor.

A minha avó é assim, sempre feliz com a vida, ela própria diz que ser infeliz é muito fácil, portanto gosta de ser lutadora e alcançar os seus objetivos. É teimosa, quando mete algo na cabeça, nada nem ninguém a consegue a impedir de obter o que quer. É muito solidária com os outros, estende a mão a todos, posso dizer que a minha avó é amiga e boa conselheira.

Gosta de brincar com os netos, pois ela própria afirma que vive somente para os seus netos, filhos, marido e para a sua mãe!

Adoro a minha avó!!!

Quélia Ribeiro, 8ºC,Nº24

O Retrato do Rapaz (música Baile da Paróquia de Rui Veloso) 05/03/2012

Posted by prof_mjoao in 8ºB.
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O Miguel tem vinte e cinco anos e mora no Porto.

É um rapaz alto, moreno com um rosto oval e sempre corado. O seu cabelo é loiro e liso e os seus olhos castanhos vivos. Os seus lábios são finos, os dentes brancos e a boca sempre risonha. Tem uma maneira de se vestir um pouco antiquada para a sua idade, calças americanas, botas alentejanas e ainda um blusão negro e velho.

Normalmente, é um rapaz alegre e descontraído, pois sempre que vai a uma festa quer dançar; por vezes simpático e brincalhão. Por outro lado, é um pouco agressivo, devido ao facto de querer muito dançar e, sendo assim, toma atitudes agressivas tal como puxar o braço ao seu par; é também um pouco convencido. O Miguel gosta de festas e também de dançar.

Na minha opinião, é um rapaz que devia mudar algumas das suas atitudes, para se tornar uma pessoa melhor.

 

Beatriz Fernandes, Nº5, 8ºB

Autobiografia do futuro – O meu percurso de vida 05/03/2012

Posted by prof_mjoao in 8ºB.
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Chamo-me Beatriz Pereira Bastos, tenho 30 anos e sou faladora, bem disposta e compreensiva.

Nasci no dia 06 de Outubro de 1998 e baptizei-me no dia 08 de Maio de 1999.Em 2003 entrei para a escola primária, em 2007 fiz a minha primeira comunhão. 2014 foi uma ano que nunca esquecerei porque nas férias de verão fui dar a volta à Europa, conheci novos países, novas culturas e também novas pessoas.

Passados três anos, entrei para a universidade de Coimbra onde tirei o curso de Medicina Dentária. Passado um ano nasceu o meu irmão Duarte, o que me deixou muito feliz. Em 2020 tirei o mestrado e passados três anos comecei a exercer a profissão de dentista, o que faço até hoje.

No ano de 2024 casei-me com um colega de profissão e em conjunto abrimos uma clínica de medicina dentária. Um ano mais tarde fui mãe de gémeos a quem dei o nome de Salvador e Martim.

Tenho uma vida estável, uma família unida e uma profissão de que gosto muito.

(texto de ficção)

Beatriz Bastos, nº6, 8ºB 

Retrato do Horácio (música do Baile da Paróquia de Rui Veloso) 05/03/2012

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
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O Horácio é um jovem já adulto que vive em Casais da Arrifana e tem 33 anos.

Fisicamente é um homem baixo, barrigudo e gordo. Tem um rosto avermelhado devido ao vinho tinto e usa os cabelos ruivos, baços e curtos. Tem os olhos pretos e pestanudos e o nariz torto e achatado, com uma boca sensual e os dentes amarelos. Veste –se com calças americanas coçadas e justas, botas alentejanas e um dragão nas costas.

É um jovem humilde e educado, brincalhão e descontraído. Mas também é tímido e um pouco indefeso.

O Horácio é um rapaz não muito bonito e está fora de moda porque se veste à anos 80. Contudo é um rapaz alegre e desenrascado, porque desde os 17 anos que vive sozinho, porque seus pais faleceram cedo e ficou a tomar conta da casa da quinta e dos animais.

