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Violência no (n)amor(o): o que é? – pesquisa feita por Renato Rodrigues, 8.º C 29/06/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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O que é?

É um ato de violência, pontual ou contínua, cometida por um dos parceiros (ou por ambos) numa relação de namoro, com o objetivo de controlar, dominar e ter mais poder do que a outra pessoa envolvida na relação.

Causas:

Traumas do passado; ciúmes; cecessidade de “representar” o seu papel na sociedade: o papel de “Homem” ou de “Mulher”; poder de controlo sobre a vítima; desconfianças e inseguranças na relação.

Consequências:

Dores de cabeça; abrasões na pele; perda de apetite/ ganho incontrolável de apetite; emagrecimento excessivo/ ganho de peso excessivo; nódoas negras no corpo e rosto; nervosismo; tristeza profunda; ansiedade; sentimentos de culpa; baixa autoestima; depressão; isolamento; gravidezes indesejadas; doenças sexualmente transmissíveis; baixo rendimento escolar ou abandono escolar; medo; confusão mental; suicídio.

Perfil dos Agressores:

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas e de drogas ilícitas faz parte do perfil da maioria dos agressores, dizem os especialistas. Mas os sinais de violência também são revelados na infância. Atitudes que revelam um perfil agressivo podem ser percebidas na época do namoro, como: gestos extremamente egoístas ou a dificuldade em aceitar contrariedades.

Soluções:

Acabar com a relação; procurar ajuda (Psicólogo); não ter receio de falar sobre o sucedido; …

 Fontes consultadas:

http://www.apavparajovens.pt/pt

http://violencianonamoropat.blogspot.pt/

https://sites.google.com/site/violencianonamoropp/consequencias

http://noticias.cancaonova.com/saiba-como-agir-e-superar-traumas-da-violencia-domestica/

 

Feliz ano novo, por Ana Rita Duarte (8.ºC) 29/06/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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            Olá, espero que este ano que aí vem seja melhor do que o anterior e que haja saúde, paz e amor entre vós.

           Não sei por onde hei de começar, porque há muitas coisas que não te consigo dizer, nem sei explicar o que sinto por ti. Tu sempre me acompanhaste para todo o lado, fazes-me sentir feliz quando estou contigo; apesar de eu não poder estar todo dia contigo, penso sempre em ti nos maus e nos bons momentos que passamos juntas e nunca me hei de esquecer de ti, mesmo que a morte nos separe. Sempre sinto a tua falta, quando estamos longe uma da outra e nunca me esquecerei daquilo que fizeste por mim, para me sentir feliz, mesmo nas horas mais difíceis na minha vida.

            Mas isto não é tudo, pois o que fizeste por mim não se consegue escrever, descrever, mas sim sentir.

            Podia estar aqui a escrever o dia todo aspetos bons sobre ti , mas como não tenho assim tantas folhas para descrever a tua beleza, personalidade e principalmente o amor que sinto por ti, desejo-te um bom ano de 2001 recheado de amor, paz saúde e felicidade. Que sejas feliz e que este ano seja melhor que o ano passado!

A paixão é linda, por Ana Rita Duarte (8.ºC) 29/06/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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A paixão é linda                                                            

Quando gostas de alguém

E se essa pessoa existe

Vais sentir-te muito bem.

 

A paixão é linda

Se alguém de ti gostar

O problema

É ela te agradar.

 

A paixão é linda

Quando amas uma pessoa

E ela gosta de ti

Será um casal perfeito.

 

 O amor é lindo

Quando se gosta de alguém

O problema é se tal pessoa

Não gosta de ti também.

 

O amor é lindo

Quando se está apaixonada

O pior é quando

Tu és rejeitada.

 

O amor é lindo

Quando queres alguém

Mas se essa pessoa te rejeita

Ficas sozinha, sem ninguém.

 

Quando alguém de quem gostas

Morre

O teu coração fica destroçado

Ao saber que já não existe

Por dentro ficas magoado

Como se a culpa fosse tua.

 

Mas o mais importante

É não desistires do que sentes

E acreditar que talvez

Seja melhor assim

Mesmo que te doa muito.

O que hei de fazer?, por Ana Rita Duarte (8.ºC) 29/06/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Estou confusa. Talvez não queira ninguém. Talvez ninguém goste de mim. Talvez esta vida não sirva para nada a não ser para sofrer, para acreditarmos e depois nos desiludirmos. Ando com uma pergunta na minha cabeça há muito tempo, mas nunca obtenho resposta, é como se esta pergunta me atormentasse durante todo o dia. Não sei o que fazer. Será melhor partir para outro mundo para lá das nuvens? Será que faz sentido continuar aqui, sem saber o que fazer para melhorar. Sem ter um motivo para viver, sem ter um sonho para concretizar?

Não consigo entender o motivo de ficar aqui a ver o tempo passar e eu sem fazer nada, simplesmente a pensar como será a minha vida, se vou ser feliz, infeliz, casada, solteira, mas como eu irei saber?… Só mesmo o meu destino é que sabe, mesmo que eu o queira mudar, vai sempre dar ao mesmo, pois ele já está traçado. Não sei o que fazer para melhorar a minha vida. Estou rodeada de pessoas que gostam de mim, mas será que isso é suficiente para mim? Não sei, sinto-me sozinha, sem ninguém para me ajudar a entender como a vida pode ser boa.

Não consigo parar de pensar em como será a minha vida sozinha, sem ninguém para me ajudar, para perceber bem a vida, para me ensinar a ser feliz… mas sempre vou pensar em como poderia viver melhor a minha vida, aproveitando o que era bom e ignorando o que era mau.

Mas apesar de ter uma vida feliz, só me apetece morrer com as pessoas que gosto no meu coração que nunca esquecerei.

As tecnologias e a vida familiar – texto opinativo de Renato Rodrigues (8.º C) 08/06/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Eu discordo completamente da afirmação que refere que as novas tecnologias afastam das pessoas o prazer de conviver em família.

