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Lacinhos XXL 19/05/2015

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Não há nada pior do que a hora dos ganchinhos. Eu sempre odiei a hora de acordar, primeiro porque a thumbs_traca-1minha mãe me acordava aos berros, segundo porque eu odiava tomar banho e terceiro, a parte em que a minha mãe vinha ter comigo com dois ganchos, em forma de laços XXL, na mão direita, e um pouco de gel na mão esquerda.

Ela trazia no bolso das calças um pente (como aqueles dos velhotes) para me endireitar os caracóis – eu sei que é difícil de acreditar, mas sim eu já tive caracóis, quando era mais pequena, mas tudo o tempo levou – e barrava-me o gel no cabelo. Imaginem, o cabelo é o pão e o gel a manteiga!

Depois levava-me ao jardim-de-infância e eu esperava que ela se fosse embora para ir a correr tirar os laços. Nessa altura chamavam-me “Maria lacinhos” (era suficientemente mau) e de vez em quando ainda me chamam. Mas definitivamente a pior altura do dia era quando a minha mãe chegava do trabalho para me ir buscar e colocava os laçarotes no meu cabelo; tanto trabalho que eu tinha tido para tirar os ganchos e a moça chega e põe-mos outra vez. Por um lado, era melhor pôr os ganchos no cabelo, porque eu ficava com o cabelo todo nojento do gel e aquilo era horroroso.

Graças às ideias maquiavélicas da minha mãe, quando digo maquiavélicas estou-me a referir à parte dos ganchos, eu agora adoro ganchos, laços, fitas, amo acessórios de cabelo, por isso agradeço à minha mãe do fundo do meu coração.

Carolina Soares, nº4, 8ºA

Infância, o período em que te vestes como a mamã manda 19/05/2015

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Durante a minha infância, a minha mãe é que mandava e escolhia como me deveria vestir, calçar e fazer mother-with-daughterpenteados, talvez como todas as crianças. Um grande período de birras.

Sempre gostei de ser eu a escolher a roupa e assim vestir-me à minha maneira. Detestava quando tinha de levar roupa de treino, como leggins e fato-de-treino por causa de educação física. Era tão pindérico! Já para não falar das birras que fazia quando a minha mãe insistia em me fazer um puxo e tinha de andar com o cabelo amarrado o dia todo. Gostava tanto de andar com o cabelo encaracolado solto, mas tinha de usar aqueles ganchos, fitas, bandoletes…como as princesas que via na Disney.

Na minha opinião, as meninas tinham o cabelo comprido para andar solto e com acessórios giros.

Raquel Neves nº19 8ºA

Os brinquedos são importantes para as crianças? 19/05/2015

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coelhaOs brinquedos são muito importantes para as crianças, e o meu favorito, na infância, era uma coelhinha de peluche chamada Lola.

Na minha opinião os brinquedos eram, são e sempre serão muito importantes nas vidas das crianças, pois um brinquedo para uma criança é como se fosse o seu melhor amigo com quem podia brincar o dia inteiro e também ajudar a manter a imaginação das crianças fértil porque faz com que a criança invente um nome para ele, crie jogos, entre muitas outras coisas…

Para mim os brinquedos foram muito importantes, mas havia um brinquedo favorito que eu nunca largava: a minha coelhinha Lola. Era um brinquedo de peluche castanho clarinho e branco com as patas coloridas de verde, amarelo, rosa, violeta, azul, laranja… Acho que sempre adorei este brinquedo pelo facto de ter sido o meu primeiro brinquedo. No mesmo dia em que eu nasci, o meu pai e o meu irmão ofereceram-mo, e como era bastante colorido despertava-me os olhos e eu não o consegui largar; acho que isso é que provocava a imensa alegria que eu tinha quando brincava com a Lola.

Para concluir, quero relembrar que é bom para a infância das crianças brincar com brinquedos coloridos uns diferentes dos outros, que é para despertar a nossa imaginação, e quando uma criança ganha um brinquedo faz logo um grande sorriso, o que me faz a crer que na vida de uma criança é muito importante haver pelo menos um brinquedo.

Beatriz Nunes, nº3, 8ºA

O tesouro e a tesoura – um amor estranho 27/03/2015

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Era uma vez um tesourocaixa-de-tesouro-23523731

Que estava cheio de ouro

Era uma vez uma tesoura

Que gostava de um besouro.

 

O tesouro gostava da tesourasem nome

Mas ela cortava-lhe a confiança

E o tesouro cheio de esperança

Até lhe ofereceu uma aliança!

 

José Bastos Nº15 8ºA

Visita de estudo ao Porto 27/03/2015

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porto-portugalNo dia 3 de março, os alunos do oitavo ano da escola básica e Secundária de Sever do Vouga partiram em visita de estudo à cidade do Porto. Estes iniciaram a sua viagem às 8:15 da manhã, regressando por volta das 5 horas da tarde. Deslocaram-se de autocarro até Aveiro, à estação, apanhando um comboio até ao Porto. Aí, deslocaram-se a pé até ao museu interativo “World of Discoveries”. Os alunos, orientados por um guia, exploraram o museu. No final do percurso, embarcaram numa aventura e observaram os feitos mais marcantes da odisseia dos Descobrimentos.

Após visitarem o museu, os alunos dirigiram-se ao parque da cidade, a pé, onde almoçaram ao meio dia.

A seguir ao almoço, deram uma volta à cidade, com o propósito de visitar A Torre dos Clérigos.

No fim, os alunos entraram no comboio até Aveiro e voltaram, posteriormente, de autocarro à Escola por volta das 17 horas.

Na minha opinião, a Visita de Estudo foi muito interessante, pois, apesar de não corresponder ao que foi planeado inicialmente, as atividades estavam inteiramente relacionadas com a matéria dada nas aulas. Foi uma viagem emocionante, que proporcionou aos alunos consolidar as suas aprendizagens.

Em suma, gostei bastante da visita de estudo, por ter sido não só divertida, mas instrutiva. No entanto, penso que a atividade teve pouca duração.

Eduardo Amaral, nº10, 8ºA

 

A importância dos brinquedos 27/03/2015

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brinquedosNa minha opinião os brinquedos são importantes na infância de qualquer criança. O meu brinquedo favorito era uma boneca oferecida pelos meus pais.

