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A Lua de Joana, Maria Teresa Maia Gonzalez 29/12/2008

Posted by ©palavrasdesever in 8ºC, Ano lectivo 2008/2009.
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Outras obras da autora:

A Fonte dos Segredos

A Cruz Vazia

Biografia da autora:

          Maria Teresa Maia Gonzalez nasceu em Coimbra, em 1958. É uma das mais prestigiadas autoras portuguesas de livros dedicados a crianças e jovens adolescentes. É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas. A Lua de Joana, o seu maior sucesso editoral, conta já com 17 edições e 250 000 exemplares vendidos.

Resumo da obra:

          Esta é a história de uma rapariga chamada Marta, que falece por causa do consumo de drogas. A sua melhor amiga, Joana, não conseguindo admitir o que aconteceu, escreve-lhe cartas, como se estas fossem o seu diário e Marta estivesse ainda viva, mas longe. Pelo aniversário da Joana foi-lhe oferecida uma lua (baloiço) imaginada e desenhada por ela. Juntamente com um amigo, a Joana, na escola, realiza uma peça teatral de nome “Os amigos da onça”, que fala sobre DROGAS!

          A Joana tem uma família complicada, os pais preocupam-se apenas com o trabalho e o Jorge (também conhecido como: Traumatizado, Homem das Cavernas, Pré-histórico, Homem do Cró-Magnon, etc., por causa da mudança de visual) às vezes nem lhe fala e, por sua culpa, a empregada Leonilde foi-se embora. A única pessoa que compreende a Joana é a avó Ju, que mais tarde acaba por morrer deixando a Joana ainda pior.

          O Diogo, irmão da Marta, é a pessoa que mais tristeza demonstra ao longo da história e acaba como a irmã, arrastando a Joana consigo.

Citações:

“A minha cabeça começou a ficar num molho de brócolos”. (Pág. 21)

          Gostei desta frase porque a Joana conseguiu dizer de uma forma metafórica que estava confusa.

” Agora tinha todo o tempo do mundo. Para quê?” (Pág. 157)

          Gostei desta citação, porque quem tinha todo o tempo do mundo era o pai dela que, durante toda a história, esteve praticamente ausente da vida da filha (oferecia-lhe relógios em todas as ocasiões) e só agora, que ela morreu, é que tinha tempo. De que servia se a Joana já não estava viva?

Comentário pessoal:

          Este livro fascinou-me porque me empurrou ao outro lado do mundo, àquele lado onde as coisas não são fáceis. Fez-me perceber que há coisas importantes e pôs-me a pensar nas minhas escolhas, levou-me também onde eu nunca estive, não estou e depois de ler este livro nunca vou querer estar… de certeza.

Sabrina Tavares Ribeiro

 Nº 19, 8º C

Um Espelho Só Meu, de Ana Saldanha 29/12/2008

Posted by ©palavrasdesever in 8ºB, Ano lectivo 2008/2009.
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Um Espelho Só Meu

Biografia da autora:

          Ana Saldanha nasceu no Porto e nesta cidade licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas. Fez um mestrado em Literatura Inglesa e doutorou-se em Literatura Inglesa Infantil e Teoria da Tradução na Universidade de Glasgow. Recebeu vários prémios e participou e apresentou comunicações no âmbito da Literatura Infanto-Juvenil.

(Fonte: http://wikipedia.org/Ana Saldanha)

Outros livros da autora:

Uma Questão de Cor, Edinter, 1995
Um Gorro Vermelho, Caminho, 2002

Resumo da obra:

          Um Espelho Só Meu é a actualização da história da “Gata Borralheira”. Gonçalo é o pai, Mimi e a Lulu são as terríveis meias irmãs de Clara e a madrasta é a Florbela, cuja única preocupação é a beleza.
          O grande sonho de Clara é ir à discoteca com a sua amiga Inês no dia do seu décimo quinto aniversário.
          A fada madrinha é a Margarida, que lhe oferece como presente um bonito conjunto amarelo, top e saia, e umas sandálias prateadas.
          Quase no final da história a autora propõe ao leitor dois finais alternativos. Eu gostei mais do primeiro, em que a Clara concretizou o seu sonho, desobedecendo ao pai, no entanto acabou no hospital a precisar de fazer uma lavagem ao estômago porque tomou drogas.