Começo por afirmar que o meu pai está no estrangeiro e que só o vejo de dois/três meses em dois/três meses, o que me dificulta a contacto com ele, mas, por causa das novas tecnologias, posso falar com ele todos os dias.

Outro exemplo da utilidade das tecnologias é quando me dirijo para a escola e me apercebo de que me esqueci da minha mochila com o material de desporto. Digito logo o número da minha mãe no meu telemóvel e ligo-lhe. O que facilita extremamente o trabalho de eu ir buscá-la e perder o meu tempo de aprendizagem. Passados quinze minutos recupero a minha pasta.

Finalmente, reafirmo que com as novas tecnologias podemos falar, conviver com os nossos familiares.

“Sorriso Metálico vs Olho de Vidro”, por Renato Rodrigues (8.º C) 08/06/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Quando se achava que estava tudo normalizado, surgia algo para nos humilhar… Algo que, de acordo com os adultos, era bom para nós, crianças. Já não bastavam aqueles alunos, com olhos de vidro e armação. Arrepiante. Outros de nós tinham uma espécie de metal nos dentes. Mais conhecido por “Aparelho Dental”. Mas mesmo assim havia uns, que acumulavam ambos os terrores.

– Mas isto serve para acabar com a nossa infância ?-perguntava eu à minha professora de Português.

-Não, é só para nos tornarmos “normais”- dizia ela com o mesmo discurso de sempre.

Espera! Mas nem tudo tem só defeitos. O olho de vidro dá muito jeito num momento de avaliação. Por exemplo, se nós não estudámos, podemos fingir que estamos a perceber o conteúdo da pergunta, mas na verdade o olho de vidro está a tentar descodificar a resposta número dois do colega ao lado.

Já o “Aparelho Dental” dá muito jeito para o escutismo. Por exemplo, se alinhar um raio de sol com uma peça do aparelho, esta refletirá a luz com que irá incendiar um monte de erva, que passará a ser uma fogueira.

Sim, sim, sim. Neste momento devem estar a pensar que esta história se aplica a mim, mas eu só tenho inveja deste tipo de pessoas, porque pelas suas ações são muito populares!

Carta de apresentação para uma vaga de jornalista, por Renato Rodrigues (8.º C) 08/06/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Renato Rodrigues

3740-123 Rocas do Vouga

Exmo.º Diretor dos Recursos Humanos

                                              Visão

Rua do Desconhecido,

1300-553 Lisboa

Chamo-me Renato Rodrigues e terminei há cerca de dois meses a Licenciatura de Jornalismo, na Faculdade da Informação da Universidade de Monte Gorgo.

Atualmente, procuro um local de trabalho onde possa usufruir da formação obtida na licenciatura já referida, para informar os leitores da Visão, razão pela qual me candidato a jornalista.

Gostaria que me entrevistasse, para poder prestar-lhe informações adicionais.

No caso de surgir algum problema, agradecia que me contactasse: 912345678.

Agradeço a atenção dispensada e despeço-me com humildes cumprimentos.

Renato Rodrigues

Anexo: Curriculum Vitae.

Um trauma chamado Nokia, por João Silva (8.ºB) 21/05/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Uma das muitas coisas que nos podem humilhar na infância e na adolescência é utilizar um telemóvel “Nokia”.

Coitados dos que tinham de usar um desses telemóveis, incluindo eu. Aqueles telemóveis eram feios, pequenos, eram indestrutíveis, … Se alguém os atirasse contra a parede, fazia um buraco enorme na parede e eles ainda funcionavam sem nenhum arranhão!

Se alguém criasse uma marca de automóveis  feitos desse material indestrutível com que faziam a carcaça de tais telemóveis e se usassem os mesmos vidros que esses aparelhos tinham, essa pessoa ficaria mais rica do que o dono de uma petrolífera. E talvez as pessoas fossem menos às oficinas por causa de um Zé que não sabia conduzir lhe ter batido no carro.

Voltando ao assunto inicial, esses telemóveis eram: feios, pequenos, indestrutíveis. Pior: só davam para enviar mensagens, telefonar e jogar ao jogo da cobra cujo objetivo era não se… “autocomer”! Uma grande parvoíce.

Como referi anteriormente, tive um desses maravilhosos tijolos.Os meus colegas brincavam comigo por causa desse aparelho a que chamam telemóvel, por exemplo, quando estava na sala de aula e ele caía do meu bolso alguém afirmava “partiu o chão”. Mas isso não me afetava, porque sabia que a “boca” era só na brincadeira e não tinha como intenção ferir os meus sentimentos.

Uma experiência muito traumatizante.

João Silva, 8.º B

O amor, por Diana Ferreira 21/05/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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O amor é um sentimento diferente dos outros, pois com ele não vem só alegria, também chegam a dor, a angústia e até a mágoa, mas quem não sofre por amor?

Quem ama sofre, mas não se importa, pois o amor também é sinónimo de felicidade. Quantas vezes estamos tristes e para nos animarmos pensamos naqueles que amamos? Muitas vezes. O amor é mesmo assim, estranho, tanto nos faz chorar de dor como de alegria.

Um exemplo que comprova o que afirmei é o grande amor vivido por Romeu e Julieta, aqueles dois amantes que todos conhecemos e cuja história nos leva a pensar: «que loucuras podemos cometer por amor?» Também podemos ter em consideração a vida de Dona Inês de Castro, uma mulher que foi morta pelo rei por causa de amar D. Pedro, que já tinha esposa. O rei seu pai foi obrigado, pelo povo, a matar D. Inês, mas diz-se que pouco depois D. Pedro endoideceu. Isto mostra-nos que não conseguimos viver sem amor e que este está e tem de estar muito presente na nossa vida.

Para concluir, eu penso que, apesar do amor ser um sentimento contraditório, é um sentimento pelo qual vale a pena lutar, uma vez que nós precisamos de amar e de nos sentirmos amados para ser felizes.

Diana, 8.ºC, N.º10

A adolescência, por Débora Gradim 21/05/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Na adolescência é normal
trocar o vício de amar
pelo vício da bebida,
mas temos de nos controlar.

Na adolescência tudo
parece o fim do mundo,
mas é apenas o começo
até ao último segundo.