Quando se oferece um brinquedo a uma criança pode-se ver a alegria nos seus olhos. É como se a melhor coisa do mundo lhes tivesse acontecido, pois as crianças sentem-se como adultos, as raparigas fingem que são mães e professoras e os rapazes pais: fortes e capazes de conduzir. Isto é essencial para uma criança crescer psicologicamente.

Eu também tive um brinquedo especial, uma boneca para ser mais precisa. Infelizmente, perdi-a quando mudei de casa, mas ainda me lembro dela. Tinha a pele cor de chocolate e os olhos azuis como o céu. Vestia um vestido às flores e calçava uns sapatinhos cor-de-rosa. Não tinha cabelo.

Eu gostava muito dela, pois estava sempre ao meu lado, mesmo quando tinha pesadelos, e como não tinha irmãos era a minha única companhia.

Eu sentia-me feliz quando estava com ela, e acho que todas as crianças deviam sentir-se assim.

Catarina Pereira, n.º6, 8ºA

Poema à maneira de Mendinho 27/03/2015

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Estava eu no meu jardim  jardim

A ler o livro do Tintim

Perdida no meu mundo

Perdida no meu mundo.

 

Estando eu a apanhar sol

Aparece em caracol

Perdida no meu mundo

Perdida no meu mundo.

 

A ler o livro do Tintim

Não me ausentei do jardim

Perdida no meu mundo

Perdida no meu mundo.

 

Com as histórias do Tintim

Fico sempre assim

Perdida no meu mundo

Perdida no meu mundo.

 

Não me ausentei do jardim

Mesmo quando chamaram por mim

Perdida no meu mundo

Perdida no meu mundo.

 

Fico sempre assim

Quando a história chega ao fim

Perdida no meu mundo

Perdida no meu mundo.

 

Carolina Pires, n.º5, 8ºA

Estava eu em Santarém (poema à maneira de Mendinho) 09/03/2015

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Estava eu em Santarém

A ver quem passava além

Mas que confusão

Mas que confusão

 

Estando eu em Santarém

Visitarei o Senhor Belém

Mas que confusão

Mas que confusão

Santar_m_Escudo

A ver quem passava além

Reconheci a Senhora Belém

Mas que confusão

Mas que confusão

 

Tivemos uma longa conversa

Mas ela estava com pressa

Mas que confusão

Mas que confusão

 

Visitarei o Senhor Belém

Se não vir mais ninguém

Mas que confusão

Mas que confusão

 

Mas ela estava com presa

Que falamos muito depressa

Mas que confusão

Mas que confusão

 

Cristiana Outeiro Pinho, Nº9 8ºA

Estava eu na minha cozinha a comer pão 09/02/2015

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Estava eu na minha cozinha a comer pãopão

Acompanhado com rojão

À espera da minha mãe

À espera da minha mãe

 

Fui ao frigorífico buscar chourição

Para acompanhar com outro pão

À espera da minha mãe

À espera da minha mãe

 

Acompanhado com rojão

Estava a ver que horas são

À espera da minha mãe

À espera da minha mãe

 

Para comer com nutela

Fui buscar mortadela

Á espera da minha mãe

À espera da minha mãe

 

Estava a ver que horas são

E o meu nome é João

À espera da minha mãe

Á espera da minha mãe

 

Fui buscar mortadela

Para ressuscitar o Mandela

À espera da minha mãe

À espera da minha mãe

(poema seguindo a estrutura da cantiga de amigo “Estava eu na ermida de São Simeão”, de Mendinho)

 

João Coutinho, nº13, 8ºA

Estava eu em casa a brincar 09/02/2015

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Estava eu em casa a brincarbrincar

Era eu e o meu irmão a chorar

A brincar e a dançar,

A brincar e a dançar.

 

Estava eu em casa a cantar

Com o meu irmão a dançar

A brincar e a dançar,

A brincar e a dançar.

 

Era eu e o meu irmão a chorar

E eu a trabalhar

A brincar e a dançar,

A brincar e a dançar.

 

Estava eu em casa a falar

E fui-me sentar

A brincar e a dançar,

A brincar e a dançar.

 

E eu a trabalhar

Só para me cansar

A brincar e a dançar,

A brincar e a dançar.

 

E fui-me sentar

Com a porta do frigorífico a gastar

A brincar e a dançar,

A brincar e a dançar.

(poema seguindo a estrutura da cantiga de amigo “Estava eu na ermida de São Simeão, de Mendinho)

                                                             Cláudia Ribeiro Nº7 8ºA

UMA POSSIVEL DEFINIÇÃO DE AMOR 09/02/2015

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Hoje descobri o quanto és importante para mim!por_sol

Até agora parecia estar cega, surda… parecia já

estar habituada àquela ignorância que tinha por ti.

Mas hoje, tudo isso mudou, aprendi a dar-te valor,

Respeito… mas acima de tudo aprendi que tu

tens um lugar muito importante no meu coração.

Hoje sei o quanto és importante para mim, também

sei que não quero que me abandones e não quero

voltar a sentir toda aquela ignorância que tinha antes

por ti.

Quero começar a partilhar momentos contigo,

desde os momentos mais insignificantes aos mais importantes,

quero ter histórias para contar e emoções para partilhar,

mas quero fazer tudo isto a teu lado, para que todos os segundos

de uma vida sejam bem aproveitados.

Quero ser feliz, mas acima de tudo,

quero que tu sejas feliz!

Beatriz Coutinho, nº2, 8ªA

Quando tudo aconteceu – devaneios poéticos 09/02/2015

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luarNuma noite escura

Onde tudo podia acontecer,

Tu eras a coisa mais pura

Daquele escurecer!

 

Os teus olhos castanhos-claros

Brilhavam naquela noite de luar

E os teus cabelos loiros

Baloiçavam pelo ar!

 

Foi um momento único

Que aconteceu naquele escurecer,

E foi num barco

Que eu te vi desaparecer!