Citações:

          “Mas sabes como é, como a mamã também compra sem factura a um fornecedor de contrabando, não pôde dizer nada à empregada. (página 65)

          Escolhi esta citação porque nos mostra um aspecto negativo da sociedade actual: a fuga aos impostos.

          “O teu pai tem estado sempre lá fora, desde as três da manhã”. (página 104)

          Esta citação mostra-nos que, apesar dos nossos erros, os nossos pais apoiam-nos sempre.

Comentário pessoal:

          Eu gostei desta obra porque a autora escolheu aspectos interessantes da actualidade para adaptar o conto infantil, como o top e a mini-saia que substituem o vestido comprido, o cartão de crédito em vez da varinha de condão e a discoteca no lugar do baile.
          O que mais apreciei foi a possibilidade do leitor escolher o final da obra e o que gostei menos foi o facto da Clara ter estragado, com o seu comportamento, uma noite que deveria ter sido feliz.

Miguel de Figueiredo Henriques

 nº20, 8ºB

Alice Vestida de Branco – Phyllis Reynolds Naylor 29/12/2008

Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.
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Biografia da autora

           Phyllis Reynolds Naylor nasceu a 4 de Janeiro de 1933, em Anderson, e actualmente vive em Maryland. É uma escritora bastante conhecida por ser a autora da trilogia “Shiloh  para crianças. Já escreveu mais de uma centena de livros, entre os quais a série “Alice”, que recebeu o prémio “Notable Children’s Books”, atribuído pela Associação de Bibliotecários Americanos.

 

Outros livros da autora

 

         Salvando Shiloh, 2006

           

            Alice à Procura de si Própria, 2002

 

Resumo da obra

          Este ano, Alice frequenta o oitavo ano. Na turma de Saúde, o primeiro semestre tem como programa Escolhas Decisivas. Mr. Everett, o professor desta disciplina, lança o desafio a cada um dos alunos de ensaiarem o futuro.

           Assim, atribui-lhes o papel que terão de desempenhar e resolver em apenas cinco semanas. O Patrick e Alice iriam casar, a Pamela estaria grávida, a Elisabeth iria comprar um carro… Nem tudo é tão fácil como parece, mas Alice consegue ultrapassar as dificuldades e viver grandes aventuras.

           Embora tivesse sido um trabalho bastante complicado, não deixou de ser interessante e com várias peripécias. No final, toda a turma conseguiu o seu objectivo – conseguir optar pela melhor solução.

 

 Citações preferidas

 

            “Mais vinte passos e beijo-o.” (Pág. 60)

 

            Esta citação é uma das minhas favoritas, porque acho ridículo como é que alguém “programa” os beijos, partindo do princípio que essas duas pessoas gostam um do outro, como o Patrick e a Alice.

             

            “Mas que casamento tão pindérico!” (Pág.41)

 

            Nesta citação, gostei fundamentalmente da palavra ‘pindérico’, pois adequa-se muito bem ao contexto, uma vez que o noivo não está a gostar nem um pouco do seu casamento. Esta frase é cómica, penso eu, porque não deveria ser um acontecimento aborrecido, quando estamos felizes, ou a viver uma situação de felicidade, não importa se abunda a riqueza ou não. O que realmente importa é aproveitar o momento. 

           

 Comentário pessoal:

             A minha opinião contempla essencialmente aspectos positivos. É um livro fantástico, não só pela sua história, que é fascinante, mas também pelo facto de aprendermos um pouco a lidar com situações futuras na vida real. Penso que é um livro instrutivo e recomendado a todas as jovens da minha idade. Deixo a sugestão, ele merece ser lido.