(escrito no âmbito do projeto +Contigo)

A vida é feita de… 21/05/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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A vida é feita de planos

Desejos e sonhos,

Vitórias e derrotas,

Que formam uma história.

 

Quantas vezes fazemos planos

Que não acontecem como nós queremos,

Encontros e despedidas,

Desgostos e fantasias.

 

Débora Gradim, 8.º C

A importância dos brinquedos, por Débora Gradim 21/05/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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   Na minha opinião, os brinquedos são essenciais na infância de qualquer criança.

   Os brinquedos, por muito surpreendente que pareça, são, por vezes, a melhor companhia para desabafar e até mesmo para ouvir música.

   Eu, por exemplo, sou daquelas pessoas que é capaz de contar coisas pessoais e importantes aos brinquedos e não as dizer aos amigos.

   O brinquedo mais especial da minha infância foi uma boneca de meio metro, com cabelo cor-de-rosa, um vestido amarelo e umas “leggings” verdes. Foi especial porque ao olhar para ela lembrava-me do Natal, de quando a família estava toda reunida e também relembrava o que os meus pais “sofreram” para encontrar a boneca que eu queria. Hoje, mesmo crescida, ainda a tenho, embora me digam que eu já não tenho idade para brincar com bonecas.

   Para concluir, os brinquedos são importantes, mesmo quando crescemos . Nunca devemos deixar de brincar, quanto mais não seja para desanuviar a cabeça.

 Débora Gradim, 8.ºC

CENA 3 – “A tempestade”, de Ana Beatriz da Silva Dias, n.º2, 8.ºC 27/04/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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 No dia seguinte, na praia, Miranda e Próspero avistam um náufrago.

Miranda: Diga-me, meu pai, se o que avisto é verdade.

Próspero: Digo, sim, minha filha. Vou imediatamente socorrer o pobre coitado que se arrisca a perder a vida ali, no alto mar.

Miranda: Cuidaremos bem dele e ficaremos todos amigos.

Próspero vai socorrer o náufrago e Miranda corre para casa tratar dos medicamentos para ele.

Próspero(chamando a filha): Ajudai-me, Miranda. (Miranda ajuda-o a deitar o náufrago na pequena cama).

Miranda: Acordai, rapaz! Acordai!

Depois de tratarem do jovem e de ele acordar, Próspero deixa Miranda e o rapaz sozinhos para ir buscar lenha para a lareira.

Rapaz: Onde estou? Como vim aqui parar? Quem é você? É linda como o pôr do sol.

Miranda: Chiu… É cedo para saber isso tudo. Descanse e depois falaremos melhor.

Rapaz: Mas não é cedo demais para eu saber que amo aquela a quem pela primeira vez meus olhos contemplam!

O rapaz ergue a cabeça e beija Miranda sem que ela pudesse dizer alguma coisa.

(Continuação da cena inicial de A ilha encantada, de Hélia Correia, estudada na aula.)

“A ilha encantada”, de Hélia Correia (continuação do excerto do manual) 27/04/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Miranda (acorda) – O que se passa? Onde estou?
(ouvem-se barulhos vindos de outra divisão da casa)
Agora é uma boa altura, tenho de ir ver se sobreviveu algum tripulante do barco naufragado.

(Miranda sai e chega perto do barco. Vê alguém e esconde-se atrás de uma rocha.)

Luca (triste) – Como é que o barco se afundou? Estava em óptimo estado! Terá sido… não! Isso é
impossível.

(Miranda espirra)

Luca (olhando em volta) – Quem está aí?

(Miranda aparece; quando a vê Luca pega num pedaço de madeira e aponta-lho, como se fosse uma espada.)

Luca (desconfiado/assustado) – Quem és tu?!

Miranda – Sou filha do Duque de Milão.

Luca (irritado) – Não troces de mim! António não tem filhos!

Miranda (sorrindo) – Eu sou a filha do verdadeiro Duque de Milão… Próspero!

(Luca larga o pedaço de madeira.)

Luca (estupefacto) – P-Próspero?! Afinal ele está vivo!

(Próspero aparece.)

Próspero (para Luca) – Sim, estou vivo! E agora sugiro que te retires…

(Próspero faz aparecer um barco.)

Próspero (para Miranda) – Eu avisei-te, Miranda! Eu não queria que te aproximasses!

Miranda – Mas, pai! É uma oportunidade de esclarecermos tudo!

Próspero (zangado) – Cala-te Miranda! Tudo o que faço é para te proteger! (para Luca) Agora tu, sai daqui e volta para o sítio de onde vieste e nem te atrevas a falar de mim no reino de Nápoles!

Luca – Sim, eu volto… (agarrando no braço de Próspero) Mas, tu vens comigo, estou interessado na tua história e certamente que António também estará!

Próspero (soltando o braço) – Já chega! Não me deixas outra opção! (Próspero profere um feitiço)

Miranda (a chorar) – Não! Pára, não faças isso!

Luca (assustado) – O que é que vais fazer?!

(Luca é atingido pelo feitiço e morre.)

João Bastos, n.º14, 8.ºC


 

A moda é esquisita – poema satírico 26/03/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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A juventude de hoje em dia

Não é como antigamente.

Mas o que de nós seria

Se mudássemos de repente?

m

 

Lá vai a rapariga

Com roupa inexistente,

Sempre a mostrar a barriga

Achando-se ela atraente.

m

 

Aparece depois o rapaz

Com o seu boxer ao léu,

Cabelo rapado de lado e atrás

E uma grande crista virada pró céu.

M

 

Mas que estranha moda é esta?

Cheia de grandes vaidades!

Parece que vão para a festa

Em todas as idades.

 

Ana Francisca Ferreira, 8.ºC

Relatório sobre a Visita de Estudo ao Porto 26/03/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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No dia nove de março de 2015, foi realizada uma Visita de Estudo, ao Museu “Wolrd of Discoveries”, no Porto, com os alunos do 8.º ano da Escola Secundária de Sever do Vouga. Esta viagem teve início às 8h00m e desfecho às 18h00m.

