À procura dum lugar sossegado! 11/04/2009
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É melhor fugir!
Entrei numa feira e o que mais me apetecia era vir embora. Simplesmente detesto feiras e aquela era muito maçadora.
As entradas eram de acesso livre. Ao fundo, à direita e à esquerda viam-se feirantes a gritar, a gritar, tanta confusão, tanto ruído, até buzinas se ouviam (provavelmente devido ao trânsito). Era horrível, insuportável. Sentia-se uma mistura de olfactos: perfumes das pessoas que iam passando, cheiro a frango assado, odor de alguns animais que estavam à venda… Eu ia sempre junto aos meus pais e tinha vontade de sair daquele sítio.
Aquela feira era um inferno! Era aborrecida, desinteressante, cansativa, era mil vezes pior do que estar dentro duma sala de aula. Não existia sossego, parecia que as pessoas eram moscas e andavam sempre a zumbir dum lado para o outro.
Mónica Marques, 8ºC
Uma tarde na feira 03/04/2009
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Numa tarde de Verão, viajei até ao mundo das compras. Era uma feira bastante grande com um enorme engarrafamento de pessoas prestes a comprar tudo o que aí havia.Comecei por ver uma tenda que estava à minha direita. Era colorida e brilhante. Tinha roupa, malas, calçado, acessórios, maquilhagem e outras tantas coisas. Ao lado dessa barraca existia uma loja de animais. Todos eles eram lindos, fofinhos, peludos, tinham mil e um tons acastanhados, pretos, brancos e cinzentos. Ao fundo dessa loja estava um senhor. Alto, barbudo, gordo… assim o poderia caracterizar. O tamanho da sua barba fazia lembrar um ninho de ratos. Junto ao senhor estava uma grande cadeira de madeira que fazia lembrar uma árvore moldada com essa forma.
Gostei bastante daquele Universo, pois sempre gostei muito de compras e de feiras. Adoro ver os instrumentos e roupas feitas pelos artesãos.
Maria Miguel, 8ºA
O quarto-toca da Joana 19/06/2008
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O meu quarto é a minha toca. A porta é castanha como o tronco duma árvore e logo na minha direita tenho o guarda-fatos. É lá que guardo a minha roupa, tanto aquela quentinha do Inverno como a fresquinha de Verão. No seu interior é como se estivéssemos perdidos na multidão.
De frente, tenho a minha cama, fofinha como algodão e colorida como as lindas e perfulgentes flores dos campos e das florestas. Os seus lençóis fazem lembrar o extraordinário aroma dos jasmins e a doçura do mel das abelhas.
Na parede há uma maravilha criada o ano passado, nunca vista em tão belo quarto. A pintura que retrata um gato, uma senhora e um pequeno boneco é uma excelente obra da minha autoria.
Perpendicular a essa mesma tela predomina um contraste entre a claridade e escuridão. A janela é o ponto de observação para o exterior, é portanto luminosa durante o dia e escura durante a noite. Dela se podem ver e ouvir os passarinhos a cantar, os agricultores a trabalhar, as crianças a brincar, os comerciantes a vender…Mas também podemos ouvir os lobos a uivar, os morcegos a voar, as corujas nas suas árvores…
O espelho envolvido por uma camada fina e polida de madeira trespassa tudo o que vê. É nele que eu me posso observar, é nele que eu vejo se me estou a pentear bem…Enfim, é uma necessidade óbvia do dia-a-dia. A cómoda está mesmo nos pés do espelho. Por cima deste móvel coloco o despertador que canta todos os dias de manhã e que não me deixa chegar tarde à escola. Ao lado desta bonita sinfonia estão também os colares, as pulseiras, os anéis, alguns porta-retratos, entre outros objectos.
O meu quarto é espaçoso e é nele que eu gosto de estar todos os dias.
Joana Veiga, 7ºA
O quarto do Miguel 26/05/2008
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No fundo de um quarto quase sem fim existe uma parede branca como cal.
À esquerda de um quadro de cortiça está uma porta que, pela sua cor, faz lembrar o sabor do chocolate; à direita desse mesmo quadro está uma secretária que é um tronco de uma árvore cortado em mil fatias para se poderem juntar e dar aquela forma. Ao lado está uma estante com livros de capas lisas como seda, acima está um quadro com um barco que faz lembrar o barulho e o perfume das ondas do mar. Preso na estante com fita cola está um pequeno (mas cheio de significado) cachecol do maior clube do mundo, Benfica, claro.
É uma boa visão para se ter ao abrir os olhos depois de uma boa noite se sono.
Miguel Costa, 7ºA, Nº17