 

             

Joana Raquel Martins Veiga

8ºA nº13

Gosto de Sair à Noite – Jacqueline Wilson 08/12/2008

Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.
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Biografia da autora:

Jacqueline Wilson nasceu em Inglaterra, a 17 de Dezembro de 1945. Sempre quis ser escritora e com apenas nove anos escreveu o seu primeiro livro. Começou por trabalhar em editoras e depois lançou-se como jornalista no D.C. Thompson Dundee Scotland. Jacqueline já recebeu inúmeros prémios pelos seus livros, nos quais reproduz, com humor, as angústias da adolescência, tendo alcançado um grande sucesso.

Outras obras da autora:

Não Confio a Ninguém os Meus Segredos
Miúdas à Beira de um Ataque de Nervos

Resumo:

Ellie tem treze anos e está a passar a fase mais complicada da sua vida. Ela sente muita dificuldade por estar a tornar-se uma mulher e não ter a sua mãe consigo para a ajudar e lhe dar conselhos na fase mais importante da sua vida.

A jovem e mais duas amigas combinaram a sua primeira saída à noite num centro comercial. Tudo corria normalmente até ao momento em que Ellie encontrou um rapaz chamado Russell e ficaram os dois perdidamente apaixonados um pelo outro. Passam o resto da noite juntos e mais tarde Russell acompanha a amiga a casa onde Ellie se depara com a madrasta e o pai muito preocupados consigo. O pai, que é uma pessoa do “século passado” , completamente desactualizado da sociedade actual e sem compreender os motivos da filha, faz um drama por ela ter chegado tarde a casa e por ter estado com um rapaz.

Ellie passa por muitas outras peripécias para se poder encontrar com o seu amado. A relação avança cada vez mais e a história acaba com um telefonema entre os dois no qual trocam juras de amor.

Citações a recordar:

“Entro em casa dançando de alegria.”

Retirei esta citação da página cento e nove porque sugere a ideia de que, depois dos encontros entre Ellie e Russell, a jovem regressa a casa muito feliz.

“O meu olhar desfoca-se, as couves transformam-se em belas rosas verdes,  os gritos, em trinados de pássaro.”

Retirei esta citação da página cento e oito porque demonstra que este é um momento especial para Ellie e, apesar de o sítio não ser o melhor, a personagem imagina tudo como se fosse perfeito.

Comentário pessoal:

Gostei bastante de ler este livro para saber como a personagem principal lida com a adolescência, uma vez que estamos as duas a atravessar essa fase e para poder comparar os nossos sentimentos e pensamentos. Um aspecto que me provocou grande curiosidade foi o facto de a personagem não ter mãe, pelo que a falta de compreensão do pai em relação a ela torna tudo mais difícil.

Bibliografia consultada:

http://www.eb23-soure.rcts.pt/Jornal/edicao2/pagina%2025%20-%20Jacqueline%20Wilson%2Bpoemas.pdf

http://www.presenca.pt/autoresresultadedetalhe.asp?letra=W&autor=1834

Ficha de Leitura realizada por:  Marta Pereira, 8ºA, Nº17

O Senhor Valéry – Gonçalo M. Tavares 06/12/2008

Posted by ©palavrasdesever in 8ºB, Ano lectivo 2008/2009.
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A capa do livro que podes encontrar na nossa biblioteca.

Ilustrador: Rachel Caiano
Editora: Caminho

Sobre o autor:

Gonçalo M. Tavares é um escritor português. Nasceu em 1970 em Angola, Luanda.
Em Dezembro de 2001 publicou a sua primeira obra, Livro de Dança, na Assírio e Alvim.
Recebeu o Prémio “Branquinho da Fonseca” da Fundação Caloustre Gulbenkian e do Jornal Expresso com O Senhor Valéry. Os seus livros deram origem a peças de teatro, vídeos de arte, ópera, etc.