Da parte da manhã, os alunos dirigiram-se ao Museu, onde usufruíram de um reconto da Época dos Descobrimentos, puderam andar de barco” e observar o “Brasil”, a “Índia”, a “China”, “O Cabo Da Boa Esperança” e também tudo o que estes locais tinham para ver, como por exemplo:

  • Animais exóticos;
  • Especiarias;
  • Os habitantes locais;

Do meu ponto de vista, a parte mais empolgante foi a “Viagem de Barco”, porque gostei da forma utilizada pelo Museu para nos explicar com foi a “Época Dos Descobrimentos”.

Eu fiquei impressionado pela positiva com esta Visita De Estudo, porque foi diferente, foi engraçada e foi um bom momento de interação entre professores e alunos.

 

Renato Rodrigues, 8.ºC

 

 

 

 

 

Poema satírico sobre o estilo “gótico” 25/03/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Gótico, pelos vistos, já não é

Só em altura, mas sim na cor.

Olhos e unha pretas até,

Parece que levaram um murro de jacaré!

 

Preto, negro e escuro,

São as novas tendências

Da cor artificial,

Mas eles dizem

que não lhes fica mal!

 

São opiniões…

 

Renato Rodrigues, 8.ºC

O que faço agora? 21/03/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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"Esperança", de Miguel TorgaPartiste e não regressaste,

nem sei se o vais fazer.

Espero, porque sou paciente

Espero, porque estou apaixonada

Espero, espero e espero mas… nada.

Acho que estou desesperada.

 

Quando estou triste, penso em ti,

nos teus olhos cor de mel,

no teu cabelo negro,

penso no que me dirias para me animar,

sabes sempre o que dizer, o que fazer.

 

O que faço, agora que partiste?

O meu sentimento não morreu, não morrerá.

Sei que agora és uma estrela no céu

a olhar por mim.

 

Vou começar do zero,

Tentar novamente amar,

Mas não te preocupes,

haverá sempre lugar para ti

no meu coração.

Um lugar que nunca

ninguém conseguirá ocupar.      

 

Diana Ferreira, 8.ºC

Teddy, o urso magnífico – texto opinativo sobre a importância dos brinquedos 21/03/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Eu concordo com a afirmação de que os brinquedos são essenciais na infância das crianças, pois também tive um, o TEDDY, o urso de peluche.

Os brinquedos são como verdadeiros amigos para as crianças, pois estas interagem com eles. Há vários tipos de brinquedos: grandes, magros, peludos ou às pintas, que fazem bem à dentição de leite das crianças muito jovens, porque estas têm a mania de meter tudo na cavidade bucal.

Quando fiz dois anos, recebi um ursinho de peluche e muitas mais prendas, mas identifiquei-me logo com o urso. TEDDY, como eu o batizei, era enchidinho, alto e também orelhudo. Falava e dormia sempre comigo. Era o meu melhor amigo, pois nunca, mas mesmo nunca, me considerava chato.

Quando eu tinha receio do escuro, apertava-lhe o nariz e ele iluminava-se com uma cor brilhante, como por magia, então eu perdia todo o medo.

Em suma, os brinquedos são muito importantes para as crianças terem um verdadeiro amigo e não se sentirem sozinhas.

Renato Rodrigues, n.º22, 8.ºC

 

O que faço agora? 21/03/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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"Querer" - Pablo NerudaNão sei como hei de dizer,

exprimir e expressar

o que sinto por ti,

pois tudo o que para mim és

não cabe no meu coração!

 

Na terça-feira não vieste,

Senti-me muito incompleto

Como se fosse um puzzle,

À procura das últimas peças!

 

Não sei se és linda ou feia,

Mas de certeza que és perfeita como és,

Se não, não me tinha aproximado de ti!

 

O deserto não vive sem areia,

E eu não vivo sem ti.

Morrerei por uma flor, como tu?

Ou morrerei pela Bibi?

 

Renato Rodrigues, N.º22, 8.ºC

(escrita poética no âmbito do Dia dos Namorados)

 

 

 

Tudo o que precisas de saber sobre o hobbit – texto expositivo 21/03/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Estes seres, dotados de pouca magia, temem as pessoas, são passivos e pacíficos.

Tais criaturas têm aproximadamente metade da altura de um homem comum e as solas dos seus pés são naturalmente coriáceas.

Normalmente, os hobbits fogem das pessoas, porém são sociáveis com os da sua espécie. São organizados e não apreciam aventuras.

Em consequência da sua riqueza, o seu lar é espaçoso e confortável, já que devido à sua casa repleta de divisões, as suas visitas sentem-se aconchegadas.

Para finalizar, os Hobbit’s são seres interessantes e extraordinários, embora sejam um pouco estranhos nos seu hábitos rotineiros e tímidos.

 

Renato, Lucas Martins, João Bastos e Gonçalo Costa, 8ºC.

Relatório da visita de estudo ao Porto 21/03/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Na visita de estudo do dia 9 de Março, fomos ao Porto. Saímos da escola mais ou menos às 8:10 da manhã e chegámos por volta das 10. Fomos de autocarro até à estação de Aveiro e depois de comboio até ao Porto e fizemos o percurso ao contrário no regresso. Esta visita englobou todas as turmas do 8.ºano da nossa escola.

Primeiramente, quando chegamos à estação de São Bento fomos até ao Museu Interativo e Parque Temático ‘’ World of discoveries ‘’ onde assistimos a um curto vídeo e vimos barcos, instrumentos e o interior dos barcos dos portugueses. Também embarcámos numa espécie de canoa a passar por réplicas de vários sítios no mundo pelos quais os portugueses passaram. Depois, fomos almoçar a Gaia, à beira do rio Douro, e para isso tivemos de passar a ponte D. Luís. De seguida, fomos ver a torre dos clérigos e ainda foi-nos permitido andar pelo Porto durante cerca de 20 minutos  e depois voltámos à estação de São Bento para voltarmos a Aveiro.

A parte que mais adorei na visita foi quando andámos na canoa no Museu Interativo e quando tivemos 20 minutos de liberdade, a parte de que menos gostei foi a de ter de caminhar muito.

