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Cadáver esquisito 01/06/2009

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O que é uma cobra luminosa? 
É um sapato preto.

O que é um macaco a comer?
É uma janela aberta.

O que é um carro vermelho?
É um tijolo rachado.

O que é uma mochila verde?
É um homem voador.

O que é um relógio grande?
É uma cadeira partida.

Quem é o Hulk?
É uma rapariga a escrever.

O que é um caderno preto?
É uma cadeira gira.

O que é uma pessoa amável?
É um boi morto.

O que é um rolo saboroso?
É um pássaro no Inverno.

O que é um livro de História?
É um jogo de futebol com onze jogadores, uma bola e um treinador.  

Poema colectivo do 8ºC

Sonhar é… 01/06/2009

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Sonhar é imaginar,

Imaginar o que não temos,

Mas queremos.

 

Sonhar é fantasiar,

Fantasiar o passado, presente e futuro.

Fantasiar o mundo real com o ficcional.

 

Sonhar é viver,

Viver na felicidade,

Viver o amor,

Nesta idade.

 

Mónica Marques, 8ºC, Nº15

Amar é… 29/05/2009

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…borboletas na barriga

…sonhar

…uma facada no coração

…uma espécie de magia

…uma dor de cabeça

Amar é ser amado.

 

Poema colectivo do 8º B

Mistérios da escrita #2 29/05/2009

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Escrevi a palavra Sol
E logo se fez de dia,
A lua fugiu.
Era um Sol igual aos outros:
Amarelo, brilhante
Que não se podia encarar
Para não ferir o olhar.

E assim se fez noite,
A lua voltou,
E Sol desapareceu no céu.

Beatriz Coutinho, 8ºB, nº7

Mistérios da escrita #1 29/05/2009

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Escrevi a palavra música:
Um piano nasceu
Numa folha branca de papel.
O piano,
Com as suas sete oitavas,
Tocou a melodia mais bela e solitária!
Tocou tanto e tão forte
Que as suas teclas diminuiram, diminuiram…
No fim só restava uma folha branca de papel.
 

Adriana Silva, 8ºB, nº1

(inspirada no poema “Mistérios da escrita”, de Álvaro Magalhães) 

O futuro é 25/05/2009

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uma página de um livro com um destino incerto

um olhar de liberdade

uma mão cheia de esperanças

Adriana Silva, 8ºB, nº1

Sonhar é 25/05/2009

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Sonhar é viajar no tempo.

Sonhar é viver fora da realidade.

Sonhar é pagar o preço de não pensar.

Sonhar é igual a acreditar.

 8ºB, poema colectivo

 

Carta à Mãe 24/05/2009

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Mãe, abraça-me…

A tua falta faz-me sofrer,

Tu completas-me,

És a minha razão de viver.

Quando choro, tu consolas-me

Quando tenho dificuldades, tu apoias-me

Quando tenho frio, tu aqueces-me

Quando preciso desabafar, tu conversas

Quando erro, tu ensinas-me.

Tu és o riacho que mata a minha sede,

O pomar que dá árvores de fruto,

És a flor mais bela do jardim,

És amiga até ao fim.

És-me tudo.

Joana Veiga, 8ºA

Reescrita do poema «Aquela nuvem» de José Gomes Ferreira. 22/05/2009

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O Amor Perdido

Aquela nuvem

Parece o mundo que sempre sonhei…

 

Ah! Seu pudesse alcançá-lo, pensei!

 

Aquela?

Mas já não é o que tanto sonhara,

É a flor do teu coração que se despedaçara.

 

Não faz mal.

Quero recuperá-la, aquela flor que tanto amara.

 

Aquela?

Mas já não é a flor da tua alma, não é o que tinha amado

É uma borboleta que leva a minha para outro lado…

Aquela minha alma que não tinha terminado.

 

Não faz mal.

Quero montá-la, sonhar para sempre,

Para um dia conseguir recuperar o amor

Que tanto amei secretamente.

(Elaborado por: Carolina Silva, nº 6, 7ºB)

Poeta 21/05/2009

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Ser poeta é pintar com palavras,
É escrever com os sentimentos,
É ver o mundo de outra forma.
Ser poeta é ser um acontecimento.

Paula Rodrigues, nº19, 8ºA

O poder da pontuação 18/05/2009

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Pontua o seguinte texto e descobre a quem enviará o poeta esta declaração de amor: a Lia, a Soledade ou a Iria? Ou a nenhuma?

Se consultar a razão
Digo que amo Soledade
Não Lia cuja bondade
Ser humano não teria
Não aspiro à mão de Iria
Que não tem pouca beldade

(Autoria atribuída a António Feliciano de Castilho)

O Poder da Vírgula 18/05/2009

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Uma vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode fazer desaparecer o seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, Senhor juiz, é corrupto.
Esse senhor juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

Texto encontrado pelo Davide Cruz (8º A, nº 8 ) em http://terrear.blogspot.com/2009/04/o-poder-da-virgula.html 

Modificação do final do texto dramático “Como um Raio de Sol”, de Érico Veríssimo 18/05/2009

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O pai – “O príncipe Edevaldo tomou as mãos…”

(Batem bruscamente à porta.)

A filha – Quem será? Nunca recebemos visitas.

(O Pai dirige-se à porta e abre-a repentinamente. Vê o Homem Triste.)

O pai (sussurrando) Que faz aqui?

O homem triste – Não consigo.

O pai – Não consegue o quê?

O homem triste – Cumprir o que prometi.

O pai – Tem de conseguir. É para seu bem.

A filha – Quem está aí?

O pai (dirigindo-se para a filha) É o carteiro, eu já vou continuar a nossa história.

O homem triste – É ela?

O pai (baixando ainda mais a voz) Ouça, eu tenho muito respeito por si, mas por tudo o que é mais sagrado, vá embora.

O homem triste (espreitando pela porta) Ela é linda. A voz dela é mais doce do que a de mil rouxinóis afinados.

O pai – Vá embora, eu não lhe volto a pedir.

(O Homem Triste entra na sala e dirige-se à Filha.)

O homem triste (embevecido) Tu és tão bonita.

A filha (assustada) Quem és tu?

O homem triste – Sou o rapaz que te mira todos os dias, quando estás á janela.

A filha – Quando estou à janela?!

O homem triste – Sim, quando estás rodeada daquelas rosas que á tua beira perdem toda a beleza. Tu já deves ter reparado em mim.

A filha (triste) Nunca.

O homem triste – Nunca?! Todos os dias olhas fixamente na minha direcção.

A filha – Quem me dera ver-te.

O homem triste – Estás a ver-me agora…

O pai (interrompendo bruscamente) Ela nunca te viu e não é agora que vai ver.

O homem triste (admirado) Como assim?!

A filha (com voz sumida) Eu sou cega…

(O homem triste olha para o Pai e começa a chorar.)

O pai – Eu disse que era melhor afastar-se.

O homem triste (enxugando as lágrimas) Não é por isso que eu vou deixar de amar a sua filha.

O pai – Não?!

A filha – Você ama-me?

O homem triste – Amo! Amo e vou sempre amar-te! (dirigindo-se ao Pai) Eu peço permissão para me aproximar da sua filha.

O pai – Se ela quiser…

A filha (extasiada) Quero!

(O homem triste pegou na mão da moça e beijou-a na face.)

Paula Rodrigues, nº 19, 8ºA

As Palavras 18/05/2009

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As palavras emitidas pela sociedade,

são sons que vão sendo aprimorados,

ferem e curam,

desalentam e confortam,

podem ser calorosas,

ou frias e vagas.

 

Luís Freitas, 8ºA, Nº 14

“Vais Ter de Beijar Muitos Sapos Até Encontrares o Teu Príncipe”, de Tyne O’Connel 13/05/2009

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Sobre o Autor

Bibliografia: Finalmente Encontrei o Meu Príncipe.

 Sobre a Obra

Resumo:

                     Calypso Kelly é uma rapariga de Los Angeles que frequenta o colégio interno feminino, Saint Augustine, em Inglaterra, porque os seus pais queriam que ela tivesse a melhor educação possível. Ela só tinha uma amiga chamada Star que andava com ela no décimo ano.

                     Todos os trimestres, as raparigas partilhavam quartos. No décimo ano, os quartos eram partilhados por três raparigas. Naquele trimestre, Calypso teria de ficar com Star e Georgina, que era uma pessoa bastante popular.

                     Num campeonato de esgrima contra com o colégio de Eades, Calypso teve de competir com o príncipe Freddie. Ela ganhou e foi convidada para uma festa em Eades.

                     No dia da festa Calypso e Freddie beijaram-se. A notícia chegou à imprensa e Freddie zangou-se com Calypso. Esta conheceu um rapaz chamado Billy que, tal como Freddie arrebatou o coração de Calypso, que ficou apaixonada por ambos.