 

Beatriz Coutinho Nº2 8ºA

 

O amor de avós e netos – comentário crítico 28/11/2014

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Eu concordo com a afirmação porque os meus avós são muito importantes na minha vida e para o meu avósnetosfuturo.

Eu acho que existem coisas que só nós e os nossos avós sentimos e não se podem sentir nos livros. Eu lembro-me que, quando era pequena, ia com os meus avós de trator para a terra ajudá-los a apanhar erva, a dar comida às cabras e a tirar-lhes o leite.

Por outro lado, eu acho que os livros ensinam-nos coisas novas, mas não nos ensinam tudo e há coisas que só podemos aprender com os nossos avós. Posso dar um exemplo do que me aconteceu com os meus avós: eu lembro-me de quando a minha avó me ensinou a fazer pão e de quando o meu avô me ensinou a apanhar milho.

E por fim quero reforçar a minha opinião com a seguinte razão: eu acho que nós devemos amar os nossos avós com toda a nossa força e é graças a eles que sei tudo o que sei agora. Para mim, os meus avós são como uns segundos pais e amigos e, principalmente, o meu mundo. Acho que não aguentarei quando eles partirem, mas todos nós sabemos que há sempre uma vez para tudo. Amo-os, estarão para sempre no meu coração.

 

Cláudia Ribeiro Nº7 8ºA

“Parte de mim” – comentário crítico sobre os avós 26/11/2014

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AvósEu concordo com a afirmação, pois os meus avós ensinaram-me parte do que eu sei agora, se não fossem eles eu não sei o que seria de mim.

Os meus avós ensinaram-me o essencial para viver, como por exemplo o cultivo de vegetais. Lembro-me perfeitamente, pois todos os anos eu e a minha irmã vamos ajudar os meus avós nas terras, a cultivar batatas, alfaces, cenouras, couves…

Os meus avós também me dão muito carinho, o que me deixa muito contente e eu retribuo-lhes, ajudando-os em tudo o que precisam e eles também me ajudam.

E é por tudo o que eles me dão e me ensinam, que quando eu estiver no lugar deles vou fazer o mesmo, dar para também receber.

Carolina Barbosa Soares, 8ºA nº4

Autobiografia imaginária 24/11/2014

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O meu nome é Jorlinda Alberta, mais conhecida por Tininha. Tenho 39 anos, sou coveira de profissão eBiografia_menina toco guitarra nos tempos livres. Acho-me feia, magra, tenho nariz de batata, a boca torta e os olhos grandes.

Vou falar um pouco sobre a minha vida, até ao momento presente. Três anos depois de nascer, entrei no jardim de infância. Aos 6 anos comecei a escola primária e as aulas de guitarra. Por volta dos 10 anos, entrei para o colégio (5º ano), aprendi a falar Inglês, coisa que sonhava aprender desde pequena. Aos 18 anos acabei o 12º ano. Estudei em Paris dos 18 aos 29 anos.           Como estava farta de estar longe da minha família, regressei a Portugal. Mal cheguei, arranjei emprego como coveira. Num dos meus dias de trabalho (cerca de um ano depois), estava a abrir o buraco de uma campa, como habitualmente, e uma cabeça de esqueleto saiu do buraco tão rapidamente que nem tive tempo para me desviar. Levei com a cabeça na boca, e este é o motivo de eu ter a boca torta.

Agora que passaram dez anos depois de começar neste meu emprego, já sou profissional em abrir campos. Como já referi, dou concertos nos tempos livres e considero-me boa cantora e boa guitarrista.

 

Raquel Neves, n.º19, 8ºA

Adora a Natureza 08/11/2014

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Gosto tanto da Natureza,images

sobre ela tudo se diz,

a chover ou a fazer sol,

estou sempre feliz.

 

 

Carolina Pires, n.º5, 8ºA

Há palavras que nos ferem 24/05/2012

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Há palavras que nos ferem

Há palavras que nos fazem chorar

Há palavras que destroem

Todos os nossos sonhos de amar

 

(inspirado no poema “Há palavras que nos beijam”)

Ana Rita Santos, nº3 – 8ºA

Há palavras que nos ferem 24/05/2012

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Há palavras que nos ferem

Como as garras de animais

Sem medo de aleijar

E de matar cada vez mais

 

Um amor infinito magoado

Para além do coração

Fragilizado de tanto sofrer

Perante tal interminável paixão.

 

Ferem até ao profundo ser

De um alguém,

Perturbado pela impiedade

De um ninguém.

 

Palavras contínuas…

Cheias de maldade

Para destruir

O amor de uma eternidade.

(inspirado no poema “Há palavras que nos beijam”)

Ana Cláudia  Martins, nº2 – 8ºA

Apaixonado 22/05/2012

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Eu vivo entusiasmado com aquela paixão. As quinze horas que passo acordado, só penso nela. Elogio-a e utilizo-a sempre que posso. Ofereço-lhe presentes para a tornar mais bonita e mais musical.

Os meus pais comentam que é uma obsessão e até ficam com ciúmes de tanta dedicação.

Às vezes durante a noite, acordo e sinto vontade de a abraçar, mas controlo-me para não incomodar.

Eu simplesmente sinto-me apaixonado pela minha viola, que me deixa bastante realizado quando toco alguma música de que gosto.   

 

Francisco Guerra nº11 – 8ºA

Nós os dois a passear ao luar 22/05/2012

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Nós os dois a passear ao luar
É difícil, não dá para acreditar
A magia do amor faz sonhar
Não consigo parar de te amar

Eu gosto de passear
E não consigo parar de pensar
A minha boca e a tua coladas
As nossas mãos sempre entrelaçadas
E ao fim do dia, como seria
A nossa noite a sós
As roupas no chão e acaba aqui a canção

Inspirado na canção “Eu gosto é do verão”

Poema elaborado por: Andreia Morgado, nº5; Carina Silva, nº6- 8ºA

Retrato do Horácio (música do Baile da Paróquia de Rui Veloso) 05/03/2012

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O Horácio é um jovem já adulto que vive em Casais da Arrifana e tem 33 anos.