Bibliografia do autor:

água, cão, cavalo, cabeça (conto)
Jerusalém (romance)

Resumo da obra:

O Senhor Valéry é um homem baixo que não gosta que ponham em causa os seus raciocínios, ficando, assim, por vezes, só. Leva a lógica até aos limites, tentando igualmente explicar o seu mundo aos outros.

Acompanha, sempre, os seus esclarecimentos com desenhos, chegando a justificações quiméricas, sendo estas para ele a perfeição.

Tem um animal doméstico raro e uma casa de férias inconcebível é, ainda, tão distraído que até os troca.

O protagonista faz-nos pensar se as suas teorias estão correctas ou não. Em cada uma das vinte e cinco micro -histórias, o Senhor Valéry, mostra-se como um ser único, pois só ele pensa daquela maneira.

As minhas citações preferidas:

“- Uma causa vale menos do que o efeito e um efeito vale menos do que um acontecimento.” (História “Chávena de café”, página 47).

Gostei desta citação, porque, quando li esta obra estava com problemas pessoais, e esta frase fez-me pensar se valia a pena estar assim ou não.

“- Sou igual às pessoas altas só que por menos tempo.” (História “Amigos”, página 7).

 Esta frase marcou-me porque tem vários sentidos. Um deles poderá ser, por exemplo, quando, por vezes, as pessoas ficam ricas, de repente, e passados uns dias ficam sem nada, foram altas (ricas) mas por pouco tempo. Também posso aplicar esta reflexão em muitas outras situações do dia-a-dia.

O meu comentário:

Esta obra não pertencia ao tipo de livros que costumava ler, mas reconheço que simpatizei com o volume, devido a cada palavra do autor me fazer imaginar toda a história ao vivo. Noto, ainda, que cada história está muito bem construída e a ilustração adequa-se bem às explicações da personagem.

Descobri mais um padrão de leituras que aprecio, gostaria de dar os parabéns ao autor e à ilustradora.

Fontes consultadas:

Sítios virtuais: Biografia da Wikipédia
Livro O Senhor Valéry

Trabalho realizado por: Liliana Bastos 8ºB

[Podem encontrar mais informação sobre o autor e os seus livros em http://goncalomtavares.blogspot.com/ ]

A Lua de Joana 04/12/2008

Posted by ©palavrasdesever in 8ºB, Ano lectivo 2008/2009.
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A Lua de Joana

A Lua de Joana

Autora: Maria Teresa Maia Gonzalez

BIOGRAFIA DA AUTORA

Maria Teresa Maia Gonzalez nasceu em 1958,em Coimbra, e licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, na Universidade de Lisboa. Foi professora de Língua Portuguesa e tem vários livros editados. Com Maria de Rosário Pedreira é co-autora da colecção “Clube das Chaves” e a solo lançou também a colecção “Profissão Adolescente”.

O livro A lua de Joana foi um grande sucesso e foi traduzido em vários países.

OUTROS LIVROS DA MESMA AUTORA:

(Fonte consultada: wikipédia)

O Guarda da Praia
Recados de Mãe

RESUMO DA OBRA:

Este livro conta-nos a história de uma adolescente, Joana, que nos fala da sua vida através de um diário.

A Marta, sua colega e melhor amiga, morreu devido à droga. Joana não percebia como é que ela se meteu nesse vício e pensava que nunca a iria conseguir perdoar. O ambiente familiar da jovem Joana não era muito bom. O pai, médico, estava quase sempre ausente; a mãe preocupava-se unicamente com a sua loja; o irmão isolava-se no quarto a ouvir música. Apenas a avó Ju, que acabou por falecer, lhe dava alguma atenção.

A partir desse momento, Joana, que era uma boa aluna, desinteressou-se da escola e do basquetebol e mudou radicalmente o seu visual. Conheceu Rita, uma amiga da Marta, que a pouco e pouco a foi cativando e desencaminhando para o mundo da droga. Pouco tempo depois, Joana acabou por morrer da mesma forma que Marta e assim compreendeu todos os mistérios que antes a apoquentavam.