Citações:

  1. “Foi então que percebi que tinha acabado de ultrapassar o meu motivo de maior vergonha e que ali estávamos todas, ainda de mãos nas mãos, e que a lua ainda estava cheia e que as estrelas riscavam o céu, e que ainda que ele me abandonasse, tudo ficaria bem.” (página 178 – 8º parágrafo)

              Eu escolhi esta citação porque foi quando Calypso percebeu que as suas amigas eram amigas de verdade.

Comentário Pessoal:

                     Achei o livro muito entusiasmante e divertido, devido a todas as peripécias de Calypso, Star e Georgina. As partes em que se falava de esgrima eram complicadas, visto que desconhecia algum vocabulário relacionado com esse desporto.

 Paula Rodrigues, nº19, 8ºA

A Vida é Assim, Carlota – Gemma Lienas 08/05/2009

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Biografia do autor

               Gemma Lienas nasceu em Barcelona , em 1951. Viveu cinco anos em Estrasburgo, mas depois voltou novamente para Barcelona onde se integrou em grupos de apoiantes para a igualdade das mulheres. Actualmente, trabalha na rádio, na imprensa escrita e dá aulas na Universidade de Barcelona e na casa Elizalde.   (Fonte: http://essmo-becre.blogs.sapo.pt/tag/gemma+lienas )

Outras obras da autora

O Diário Vermelho de Carlota

O Diário Vermelho de Flanagan

 

Resumo da história

                Carlota tem catorze anos e acaba de entrar na adolescência, uma das piores fases da sua vida. Parece que tudo lhe acontece, as férias matrimoniais dos pais, o amigo de quem gosta está em coma, a menarca, o seu primeiro beijo…No entanto, depois das inúmeras visitas ao Ramón, que se encontra no hospital, descobre que este, afinal, não é o seu grande amor. Isto, porque numa manhã em que a sua turma foi ao cinema, Carlota não teve outra opção senão sentar-se ao lado de Jorge. O seu cheiro, o seu olhar, o roçar das mãos de ambos, fez com que Carlota nunca mais se esquecesse daquele dia e daquele momento.

               No seu aniversário, antes de sair de casa, sentiu-se estranha, foi à casa de banho e tinha-lhe aparecido a primeira menstruação. Depois das aulas era a festa de anos. Quando dançava com Jorge…o primeiro beijo…que jamais irá esquecer.

Citações preferidas

             “ Por isso, naquela tarde de Domingo regressava a minha casa com o coração apertado, como todos os dias desde que o Ramón tinha tido o acidente de mota que o havia deixado com a cabeça gravemente atingida e a vida tão frágil como a chama de uma vela”. Pág.7/8

              Escolhi esta citação porque traduz de uma forma clara o estado em que ficou Ramón após o acidente.”Frágil como a chama de uma vela” que num simples sopro fica sem vida, pois também ele num ápice se poderia “apagar”.

            “ Naquele momento, aconchegada na minha cama, pensei que, apesar de haver alturas em que achava que o meu mundo se estava a partir aos bocados, outras, pelo contrário, parecia-me que um mundo novo e diferente começava a nascer à minha volta. ” Pág.152

              Este último parágrafo fez-me reflectir sobre a minha própria vida. Ela é constituída por bons e maus momentos, se há alturas em que as nuvens da vida parecem escurecer o meu dia-a-dia, no mesmo instante uma brisa suave as dissipa tornando-se num radioso dia.

Comentário pessoal:

               Bom,…confesso que hesitei em tirar este livro da estante para ler, mas sem margem para dúvida este livro acabou por se tornar num dos meus predilectos. Tudo desde a ilustração da capa, ao enredo da história, às personagens, me parece genial. É com certeza uma tarefa difícil descrever esta narração. Aconselho a sua leitura, pois só assim podem confirmar que é um livro excepcional.

 Joana Raquel Martins Veiga, 8ºA, nº13

Gato Fedorento e Advérbios de Modo … 28/04/2009

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:)

À procura dum lugar sossegado! 11/04/2009

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É melhor fugir!

          Entrei numa feira e o que mais me apetecia era vir embora. Simplesmente detesto feiras e aquela era muito maçadora.

          As entradas eram de acesso livre. Ao fundo, à direita e à esquerda viam-se feirantes a gritar, a gritar, tanta confusão, tanto ruído, até buzinas se ouviam (provavelmente devido ao trânsito). Era horrível, insuportável. Sentia-se uma mistura de olfactos: perfumes das pessoas que iam passando, cheiro a frango assado, odor de alguns animais que estavam à venda… Eu ia sempre junto aos meus pais e tinha vontade de sair daquele sítio.

          Aquela feira era um inferno! Era aborrecida, desinteressante, cansativa, era mil vezes pior do que estar dentro duma sala de aula. Não existia sossego, parecia que as pessoas eram moscas e andavam sempre a zumbir dum lado para o outro.

Mónica Marques, 8ºC

O meu lugar preferido 07/04/2009

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     Quando eu era mais pequena, gostava de me esconder lá, pois eu lá no fundo sabia que nenhum dos meus amigos me encontraria atrás da casa abandonada, por cima da pedra, e ali ficava eu até ouvir: “Já podes aparecer! Desisto de te procurar!” ou “Sónia, aparece!”

     Gostava de ir para lá por gostar, era o único sítio em que eu conseguia ver com nitidez, o horizonte. Gostava de ver o para lá da nossa pequena aldeia… Era como se não conhecesse mais nada e aquelas luzes que tanto brilhavam lá no fundo ao entardecer da noite me chamassem para ir mais longe. Muitas vezes, sentia vontade de abandonar tudo e ir em busca de novos sítios para me esconder, mas quando jogávamos às escondidas e saíamos todos em direcções diferentes, era para lá que eu ia, para junto da casa em pedra, já sem janelas e portas, com o telhado a cair, para cima da pedra que a distinguia de todas as outras casas, uma pedra no jardim, quem é que se lembraria de meter uma pedra no jardim! O jardim ficava nas traseiras da casa e para ir para lá tínhamos que atravessar o interior da casa até chegar lá. As plantas e flores que em tempos existiram naquela casa agora eram ervas daninhas e silvas. Só havia uma trepadeira que marcava presença e que durante a Primavera se enchia de flores amarelas.

     Assim era o meu lugar preferido em pequena.

(Elaborado por: Sónia Silva, nº 22, 9ºD)

A Maldição do Relógio, de John Bellairs 06/04/2009

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Outros livros deste autor:
       ST.Fidgeta e outras Paródias e Rosto da Frost.

Sobre a obra:
       Lewis vai viver com o seu tio Jonathan, depois de ter ficado órfão de pai e mãe. A casa do tio é uma daquelas casas em que Lewis sempre sonhou viver, com muitos corredores, escadas e quartos, com lareiras de mármore, passagens secretas e uma torre no alto, ou seja, uma verdadeira mansão.
Lewis depressa se apercebe de que o tio e a Sra. Zimmermann, vizinha do lado e grande amiga de seu tio, afinal são feiticeiros.
       Muito mais tarde, o tio de Lewis revela-lhe porque é que há um relógio em cada divisão da casa. A razão é para abafar o tiquetaque imparável de um relógio escondido algures numa parede da casa dos falecidos anteriores proprietários da casa, Isaac Izard e Selena Izard, feiticeiros muito maldosos.
Quando Lewis arranja um amigo na escola em New Zeebedee, este ensina-o a jogar basebol e o Lewis quer agradecer-lhe. Como forma de agradecimento Lewis lê um livro de magia que diz como ressuscitar um morto. No dia das Bruxas à noite Lewis e o amigo fazem o feitiço no cemitério e ressuscitam a Sra. Selena Izard. Apartir dessa noite começam a acontecer coisas estranhas em casa do seu tio.
       Até que um dia Lewis, o tio e a Sra. Zimmermann decidem partir a parede onde está o relógio e encontram-no e nesse mesmo instante aparece a Sra. Selena que quer fazer o feitiço com o relógio, fazendo o Mundo acabar. Mas Lewis consegue partir o relógio e o feitiço não é realizado e a Sra.Selena nunca mais ressuscitará.

Citações a recordar:
       “-O meu pai não me daria autorização para jogar a dinheiro.“(pág.17)
      Escolhi esta citação, porque achei que apesar de o pai de Lewis ter falecido ele continuava a respeitá-lo.

       “-Agora não, Gordo! Estou a meio de um jogo.” (pág.103)
       Eu escolhi esta citação, poque não achei bem o modo como o amigo de Lewis o tratou. Se Tarby fosse mesmo amigo de Lewis não o tratava assim.

Opinião sobre a obra:
       Eu gostei muito de ler o livro, porque eu gosto de livros que criam “suspense”, acção e também magia e este livro tinha tudo isto.
       As partes de que eu mais gostei foi onde existiu magia e a parte de que não  gostei foi quando o amigo de Lewis troçou dele.