Fisicamente é um homem baixo, barrigudo e gordo. Tem um rosto avermelhado devido ao vinho tinto e usa os cabelos ruivos, baços e curtos. Tem os olhos pretos e pestanudos e o nariz torto e achatado, com uma boca sensual e os dentes amarelos. Veste –se com calças americanas coçadas e justas, botas alentejanas e um dragão nas costas.

É um jovem humilde e educado, brincalhão e descontraído. Mas também é tímido e um pouco indefeso.

O Horácio é um rapaz não muito bonito e está fora de moda porque se veste à anos 80. Contudo é um rapaz alegre e desenrascado, porque desde os 17 anos que vive sozinho, porque seus pais faleceram cedo e ficou a tomar conta da casa da quinta e dos animais.

 

Gustavo Sá, nº13, 8ºA

CARNAVAL 05/03/2012

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Caretas e folia

Alegria todo o dia

Rico em diversão

Natural e espontâneo

A dança de eleição é o samba

Vive-se a extravagância e

A euforia ao

Limite

 

Francisco Guerra, nº11, 8ºA

 

 

Vítima de espancamento por causa de tabaco 27/11/2011

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Um adolescente de apenas 17 anos foi violentamente espancado por um grupo de amigos da escola de Sever do Vouga, na passada sexta-feira.

Tudo começou no exterior da escola de Sever, quando um grupo de amigos se dirigiu a João Silva, aluno da escola, que estava a fumar, pedindo-lhe tabaco. Este recusou-lhes o pedido dizendo que não daria cigarros a ninguém.

Marco Mendes, um dos elementos do grupo, não tendo gostado do que ouviu, agrediu fisicamente João. Rapidamente, os restantes amigos do grupo envolveram-se na confusão, ajudando Marco a agredi-lo.

Este acontecimento foi travado por dois funcionários da escola, quando se dirigiam aos ecopontos para depositar o lixo.

João Silva foi levado para o hospital de Aveiro com lesões graves, podendo mesmo necessitar de ajuda psicológica. O grupo de amigos foi severamente castigado e levaram uma suspensão de uma semana.

(Texto de ficção)

Ana Rita Santos, nº3, 8ºA

Estrela 16/11/2011

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Eu subia ao céu,

por cima do mar

não para lá ficar

mas para dar-te a ti

uma estrela a brilhar.

 

Aquela estrela,

a mais bonita

numa noite de luar

aí vai ficar

como uma história de encantar.

Ana Rita Silva, nº 4 8ºA

Agitação na escola de Sever do Vouga 10/11/2011

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No dia 17 de outubro, na escola de Sever do Vouga, começou a campanha para a associação de estudantes.

          Na escola básica e secundária de Sever do Vouga esteve a decorrer a campanha para a associação de estudantes, verificando-se a existência das listas M, E e Alpha. Nesta altura, costuma haver muita azáfama na escola, pois andam todos a tentar “cativar” os alunos. No próximo dia 24 de outubro realizar-se-á a votação para saber qual deles irá ganhar. 

  Jéssica Coutinho 8ºA

Ambiente 22/06/2009

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O ambiente é uma fonte vida

muito importante

é uma luz

que deve ser protegida.

 

Daniel Matos, nº7 , 8ºA

Música… 22/06/2009

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Escrevi a palavra música

e senti uma breve melodia no ar

calma e serena

ao mesmo tempo violenta e inofensiva.

 

Daniel Matos, 8ºA

Fome… 16/06/2009

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Tanta fome, tanta pobreza

Que assombra este mundo…

Parecem fantasmas, aparecendo nos sonhos

 

Os rios já não choram

Para nos dar de beber

O trigo não abunda

Para nos alimentar…

Tudo parece desaparecer.

 

Até nós… um dia!

 

Joana Veiga, 8ºA

Música… 12/06/2009

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Escrevi a palavra música
E logo uma orquestra surgiu
Naquela imensidão de papel.

As notas soltaram-se
Formando graciosas sinfonias,
Como as pétalas de uma rosa
Brotando de tanta alegria…

Suaves hinos de amor
Se ouviram naquele dia…
Buscando a felicidade
E a magia que nos guia.
 

© Joana Veiga, 8ºA

 

Carta à Mãe 24/05/2009

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Mãe, abraça-me…

A tua falta faz-me sofrer,

Tu completas-me,

És a minha razão de viver.

Quando choro, tu consolas-me

Quando tenho dificuldades, tu apoias-me

Quando tenho frio, tu aqueces-me

Quando preciso desabafar, tu conversas

Quando erro, tu ensinas-me.

Tu és o riacho que mata a minha sede,

O pomar que dá árvores de fruto,

És a flor mais bela do jardim,

És amiga até ao fim.

És-me tudo.

Joana Veiga, 8ºA

Poeta 21/05/2009

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Ser poeta é pintar com palavras,
É escrever com os sentimentos,
É ver o mundo de outra forma.
Ser poeta é ser um acontecimento.

Paula Rodrigues, nº19, 8ºA

Modificação do final do texto dramático “Como um Raio de Sol”, de Érico Veríssimo 18/05/2009

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O pai – “O príncipe Edevaldo tomou as mãos…”

(Batem bruscamente à porta.)

A filha – Quem será? Nunca recebemos visitas.

(O Pai dirige-se à porta e abre-a repentinamente. Vê o Homem Triste.)

O pai (sussurrando) Que faz aqui?

O homem triste – Não consigo.

O pai – Não consegue o quê?

O homem triste – Cumprir o que prometi.

O pai – Tem de conseguir. É para seu bem.

A filha – Quem está aí?

O pai (dirigindo-se para a filha) É o carteiro, eu já vou continuar a nossa história.

O homem triste – É ela?

O pai (baixando ainda mais a voz) Ouça, eu tenho muito respeito por si, mas por tudo o que é mais sagrado, vá embora.

O homem triste (espreitando pela porta) Ela é linda. A voz dela é mais doce do que a de mil rouxinóis afinados.

O pai – Vá embora, eu não lhe volto a pedir.

(O Homem Triste entra na sala e dirige-se à Filha.)

O homem triste (embevecido) Tu és tão bonita.

A filha (assustada) Quem és tu?

O homem triste – Sou o rapaz que te mira todos os dias, quando estás á janela.

A filha – Quando estou à janela?!