Adorei a visita mas gostava que pudéssemos andar mais tempo livremente. Achei a visita muito adequada ao tema que demos em História.

 António Bastos N.º5 8.ºC

Quadras sobre o Projeto + Contigo 21/03/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Resolver um grande problema,

Como fez a minha prima Ema

É muito mais fácil com o projeto “+ contigo”,

Pois ganhamos um verdadeiro amigo!

 

Perdoar é algo difícil de fazer,

Mas cada pessoa é como tem de ser,

Logo agradeço não do nada

Além do que o que conta é o OBRIGADO!

 

E apesar de já ter desenhado muitas letras

Ainda não disse nenhumas petas,

Porque vem tudo do meu coração,

Pois o que conta é a intenção!

 

Renato Rodrigues, Nº.22, 8.ºC

Sexta-feira, 13 20/02/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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É um dia como outro qualquer

Não causa desgraça

nem ao homem nem à mulher

 

É um dia como outro qualquer

Muitos acham-no azarento

Mas a única coisa que pode trazer

É muito, muito vento

 

Não nos devemos preocupar

Não é o fim-do-mundo

E podemos até passear

Sem pensar que o azar

Anda por aí a vaguear

Pois não é verdade

E o dia podemos aproveitar

 para ajudar o Sr. Andrade

 

 Alexandra da Graça Correia, n.º1, 8.ºC

 

Poema ao estilo de Mendinho 18/02/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Estava eu na margem do rio,

O tempo passou de quente para frio.

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

Formou-se uma tempestade

Que grande que era,

Tempestade ou leoa

Qual delas mais fera?

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

Podem cair granizo, neve ou trovões

Mas eu a este poema não ponho travões.

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

Anoiteceu num instante,

Eu estava cheio de medo,

Aguardando que viesses bem cedo.

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

De repente um relâmpago caiu a meu lado

Olhei para as calças, estava molhado.

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

Se ficar aqui não tarda morrerei

Mas lembra-te de que

No teu coração sempre estarei.

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

Para este poema mais ideias não tenho

Um breve adeus aqui te deixo

Que tenho de ir limpar o ranho.

Eu esperando minha amiga!

Eu esperando minha amiga!

 

Gonçalo Costa, n.º12, 8.ºC.

 

A importância de um brinquedo na infância 11/02/2015

Posted by Professor@_AESV in 8ºC, Ano letivo 2014/2015.
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Todos os brinquedos têm uma altura própria para serem entregues às crianças, pois têm sempre um ensinamento a transmitir-lhes. A mim foi-me dado um boneco quando era muito pequenina e até hoje nunca mais o larguei.

É claro que não se deve dar uma pistola a uma criança de três anos, isso não daria um bom ensinamento à criança.

O meu brinquedo ensinou-me muitas coisas à medida que eu brincava com ele. É um boneco maleável com cinquenta/sessenta centímetros de altura, é careca e quando estou com ele sinto-me muito bem. Eu escolhi-o porque, quando brincava com ele, aprendia o que os pais querem para os filhos e assim sempre compreendi bem a pespetiva dos meus pais.

O boneco também me fez crescer. Pela maneira como eu brincava com ele ficava a saber como era a vida das pessoas maiores e, assim, concluí que a minha vida na fase adulta não seria muito fácil.

Em suma, os brinquedos são essenciais para uma criança aprender como será a sua vida e o que quer fazer dela.

Ana Beatriz Dias, 8.ºC

 

“Estava eu na Barra”, de Lucas Inácio 03/02/2015

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Estava eu na Barra,

Num dia cinzento e vi a Mara!

Eu esperando a minha amada,

Eu esperando a minha amada!

 

Estando eu na Barra, cercado de água,

Sofria com tanta mágoa!

Eu esperando a minha amada,

Eu esperando a minha amada!

 

Vi ao longe uma grande onda,

Parecia uma anaconda!

Eu esperando a minha amada,

Eu esperando a minha amada!

 

Essa onda cercou-me,

Depois entusiasmou-me!

Eu esperando a minha amada,

Eu esperando a minha amada!

 

Nem tenho ninguém que me ajude,

Nem ninguém que me acuda!

Eu esperando a minha amada,

Eu esperando a minha amada!

 

Lá fui eu p’ró outro mundo,

Onde muda tudo!

Eu esperando a minha amada,

Eu esperando a minha amada!

 

Lucas Inácio, n.º18, 8.ºC

(poema à maneira da cantiga de amigo “Estava eu na ermida de São Simeão”, de Mendinho)

Peripécias de Vicente 29/01/2015

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Dia 11/11/2014 a.c.

 Querido diário,

Estou hoje aqui para embarcar na arca, eu faço parte da lista dos escolhidos para entrar. Caso não saibas, há uma terrível lista que divide os animais entre escolhidos e não escolhidos, embora basicamente sejamos todos escolhidos, uns para um destino (salvarem-se e embarcar) e outros para outro (condenados a morrer afogados debaixo de água), mas enfim, a vida é injusta, uns sobrevivem e outros não.

Dia 12/11/2014 a.c.

 Bem, isto consegue ser pior do que eu estava à espera e acredita que as minhas expectativas já estavam muito baixas. Toda a comida que nos dão é completamente controlada e, como se não bastasse, é mesmo o só  essencial para sobrevivermos. E, como se fosse pouco, ainda temos que obedecer às ordens de Noé! Nunca na minha vida tive que obedecer ás ordens de ninguêm e não vai ser agora que o vou fazer. Tenho um plano para amanhã fugir sem que ninguém dê por isso.

 

Dia 13/1172014 a.c.