Márcia Costa, 8ºC, Nº13

Uma tarde na feira 03/04/2009

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Numa tarde de Verão, viajei até ao mundo das compras. Era uma feira bastante grande com um enorme engarrafamento de pessoas prestes a comprar tudo o que aí havia.Comecei por ver uma tenda que estava à minha direita. Era colorida e brilhante. Tinha roupa, malas, calçado, acessórios, maquilhagem e outras tantas coisas. Ao lado dessa barraca existia uma loja de animais. Todos eles eram lindos, fofinhos, peludos, tinham mil e um tons acastanhados, pretos, brancos e cinzentos. Ao fundo dessa loja estava um senhor. Alto, barbudo, gordo… assim o poderia caracterizar. O tamanho da sua barba fazia lembrar um ninho de ratos. Junto ao senhor estava uma grande cadeira de madeira que fazia lembrar uma árvore moldada com essa forma.

Gostei bastante daquele Universo, pois sempre gostei muito de compras e de feiras. Adoro ver os instrumentos e roupas feitas pelos artesãos.

Maria Miguel, 8ºA

A vida 24/03/2009

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A vida é como as cortinas, tem altos e baixos e, por vezes, é pintada de azul, às bolinhas, às riscas, encarnada e cinzenta.

Vagueia com o vento, passeia com as folhas, vive com o sol e com a noite.

Naufraga no imenso silêncio, vendo tempestades e raios de luz dispersos, com cujo amor nos salvam das mágoas e das quedas.

É sempre uma amiga falsa que nos apunhala pelas costas, sempre na sorrateira da felicidade.

Quando tudo está nas nuvens ela trai-nos e leva-nos a seguir outros caminhos ou infelizes para sempre.

É como um livro que se desfolha. 

Demora séculos a falecer, quando as pessoas estão no fundo das lágrimas que a vida provocou.

Contudo, VIVE A VIDA!

Liliana Bastos, 8ºB

Biografia de Rosalina Junqueira 16/03/2009

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Vivo e sempre vivi na Praça de São Bernardo, aqui mesmo em Sever do Vouga. Vivi continuamente com os meus pais e com mais dois irmãos. A minha família é humilde, via a minha mãe contar os escudos para poder pagar as contas na mercearia, nem um escudo a mais nem um escudo a menos. O meu pai é empregado numa sapataria, mas o que ganha é pouco por isso a minha mãe ajuda com algum dinheiro extra que ganha a fazer cortinas e arranjos em vestidos.

Nunca fui à escola, tudo o que sei aprendi com a minha vizinha que era uma grande senhora, para quem eu mais tarde viria a trabalhar como criada, esta senhora era a Senhora Silva, a mãe de Petrúquio.

Os anos foram passando e eu fui envelhecendo, nunca me casei por ser um pouco desajeitada e também por não ser muito bonita, nem muito magra. Na casa dos Senhores Silva, enquanto eles eram vivos, nunca faltou nada, principalmente comida. Depois dos Senhores Silva terem falecido a casa nunca mais foi a mesma, Petrúquio só quer saber de festas e de raparigas bonitas, gastou toda a fortuna assim.

Quando Petrúquio e a Grúmia (uma criada que tem a mania que manda em todos) viajam para casa de algum amigo de Petrúquio, aproveito para meter a conversa em dia e assim saber o que se passa na casa alheia… E é assim que vou passando os meus dias… aqui e ali, na coscuvilhice.

E foi numa dessas conversas com os outros criados lá de casa que fiquei a saber que Petrúquio andava à procura de uma noiva rica e, como sou crida nesta casa já há muito tempo, resolvi ir ao casamento misturada com os outros convidados, ninguém vai dar por mim. Com o que aprendi com a minha mãe vou fazer um vestido, para não parecer mal perante os outros convidados… Vou agir como aqueles que vinham cá a casa: a rir-se de tudo e de nada, falar com clareza e sobre os mais variados assuntos… e não me posso esquecer de usar palavras caras… afinal é o casamento do meu patrão e não o perco por nada… Depois, se me disfarçar bem, ninguém vai notar que é a Rosalina Junqueira, a criada, mas sim uma Rosalina Junqueira da alta sociedade…

Ah! E não me posso esquecer de levar uma bolsa para trazer alguns docinhos da festa… acho que tenho uma bolsa que guardei da Senhora Silva e que serve para isto… e não dá muito nas vistas. E como é um casamento e é para ter um bom aspecto vou levar uns sapatos de salto alto para parecer mais alta e quem sabe se não encontro um noivo rico… para depois casar e viver à grande e à francesa.

 Sónia Silva, nº 22, 9ºD

Nota:

Esta é a biografia da personagem que a Sónia vai interpretar na peça A Fera Amansada, que estreará no início do terceiro período.

A imagem é um quadro do fabuloso pintor Johannes Vermeer.

Férias da Páscoa 16/03/2009

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As Férias da Páscoa são abundantemente divertidas,
pois a família está toda reunida,
e porque são tradições muito antigas
as pessoas encontram-se intensamente unidas.

 

Daniel Silva Matos

Nº7, 8ºA

Biografia de Lucêncio 11/03/2009

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    Ainda a preto e branco a televisão era vista quando nasceu Lucêncio Alfiere, filho de pai italiano e mãe açoreana. Com este novo membro da família decidem mudar-se para Portugal, onde tinham amigos e conhecidos, aproveitando para “fugir” à já stressante monotomia da cidade de Pompeia, em Itália (coitada, se as previsões se concretizam lá vai ela desta para melhor outra vez!).

    Lucêncio tem uma infância quase normal, mas não totalmente pois aos 8 anos de idade é-lhe diagnosticada uma doença que o apanha desprevenido, a «parvoendicite». Uma doença pouco comum entre luso-italianos que se caracteriza pela perda de noção espacial temporária levando a que o doente fique “tapadinho” de todo e que tenha comportamentos um tanto parvos e demasiado infantis. A família vê-se obrigada a habituar-se à ideia da hora da parvoice, o que não tarda a levar a que, ao completar 11 anos de idade, Lucêncio seja abandonado pelos pais num orfanato em Pompeia, longe de casa para evitar que a doença se alastrasse até eles, apesar de não ser contagiosa.

     O pobre rapaz viveu no orfanato até aos 19 anos, até que um casal de idosos a precisar de quem lhes fizesse companhia e os ajudasse nas tarefas diárias o adoptou. Inscreve-se então numa escola local para terminar o ensino obrigatório. Conclui os estudos dois anos mais tarde e mais uma vez é deixado pela família, desta vez adoptiva. Aluga um pequeno quarto e começa a trabalhar. Ganha a lotaria e tem um ataque de tal maneira profundo que teve de ser amarrado pelos vizinhos durante 4 dias a uma cadeira e fechado no seu quarto, pois a parvoíce era tal, que nem os cães que passavam na rua se atreviam a ficar perto de Lucêncio. O que interessava ao homem era que já tinha 50 mil milhões de liras e uns trocos no bolso (para quem não sabe, equivale a pouco mais de 25 milhões de euros). Compra uma mansão em Florença, outra em Roma, outra em Atenas, 2 na Sicília e contrata num total 112 empregados, dos quais, Trânia, que costuma acompanhá-lo para quase todo o lado.

    Um dia ouve dizer que em Pisa vivem muitas mulheres bonitas, solteiras e à procura de pretendentes. Como Lucêncio ainda não está comprometido, parte de imediato para lá. E assim chega aos nossos dias, em que já não se surpreende com as descobertas de novas doenças, já não é abandonado pela família, mas regozija-se com as nossas aulas de teatro e, acima de tudo, tem a capacidade e a esperança de que um dia também nós possamos ser grandes actores!

  Jorge Lopes, 9ºD, Oficina de Teatro

Nota:
Esta é a biografia imaginária do personagem que o Jorge vai interpretar na adaptação da peça A Fera Amansada, de William Shakespeare.
 

Gandhi Mahtma 01/03/2009

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            Chamava-se Gandhi Mahtma, era um grande homem. Nasceu para ajudar os outros. Começou o seu percurso quando foi vítima de racismo, por ser de outro país e por estar bem posicionado na vida. Gandhi era advogado, estava a ir para a Índia em trabalho, e por lá ficou.

                Existem homens com uma estrutura forte e por dentro não são nada. Já Gandhi era magrinho e baixo, mas por dentro estava cheio de coragem, força de vontade. Para muitos, um herói. A sua esposa ajudava-o nos seus problemas. Foi preso muitas vezes, só porque lutou pelos direitos dos outros. Muitas foram as pessoas que se arrependeram, na presença de Gandhi Mahtma. Na maior parte das vezes conseguia o que queria através de protestos, pequenos actos e até greves de fome. Com algumas dessas greves ia ficando tão doente que, às vezes, parecia que ia morrer.