O homem triste – Sim, quando estás rodeada daquelas rosas que á tua beira perdem toda a beleza. Tu já deves ter reparado em mim.

A filha (triste) Nunca.

O homem triste – Nunca?! Todos os dias olhas fixamente na minha direcção.

A filha – Quem me dera ver-te.

O homem triste – Estás a ver-me agora…

O pai (interrompendo bruscamente) Ela nunca te viu e não é agora que vai ver.

O homem triste (admirado) Como assim?!

A filha (com voz sumida) Eu sou cega…

(O homem triste olha para o Pai e começa a chorar.)

O pai – Eu disse que era melhor afastar-se.

O homem triste (enxugando as lágrimas) Não é por isso que eu vou deixar de amar a sua filha.

O pai – Não?!

A filha – Você ama-me?

O homem triste – Amo! Amo e vou sempre amar-te! (dirigindo-se ao Pai) Eu peço permissão para me aproximar da sua filha.

O pai – Se ela quiser…

A filha (extasiada) Quero!

(O homem triste pegou na mão da moça e beijou-a na face.)

Paula Rodrigues, nº 19, 8ºA

As Palavras 18/05/2009

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As palavras emitidas pela sociedade,

são sons que vão sendo aprimorados,

ferem e curam,

desalentam e confortam,

podem ser calorosas,

ou frias e vagas.

 

Luís Freitas, 8ºA, Nº 14

“Vais Ter de Beijar Muitos Sapos Até Encontrares o Teu Príncipe”, de Tyne O’Connel 13/05/2009

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Sobre o Autor

Bibliografia: Finalmente Encontrei o Meu Príncipe.

 Sobre a Obra

Resumo:

                     Calypso Kelly é uma rapariga de Los Angeles que frequenta o colégio interno feminino, Saint Augustine, em Inglaterra, porque os seus pais queriam que ela tivesse a melhor educação possível. Ela só tinha uma amiga chamada Star que andava com ela no décimo ano.

                     Todos os trimestres, as raparigas partilhavam quartos. No décimo ano, os quartos eram partilhados por três raparigas. Naquele trimestre, Calypso teria de ficar com Star e Georgina, que era uma pessoa bastante popular.

                     Num campeonato de esgrima contra com o colégio de Eades, Calypso teve de competir com o príncipe Freddie. Ela ganhou e foi convidada para uma festa em Eades.

                     No dia da festa Calypso e Freddie beijaram-se. A notícia chegou à imprensa e Freddie zangou-se com Calypso. Esta conheceu um rapaz chamado Billy que, tal como Freddie arrebatou o coração de Calypso, que ficou apaixonada por ambos.

Citações:

  1. “Foi então que percebi que tinha acabado de ultrapassar o meu motivo de maior vergonha e que ali estávamos todas, ainda de mãos nas mãos, e que a lua ainda estava cheia e que as estrelas riscavam o céu, e que ainda que ele me abandonasse, tudo ficaria bem.” (página 178 – 8º parágrafo)

              Eu escolhi esta citação porque foi quando Calypso percebeu que as suas amigas eram amigas de verdade.

Comentário Pessoal:

                     Achei o livro muito entusiasmante e divertido, devido a todas as peripécias de Calypso, Star e Georgina. As partes em que se falava de esgrima eram complicadas, visto que desconhecia algum vocabulário relacionado com esse desporto.

 Paula Rodrigues, nº19, 8ºA

A Vida é Assim, Carlota – Gemma Lienas 08/05/2009

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Biografia do autor

               Gemma Lienas nasceu em Barcelona , em 1951. Viveu cinco anos em Estrasburgo, mas depois voltou novamente para Barcelona onde se integrou em grupos de apoiantes para a igualdade das mulheres. Actualmente, trabalha na rádio, na imprensa escrita e dá aulas na Universidade de Barcelona e na casa Elizalde.   (Fonte: http://essmo-becre.blogs.sapo.pt/tag/gemma+lienas )

Outras obras da autora

O Diário Vermelho de Carlota

O Diário Vermelho de Flanagan

 

Resumo da história

                Carlota tem catorze anos e acaba de entrar na adolescência, uma das piores fases da sua vida. Parece que tudo lhe acontece, as férias matrimoniais dos pais, o amigo de quem gosta está em coma, a menarca, o seu primeiro beijo…No entanto, depois das inúmeras visitas ao Ramón, que se encontra no hospital, descobre que este, afinal, não é o seu grande amor. Isto, porque numa manhã em que a sua turma foi ao cinema, Carlota não teve outra opção senão sentar-se ao lado de Jorge. O seu cheiro, o seu olhar, o roçar das mãos de ambos, fez com que Carlota nunca mais se esquecesse daquele dia e daquele momento.

               No seu aniversário, antes de sair de casa, sentiu-se estranha, foi à casa de banho e tinha-lhe aparecido a primeira menstruação. Depois das aulas era a festa de anos. Quando dançava com Jorge…o primeiro beijo…que jamais irá esquecer.

Citações preferidas

             “ Por isso, naquela tarde de Domingo regressava a minha casa com o coração apertado, como todos os dias desde que o Ramón tinha tido o acidente de mota que o havia deixado com a cabeça gravemente atingida e a vida tão frágil como a chama de uma vela”. Pág.7/8

              Escolhi esta citação porque traduz de uma forma clara o estado em que ficou Ramón após o acidente.”Frágil como a chama de uma vela” que num simples sopro fica sem vida, pois também ele num ápice se poderia “apagar”.

            “ Naquele momento, aconchegada na minha cama, pensei que, apesar de haver alturas em que achava que o meu mundo se estava a partir aos bocados, outras, pelo contrário, parecia-me que um mundo novo e diferente começava a nascer à minha volta. ” Pág.152

              Este último parágrafo fez-me reflectir sobre a minha própria vida. Ela é constituída por bons e maus momentos, se há alturas em que as nuvens da vida parecem escurecer o meu dia-a-dia, no mesmo instante uma brisa suave as dissipa tornando-se num radioso dia.