 Bom, como te tinha dito ontem, finalmente coloquei o meu plano em prática. Saí pela janela mas, como já seria de esperar, o meu plano não ia correr como eu queria, pois Deus pôs um muro de fogo à minha frente como se isso fosse impedimento de algo. Eu desviei-me e continuei. O que aconteceu na arca não sei, mas sei que avistei terra e pousei. Subitamente, comecei a ver a arca a aproximar-se, como se de uma perseguição se tratasse. Todos os animais saíram da arca, convencidos tanto quanto eu que a água estava a descer, no entanto estávamos completamente enganados, pois a água continuava a subir. No entanto, eu não desistia e Deus também não parecia estar disposto a desistir, até que Deus desistiu primeiro do que eu, a água voltou a pouco e pouco ao seu nível e todo o resto pôde retomar a normalidade.

Miguel Castanheira, 8.ºC

(diário imaginário do protagonista do conto “Vicente”, de Miguel Torga)

“Esta vida é uma viagem”, de Paulo Leminski 13/01/2015

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Esta vida é uma viagem

Pena eu estar

Só de passagem.
Poema Haikai, recolhido por Lucas Martins, 8.º C, 

no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”

“Amei em cheio”, de Paulo Leminski 12/01/2015

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Amei em cheio

Meio amei-o

Meio não amei-o.

 

Poema Haikai, recolhido por Lucas Martins, 8.º C, 

no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”

Tudo o que te desejo 12/01/2015

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            Desejo-te um bom ano, que 2015 te reserve muitas surprezas, alegria e saúde e que tu entendas que o que eu sinto por ti não é uma brincadeira, pois eu gosto de ti como nunca gostei de ninguém, faria tudo para estar ao teu lado, mesmo que isso implicasse dar a minha vida por ti. Não quero que fiques comigo só para esqueceres a outra rapariga nem por sentires pena de mim, prefiro que venhas ter comigo e que me digas o que sentes realmente por mim, para eu deixar de me iludir e para seguir em frente. Mas apesar daquilo que eu sinto por ti, não quero que a nossa amizade morra. Feliz ano novo!

Rita Duarte, 8.ºC

“Pergunte ao sapo” de Paulo Leminski 11/01/2015

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Noite alta

Lua baixa

Pergunte ao sapo

O que ele coaxa.

 

Poema Haikai, recolhido por Lucas Martins, 8.º C, 

no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”

“É agora, aqui mesmo”, de Ana Beatriz Dias 09/01/2015

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f06d2-diadosnamos2013-1É agora, aqui mesmo

Que vou perder o medo

E te vou contar tudo

Sem nenhum segredo.

 

Sem nenhum segredo

Vou-te transmitir

O que no meu coração

Estou a sentir.

 

Estou a sentir

Já há algum tempo

Mas devido à vergonha

Isto não sai daqui de dentro.

 

Isto não sai daqui de dentro

Mas eu sei que está certo

Dizer que o meu amor por ti

É maior do que o deserto.

 

É maior do que o deserto

Porque tu me conquistaste

E espero que em 2015

Sejas feliz como desejaste.

 

Ana Beatriz da Silva Dias, n.º2, 8ºC

“Ai, palavras”, de Cecília Meireles 09/01/2015

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Ai, palavras, ai palavras,

Que estranha potência, a vossa!

Ai, palavras, ai palavras,

Sois o vento, ides no vento,

E, em tão rápida existência,

Tudo se forma e transforma!

Sois de vento, ides no vento,

E quedais, com sorte nova!

Ai, palavras, ai palavras,

Que estranha potência, a vossa!

Todo o sentido da vida

Principia à vossa porta;

O mel do amor cristaliza

Seu perfume em vossa rosa;

Sois o sonho e sois audácia,

Calúnia, fúria, derrota…

A liberdade das almas,

Ai! Com letras se elabora…

E dos venenos humanos

Sois a mais fina retorta:

Frágil como o vidro

E mais que o são poderosa!

Reis, impérios, povos, tempos,

Pelo vosso impulso rodam…

 

Poema recolhido por Ana Beatriz da Silva Dias,n.º2, 8ºC

no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”.

“Matéria é mentira”, de Paulo Leminski 09/01/2015

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Essa ideia

Ninguém me tira

Matéria é mentira.

 

Poema Haikai, recolhido por Lucas Martins, 8.º C, 

no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”

Feliz ano novo. mãe. 08/01/2015

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            Olá, espero que teste ano que aí vem seja melhor do que o anterior e que haja saúde, paz e amor entre vós. Não sei por onde hei de começar, porque há muitas coisas que eu não te consigo dizer, nem sei explicar o que sinto por ti. Tu sempre me acompanhaste para todo o lado, fazes-me sentir feliz quando estou contigo, apesar de eu não poder estar todo o dia contigo penso sempre em ti nos maus e nos bons momentos que passamos juntas e nunca me hei de esquecer de ti, mesmo que a morte nos separe. Sinto sempre a tua falta quando estamos longe uma da outra e nunca me esquecerei daquilo que fizeste por mim, para me fazer sentir feliz, mesmo nas horas mais difíceis na minha vida.

                Mas isto não é tudo, pois o que fizeste por mim não se consegue escrever, descrever, mas sim sentir.

          Podia estar aqui o dia todo a falar de todos as tuas facetas boas, mas como não tenho tantas folhas suficientes para descrever a tua beleza, a tua personalidade e principalmente o amor que sinto por ti, desejo-te um bom ano de 2015 recheado de amor, paz, saúde e felicidade!  Que sejas feliz e que este ano seja melhor que o ano passado.

Rita Duarte, 8.º C

“Se”, de Paulo Leminski 08/01/2015

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Se

Nem

 For

 Terra

 Se

Trans

For

Mar.

 

Poema Haikai, recolhido por Lucas Martins, 8.º C, 

no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”.

“Um dia vai ser “, de Paulo Leminski 08/01/2015

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Pelos caminhos que ando             

Um dia vai ser

Só não sei quando.

 

Poema Haikai, recolhido por Lucas Martins, 8.º C, 

no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”

“Invernáculo” 07/01/2015

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Esta língua não é minha,
qualquer um percebe.
Quem sabe maldigo mentiras,
vai ver que só minto verdades.
Assim me falo, eu, mínima,
quem sabe, eu sinto, mal sabe.
Esta não é minha língua.
A língua que eu falo trava
uma canção longínqua,
a voz, além, nem palavra.
O dialeto que se usa
à margem esquerda da frase,
eis a fala que me lusa,
eu, meio, eu dentro, eu, quase.