                Já muito velhinho Mahtma sofreu com a morte da mulher. Num dia de festa, estavam muitas pessoas eufóricas, só por lhe tocar. Alguém se aproximou disfarçadamente, no meio da multidão, e deu-lhe um tiro mortal.

                Na morte uma grande perda, em vida um grande exemplo.

 

Texto elaborado por Mariana Magalhães, nº 13, 9ºC

 

 

 

 

Beleza Natural 25/02/2009

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Estou a ver uma paisagem cheia de cores variadas e acastanhadas que me sussurram aos ouvidos: “É a chegada do Outono.”  

Centrada, confiante e apelativa, a árvore, onde as curvas sobressaem, a sensualidade rejuvenesce e os ramos longos suplicam um abraço.

Ao colo desta, quase escondido pelo encanto do parque, está um homem algemado a um livro, os seus olhos estão a ser sugados.

Chama-se beleza natural!

Beatriz Martins, 8ºA

Poema 25/02/2009

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Quanto primor,
Quanta beleza predomina,
Nas entranhas desta flor.

Quantas pétalas ásperas e macias?
Todas.
E espinhos afiados?
Nenhum. São apenas montanhas,
Onde o bicudo e o redondo são aliados.

E o seu fundo,
Onde acabará?
O mistério é servido,
Explorem o seu mundo!

Beatriz Martins, 8ºA

“História da Gata Borralheira”, de Sophia de Mello Breyner Andresen 25/02/2009

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Nesta história uma rapariga de nome Lúcia sonha ir a um baile. Certa noite, o sonho tornou-se realidade, mas… o seu vestido era velho. Todos a olhavam de lado, um jovem que se encantou com a beleza de Lúcia convidou-a para dançar. A meio da dança ela perdeu o sapato esquerdo, velho, pois era-lhe largo. A jovem desejou um dia poder voltar àquela casa e ser a estrela do baile, mas sendo ela a mais bonita com um vestido novo e sapatos bordados de diamantes.

Após aquela festa, Lúcia foi viver junto da madrinha. Aí teve tudo o que sempre quis. Exactamente vinte anos depois, surge outro convite para um baile naquela casa, na primeira noite de Junho. Nesse dia todos ficaram boquiabertos. Do espelho, de um quarto onde já tinha estado antes, pareceu-lhe sair um homem que lhe pediu o seu sapato esquerdo. Sem ela querer o desconhecido trocou-lho e de repente estava morta.

Citações:

“Cheira bem, cheira a erva cortada, a buxo, a tílias, a madressilva.” (Pág 9)

Gostei desta frase, porque ao dizer que o cheiro era agradável, ele enumerou as coisas de que gostava, em vez de dizer apenas “A natureza é maravilhosa”, por exemplo.

“Pensei que já não havia ninguém capaz de se vestir de lilás.” (Pág. 7)

 Esta frase chamou-me a atenção, porque sempre ouvi dizer:”os gostos não se discutem”, mas há sempre alguém que não gosta e nos deixa mal. Na minha opinião, isso é completamente absurdo, pois é assim que pode começar uma “guerra”, ou certas doenças como a anorexia e a bulimia, as modas e ninguém pode ter estilo próprio, senão é mal visto pelos outros.

Comentário pessoal:

Gostei desta história, porque a autora foi capaz de transformar um conto popular, que normalmente têm um final feliz, numa história triste com um final menos bom. Mas ao mesmo tempo não gostei, porque a história faz me pensar que pode acontecer, os nossos sonhos correrem mal ou até mesmo nunca se realizarem.

Fontes consultadas: Guiões de Leitura 8º ano do manual Plural

Sabrina Tavares Ribeiro Nº 19 8ºC

Lágrimas de Outono 25/02/2009

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Olho o céu, olho as árvores, olho as folhas. Olho a natureza deste Outono e tudo me parece a tristeza.

Nesta floresta, deitada neste chão, sinto os socalcos que me fazem lembrar os obstáculos da vida. Meus olhos dirigem-se a um céu coberto de nuvens brancas, que choram, choram, choram as folhas que me batem na cara. São folhas ásperas, pesadas que me envolvem o corpo e me impedem de levantar.

A Natureza é feia aos olhos que choram.

Mónica Marques, Nº15, 8ºC

A Vida nas Palavras de Inês Tavares, de Alice Vieira 25/02/2009

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Sobre o autor:

Alice Vieira nasceu em 1943, em Lisboa. É licenciada em Germânicas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Em 1958 iniciou a sua colaboração no Suplemento Juvenil de Diário de Lisboa e a partir de 1969 dedicou-se ao jornalismo profissional. Em 1989 decidiu dedicar-se totalmente à escrita.

Bibliografia:

Chocolate à Chuva e A Espada do Rei Afonso

Sobre a Obra:

Resumo:

Inês Tavares no Natal pediu à avó um “i-pod” e ela ofereceu-lhe um diário. Inês perguntava-se para que seria aquilo? Que utilidade tinha? Ficou muito tempo a olhar para a palavra “Diário”. Dizia que era só papel, clicava em todas as páginas e não se abria nenhuma pasta nem se ouvia nenhuma música. Aos poucos sem se aperceber foi escrevendo imensas coisas. Escreveu por que razão lhe tinham dado o nome Inês, as suas férias no Algarve, a zanga entre a Avó Gi e a Avó Sara, qual era o mês de que menos gostava, que as suas grandes paixões eram chocolate e o Brad Pitt, quem eram os seus amigos. Enfim, afinal o diário dava para tanta coisa, principalmente para guardar os seus segredos.

Duas citações:

Pág.56: Então diz a Avó Gi, as pessoas faziam muitas festas, e a porta das casas ficava aberta pela noite fora para que todos pudessem entrar. E as pessoas andavam a noite inteira de casa em casa, de festa em festa, levavam comida e garrafas de vinho, e tinham todas uma máscara na cara, que só tiravam à meia-noite”.

Escolhi esta frase porque gostava que o mundo fosse como o de antes, que não houvesse assaltos e as pessoas confiassem umas nas outras.

Pág.132: ” Agora chegou o Natal. Que devia ser um tempo tranquilo, um tempo em que devíamos ter mais paciência uns para os outros, um tempo de como costuma dizer a Avó Gi quando a veia da poesia se acende com mais força.”

A magia do Natal perdeu-se com o tempo, só se pensa em correrias e compras.

Comentário Pessoal:

Achei este livro interessante porque a protagonista da história conseguiu dar utilidade a um presente de que não gostou. Isto demonstra que não devemos voltar as costas a coisas de que não gostamos e que devemos tentar encontrar um significado nelas e que isso muitas vezes até nos torna felizes.

Daniela Sofia Rebelo Oliveira, Nº12, 8ºB

Pintar com palavras – 2 25/02/2009

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Uma mão de fora e a outra a seguir, aí vai o nariz encarnado e a boca como uma porta sem parar. Bem, que maçada, mas já cá está fora o pontinho sujo!

Folhas castanhas, verdes, vermelhas, amachucadas, leves, rasgadas, soltas, delicadas, contudo furiosas por não se encontrarem com as suas irmãs. Debaixo destas órfãs encontra-se o meu melhor amigo, que é como a guerra, sem fim, está sempre a ser macerado e tem as origens grossas, finas, leves, pesadas, jovens, velhas, curtos, longas… do horripilante Pirenaica, o homem mais alto da floresta Variquel, que com os seus cabelos lança os seus travessões, multi-colores, parecendo recém-nascidos vindos de Paris sem destino ao sabor da brisa suave e húmida do labirinto.

Eu bem digo, os humanos são horríveis, já pegaram fogo à floresta, até destroem o seu património e meu amigo.

Liliana Bastos, 8ºB

Pintar com palavras 17/02/2009

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Numa bela manhã de Outono, as folhas castanhas e amarelas rastejavam na companhia do vento. O banco de madeira subira desde que lá fora posto e lá estava eu, sentado. As unhas das patas traseiras do esquilo à minha esquerda subiam e desciam a árvore, sem folhas e alta, transportando bolotas. Deixava-as sempre num ramo com forma circular, de modo a que estas caíssem. O cão, castanho às manchas pretas, que ali passava, entretinha-se a tentar alcançar-me as botas verdes e pretas, com laços vermelhos. Foi um dos momentos mais belos que alguma vez vivi, pois apenas se conseguia ouvir o silêncio e o vento. Momentos mais tarde conseguiu-se ouvir o chiar de uma banca de chocolates com sabor a morango, baunilha e leite, a passar pelo caminho de areia. Lembro-me como se tivesse sido ontem da textura rugosa da árvore que tive que descer para ir comprar um dos chocolates.

André Almeida, Nº4, 8ºC

Beijo 14/02/2009

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Beijo na face
Pede-se e dá-se:
Dá?
Que custa um beijo?
Não tenha pejo:
Vá!