Comentário pessoal:

               Bom,…confesso que hesitei em tirar este livro da estante para ler, mas sem margem para dúvida este livro acabou por se tornar num dos meus predilectos. Tudo desde a ilustração da capa, ao enredo da história, às personagens, me parece genial. É com certeza uma tarefa difícil descrever esta narração. Aconselho a sua leitura, pois só assim podem confirmar que é um livro excepcional.

 Joana Raquel Martins Veiga, 8ºA, nº13

Uma tarde na feira 03/04/2009

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Numa tarde de Verão, viajei até ao mundo das compras. Era uma feira bastante grande com um enorme engarrafamento de pessoas prestes a comprar tudo o que aí havia.Comecei por ver uma tenda que estava à minha direita. Era colorida e brilhante. Tinha roupa, malas, calçado, acessórios, maquilhagem e outras tantas coisas. Ao lado dessa barraca existia uma loja de animais. Todos eles eram lindos, fofinhos, peludos, tinham mil e um tons acastanhados, pretos, brancos e cinzentos. Ao fundo dessa loja estava um senhor. Alto, barbudo, gordo… assim o poderia caracterizar. O tamanho da sua barba fazia lembrar um ninho de ratos. Junto ao senhor estava uma grande cadeira de madeira que fazia lembrar uma árvore moldada com essa forma.

Gostei bastante daquele Universo, pois sempre gostei muito de compras e de feiras. Adoro ver os instrumentos e roupas feitas pelos artesãos.

Maria Miguel, 8ºA

Férias da Páscoa 16/03/2009

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As Férias da Páscoa são abundantemente divertidas,
pois a família está toda reunida,
e porque são tradições muito antigas
as pessoas encontram-se intensamente unidas.

 

Daniel Silva Matos

Nº7, 8ºA

Beleza Natural 25/02/2009

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Estou a ver uma paisagem cheia de cores variadas e acastanhadas que me sussurram aos ouvidos: “É a chegada do Outono.”  

Centrada, confiante e apelativa, a árvore, onde as curvas sobressaem, a sensualidade rejuvenesce e os ramos longos suplicam um abraço.

Ao colo desta, quase escondido pelo encanto do parque, está um homem algemado a um livro, os seus olhos estão a ser sugados.

Chama-se beleza natural!

Beatriz Martins, 8ºA

Poema 25/02/2009

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Quanto primor,
Quanta beleza predomina,
Nas entranhas desta flor.

Quantas pétalas ásperas e macias?
Todas.
E espinhos afiados?
Nenhum. São apenas montanhas,
Onde o bicudo e o redondo são aliados.

E o seu fundo,
Onde acabará?
O mistério é servido,
Explorem o seu mundo!

Beatriz Martins, 8ºA

O Irmão de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez 12/02/2009

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Resumo da obra

Domingos é um jovem mulato de dezasseis anos, natural de Angola. Actualmente vive em Lisboa com os pais adoptivos, de raça branca. Este rapaz vai sentir a terrível realidade da diferença e, por vezes, sofre com as suas consequências, pois em caso de dúvida e dada a cor da sua pele o castigo “cai” sempre sobre Domingos. Foi para um colégio interno e, passados três meses, regressou a casa, mais sereno e um pouco mais resignado a lidar com a sua situação diária. Nunca mais entrou em conflitos, pois aqueles tempos de colégio tinham-lhe ensinado bastante. Um dia, avistou uma rapariga indiana que lhe parecia um sonho, algo irreal. Era uma beleza quer exterior quer interior inacreditável. Chamava-se Noor. Talvez a vida de Domingos, naquele momento, fizesse sentido e qualquer coisa de maravilhoso nele estava a acontecer, algo que nunca tinha sentido…ele estava verdadeiramente apaixonado. Foi com a Noor que ele esqueceu as mágoas que arrastava, a dor que em silêncio sentia. Afinal, o destino proporcionou-lhe um final feliz.

 Citações preferidas…

 “Emanuel já tivera a oportunidade de se cruzar com muitos meninos de barrigas grandes e olhos esbugalhados; os filhos da guerra tinham quase todos a mesma expressão, o mesmo corpo, a mesma pergunta estampada no corpo.” Pág. 90

 Escolhi esta citação porque são sempre as crianças as principais vítimas da guerra, uma guerra que não pediram e pela qual não têm nenhuma responsabilidade. Crianças estas que ficam marcadas para toda a vida. Felizes de nós que temos uma vida bela e serena. Muitas vezes não nos damos conta nem agradecemos por isso.

 “Ser feliz é que me aconteceu mais cedo, muito mais cedo do que eu esperava.” Pág.116

Escolhi esta citação, porque imagino a felicidade de Domingos quando apareceu aquela jovem. Foi a luz ao fundo do túnel de que ele precisava encontrar, algo que o incentivasse a viver aquilo que tinha pela frente, sem tristezas nem conflitos. Namorar iria fazer-lhe esquecer tudo o que o magoara até ao momento.

Comentário pessoal

Este é o segundo livro que leio da mesma autora e, em relação a ambos, tenho imensa dificuldade em falar sobre eles. São qualquer coisa que “mexe” de uma maneira diferente e mais profunda comigo. Este trata um tema que, apesar do mundo estar sempre em mudança, é ainda muito actual, pois as pessoas continuam a ser preconceituosas e o racismo infelizmente, ainda se vive. Na minha opinião, é mais um livro que aconselho vivamente a que leiam.

Joana Raquel Martins Veiga, 8ºA, nº13

Alice Vestida de Branco – Phyllis Reynolds Naylor 29/12/2008

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Biografia da autora

           Phyllis Reynolds Naylor nasceu a 4 de Janeiro de 1933, em Anderson, e actualmente vive em Maryland. É uma escritora bastante conhecida por ser a autora da trilogia “Shiloh  para crianças. Já escreveu mais de uma centena de livros, entre os quais a série “Alice”, que recebeu o prémio “Notable Children’s Books”, atribuído pela Associação de Bibliotecários Americanos.

 

Outros livros da autora

 

         Salvando Shiloh, 2006

           

            Alice à Procura de si Própria, 2002

 

Resumo da obra

          Este ano, Alice frequenta o oitavo ano. Na turma de Saúde, o primeiro semestre tem como programa Escolhas Decisivas. Mr. Everett, o professor desta disciplina, lança o desafio a cada um dos alunos de ensaiarem o futuro.