 

Poema de Paulo Leminski, escolhido por  

Lucas Inácio, n.º18, 8.ºC

(no âmbito da atividade “Olimpíadas da Leitura”)

Síntese do texto “Perturbações do sono” 29/12/2014

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sono-leve“Perturbações do sono”, texto escrito por um grupo da Escola Secundária José Gomes Ferreira, reflete sobre a importância do sono, considerando-o indispensável à vida.

Passamos um terço da vida a dormir, para reabilitar o corpo e o sistema nervoso. Quando dormimos, o cérebro está ativo, regenerando os neurónios. Se não dormirmos o necessário ficaremos sonolentos, teremos problemas de concentração e de raciocínio matemático. Se continuarmos a não dormir, podem aparecer alucinações e instabilidade emocional. Com a privação do sono, os neurónios ficam esgotados.

Nos EUA, 40 milhões de americanos têm perturbações de sono, incluindo doenças crónicas. Estas perturbações afetam-nos no trabalho, na condução e em actividades sociais. A maior parte delas pode ser curada.

Assim sendo, penso que devemos dormir 10 horas por dia, porque podemos sofrer de doenças como a insónia, a apneia, a roncopatia, a síndrome “das perna inquietas” ou a narcolepsia. Dormir é “indispensável à vida”.

Alexandra da Graça Correia, nº1,8.ºC

“Dona Laura” – comentário 29/12/2014

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       A música “Dona Laura”, de Miguel Araújo, fala de uma rapariga que é malcomportada e que faz lembrar a sua mãe quando esta era da sua idade.

       Ela é jovem porque vemos que ainda anda no liceu (est.2, v.1,2 e3) e é malcomportada pois “fuma às escondidas” (est.3, v.1), e “ainda namora” secretamente (est.3; v.3). Contudo, essa rebeldia e esse mau comportamento são apenas aparentes (est.4, v.2 e 3), e a Laurinha vai ser na idade adulta igualzinha à mãe, muito atenta e desconfiada (est. 4, v.5 a 8). Ela irá repetir comportamentos que antes rejeitava (est.6, v.7/ est.7, v. 3 a 7), ela não queria ser como mãe, mas acabará por o ser.

       Na minha opinião esta canção aplica-se muito aos jovens de hoje em dia, que são rebeldes, malcomportados e fazem muitas coisas às escondidas!

Alexandra Correia, 8.ºC

Autobiografia do Jarbas 29/12/2014

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Foto 1

Por onde hei de começar? Ah sim, sou um senhor inglês e rico. A quem é que estou a enganar? Sou o Jacubino ou, como os meus amigos me chamam, sou antes o Jarbas, e nem se quer sei porquê!

Na minha infância, os meus irmãos faziam de mim um brinquedo, até me penduravam na corda da roupa como se eu fosse um boneco, dia que eu recordo quando olho para a foto acima.

        Quando fiz 18 anos, os meus amigos (com a ajuda dos meus irmãos) pegaram-me uma partida, enganaram-me, como sou daltónico deram-me um capacete rosa quando eu dizia que era vermelho (sou benfiquista) e rodearam a minha cara com um plástico, para perceberem a minha triste figura vejam a foto abaixo.

Agora estou em Paris e visitei a Torre Eiffel, até tirei uma fotografia àquela beleza, ora deem uma espreitadela na última, estou feliz com a minha mulher e com a minha filha, já agora isto não é bem uma autobiografia é uma biografia, porque eu ditei e a Alexandra escreveu.

Alexandra Correia, 8.ºC

Os avós serão importantes na nossa vida? 29/12/2014

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            Eu estou de claramente de acordo com a afirmação sobre a importância dos avós.

        Com os nossos avós, podemos obter ensinamentos que não estão nos livros, tais como: lendas, cantigas, contos, dicas sobre como conquistar uma rapariga, mas também sobre como cuidarmos dos animais e dos campos de cultivo.

        Em suma, os nossos avós, são essenciais a todos nós, pois funcionam como os nossos segundos pais.

Renato Rodrigues, 8.ºC

Querido Tobias, 29/12/2014

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Sexta-feira, 12 de fevereiro de 2014

                Querido Tobias,

               No fim de semana passado eu e os meus pais fomos celebrar o meu aniversário à França.

                Quando chegámos, ficámos alojados num hotel e no dia seguinte dirigimo-nos à Disneyland Paris, para frequentar-mos a nova atração, “A Gruta de Jack Sparrow”, a melhor casa assombrada do país! Entrámos e repentinamente apareceu um homem assustador, tivemos medo, mas não desistimos. Chegámos a meio do percurso e as luzes fundiram, ficámos preocupados e desejámos logo sair dali. Então começámos a correr e num ápice já estávamos cá fora.

                Foi a melhor aventura, que vivemos todos juntos, excluindo o pavor que sentimos.

Um abraço,

Renato Rodrigues (8.ºC)

Síntese do texto “Perturbações do sono” 04/12/2014

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Oficina de escrita : elaboração de uma síntese (do texto “Perturbações do Sono”- págs. 102 e 103)

Planificação do texto:

  • Introdução:
    • “Perturbações do sono”;
    • Trabalho realizado por grupo da Escola Secundária José Gomes Ferreira;
    • Consultado em 2013;
    • Vantagens e desvantagens do sono;
    • O sono é importante;
  • Desenvolvimento:
    • Função do sono + atividade;
    • Benefícios do sono;
    • Consequências da falta de sono;
    • EUA;
  • Conclusão:
    • Doenças provocadas pela privação do sono;

Síntese

No texto “Perturbações do sono”, realizado na Escola Secundária José Gomes Ferreira, consultado em 2013, fala-se das vantagens e desvantagens do mesmo e de como este é importante.