Um beijo é culpa
Que se desculpa:
Dá!
A borboleta
Beija a violeta
Vá!

Um beijo é graça
Que a mais não passa:
Dá?
Teme que a tente?
É inocente…
Vá!

Guardo segredo,
Não tenha medo…
Vê?
Dê-me um beijinho,
Dê de mansinho,
Dê!

Como ele é doce!
Como ele trouxe,
Flor,
Paz a meu seio!
Saciar-me veio,
Amor!

Saciar-me? Louco…
Um é tão pouco,
Flor!
Deixa, concede
Que eu mate a sede,
Amor!

Talvez te leve
O vento em breve,
Flor!
A vida foge,
A vida é hoje
Amor!

Guardo segredo,
Não tenhas medo,
Pois!
Um mais na face,
E a mais não passe!
Dois…

Oh! dois? Piedade!
Coisas tão boas…
Vês?
Quantas pessoas
Tem a Trindade?
Três!

Três é a conta
Certinha e justa…
Vês?
E que te custa?
Não sejas tonta!
Três!

Três, sim: não cuides
Que te desgraças:
Vês?
Três são as Graças,
Três as virtudes;
Três.

As folhas santas
Que o lírio fecha,
Vês?
E não o deixam
Manchar, são… quantas?
Três!

João de Deus (Para saberes mais sobre este poeta, prime AQUI.)

A Minha Família Põe-me Louca!, de Kathryn Lamb 13/02/2009

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Outras obras da autora:

Socorro! A Minha Vida Está um Caos.
Socorro! A Minha Família é de Enlouquecer.

Biografia da autora:

          Kathryn Lamb é especialista em literatura feminina, tem escrito diversos livros sobre o género, recebendo alguns prémios e obtido sucesso mundial. É ilustradora de profissão, fazendo quadrinhos para a “Private Eye” e “The Oldie”. Ela também ilustra os seus próprios livros e os de outros autores.

Resumo da obra:

         Este livro conta a história de cinco adolescentes que têm problemas com as suas famílias, mas que procuram a melhor forma de viver com estas que, pelo o que dizem, são de enlouquecer.
        Neste diário são ensinadas aos jovens maneiras de os pais fazerem algumas vontades aos seus filhos. Nunca se pode dizer tudo o que vem à cabeça, tem de se pensar e expressar as ideias de acordo com as dos pais, mesmo que estas não estejam no nosso pensamento. Deve-se também ajudar em algumas tarefas para que os pais nos deixem sair com os amigos à noite, dar festas e outras actividades. Estas são as normas que estes cinco adolescentes dão.
        Estes jovens, como todos os outros, têm grandes problemas com as suas famílias. Por exemplo, quando é preciso apresentar uns pais tão antiquados aos seus amigos.
        Mas estes adolescentes dizem que é só preciso ter muita calma.

Citações:

         “Como sobreviver às reuniões de família”. (Pág. 109)

            Escolhi esta frase, porque gostei muito da forma como foi expressa. Utiliza-se o verbo “sobreviver” para as reuniões de família, como se estas fossem alguma doença. Por vezes são mesmo muito maçadoras e, por isso, penso que o verbo foi muito bem utilizado.

          ” Tu não vais sair assim! Estás um susto!” (Pág. 31)

          Escolhi esta frase, porque achei que era uma maneira estranha de uma mãe se referir à filha. Penso que a mãe podia ter dito isto, mas por outras palavras, pois a adolescente teve tanto trabalho a preparar-se para sair para depois a mãe lhe dizer aquilo. É horrível! Por vezes os pais também têm de ter mais cuidado com o que dizem.

Comentário pessoal:

           Gostei muito deste livro.
          Gostei da forma como ele é escrito, das várias hipóteses de lidar com os pais e do resultado delas. Acho que nestas idades é muito difícil os jovens conviverem com os pais, mas o ideal é fazê-lo da melhor forma, pois se os filhos não se esforçarem por entender e respeitar os pais, acabam por ser prejudicados. Penso que o que se deve fazer é dizer sempre a verdade, mas com calma e não de chofre! Por muito que custe é sempre esta a solução mais benéfica.
          Aquilo de que gostei menos neste livro foi que, apesar de muitos, os problemas destes adolescentes não têm grande importância. Deviam ser mais graves, para que desse mais gosto ler.

Mónica Marques
Nº 15, 8º C

 

O Irmão de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez 12/02/2009

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Resumo da obra

Domingos é um jovem mulato de dezasseis anos, natural de Angola. Actualmente vive em Lisboa com os pais adoptivos, de raça branca. Este rapaz vai sentir a terrível realidade da diferença e, por vezes, sofre com as suas consequências, pois em caso de dúvida e dada a cor da sua pele o castigo “cai” sempre sobre Domingos. Foi para um colégio interno e, passados três meses, regressou a casa, mais sereno e um pouco mais resignado a lidar com a sua situação diária. Nunca mais entrou em conflitos, pois aqueles tempos de colégio tinham-lhe ensinado bastante. Um dia, avistou uma rapariga indiana que lhe parecia um sonho, algo irreal. Era uma beleza quer exterior quer interior inacreditável. Chamava-se Noor. Talvez a vida de Domingos, naquele momento, fizesse sentido e qualquer coisa de maravilhoso nele estava a acontecer, algo que nunca tinha sentido…ele estava verdadeiramente apaixonado. Foi com a Noor que ele esqueceu as mágoas que arrastava, a dor que em silêncio sentia. Afinal, o destino proporcionou-lhe um final feliz.

 Citações preferidas…

 “Emanuel já tivera a oportunidade de se cruzar com muitos meninos de barrigas grandes e olhos esbugalhados; os filhos da guerra tinham quase todos a mesma expressão, o mesmo corpo, a mesma pergunta estampada no corpo.” Pág. 90

 Escolhi esta citação porque são sempre as crianças as principais vítimas da guerra, uma guerra que não pediram e pela qual não têm nenhuma responsabilidade. Crianças estas que ficam marcadas para toda a vida. Felizes de nós que temos uma vida bela e serena. Muitas vezes não nos damos conta nem agradecemos por isso.

 “Ser feliz é que me aconteceu mais cedo, muito mais cedo do que eu esperava.” Pág.116

Escolhi esta citação, porque imagino a felicidade de Domingos quando apareceu aquela jovem. Foi a luz ao fundo do túnel de que ele precisava encontrar, algo que o incentivasse a viver aquilo que tinha pela frente, sem tristezas nem conflitos. Namorar iria fazer-lhe esquecer tudo o que o magoara até ao momento.

Comentário pessoal

Este é o segundo livro que leio da mesma autora e, em relação a ambos, tenho imensa dificuldade em falar sobre eles. São qualquer coisa que “mexe” de uma maneira diferente e mais profunda comigo. Este trata um tema que, apesar do mundo estar sempre em mudança, é ainda muito actual, pois as pessoas continuam a ser preconceituosas e o racismo infelizmente, ainda se vive. Na minha opinião, é mais um livro que aconselho vivamente a que leiam.

Joana Raquel Martins Veiga, 8ºA, nº13

11/02/2009

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Harry Potter e os Talismãs da Morte

J. K. Rolling

 

        “Harry Potter e os Talismãs da Morte” é o sétimo livro de J. K. Rolling escrito em meados de Agosto de 2007.      

            Depois da “Pedra Filosofal”, da “Câmara dos Segredos”, do “Prisioneiro de Azkaban”, do “Cálice de Fogo”, da “Ordem da Fénix” e do “Príncipe Misterioso”, já chegou às livrarias o último livro da era Harry Potter que conta com novas personagens tais como o irmão de Albus Dumbledor, o famoso professor da escola de magia de Hogwarts. Contém persona­gens já conhecidas dos leitores, entre eles, os melhores amigos de Harry, Ron e Hermione que muito o ajudarão nesta nova aventura.

            É um livro que se destaca pelo seu suspense e pela sua criatividade. A autora decidiu surpreender escrevendo este novo êxito que é o melhor de todos.

            É neste livro que o famoso Harry Potter vai tentar salvar o mundo mágico travando a emocionante batalha contra Voldemort seu inimigo número um.

            A sessão de autógrafos realizada foi um sucesso com a participação de várias faixas etárias e nacionalidades.

            Uma boa aventura para se ler do princípio ao fim durante as frias e chuvosas noites de Inverno.

(Bernardo Rodrigues, nº 4, 9ºC)
 

 

 

Crítica a um programa de televisão 28/01/2009

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Os Simpson

RTP2   

 

    Polémico e um enorme sucesso, é assim o programa dos tão famosos bonecos amarelos. Springfield, para quem não sabe, foi escolhida por ser uma cidade muito frequente nos E.U.A., até porque cada estado tem uma. Criado nos anos 80, esta série desde sempre gerou polémica, aplausos, reconhecimentos, prémios e audiências por todo o mundo! Visto por pais e filhos, Os Simpson mudaram o rumo do cinema infantil e tornaram-se na série mais vista dos Estados Unidos.

