Cindi 20/11/2007
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Há muito tempo havia uma rapariga cujo pai já falecera e que vivia com a malvada da madrasta e as suas irritantes filhas.Cinderela, Cindi para os amigos, parecia viver numa monotonia, quase sem tempo para enviar algumas mensagens.
Perante tal confusão só lhe apetecia abandonar a casa, porque a madrasta mandava-a trabalhar de sol a sol.É então que Cindi toma conhecimento da grande festa que se ia realizar. A rapariga gostou mas as irmãs não a queriam deixar ir.
Ela ficou verdadeiramente desapontada, mas depois de [ficar] confusa durante algum tempo apareceu uma fada simpática que lhe concedeu um lindo vestido e ela ficou deslumbrada e maravilhosa.No entanto, [o encanto] só prevaleceria até ao bater das doze badaladas. A Cindi [aceitou] o esquema e foi para o baile divertir-se.
Ao entrar deu de caras com um lindo jovem que possuía muito dinheiro, era bem constituído e que se interessou por ela.Ficou encantada, dançaram toda a noite até que, ao ouvir o bater das doze badaladas, abandonou o palácio.O rapaz ficou completamente arruinado e foi atrás dela, encontrando pelo caminho o sapato da Cinderela.
No dia seguinte, com uma grande dor de cabeça, andou à procura de uma donzela cujo pé entrasse no sapato. Como uma grande organização que era teve sorte e encontrou a amada, para ciúme das duas irmãs!Estas tiveram uma péssima reacção quando souberam que a Cindi e o príncipe se iam casar.
Maria Miguel, André Santos, André Martins, Luís Pereira – 7ºA
As instruções da tarefa estão aqui.
Cinderela dos tempos modernos 09/11/2007
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Há muito tempo, havia uma rapariga cuja mãe já tinha morrido e que vivia com a má da madrasta e das filhas. Cinderela, parecia viver numa mansão, quase sem tempo para enviar uns e-mails.
Perante tal dor de cabeça só lhe apetecia ir embora, porque a madrasta não a deixava sair. É então que a Cinderela toma conhecimento do que ia acontecer. A rapariga gostou da ideia mas as amigas não a deixaram fazer.
Ela ficou verdadeiramente irritada, mas depois de andar chateada durante algum tempo, apareceu-lhe uma fada boa, que lhe disse uma coisa boa, e ela ficou completamente contente. No entanto só podia saber tal coisa à meia-noite. Ela seguiu o esquema e foi para a noite sem parar.
Ao entrar apanhou apanhou uma pessoa com muito dinheiro, que era giro e também gostou dela. “Ela não aguentou!”. Estiveram até à meia-noite, mas ela teve de sair. Ele ficou todo chateado, e foi atrás dela. Mas só encontrou o sapato.
No dia seguinte, com uma grande dor de cabeça, andou à procura do outro sapato. Teve sorte e encontrou a rapariga, para grande descontentamento das irmãs. Estas tiveram mau humor quando souberam que eles iam ficar juntos. Mesmo assim a Cinderela e o príncipe foram muito felizes!!!
Sabino, Guilherme, Dinis e Tiago – 7ºA
(As instruções da tarefa estão aqui.)
Exercício de reescrita: Cinderela dos tempos modernos 09/11/2007
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CINDERELA
Há bué da tempo havia uma garina cujo cota já tinha esticado o pernil e que vivia com a xunga da madrasta e as melgas das filhas. Cinderela, Cinde prós amigos, parecia viver num xelindró, quase sem tempo para enviar uns mailes.
Perante tal desatino só lhe apetecia dar de frosques, porque a madrasta mandava-lhe bué de cortes. É então que a Cinde toma conhecimento da alta desbunda que ía acontecer. A garina curtiu a ideia mas as chavalas cortaram-lhe as bases.
Ela ficou verdadeiramente passadunte, mas depois de andar à toa durante algum tempo, apareceu-lhe uma fada baril que lhe abichou uma farda baita bacana e ela ficou uma granda febra. No entanto, só podia afiambrar-se de tal cena até ao bater das 12. A tipa mordeu o esquema e foi prá borga sempre a abrir.
Ao entrar topou com um mano cheio de papel que era bom comó milho e que também a galou. Passou-se dos carretos! Desbundaram toda a noite até que, ao ouvir das 12, ela teve que bazar. O tipo ficou completamente abardinado e foi atrás, encontrando pelo caminho a bota da Cinde.
No dia seguinte, com uma alta fezada, andou à procura de um chispe que entrasse na bota. Como um ganda postal que era, teve sorte e encontrou a brasa, para ganda desatino das fatelas! Estas tiveram um vaipe quando souberam que eles iam a modos que ajuntar-se. Mas mesmo assim, a garina e o chavalo foram bueréré de felizes!!!!
(Texto de autor desconhecido recebido por correio electrónico.)
Reescreve, em trabalho de grupo, esta versão da história da Cinderela utilizando um registo de língua o mais cuidado possível.