O sono serve para regenerar o corpo e é essencial para o funcionamento do sistema nervoso. Supostamente, enquanto dormimos o nosso corpo parece inativo, mas na verdade o cérebro permanece totalmente atento. Por outro lado, se não descansarmos, ficamos sonolentos, temos problemas de concentração e esgotamos a energia dos neurónio, por exemplo, nos EUA 40 milhões de pessoas têm perturbações causadas pela falta de sono.

Para concluir, algumas dessas doenças são: a apneia do sono, a síndrome das “pernas inquietas” e a narcolepsia, sendo esta última rara.

Palavras: 115.

João Bastos

Nº14

8ºC

Oficina de escrita (comentário) 03/12/2014

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Proposta de trabalho:

“Os avós são referências essenciais na nossa vida, tanto na infância como na idade adulta; da convivência com eles retiramos ensinamentos que não se aprendem nos livros e que transmitimos de geração em geração.”

Sublinhado– ideias-chave.

Planificação do comentário:

  • Introdução: Concordo com a afirmação;
  • Desenvolvimento: Argumento 1 – “referências essenciais”;

                           Exemplo 1 – Tratam bem as pessoas, animais e plantas;

                          Argumento 2 – “ensinamentos (…) não se aprendem nos livros”;

                          Exemplo 2 – cultura tradicional (contos populares com lições de moral);

  • Conclusão: Articulador adequado: “Por tudo isto”; reforço por outras palavras, da ideia defendida.

Escrita do comentário:

Eu concordo com a afirmação segundo a qual os avós são importantes, pois acho que constituem referências essenciais e dão-nos lições de vida extremamente importantes.

Relativamente ao primeiro aspeto, os meus avós são pessoas marcantes para mim, porque são muito simpáticos, educados com os outros e muito gentis com as plantas e animais. Também me transmitem ensinamentos que não estão escritos em lado nenhum, através de contos tradicionais que trazem consigo quase sempre uma lição de moral.

Por tudo isto, reafirmo que os avós são muito importantes e indispensáveis à minha vida.

Palavras – 93;

João Bastos

Nº14

8ºC

Serão os avós importantes? 03/12/2014

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Eu concordo com a afirmação segundo a qual os avós são importantes, pois tenho exemplos disso na minha família.

Lembro-me de,quando eu era pequena, os meus pais muitas vezes contarem um problema ao meu avô. Ele dizia-lhes o que faria no lugar deles e concluía o seu conselho assim: “ se fosse eu fazia isto, mas agora vocês é que sabem” e, na maior parte das vezes, os meus pais seguiam o conselho do meu avô.

Também me lembro do meu outro avô, pai do meu padrasto, contar histórias de como é que a vida era antigamente e de como era trabalhar com o seu pai. Eu penso que a vida antigamente era muito difícil e que as crianças não deveriam começar a trabalhar tão cedo.

Para concluir, eu penso que uns conselhos de pessoas experientes fazem bem e também que as histórias da infância dos nossos avós servem para darmos valor ao que temos agora.

 

Clarieny Pereira, 8.ºC

O diário imaginário da Camila 27/11/2014

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Olá , querido diário ,                                                            25/11/2014

                  Estou agora em casa, hoje o que me apetecia mesmo era ir dar uma grande volta ao mundo mas, vá, ganhar o euromilhões também dava jeito .
                 Hoje o sábado vai ser igual aos outros, tomar o pequeno-almoço, ir ao café e estar com os amigos, que emoção… faço sempre a mesma coisa, todos os sábados. Mas o dia de hoje, ao acordar, parecia ir ser diferente, parecia que ia ter sorte, sentia-me bem.
               Ontem joguei no euromilhões e agora tenho que esperar que dê na televisão para ver os números, não é que eu acredite que vá ganhar, mas não custa tentar.  Já são 19:00h, já vai começar a passar na televisão … e os números são … 12 … 60 … 80 … 40 … e as estrelas 1 … 2 … 3 … 4 …
            O QUÊ ? GANHEI, DIÁRIO! EU GANHEI ! SINTO-ME TÃO BEM ! Amanhã tenho que ir levantar o meu dinheiro. Oh, e se eu o perco? Ou se alguém me rouba? E que vou fazer com o dinheiro? Ajuda-me! Dar a quem mais precisa ? Arranjar a casa? Não sei.
                                                                                                  26/11/2014
        É hoje que vou buscar o dinheiro, vou dar um bocado aos pobres, esta decidido! Ah, e vou comprar uma capinha para ti, também mereces.
           Até logo.

Camila Maia, 8.ºC

Comentário: a importância dos avós 27/11/2014

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     Na minha opinião, a frase, que anuncia que os avós são referências essências nas nossas vidas, tanto na infância como na idade adulta está correta.

      Os avós ensinam-nos muitas lições de vida: a melhor idade para estudar, que devemos pensar nas brincadeiras e nas saídas à noite.  Por exemplo: “agora pensa nos estudos e depois é que vais para a borga”, está sempre a dizer a minha avó! Outra coisa que os meus avós dizem é para eu, quando tiver filhos e netos, lhes dar a mesma educação que estou a receber agora.

      Em síntese, os avós são membros importantes da família, porque sem eles não sabíamos “metade” daquilo que sabemos hoje.

Ana Beatriz da Silva Dias Nº2 8ºC

Comentário sobre a canção “Dona Laura” 27/11/2014

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            Eu concordo com esta afirmação, pois resume muito bem os assuntos referidos na letra da canção de Miguel Araújo.

           A canção fala de Laurinha, uma jovem menina que tem certos comportamentos rebeldes, como por exemplo namorar e fumar. É bem visível que estes comportamentos são fruto da idade e que têm tendência a desaparecer quando se chega à idade adulta. Os jovens têm por hábito criticar o comportamento dos pais, achando que um dia serão melhores do que eles.

          No entanto, não é isso que acontece, pois como a canção refere, também a mãe de Laurinha já fora como ela, o que nos leva a acreditar que Laurinha irá tornar-se igual à mãe.

          Concluindo, penso que seguimos os exemplos que temos e que, por isso, é normal ficarmos parecidos com os nossos pais, assim, acredito que Laurinha acabará com “um olho na novela e outro na panela”, como a sua mãe.

Ana Francisca, 8.ºC