    Considerando o comportamento e pensamento das personagens, esta série não é, claramente, um bom exemplo para ninguém (com algumas excepções). Não deixa, no entanto, de ser atractiva e hilariante, o melhor remédio para quem anda desanimado e triste. Os Simpson são sempre activos, com as suas manias do costume. Uma personagem que se destaca pela sua ignorância e despreocupação é Homer, pai de Lisa, Bart e da pequena mas perigosa Maggie Simpson. Trabalha numa central nuclear cujo patrão é um exemplo dos exageros que esta série tem; sofre de dezenas de doenças e não tem consideração nenhuma pela vida.

    Uma série com qualidades superiores a qualquer outro desenho animado pela sua atractividade, mas muito pouco educativo pelas já conhecidas razões.

Texto elaborado por Jorge Lopes, nº 12 do 9ºD

Concurso “Uma Aventura… Literária 2009″ 14/01/2009

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A Editorial Caminho já lançou as regras para o concurso “Uma Aventura… Literária 2009″. Transcrevo aqui algumas dessas regras:

“O Concurso Uma Aventura… Literária 2009 tem cinco modalidades:
Texto Original, Crítica, Desenho, Teatro e Olimpíadas da História.

Modalidade Texto Original: Um texto original, imaginado pelo concorrente, com personagens originais. Tema livre. (Uma ou duas páginas dactilografadas ou manuscritas.)

Modalidade Crítica: Crítica a qualquer dos livros seleccionados para o concurso. (Uma página dactilografada ou manuscrita.)

Modalidade Desenho: Um desenho que ilustre um momento de qualquer dos livros a concurso – desenhos a preto e branco em papel A4. (Os concorrentes não devem imitar os desenhos dos livros.)

Modalidade Teatro: Adaptação teatral de um episódio à escolha dos livros a concurso.

(…)

Livros a Concurso

Modalidade de Crítica e Desenho

Todos os livros da colecção Uma Aventura; Todos os livros da colecção Viagens no Tempo; A Lenda das Sete Cidades; Os Primos e a Fada Atarantada; A Gata Gatilde; Três Fábulas.

Modalidade Teatro

Três Fábulas; Portugal – História e Lendas; Os Primos e a Bruxa Cartuxa.

Modalidade Olimpíadas da História

História de Portugal – Portugal Encoberto e Restaurado (7.º Vol.); História de Portugal – Portugal no Século das Luzes (8.º Vol.)

Modalidade de Olimpíadas de História: Resumo, ilustrado com um desenho ou colagens, de um texto seleccionado num dos livros a concurso. Máximo 3 páginas.”

Sabias que o Filipe Bastos Martins (aluno da nossa escola actualmente no 11º ano) tem participado neste concurso e já ganhou alguns prémios?

INFORMA-TE AQUI E PARTICIPA! Se precisares de ajuda, pede à tua professora de Língua Portuguesa ;)

 

NOTA:  Se algum dos alunos das minhas turmas ganhar um dos  prémios monetários, dar-lhe-ei também o prémio que a editora oferece ao professor. Assim, já vale mais a pena, não? ;) Toca a puxar pela inspiração!

Cria a tua própria BD – 2 09/01/2009

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Descobri mais alguns sítios virtuais interessantes para criar pranchas de banda desenhada. Aqui vão eles:

http://www.readwritethink.org/MATERIALS/COMIC/

http://www.scholastic.ca/captainunderpants/comic.htm

http://www.patentplace.com/strip/home.asp

E muitos mais! É só procurar nos sítios certos. Se descobrirem algum endereço interessante, deixem ficar a hiperligação nos comentários, por favor.

Cria a tua própria tira de banda desenhada 05/01/2009

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Graças a uma dica de uma aluna, encontrei este sítio de construção de tiras de banda desenhada: COMICS LAB.

Para entrar (ou fazer “log in”) basta escreveres o teu nome ou pseudónimo. De seguida, abre o “Comics Creator” e… DIVERTE-TE com o gato mais famoso do mundo, o Garfield! :)

Estrela à Chuva, de Maria Teresa Maia Gonzalez 02/01/2009

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Sobre a autora

Maria Gonzalez nasceu em 1958 em Coimbra. Estudou na Faculdade de Letras, em Lisboa, onde se licenciou em Línguas. A autora tem inúmeros livros com muito sucesso, pois reflectem assuntos relacionados com a juventude, os seus problemas, com os seus obstáculos e sentimentos que os jovens têm. Para além disto, também utiliza linguagem juvenil, o que a torna ainda mais popular.

Outros livros desta autora

A Lua de Joana

Recados da Mãe

Sobre a obra

Estela e Gisela são duas adolescentes com uma vida familiar e escolar completamente diferentes uma da outra.

Estela sonha ser actriz e famosa. Para isso vai a “castings” para programas musicais como o Chuva de Estrelas e também para novelas, mas sem qualquer êxito. Mesmo assim, continua a lutar pelos seus sonhos. Esta jovem pensa muito em roupas e muitas vezes ignora os conselhos dos amigos e professores.

Gisela é uma menina negra e pobre que vive numa família grande. Esta rapariga, apesar de ser amiga da Estela, tenta-lhe mostrar que a beleza e os bens materiais não são tudo. A Gisela, ao contrário da Estela, é boa aluna e aproveita as oportunidades que lhe dão. Foi obrigada a crescer depressa demais e começou a ter obrigações que outras raparigas não têm.

Ambas irão lutar imenso para concretizar os desejos: a Estela o de ser actriz e a Gisela o de ser juíza.

Citações a recordar

O que há de bom na adolescência não é a adolescência é termos esperança do que esta fase lixada passe depressa.” (Pág. 90)

Escolhi esta citação porque concordo com a Estela. A adolescência é muito complicada não só para os pais mas também para nós. Mas será melhor a adolescência ou a fase adulta cheia de obrigações e problemas?

“Não havia obstáculos intransponíveis para quem sabia onde chegar”. (Pág. 113)

Escolhi esta citação pois é um bom apoio para sabermos que, quando algo nos corre mal, não devemos ficar desanimados, devemos seguir em frente e tentar fazer sempre melhor na nossa vida.

Opinião sobre a obra

Não gostei deste livro, porque achei a Estela e os amigos dela excêntricos, só pensavam em festas e roupas. Eu sei que este é o comportamento real e que estes são os pensamentos de muitos adolescentes, mas eu gosto de livros dos quais tiro lições de moral e com esta obra não foi bem assim, só gostei da personagem da Gisela porque, apesar de ser pobre, sonha ter um bom futuro e não fica deslumbrada com os luxos das outras raparigas.

  Maria Inês Martins Rodrigues

8ºC, nº 14

A Lua de Joana, Maria Teresa Maia Gonzalez 29/12/2008

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Outras obras da autora:

A Fonte dos Segredos

A Cruz Vazia

Biografia da autora:

          Maria Teresa Maia Gonzalez nasceu em Coimbra, em 1958. É uma das mais prestigiadas autoras portuguesas de livros dedicados a crianças e jovens adolescentes. É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas. A Lua de Joana, o seu maior sucesso editoral, conta já com 17 edições e 250 000 exemplares vendidos.

Resumo da obra:

          Esta é a história de uma rapariga chamada Marta, que falece por causa do consumo de drogas. A sua melhor amiga, Joana, não conseguindo admitir o que aconteceu, escreve-lhe cartas, como se estas fossem o seu diário e Marta estivesse ainda viva, mas longe. Pelo aniversário da Joana foi-lhe oferecida uma lua (baloiço) imaginada e desenhada por ela. Juntamente com um amigo, a Joana, na escola, realiza uma peça teatral de nome “Os amigos da onça”, que fala sobre DROGAS!

          A Joana tem uma família complicada, os pais preocupam-se apenas com o trabalho e o Jorge (também conhecido como: Traumatizado, Homem das Cavernas, Pré-histórico, Homem do Cró-Magnon, etc., por causa da mudança de visual) às vezes nem lhe fala e, por sua culpa, a empregada Leonilde foi-se embora. A única pessoa que compreende a Joana é a avó Ju, que mais tarde acaba por morrer deixando a Joana ainda pior.

          O Diogo, irmão da Marta, é a pessoa que mais tristeza demonstra ao longo da história e acaba como a irmã, arrastando a Joana consigo.

Citações:

“A minha cabeça começou a ficar num molho de brócolos”. (Pág. 21)

          Gostei desta frase porque a Joana conseguiu dizer de uma forma metafórica que estava confusa.

” Agora tinha todo o tempo do mundo. Para quê?” (Pág. 157)

          Gostei desta citação, porque quem tinha todo o tempo do mundo era o pai dela que, durante toda a história, esteve praticamente ausente da vida da filha (oferecia-lhe relógios em todas as ocasiões) e só agora, que ela morreu, é que tinha tempo. De que servia se a Joana já não estava viva?