CITAÇÕES:

“O meu quarto é também um deserto branco, no meio de uma casa que faz eco de tão vazia.” (pág. 93)
Esta frase significa que Joana se estava a sentir perdida e sozinha.

Como hoje é dia de todos os Santos, vou fazer uma boa acção: pegar no livro de Matemática …Espero que represente um dia a menos no purgatório.” (pág. 131)
Esta frase mostra-nos que para Joana estudar era um dever e achava que ao fazê-lo estava a redimir-se das coisas erradas que tinha feito.

COMENTÁRIO PESSOAL:

Eu gostei desta obra porque ela aborda um tema importante, a toxicodependência.

Os aspectos de que mais gostei foram os poemas que a Joana escreveu ao pai, porque criticavam o comportamento dele e eram também pedidos de ajuda que o pai não soube interpretar.

O aspecto de que eu gostei menos foi o final trágico da obra, no entanto ele faz-nos reflectir sobre o perigo que é a droga.

Tiago de Figueiredo Henriques, nº23, 8ºB

Morosil – o medicamento do amor 03/12/2008

Posted by ©palavrasdesever in 8ºA, Ano lectivo 2008/2009.
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O medicamento do Amor, numa farmácia perto do seu coração...

O medicamento do Amor, numa farmácia perto do seu coração...

 

Leia atentamente este folheto informativo antes de tomar o medicamento

- Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o ler novamente.
- Caso tenha dúvidas, consulte o seu coração e não siga as recomendações nem do médico nem do farmacêutico, pois eles não conhecem os seus sentimentos.
- Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros, caso contrário, sujeita-se a perder o amor da sua vida.
Morosil comprimidos

A substância activa é o amor.
Cada comprido tem uma dose dessa substância activa: Amor

O que é o Morosil?

O Morosil é um medicamento, que actua quando uma pessoa está só e necessita da companhia de alguém que a faça feliz até ao fim dos seus dias.

Indicações terapêuticas

O Morosil está indicado para actuar só em casos extremos de solidão. Se a pessoa não se encontra completamente neste estado, sujeita-se a efeitos contrários e poderá mesmo endoidecer.

Antes de tomar Morosil

Não tome Morosil sem antes ler este folheto informativo, pois contém informações essenciais sobre a sua utilização, bem como sobre a manutenção deste medicamento. Preste muita atenção!

Advertências gerais

Se tomar o medicamento durante um longo período de tempo e em doses não recomendadas, poderão surgir alguns destes sintomas: loucura total, desespero e raiva. A sobredosagem é terrível, nem tente.
Gravidez

Consulte a sua disposição, pois nada deve ser contrariado à grávida. De qualquer forma não aconselhamos a toma de Morosil, o bebé poderá eventualmente sofrer desgostos amorosos.
Efeito em crianças

O uso de Morosil destina-se apenas a ser tomado por adultos em idade superior ou igual a 18 anos.
Efeito em idosos

Morosil pode perder a intensidade de efeito a partir dos 50 anos do indivíduo. Não nos responsabilizamos se, por qualquer razão, o medicamento não suscitar o mesmo efeito em pessoas da mesma idade.

Tomar Morosil com outros medicamentos

Morosil corta o efeito de outros medicamentos, devido à fórmula activa da sua substância.

Como tomar Morosil comprimidos

Tome apenas um comprimido Morosil ao longo da sua vida. Fale com o seu coração se tiver dúvidas. Quando sentir que é a hora certa para tomar, coloque o medicamento no interior da sua boca e, com a ajuda de um copo de água, ingira-o.

Efeitos secundários possíveis

• Desejo de estar perto desse alguém;
• Desejo de ter em sua posse o número de telemóvel da pessoa amada;
• Sonambulismo;
• Palpitações;
• Tonturas;
• Dores musculares;
• Ansiedade.

Conservação

Mantenha o medicamento fora do alcance das crianças.
Outras informações

Para mais informações consulte a página Web www.morosilcomp.com ou ligue para o número 639415829, Lisboa.

Farmacêutica responsável:

Joana Veiga, 8ºA