 

Gustavo Sá, nº13, 8ºA

CARNAVAL 05/03/2012

Posted by prof_mjoao in 8ºA.
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Caretas e folia

Alegria todo o dia

Rico em diversão

Natural e espontâneo

A dança de eleição é o samba

Vive-se a extravagância e

A euforia ao

Limite

 

Francisco Guerra, nº11, 8ºA

 

 

CARNAVAL 05/03/2012

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Caretas e folia

            Alegria todo o dia

            Rico em diversão

            Natural e espontâneo

            A dança de eleição é o samba

            Vive-se a extravagância e

            A euforia ao

            Limite

“Às vezes sinto-me estranhamente sozinha” 04/03/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012, palavrasdesever.
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Às vezes sinto-me estranhamente sozinha

abro a janela, olho para o céu
e observo a lua…
Penso na noite…
Penso no dia…
Penso na falta que tu me fazes, na importância da tua companhia…
Porém, ao observar a lua,
Sinto-me acompanhada
De uma amiga fiel e calada,
A ouvir as minhas mágoas e angústias…
Uma amiga de só nos os dois.
E DEPOIS?!??!?!?
Depois temos algo em comum!
A lua…
Vemos a mesma lua,
Admiramos as mesmas estrelas!
É bom ser amado e sentir-se amado!
Amar não é saber,
Amar não é chorar,
Amar não é revoltar,
Amar, sim, é saber vencer
e não ter nada a temer…
É lutar e enfrentar
A solidão que paira no ar!
É dizer o que nos vai na alma
e com calma anunciar:
”Rapaz como tu nunca hei-de conhecer
e muito menos encontrar!!!”
Quélia Ribeiro, 8.ºC, n.º24

Poema de amor 03/03/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012, palavrasdesever.
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Estávamos só nós os dois
Naquela praia deserta
Eu só te via a ti…
…Tu só me vias a mim…
Só se ouviam as ondas do mar
e as nossas poucas palavras!
Os beijos trocaram-se…
As caricias faziam-se…
Os abraços surgiam…
Horas e horas se passaram
naquela areia macia!
O mundo era somente nosso,
não existia mais ninguém
a não ser..
…TU, EU, e o NOSSO ETERNO AMOR!

Quélia Ribeiro
8ºC
nº24

Retrato do avô da Margarida Marques 27/02/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012, palavrasdesever.
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            O avô é um homem de respeito, não só pela sua avançada idade, mas também pela consideração que tem pelos outros. Vive numa aldeia, isolado do resto do mundo.

            O que sobressai quando olhamos para ele são os seus olhos. Olhos de um azul triste, perdido mas sonhador. As suas roupas já estão velhas e desbotadas e, por muito que a mulher insista, o avô não as larga. É a teimosia! O avô é alto e musculado, devido à sua vida repleta de trabalho árduo e pesado.

            O avô não fala. Não é mudo, nem surdo, mas não gosta de falar. Mas, quando fala, é muito querido. É como uma flor fechada que se abre! Mas rapidamente se volta a fechar, quando o avô se fixa novamente na sua cabeça sonhadora e esperançosa.

            E é por isso que admiro o avô, pois num mundo como este, o avô guarda esperanças e não apenas saudades do que, outrora, fora um mundo ideal!

 Margarida Pereira Marques, nº19, 8ºC

Retrato da Palmira 23/02/2012

Posted by prof_helena in 8ºC, Ano Letivo 2011/2012, palavrasdesever.
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A pessoa que vou retratar chama-se Palmira, tem treze anos e vive em Pessegueiro do Vouga.

Ela tem olhos castanhos como o chocolate, cabelos encaracolados como uma mola. O seu vestuário é cuidado e quase sempre branco ou azul como o céu. O corpo dela é elegante e bonito, o rosto redondo e belo.

A jovem de treze anos é inteligente, pois estuda e trabalha para merecer as notas que recebe. É encantadora, com uma beleza semelhante à beldade do sol, e simpática pelo facto de conviver com todos aqueles que fazem amizade com ela.

Na minha opinião, a Palmira é bonita e trabalhadora, sendo também muito responsável naquilo que faz. Ela é encantadora e muito civilizada.

LUÍS TAVARES, 8.ºC

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