Comentário pessoal:

          Este livro fascinou-me porque me empurrou ao outro lado do mundo, àquele lado onde as coisas não são fáceis. Fez-me perceber que há coisas importantes e pôs-me a pensar nas minhas escolhas, levou-me também onde eu nunca estive, não estou e depois de ler este livro nunca vou querer estar… de certeza.

Sabrina Tavares Ribeiro

 Nº 19, 8º C

Um Espelho Só Meu, de Ana Saldanha 29/12/2008

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Um Espelho Só Meu

Biografia da autora:

          Ana Saldanha nasceu no Porto e nesta cidade licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas. Fez um mestrado em Literatura Inglesa e doutorou-se em Literatura Inglesa Infantil e Teoria da Tradução na Universidade de Glasgow. Recebeu vários prémios e participou e apresentou comunicações no âmbito da Literatura Infanto-Juvenil.

(Fonte: http://wikipedia.org/Ana Saldanha)

Outros livros da autora:

Uma Questão de Cor, Edinter, 1995
Um Gorro Vermelho, Caminho, 2002

Resumo da obra:

          Um Espelho Só Meu é a actualização da história da “Gata Borralheira”. Gonçalo é o pai, Mimi e a Lulu são as terríveis meias irmãs de Clara e a madrasta é a Florbela, cuja única preocupação é a beleza.
          O grande sonho de Clara é ir à discoteca com a sua amiga Inês no dia do seu décimo quinto aniversário.
          A fada madrinha é a Margarida, que lhe oferece como presente um bonito conjunto amarelo, top e saia, e umas sandálias prateadas.
          Quase no final da história a autora propõe ao leitor dois finais alternativos. Eu gostei mais do primeiro, em que a Clara concretizou o seu sonho, desobedecendo ao pai, no entanto acabou no hospital a precisar de fazer uma lavagem ao estômago porque tomou drogas.

Citações:

          “Mas sabes como é, como a mamã também compra sem factura a um fornecedor de contrabando, não pôde dizer nada à empregada. (página 65)

          Escolhi esta citação porque nos mostra um aspecto negativo da sociedade actual: a fuga aos impostos.

          “O teu pai tem estado sempre lá fora, desde as três da manhã”. (página 104)

          Esta citação mostra-nos que, apesar dos nossos erros, os nossos pais apoiam-nos sempre.

Comentário pessoal:

          Eu gostei desta obra porque a autora escolheu aspectos interessantes da actualidade para adaptar o conto infantil, como o top e a mini-saia que substituem o vestido comprido, o cartão de crédito em vez da varinha de condão e a discoteca no lugar do baile.
          O que mais apreciei foi a possibilidade do leitor escolher o final da obra e o que gostei menos foi o facto da Clara ter estragado, com o seu comportamento, uma noite que deveria ter sido feliz.

Miguel de Figueiredo Henriques

 nº20, 8ºB

Alice Vestida de Branco – Phyllis Reynolds Naylor 29/12/2008

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Biografia da autora

           Phyllis Reynolds Naylor nasceu a 4 de Janeiro de 1933, em Anderson, e actualmente vive em Maryland. É uma escritora bastante conhecida por ser a autora da trilogia “Shiloh  para crianças. Já escreveu mais de uma centena de livros, entre os quais a série “Alice”, que recebeu o prémio “Notable Children’s Books”, atribuído pela Associação de Bibliotecários Americanos.

 

Outros livros da autora

 

         Salvando Shiloh, 2006

           

            Alice à Procura de si Própria, 2002

 

Resumo da obra

          Este ano, Alice frequenta o oitavo ano. Na turma de Saúde, o primeiro semestre tem como programa Escolhas Decisivas. Mr. Everett, o professor desta disciplina, lança o desafio a cada um dos alunos de ensaiarem o futuro.

           Assim, atribui-lhes o papel que terão de desempenhar e resolver em apenas cinco semanas. O Patrick e Alice iriam casar, a Pamela estaria grávida, a Elisabeth iria comprar um carro… Nem tudo é tão fácil como parece, mas Alice consegue ultrapassar as dificuldades e viver grandes aventuras.

           Embora tivesse sido um trabalho bastante complicado, não deixou de ser interessante e com várias peripécias. No final, toda a turma conseguiu o seu objectivo – conseguir optar pela melhor solução.

 

 Citações preferidas

 

            “Mais vinte passos e beijo-o.” (Pág. 60)

 

            Esta citação é uma das minhas favoritas, porque acho ridículo como é que alguém “programa” os beijos, partindo do princípio que essas duas pessoas gostam um do outro, como o Patrick e a Alice.

             

            “Mas que casamento tão pindérico!” (Pág.41)

 

            Nesta citação, gostei fundamentalmente da palavra ‘pindérico’, pois adequa-se muito bem ao contexto, uma vez que o noivo não está a gostar nem um pouco do seu casamento. Esta frase é cómica, penso eu, porque não deveria ser um acontecimento aborrecido, quando estamos felizes, ou a viver uma situação de felicidade, não importa se abunda a riqueza ou não. O que realmente importa é aproveitar o momento. 

           

 Comentário pessoal:

             A minha opinião contempla essencialmente aspectos positivos. É um livro fantástico, não só pela sua história, que é fascinante, mas também pelo facto de aprendermos um pouco a lidar com situações futuras na vida real. Penso que é um livro instrutivo e recomendado a todas as jovens da minha idade. Deixo a sugestão, ele merece ser lido.

 

             

Joana Raquel Martins Veiga

8ºA nº13

Gosto de Sair à Noite – Jacqueline Wilson 08/12/2008

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Biografia da autora:

Jacqueline Wilson nasceu em Inglaterra, a 17 de Dezembro de 1945. Sempre quis ser escritora e com apenas nove anos escreveu o seu primeiro livro. Começou por trabalhar em editoras e depois lançou-se como jornalista no D.C. Thompson Dundee Scotland. Jacqueline já recebeu inúmeros prémios pelos seus livros, nos quais reproduz, com humor, as angústias da adolescência, tendo alcançado um grande sucesso.

Outras obras da autora:

Não Confio a Ninguém os Meus Segredos
Miúdas à Beira de um Ataque de Nervos

Resumo:

Ellie tem treze anos e está a passar a fase mais complicada da sua vida. Ela sente muita dificuldade por estar a tornar-se uma mulher e não ter a sua mãe consigo para a ajudar e lhe dar conselhos na fase mais importante da sua vida.

A jovem e mais duas amigas combinaram a sua primeira saída à noite num centro comercial. Tudo corria normalmente até ao momento em que Ellie encontrou um rapaz chamado Russell e ficaram os dois perdidamente apaixonados um pelo outro. Passam o resto da noite juntos e mais tarde Russell acompanha a amiga a casa onde Ellie se depara com a madrasta e o pai muito preocupados consigo. O pai, que é uma pessoa do “século passado” , completamente desactualizado da sociedade actual e sem compreender os motivos da filha, faz um drama por ela ter chegado tarde a casa e por ter estado com um rapaz.

Ellie passa por muitas outras peripécias para se poder encontrar com o seu amado. A relação avança cada vez mais e a história acaba com um telefonema entre os dois no qual trocam juras de amor.

Citações a recordar:

“Entro em casa dançando de alegria.”

Retirei esta citação da página cento e nove porque sugere a ideia de que, depois dos encontros entre Ellie e Russell, a jovem regressa a casa muito feliz.

“O meu olhar desfoca-se, as couves transformam-se em belas rosas verdes,  os gritos, em trinados de pássaro.”

Retirei esta citação da página cento e oito porque demonstra que este é um momento especial para Ellie e, apesar de o sítio não ser o melhor, a personagem imagina tudo como se fosse perfeito.

Comentário pessoal:

Gostei bastante de ler este livro para saber como a personagem principal lida com a adolescência, uma vez que estamos as duas a atravessar essa fase e para poder comparar os nossos sentimentos e pensamentos. Um aspecto que me provocou grande curiosidade foi o facto de a personagem não ter mãe, pelo que a falta de compreensão do pai em relação a ela torna tudo mais difícil.

Bibliografia consultada:

http://www.eb23-soure.rcts.pt/Jornal/edicao2/pagina%2025%20-%20Jacqueline%20Wilson%2Bpoemas.pdf

http://www.presenca.pt/autoresresultadedetalhe.asp?letra=W&autor=1834

Ficha de Leitura realizada por:  Marta Pereira, 8ºA, Nº17

O Senhor Valéry – Gonçalo M. Tavares 06/12/2008

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A capa do livro que podes encontrar na nossa biblioteca.