           Assim, atribui-lhes o papel que terão de desempenhar e resolver em apenas cinco semanas. O Patrick e Alice iriam casar, a Pamela estaria grávida, a Elisabeth iria comprar um carro… Nem tudo é tão fácil como parece, mas Alice consegue ultrapassar as dificuldades e viver grandes aventuras.

           Embora tivesse sido um trabalho bastante complicado, não deixou de ser interessante e com várias peripécias. No final, toda a turma conseguiu o seu objectivo – conseguir optar pela melhor solução.

 

 Citações preferidas

 

            “Mais vinte passos e beijo-o.” (Pág. 60)

 

            Esta citação é uma das minhas favoritas, porque acho ridículo como é que alguém “programa” os beijos, partindo do princípio que essas duas pessoas gostam um do outro, como o Patrick e a Alice.

             

            “Mas que casamento tão pindérico!” (Pág.41)

 

            Nesta citação, gostei fundamentalmente da palavra ‘pindérico’, pois adequa-se muito bem ao contexto, uma vez que o noivo não está a gostar nem um pouco do seu casamento. Esta frase é cómica, penso eu, porque não deveria ser um acontecimento aborrecido, quando estamos felizes, ou a viver uma situação de felicidade, não importa se abunda a riqueza ou não. O que realmente importa é aproveitar o momento. 

           

 Comentário pessoal:

             A minha opinião contempla essencialmente aspectos positivos. É um livro fantástico, não só pela sua história, que é fascinante, mas também pelo facto de aprendermos um pouco a lidar com situações futuras na vida real. Penso que é um livro instrutivo e recomendado a todas as jovens da minha idade. Deixo a sugestão, ele merece ser lido.

 

             

Joana Raquel Martins Veiga

8ºA nº13

Gosto de Sair à Noite – Jacqueline Wilson 08/12/2008

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Biografia da autora:

Jacqueline Wilson nasceu em Inglaterra, a 17 de Dezembro de 1945. Sempre quis ser escritora e com apenas nove anos escreveu o seu primeiro livro. Começou por trabalhar em editoras e depois lançou-se como jornalista no D.C. Thompson Dundee Scotland. Jacqueline já recebeu inúmeros prémios pelos seus livros, nos quais reproduz, com humor, as angústias da adolescência, tendo alcançado um grande sucesso.

Outras obras da autora:

Não Confio a Ninguém os Meus Segredos
Miúdas à Beira de um Ataque de Nervos

Resumo:

Ellie tem treze anos e está a passar a fase mais complicada da sua vida. Ela sente muita dificuldade por estar a tornar-se uma mulher e não ter a sua mãe consigo para a ajudar e lhe dar conselhos na fase mais importante da sua vida.

A jovem e mais duas amigas combinaram a sua primeira saída à noite num centro comercial. Tudo corria normalmente até ao momento em que Ellie encontrou um rapaz chamado Russell e ficaram os dois perdidamente apaixonados um pelo outro. Passam o resto da noite juntos e mais tarde Russell acompanha a amiga a casa onde Ellie se depara com a madrasta e o pai muito preocupados consigo. O pai, que é uma pessoa do “século passado” , completamente desactualizado da sociedade actual e sem compreender os motivos da filha, faz um drama por ela ter chegado tarde a casa e por ter estado com um rapaz.

Ellie passa por muitas outras peripécias para se poder encontrar com o seu amado. A relação avança cada vez mais e a história acaba com um telefonema entre os dois no qual trocam juras de amor.

Citações a recordar:

“Entro em casa dançando de alegria.”

Retirei esta citação da página cento e nove porque sugere a ideia de que, depois dos encontros entre Ellie e Russell, a jovem regressa a casa muito feliz.

“O meu olhar desfoca-se, as couves transformam-se em belas rosas verdes,  os gritos, em trinados de pássaro.”

Retirei esta citação da página cento e oito porque demonstra que este é um momento especial para Ellie e, apesar de o sítio não ser o melhor, a personagem imagina tudo como se fosse perfeito.

Comentário pessoal:

Gostei bastante de ler este livro para saber como a personagem principal lida com a adolescência, uma vez que estamos as duas a atravessar essa fase e para poder comparar os nossos sentimentos e pensamentos. Um aspecto que me provocou grande curiosidade foi o facto de a personagem não ter mãe, pelo que a falta de compreensão do pai em relação a ela torna tudo mais difícil.

Bibliografia consultada:

http://www.eb23-soure.rcts.pt/Jornal/edicao2/pagina%2025%20-%20Jacqueline%20Wilson%2Bpoemas.pdf

http://www.presenca.pt/autoresresultadedetalhe.asp?letra=W&autor=1834

Ficha de Leitura realizada por:  Marta Pereira, 8ºA, Nº17

Morosil – o medicamento do amor 03/12/2008

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O medicamento do Amor, numa farmácia perto do seu coração...

O medicamento do Amor, numa farmácia perto do seu coração...

 

Leia atentamente este folheto informativo antes de tomar o medicamento

– Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o ler novamente.
– Caso tenha dúvidas, consulte o seu coração e não siga as recomendações nem do médico nem do farmacêutico, pois eles não conhecem os seus sentimentos.
– Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros, caso contrário, sujeita-se a perder o amor da sua vida.
Morosil comprimidos

A substância activa é o amor.
Cada comprido tem uma dose dessa substância activa: Amor

O que é o Morosil?

O Morosil é um medicamento, que actua quando uma pessoa está só e necessita da companhia de alguém que a faça feliz até ao fim dos seus dias.

Indicações terapêuticas

O Morosil está indicado para actuar só em casos extremos de solidão. Se a pessoa não se encontra completamente neste estado, sujeita-se a efeitos contrários e poderá mesmo endoidecer.

Antes de tomar Morosil

Não tome Morosil sem antes ler este folheto informativo, pois contém informações essenciais sobre a sua utilização, bem como sobre a manutenção deste medicamento. Preste muita atenção!