Ilustrador: Rachel Caiano
Editora: Caminho

Sobre o autor:

Gonçalo M. Tavares é um escritor português. Nasceu em 1970 em Angola, Luanda.
Em Dezembro de 2001 publicou a sua primeira obra, Livro de Dança, na Assírio e Alvim.
Recebeu o Prémio “Branquinho da Fonseca” da Fundação Caloustre Gulbenkian e do Jornal Expresso com O Senhor Valéry. Os seus livros deram origem a peças de teatro, vídeos de arte, ópera, etc.

Bibliografia do autor:

água, cão, cavalo, cabeça (conto)
Jerusalém (romance)

Resumo da obra:

O Senhor Valéry é um homem baixo que não gosta que ponham em causa os seus raciocínios, ficando, assim, por vezes, só. Leva a lógica até aos limites, tentando igualmente explicar o seu mundo aos outros.

Acompanha, sempre, os seus esclarecimentos com desenhos, chegando a justificações quiméricas, sendo estas para ele a perfeição.

Tem um animal doméstico raro e uma casa de férias inconcebível é, ainda, tão distraído que até os troca.

O protagonista faz-nos pensar se as suas teorias estão correctas ou não. Em cada uma das vinte e cinco micro -histórias, o Senhor Valéry, mostra-se como um ser único, pois só ele pensa daquela maneira.

As minhas citações preferidas:

“- Uma causa vale menos do que o efeito e um efeito vale menos do que um acontecimento.” (História “Chávena de café”, página 47).

Gostei desta citação, porque, quando li esta obra estava com problemas pessoais, e esta frase fez-me pensar se valia a pena estar assim ou não.

“- Sou igual às pessoas altas só que por menos tempo.” (História “Amigos”, página 7).

 Esta frase marcou-me porque tem vários sentidos. Um deles poderá ser, por exemplo, quando, por vezes, as pessoas ficam ricas, de repente, e passados uns dias ficam sem nada, foram altas (ricas) mas por pouco tempo. Também posso aplicar esta reflexão em muitas outras situações do dia-a-dia.

O meu comentário:

Esta obra não pertencia ao tipo de livros que costumava ler, mas reconheço que simpatizei com o volume, devido a cada palavra do autor me fazer imaginar toda a história ao vivo. Noto, ainda, que cada história está muito bem construída e a ilustração adequa-se bem às explicações da personagem.

Descobri mais um padrão de leituras que aprecio, gostaria de dar os parabéns ao autor e à ilustradora.

Fontes consultadas:

Sítios virtuais: Biografia da Wikipédia
Livro O Senhor Valéry

Trabalho realizado por: Liliana Bastos 8ºB

[Podem encontrar mais informação sobre o autor e os seus livros em http://goncalomtavares.blogspot.com/ ]

A Lua de Joana 04/12/2008

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A Lua de Joana

A Lua de Joana

Autora: Maria Teresa Maia Gonzalez

BIOGRAFIA DA AUTORA

Maria Teresa Maia Gonzalez nasceu em 1958,em Coimbra, e licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, na Universidade de Lisboa. Foi professora de Língua Portuguesa e tem vários livros editados. Com Maria de Rosário Pedreira é co-autora da colecção “Clube das Chaves” e a solo lançou também a colecção “Profissão Adolescente”.

O livro A lua de Joana foi um grande sucesso e foi traduzido em vários países.

OUTROS LIVROS DA MESMA AUTORA:

(Fonte consultada: wikipédia)

O Guarda da Praia
Recados de Mãe

RESUMO DA OBRA:

Este livro conta-nos a história de uma adolescente, Joana, que nos fala da sua vida através de um diário.

A Marta, sua colega e melhor amiga, morreu devido à droga. Joana não percebia como é que ela se meteu nesse vício e pensava que nunca a iria conseguir perdoar. O ambiente familiar da jovem Joana não era muito bom. O pai, médico, estava quase sempre ausente; a mãe preocupava-se unicamente com a sua loja; o irmão isolava-se no quarto a ouvir música. Apenas a avó Ju, que acabou por falecer, lhe dava alguma atenção.

A partir desse momento, Joana, que era uma boa aluna, desinteressou-se da escola e do basquetebol e mudou radicalmente o seu visual. Conheceu Rita, uma amiga da Marta, que a pouco e pouco a foi cativando e desencaminhando para o mundo da droga. Pouco tempo depois, Joana acabou por morrer da mesma forma que Marta e assim compreendeu todos os mistérios que antes a apoquentavam.

CITAÇÕES:

“O meu quarto é também um deserto branco, no meio de uma casa que faz eco de tão vazia.” (pág. 93)
Esta frase significa que Joana se estava a sentir perdida e sozinha.

Como hoje é dia de todos os Santos, vou fazer uma boa acção: pegar no livro de Matemática …Espero que represente um dia a menos no purgatório.” (pág. 131)
Esta frase mostra-nos que para Joana estudar era um dever e achava que ao fazê-lo estava a redimir-se das coisas erradas que tinha feito.

COMENTÁRIO PESSOAL:

Eu gostei desta obra porque ela aborda um tema importante, a toxicodependência.

Os aspectos de que mais gostei foram os poemas que a Joana escreveu ao pai, porque criticavam o comportamento dele e eram também pedidos de ajuda que o pai não soube interpretar.

O aspecto de que eu gostei menos foi o final trágico da obra, no entanto ele faz-nos reflectir sobre o perigo que é a droga.

Tiago de Figueiredo Henriques, nº23, 8ºB

Morosil – o medicamento do amor 03/12/2008

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O medicamento do Amor, numa farmácia perto do seu coração...

O medicamento do Amor, numa farmácia perto do seu coração...

 

Leia atentamente este folheto informativo antes de tomar o medicamento

- Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o ler novamente.
– Caso tenha dúvidas, consulte o seu coração e não siga as recomendações nem do médico nem do farmacêutico, pois eles não conhecem os seus sentimentos.
– Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros, caso contrário, sujeita-se a perder o amor da sua vida.
Morosil comprimidos

A substância activa é o amor.
Cada comprido tem uma dose dessa substância activa: Amor

O que é o Morosil?

O Morosil é um medicamento, que actua quando uma pessoa está só e necessita da companhia de alguém que a faça feliz até ao fim dos seus dias.

Indicações terapêuticas

O Morosil está indicado para actuar só em casos extremos de solidão. Se a pessoa não se encontra completamente neste estado, sujeita-se a efeitos contrários e poderá mesmo endoidecer.

Antes de tomar Morosil

Não tome Morosil sem antes ler este folheto informativo, pois contém informações essenciais sobre a sua utilização, bem como sobre a manutenção deste medicamento. Preste muita atenção!

Advertências gerais

Se tomar o medicamento durante um longo período de tempo e em doses não recomendadas, poderão surgir alguns destes sintomas: loucura total, desespero e raiva. A sobredosagem é terrível, nem tente.
Gravidez

Consulte a sua disposição, pois nada deve ser contrariado à grávida. De qualquer forma não aconselhamos a toma de Morosil, o bebé poderá eventualmente sofrer desgostos amorosos.
Efeito em crianças

O uso de Morosil destina-se apenas a ser tomado por adultos em idade superior ou igual a 18 anos.
Efeito em idosos

Morosil pode perder a intensidade de efeito a partir dos 50 anos do indivíduo. Não nos responsabilizamos se, por qualquer razão, o medicamento não suscitar o mesmo efeito em pessoas da mesma idade.

Tomar Morosil com outros medicamentos

Morosil corta o efeito de outros medicamentos, devido à fórmula activa da sua substância.

Como tomar Morosil comprimidos

Tome apenas um comprimido Morosil ao longo da sua vida. Fale com o seu coração se tiver dúvidas. Quando sentir que é a hora certa para tomar, coloque o medicamento no interior da sua boca e, com a ajuda de um copo de água, ingira-o.

Efeitos secundários possíveis

• Desejo de estar perto desse alguém;
• Desejo de ter em sua posse o número de telemóvel da pessoa amada;
• Sonambulismo;
• Palpitações;
• Tonturas;
• Dores musculares;
• Ansiedade.

Conservação

Mantenha o medicamento fora do alcance das crianças.
Outras informações

Para mais informações consulte a página Web www.morosilcomp.com ou ligue para o número 639415829, Lisboa.

Farmacêutica responsável:

Joana Veiga, 8ºA

Quando as noites não são iluminadas 26/11/2008

Posted by prof_helena in 8ºA.
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Quando as noites não são iluminadas

permanecem numa escuridão constante,

o medo solta-se por todo o lado,

a coragem torna-se desesperante.

 

 Quando o mar é vazio,

oco e confuso,

tudo se espera dele.

Proíbe-se o uso.

 

 Quando a liberdade é tolhida

ficamos sem vida,

somos apenas bonecos,

controlados.

  

Quando a história é triste

há sempre uma hipótese,

escreve-a de outra forma,

ninguém te pode impedir de pensares,

basta imaginares.

 

Beatriz Martins, 8ºA

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