Advertências gerais

Se tomar o medicamento durante um longo período de tempo e em doses não recomendadas, poderão surgir alguns destes sintomas: loucura total, desespero e raiva. A sobredosagem é terrível, nem tente.
Gravidez

Consulte a sua disposição, pois nada deve ser contrariado à grávida. De qualquer forma não aconselhamos a toma de Morosil, o bebé poderá eventualmente sofrer desgostos amorosos.
Efeito em crianças

O uso de Morosil destina-se apenas a ser tomado por adultos em idade superior ou igual a 18 anos.
Efeito em idosos

Morosil pode perder a intensidade de efeito a partir dos 50 anos do indivíduo. Não nos responsabilizamos se, por qualquer razão, o medicamento não suscitar o mesmo efeito em pessoas da mesma idade.

Tomar Morosil com outros medicamentos

Morosil corta o efeito de outros medicamentos, devido à fórmula activa da sua substância.

Como tomar Morosil comprimidos

Tome apenas um comprimido Morosil ao longo da sua vida. Fale com o seu coração se tiver dúvidas. Quando sentir que é a hora certa para tomar, coloque o medicamento no interior da sua boca e, com a ajuda de um copo de água, ingira-o.

Efeitos secundários possíveis

• Desejo de estar perto desse alguém;
• Desejo de ter em sua posse o número de telemóvel da pessoa amada;
• Sonambulismo;
• Palpitações;
• Tonturas;
• Dores musculares;
• Ansiedade.

Conservação

Mantenha o medicamento fora do alcance das crianças.
Outras informações

Para mais informações consulte a página Web www.morosilcomp.com ou ligue para o número 639415829, Lisboa.

Farmacêutica responsável:

Joana Veiga, 8ºA

Quando as noites não são iluminadas 26/11/2008

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Quando as noites não são iluminadas

permanecem numa escuridão constante,

o medo solta-se por todo o lado,

a coragem torna-se desesperante.

 

 Quando o mar é vazio,

oco e confuso,

tudo se espera dele.

Proíbe-se o uso.

 

 Quando a liberdade é tolhida

ficamos sem vida,

somos apenas bonecos,

controlados.

  

Quando a história é triste

há sempre uma hipótese,

escreve-a de outra forma,

ninguém te pode impedir de pensares,

basta imaginares.

 

Beatriz Martins, 8ºA

Nunca foi fácil entender as pessoas 16/11/2008

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Nunca foi fácil entender as pessoas, nunca foi fácil lidar com elas… Guerras, mortes e devastação… Quem precisa disso? Para quê matar uma pessoa que nem conheces, cujo nome nem sabes e que nem te fez nada? Pensa primeiro antes de o fazer!

Nunca quiseste nascer ou acordar num mundo em que a guerra fosse um nome abstracto, daqueles que não sentimos na pele mas que existem!

Eu sei que às vezes a vida não é o que nós queremos, mas são esses momentos que nos podem ajudar a lidar com ela e ensinar-nos milhares de coisas que não sabíamos. NUNCA VOS APETECEU GRITAR: POR FIM… LIBERDADE!

11 de Novembro, final da Primeira Guerra Mundial

11 de Novembro, final da Primeira Guerra Mundial

 Beatriz Martins, 8ºA

Receita do Bom Humor 14/11/2008

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Ingredientes:

– 10 kg de farinha

– 10 kg de açucar

– 66 cl de água

– 1 tonelada de coragem

– 2 toneladas de boa disposição

Modo de preparação:

Junta-se água e farinha numa enorme bacia, de seguida cortam-se as maçãs adicionando-as logo de seguida à massa, mistura-se tudo muito bem (mexendo para um lado e para o outro), mete-se uns 9 kg de açúcar.

Introduz-se tudo no forno e deixa-se uma hora a cozer. Retira-se e deixamos arrefecer. Quando pessoa tirar um bocado de bolo (uns 5 quilos cada), vamos à janela e espetamo-la contra a cara do primeiro careca que aparecer na rua.
Trabalho realizado por:

André nº 2,  Dinis nº 9, Gonçalo nº 11, Tiago nº22

Dicas Ecológicas 11/10/2008

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Porque o mundo é a tua casa. Toma conta dele.

RECEITA PARA O BOM HUMOR 06/10/2008

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Ingredientes:

• Uma boa dose de inteligência

• Uma hora de música alegre, de programas televisivos cómicos ou de vídeos divertidos no computador (a seu gosto)

• Uma despensa cheia de doces (q.b)
Modo de preparação:

Desperte para a realidade e, com uma boa dose de inteligência, decida o que vai fazer. Opte por uma hora de música alegre, de televisão cómica ou de vídeos divertidos no computador. No final, junte uma despensa de doces (q.b.) e irá obter o bom humor.

Amanda, nº1
Catarina, nº6
Guilherme, nº12
Joana, nº13
(Todos do 8ºA)

Os Direitos Inalienáveis do Leitor 16/09/2008

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1
O Direito de Não Ler
2
O Direito de Saltar Páginas

3
O Direito de Não Acabar Um Livro

4
O Direito de Reler

5
O Direito de Ler Não Importa o Quê

6
O Direito de Amar os “Heróis” dos Romances

7
O Direito de Ler Não Importa Onde

8
O Direito de Saltar de Livro em Livro

9
O Direito de Ler em Voz Alta

10
O Direito de Não Falar do Que se Leu

Daniel Pennac, in  Como um Romance, Ed.: ASA

P.S. Eu acrescentaria: o direito de ler vários livros “ao mesmo tempo”.

Ler, ler, ler…. 09/09/2008

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Agora que as tuas férias estão a chegar ao fim, dá uma vista de olhos na página do “Moodle” que já conheces.

Coloquei lá a lista de livros que o Plano Nacional de Leitura considera poderem interessar-te. Quem sabe se a tua próxima ficha de leitura não é sobre um desses livros?

Se nenhum te agradar, não faz mal: o que interessa é descobrires um livro que gostes de ler COM PRAZER. Para isso, podes pedir conselhos a amigos que tenham gostos parecidos com os teus ou podes ainda ir à Biblioteca da escola ver que novidades há. A grande vantagem desta última opção é que podes escolher entre centenas de livros interessantes e sem gastar um cêntimo!

Boas leituras!